Júlia
🔞《Hot》🔥
Assim que suas mãos me envolvem, tudo ao meu redor desaparece.
O tempo. O espaço. O ar.
Só existe ele.
Só existe esse toque bruto e avassalador que me faz ofegar antes mesmo de entender o que está acontecendo.
Dante me ergue como se eu não pesasse nada, meus pés deixam o chão e, sem pensar, meus instintos assumem o controle.
Minhas pernas se enroscam ao redor de sua cintura, meu corpo se molda ao dele como se sempre pertencesse ali.
E então sua boca toma a minha.
O impacto do beijo me rouba o fôlego.
É urgente, quente, exigente.
Ele não pede. Ele toma.
Sua língua invade minha boca sem aviso, deslizando contra a minha, guiando o ritmo, incendiando cada parte do meu corpo.
Meu coração dispara.
Meu primeiro beijo.
Minha mente grita que eu deveria estar assustada, perdida... Mas algo dentro de mim apenas sabe o que fazer.
Então, cedo.
Deixo meu instinto me guiar.
Minha boca responde à dele, hesitante no começo, mas logo me entrego ao calor viciante que é beijá-lo.
Suas mãos deslizam impiedosamente pelo meu corpo, dos meus quadris até minhas costas, subindo, explorando...
E quando alcançam meus seios, ele os aperta com força, arrancando de mim um gemido entrecortado que se dissolve contra seus lábios.
Minhas unhas cravam em seus ombros nus, meu corpo arqueia em resposta ao seu toque.
Sem demora ele me conduz até o centro de sua imensa cama, seus olhos fixos nos meus, carregados de desejo e urgência. Com delicadeza, ele me deita sobre os lençóis negros, e meu corpo afunda no tecido macio, como se fosse engolido por um convite silencioso ao prazer.
O frio da seda contrasta com o calor que se espalha dentro de mim, uma chama que só cresce à medida que o observo.
Mas é o desespero de Dante que realmente me desarma. A maneira como retira a cueca de seu corpo, revelando sua nudez sem hesitação, sua respiração pesada denunciando o fervor que o consome.
Seu membro rígido se destaca, e quando sua voz rouca ecoa pelo quarto, sinto meu ventre se contrair em resposta.
— Eu preciso entrar em você.
Essas palavras acendem algo ainda mais profundo em mim. Minha intimidade pulsa como se tivesse vida própria, como se soubesse que esse momento era inevitável, tão necessário quanto o ar que respiro.
Sem dar espaço para dúvidas ou hesitação, Dante avança. Seus dedos ágeis deslizam pelo tecido do meu vestido, e com um único movimento firme, ele o rasga, fazendo os pedaços caírem ao redor do meu corpo.
Meus seios se erguem expostos ao ar, meus mamilos enrijecendo ao contato súbito com o frio. Ele solta um gemido baixo, quase possessivo, antes de arrancar minha lingerie com a mesma impaciência voraz.
Agora, completamente nua sob seu olhar faminto, sinto um arrepio percorrer minha pele. Dante desliza a palma da mão por minhas curvas, como se quisesse gravar cada detalhe de mim em sua memória antes de finalmente reivindicar o que já é dele.
Ele se posiciona entre minhas pernas, afastando-as com firmeza, abrindo espaço para si. Seu olhar se prende ao meu, intenso, sombrio, repleto de promessas silenciosas.
Então, ele desliza os dedos por minha intimidade, sentindo minha preparação para recebê-lo. O toque é deliberado, provocante, arrancando de mim um suspiro entrecortado.
Ele se inclina, sua boca próxima ao meu ouvido, e sussurra com uma rouquidão carregada de desejo:
— Você está devidamente pronta para mim.
Ao ouvir suas palavras, um arrepio percorre minha espinha. Minha intimidade pulsa tão intensamente que parece que meu próprio coração bate ali.
O desejo queima em cada centímetro do meu corpo, uma mistura de expectativa e ansiedade. Dante desliza a mão por minha pele antes de afastá-la, posicionando-se ainda mais perto, sua respiração pesada preenchendo o espaço entre nós.
Então, ele começa a me penetrar lentamente. Meu corpo se enrijece ao sentir sua invasão, o calor e a pressão tomando conta de mim.
Ele avança com cuidado, mas, à medida que se aprofunda, uma ardência começa a se espalhar pela minha intimidade. A dor fina e incômoda me faz prender a respiração. Meu ventre se contrai, meus dedos agarram os lençóis em busca de algo para me ancorar. O motivo é claro: eu sou virgem.
Dante percebe imediatamente minha reação e para. Seu olhar encontra o meu, intenso, preocupado. Ele respira fundo, seu peito subindo e descendo com esforço.
— Está tudo bem? — Sua voz sai rouca, carregada de desejo, mas também de um cuidado inesperado.
Eu assinto lentamente, tentando me acostumar à sensação. Mas mesmo enquanto faço isso, percebo o quanto ele está se esforçando para se conter. Seus músculos estão tensos, sua mandíbula travada. Ele quer mais. Quer me tomar por completo. Mas, por mim, está se controlando.
Seus dedos deslizam pelo meu rosto, afastando uma mecha de cabelo, e seus lábios encontram os meus em um beijo lento e profundo, como se quisesse me distrair do desconforto. Suas mãos percorrem meu corpo, acariciando minha pele em toques suaves, tentando relaxar cada parte de mim.
Aos poucos, a dor cede lugar a uma nova sensação, algo mais quente, mais intenso. Meu corpo começa a se abrir para ele, e eu o puxo para mais perto, sinalizando que estou pronta para continuar.
Ele solta um suspiro pesado contra minha boca, como se estivesse esperando por isso, e então, com um movimento lento e controlado, se afunda um pouco mais dentro de mim.
Seus movimentos se intensificam a cada estocada, e eu o sinto me preencher cada vez mais fundo, alcançando lugares que eu nem sabia que podiam ser tocados. O prazer se mistura à dor residual, transformando-se em algo arrebatador.
Dante desliza as mãos por minhas coxas, então as ergue, fazendo-me enlaçar as pernas ao redor de sua cintura. A nova posição o permite ir ainda mais fundo, arrancando de mim um gemido involuntário.
— Ohhh... isso, Júlia... eu preciso... preciso de você... — Ele murmura entre gemidos, sua voz carregada de desejo bruto.
Cada investida sua faz meu corpo arder, minha intimidade se contrair em torno dele, ainda mais úmida, preparada para recebê-lo por completo. O fogo dentro de mim se intensifica, me consumindo de dentro para fora.
— Ahhh!... Eu... eu vou... — Tento falar, mas as palavras se perdem entre suspiros e gemidos enquanto ele me penetra com ainda mais força.
Meus seios balançam com seus movimentos ferozes, e meu corpo inteiro parece vibrar com a promessa do clímax iminente.
— Ohhh!... isso, goza para mim... vai... — Sua voz rouca sai como uma ordem, e eu não consigo resistir.
Meu corpo simplesmente obedece. Um tremor intenso me envolve, e um calor avassalador me domina enquanto me perco completamente nele. Gemo alto, minhas unhas cravando em seus ombros, minhas pernas apertando ainda mais sua cintura enquanto meu prazer explode.
Os espasmos me consomem, me deixando vulnerável, perdida no êxtase.
E então, Dante geme de forma gutural, sua respiração descompassada enquanto aumenta o ritmo, se entregando ao próprio clímax. Em um último e profundo movimento, ele se derrama dentro de mim, seu líquido quente me preenchendo.
Ele fica imóvel por alguns segundos, sua testa apoiada na minha, sua respiração pesada misturando-se à minha. Meus músculos ainda tremem, sensíveis, enquanto o silêncio é preenchido apenas pelos nossos suspiros entrecortados.
Dante desliza os lábios até meu pescoço, deixando beijos suaves, como se quisesse prolongar esse momento, saboreá-lo.
— Você é minha... — Ele sussurra contra minha pele, sua voz carregada de intensidade e posse.
E, neste momento, eu sei que não há volta. Eu já sou realmente dele.
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Atualizado até capítulo 56
Comments
Paula Ferreira
aleluia
2025-04-03
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