VENDIDA PELO MEU PAI
AUTORA
ATENÇÃO, EU ESTOU FAZENDO UMA REVISÃO NA OBRA, PORQUE ENCONTREI ALGUMAS IRREGULARIDADES NELA. ESTOU MUDANDO ALGUMAS COISAS NOS EPISÓDIOS.
ASSIM QUE EU TERMINAR OS AJUSTES, ESSA OBRA ESTARÁ DISPONÍVEL PARA SER LIDA NOVAMENTE.
AGRADEÇO A COMPREENSÃO DE VOCÊS🌹
A noite estava calma, até que o silêncio foi rompido por gritos e sons de objetos se quebrando no andar de baixo. Mirella acordou sobressaltada e percebeu que Priscila, sua irmã mais nova, também estava desperta, sentada na cama e com os olhos arregalados.
— Que barulho é esse? — perguntou Priscila, assustada, segurando o cobertor como se isso pudesse protegê-la.
— Não sei... Será que a mãe e o pai estão brigando de novo? — Mirella respondeu, com a voz trêmula.
Priscila olhou para a porta com inquietação.
— Não aguento mais isso! Vou descer pra ver o que está acontecendo.
— Espera, Priscila! — disse Mirella, levantando-se rapidamente e segurando a mão da irmã.
— Por que você está me segurando? — perguntou Priscila, franzindo o cenho.
— Porque estou com medo — confessou Mirella, baixando o olhar.
Priscila respirou fundo, tentando esconder o próprio receio.
— Tudo bem, então vamos juntas.
As duas começaram a descer a escada, o coração de ambas batendo forte a cada passo. Os gritos ficavam mais altos à medida que se aproximavam do quarto dos pais.
Antes que pudessem chegar perto, um vaso foi arremessado pela porta entreaberta, quebrando-se com estrondo na parede.
— Cuidado! — gritou Priscila, puxando Mirella para o lado.
As duas ficaram paralisadas por um momento, os olhos fixos no que estava acontecendo dentro do quarto. Lá dentro, Helena estava de pé, com lágrimas escorrendo pelo rosto, enquanto Jackson a encarava com ódio.
— Você está completamente louco, Jackson! Isso que você fez é imperdoável! — Helena gritou, tentando conter o desespero em sua voz.
— Louco? Louca é você, que não entende a importância desse contrato! — Jackson rebateu, avançando para cima dela.
— Contrato? Isso não é um contrato, é um bilhete de escravidão! Você quer vender a nossa filha como se ela fosse um objeto!
Jackson riu, mas não havia humor em seu rosto, apenas desprezo.
— Você acha que eu me importo com seus sentimentos? Essa decisão já está tomada, e é melhor você parar de se opor antes que as coisas fiquem piores pra você, Helena!
Helena recuou um passo, mas não abaixou a cabeça.
— Piores? Você já destruiu tudo! Primeiro você destruiu nosso casamento, agora quer destruir a vida da nossa filha! Eu preferia morrer a deixar isso acontecer!
Jackson explodiu em raiva e, sem pensar, deu um tapa no rosto de Helena. O impacto a fez cambalear, mas ela não caiu.
— Você não sabe o que está dizendo! Tudo o que fiz foi para proteger essa família!
Helena riu com amargura, passando a mão no rosto marcado.
— Proteger? Você não sabe o que é isso. Você é um homem podre, egoísta, e só pensa em si mesmo!
Jackson a segurou pelos ombros e a sacudiu com força, os olhos brilhando de ódio.
— Cale essa boca antes que eu faça algo que você vai se arrepender!
Helena tentou se soltar, mas Jackson a empurrou com violência, jogando-a contra a cama. Ela caiu desajeitada, e ele continuou avançando, furioso.
Do corredor, Mirella e Priscila observavam, petrificadas.
— A gente precisa ajudar! — sussurrou Priscila, tentando se mexer.
— Não! A mamãe sempre disse pra gente ficar fora disso... — respondeu Mirella, com lágrimas escorrendo.
Dentro do quarto, Helena se levantou com dificuldade.
— Eu não vou deixar você fazer isso com a Priscila! Nem com nenhuma das minhas filhas! Você pode me bater, me ameaçar, mas não vai tirar o que eu tenho de mais precioso!
Jackson não respondeu. Ele pegou um copo de vidro e o arremessou contra a parede, perto de Helena.
— Você está me tirando do sério, Helena! Elas são minhas filhas também, e eu decido o que é melhor para elas!
— Decidir? Você não tem direito nenhum! Você é só um tirano que destrói tudo o que toca!
Enfurecido, Jackson agarrou Helena novamente e a jogou no chão. Desta vez, ela caiu sobre os cacos de vidro espalhados, gemendo de dor.
— Eu avisei, Helena! Não teste a minha paciência! — gritou ele, saindo do quarto e batendo a porta com força.
Helena ficou no chão, lutando contra a dor. O sangue escorria de cortes profundos em suas mãos e braços, mas ela estava mais preocupada com o que acabara de acontecer. Com dificuldade, estendeu a mão para pegar o celular que havia caído ao seu lado.
Do corredor, as meninas correram de volta para o quarto delas, o coração pesado.
Lá embaixo, Emilly chegou apressada e tentou entrar na mansão.
— Diogo, pelo amor de Deus, abra esse portão! Algo está errado! — implorou ela.
— Senhora, ordens do patrão. Ninguém entra sem permissão.
— Se você não abrir esse portão agora, eu vou chamar a polícia! — ameaçou Emilly, desesperada.
Enquanto isso, Helena conseguiu ligar para a irmã.
— Milly... venha... depressa... — disse ela, com a voz fraca.
— Helena, fala comigo! O que está acontecendo? Helena! — Emilly gritou ao telefone, mas a ligação foi cortada.
Emilly jogou o celular no banco do carro e saiu correndo em direção ao portão, gritando para que a deixassem entrar. Dentro da mansão, Helena fechou os olhos, exausta, enquanto o sangue formava uma poça ao seu redor. O único pensamento que ecoava em sua mente era "Minhas filhas nunca podem saber."
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Atualizado até capítulo 89
Comments
LiLi
NOSSA QUE VELHO ESCROTO TEM QUE DAR UM JEITO NESSE VELHO ESCROTO 😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡
2025-01-27
0
Mary
poxa VELHO eu estou amando essa história 🥰🙃🙃
2024-12-04
0
Ruthlene Rodrigues
começando a ler hj domingo, 02 do 02 de 2025.
2025-02-03
0