CAP-06 " DECISÃO DIFÍCIL"

Mirella estava sozinha no quarto, o peso de seu destino esmagando seu peito. Ela sentava na cama, olhando fixamente para suas mãos trêmulas. Seus pensamentos eram como um turbilhão. Como poderia ter chegado a esse ponto? Tudo o que ela queria era liberdade, mas parecia que a escolha estava cada vez mais distante. Sua mãe estava no hospital, ainda inconsciente, e o único pensamento que a mantinha de pé era a promessa de que, um dia, ela iria tirá-la de lá. Mas agora... agora as coisas tinham mudado.

O som de uma batida na porta a fez levantar-se lentamente. Ela respirou fundo, tentando esconder a agonia que estava se espalhando por dentro.

Toc-Toc.

Ela levantou a voz, mas não foi capaz de esconder o tom frio que se instalara.

— A porta tá aberta.

Jackson entrou, como sempre, com seu olhar frio e calculista. Ele se sentou na poltrona com a mesma indiferença de sempre. Mirella, com os olhos fixos no chão, não se atreveu a olhá-lo. O silêncio entre eles era pesado, como se o ar estivesse carregado com toda a dor que ela estava sentindo. Jackson, no entanto, parecia imune a isso. Ele sempre esteve imune a tudo.

— Eu vim te dizer que cumpri a minha parte do combinado. A sua mãe já saiu do coma.

O coração de Mirella deu um salto. Ela olhou para ele, sem acreditar no que estava ouvindo.

— O quê? — A voz dela saiu em um fio de desespero. — Ela... ela está bem?

Jackson não respondeu de imediato. Ele olhou para ela com a frieza de sempre, sem nenhuma empatia nos olhos.

— Ela está estável. Não vai morrer agora. Mas a sua vida... a sua vida depende de você fazer o que eu te disse.

Mirella não podia acreditar no que estava acontecendo. A promessa de que sua mãe voltaria à vida, ao menos por enquanto, não parecia real. Mas a única coisa que ela sabia agora era que, enquanto sua mãe estivesse viva, ela teria uma chance de escapar desse pesadelo.

Ela tentou manter a compostura, mas as palavras de Jackson cortaram como facas.

— Tá bom. Se não tiver mais nada, pode se retirar daqui.

Ela sentia uma raiva silenciosa queimando dentro de si, mas sabia que não podia se dar ao luxo de mostrar isso. Ela não podia dar nenhum motivo para ele usar contra ela. Jackson a observava com uma calma quase assustadora, como se estivesse esperando por algo. Mas Mirella não sabia o que ele queria. Só sabia que precisava agir rápido, precisava sair dali, precisava ir até a sua mãe.

Ele não parecia pressentir sua turbulência. Ele simplesmente levantou-se e deu um passo em direção à janela. Mirella seguiu seus passos, seus pés pesados como chumbo. Ela olhou pela janela e viu o que o destino lhe reservava. Três carros estavam estacionados lá fora, e ao redor deles, homens com ternos pretos, com rostos impassíveis, vigiando o local. Cada movimento deles parecia ser parte de um jogo no qual ela não tinha controle algum. Ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha.

— O que é isso? — A pergunta saiu em um suspiro, mas ela não conseguiu esconder o medo na voz.

Jackson permaneceu em silêncio por um momento. Então, com uma calma fria, ele respondeu.

— Esses seguranças trabalham para a sua nova família. Eles estão aqui para te levar.

O chão parecia desaparecer sob seus pés. A ideia de ser levada para outro lugar, longe de sua mãe, de suas irmãs, parecia insuportável. A dor apertou sua garganta.

— O quê? Você não pode estar falando sério.

Ela sentiu a raiva crescer em seu peito, a indignação misturada com o medo. O que ele queria dela? Por que ela estava sendo forçada a seguir suas ordens? Ela sentia o desespero tomar conta de seu corpo. Mas Jackson não parecia se importar. Ele estava acostumado a jogar com as emoções das pessoas, a manipular e controlar tudo ao seu redor.

— Eu estou. — Jackson disse, como se fosse a coisa mais simples do mundo. — É melhor você arrumar suas coisas logo.

Ela sentiu um peso enorme no coração. A raiva não a ajudaria, o medo não a ajudaria. Ela precisava pensar, precisava agir. Mas como? Como poderia fazer isso sem perder a cabeça?

Ela olhou para ele, com os olhos já cheios de lágrimas. O que restava a fazer? Jackson, como sempre, parecia imune a qualquer sentimento. Ele estava apenas cumprindo sua parte no jogo, e ela não tinha poder para mudar isso.

— Eu não posso ir agora. — Sua voz saiu baixa, mas determinada. — Eu não vou!

Mas Jackson não parecia abalado. Ele apenas pegou o celular, como se não se importasse com o que ela sentia. Acalmadamente, ele fez uma ligação. Mirella observou, seu coração batendo mais forte, mas não entendia o que estava acontecendo.

Quando ele virou o celular para ela, o rosto de um homem mascarado apareceu na tela. Ele segurava uma seringa, a agulha brilhando sob a luz. Mirella olhou para a tela, sentindo um pânico tomar conta de seu corpo. Ela sabia exatamente o que estava por vir. Ela viu, ao fundo, a figura pálida de sua mãe. O choque foi tão grande que ela mal conseguiu respirar.

— Olha direito. — Jackson disse, a voz impassível.

Ela viu o homem mascarado se aproximar de sua mãe, e um calafrio percorreu sua espinha.

— O que é isso? O que você vai fazer com minha mãe?

— Isso aqui, Mirella, é um veneno que não tem cura. Se você não entrar naquele carro agora, eu vou mandar ele colocar no soro da sua mãe.

A voz dele não tinha um pingo de emoção, mas as palavras penetraram fundo no coração de Mirella, que sentiu uma dor insuportável. Era um ultimato cruel, uma escolha entre a sua vida e a de sua mãe. Ela olhou para a tela, com os olhos fixos na imagem de sua mãe, pálida e indefesa.

Ela não sabia o que fazer. Ela não sabia mais se tinha forças para lutar.

— Você está me ameaçando?

— Não, Mirella. Eu só estou pensando no melhor para você. — A frieza de Jackson não lhe dava espaço para resposta. — Faça o que for preciso. Se você não for, a escolha não será minha.

Mirella sentiu as lágrimas caírem, sem conseguir detê-las. Ela sentia uma raiva, uma impotência tão grandes que sua garganta parecia apertar. Mas não podia deixar isso transparecer. Ela respirou fundo, tentando manter o controle.

— Fala para eles que eu estou descendo. — Sua voz saiu rouca, mas ela não teve forças para lutar mais.

Ela não podia mais agir com raiva ou medo. Tinha que ser estratégica, tinha que salvar sua mãe. Talvez, só talvez, ela ainda tivesse alguma chance.

Ela pegou a toalha e foi até o banheiro. O som da água caindo sobre sua pele não trouxe alívio algum. Ela se arrumou com mãos trêmulas, pensando no que faria a seguir. O peso da decisão estava esmagando seu peito, e a cada movimento que ela fazia, sentia a pressão aumentar. Mas ela sabia que não havia outra escolha. Não para sua mãe.

Quando ela saiu do banheiro, olhou ao redor, buscando um momento de paz, algo que a reconfortasse. Mas não havia paz ali. Ela respirou fundo e foi até a cama. Naquela cama, ela havia dormido tantas noites, mas agora... agora tudo parecia irreconhecível. Ela se sentou e pegou uma caneta. Olhou para o papel e começou a escrever.

"Minha princesa, eu estou indo embora. Não quero te deixar, mas eu não tenho escolha, a não ser ir. Eu não vou conseguir me despedir da mãe, por isso, eu conto com você para cuidar dela. Proteja a Sarinha, ela ainda é uma criança, não sabe se defender sozinha. Não se esqueça, que eu te amo muito. Não precisa se preocupar comigo, eu estou bem, e muito feliz!"

As lágrimas caíam sobre o papel, misturando-se com as palavras que ela escrevia. Cada palavra parecia um golpe no coração, uma despedida dolorosa. Ela sabia que aquilo era necessário, mas a dor ainda a consumia. Ela beijou o papel com carinho e o deixou sobre a cama.

Quando se levantou para sair, o coração apertava a cada passo que dava. Cada degrau parecia mais pesado que o anterior, como se estivesse enterrando uma parte de si mesma a cada movimento. Mas ela não tinha escolha. Não poderia deixar sua mãe à mercê da morte.

Ela ia sair daquela casa, sem dizer uma palavra com o seu pai, a sua única preocupação, era as suas irmãs e a sua mãe.

O silêncio a acompanhava enquanto ela descia as escadas, um peso crescente dentro de seu peito. Ela estava indo para o desconhecido, sem saber o que a esperava, mas com uma certeza, ela faria tudo o que fosse necessário para salvar sua família.

...☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆...

Depois de dois dias dentro do avião, Mirela finalmente desceu do avião. Ela entrou dentro do carro para ir para mansão.

Mirella estava em silêncio no banco de trás do carro, o som do motor zumbindo suavemente enquanto ela olhava para a estrada, sem realmente enxergar nada. A viagem parecia uma eternidade, cada quilômetro percorrido a afastava mais e mais de sua antiga vida, e ela não sabia o que esperar. Tudo estava fora de seu controle. Ela não podia mudar o que acontecia com ela, não podia escapar.

Os olhos dela se fechavam, mas o medo estava lá, presente, uma sensação persistente que a acompanhava desde o momento em que a decisão foi tomada. Uma decisão que ela não fez, mas que precisou aceitar. Ela não sabia se aquilo era um pesadelo ou se estava acordada, mas o frio em suas mãos e o nó em sua garganta lhe diziam que tudo isso era real.

Ao seu lado, o motorista não pronunciava uma palavra, apenas dirigia. Ele era um estranho, um homem de expressão vazia que parecia não se importar com nada ao seu redor. Mirella olhou para ele, mas ele não correspondia ao olhar, apenas dirigia com a mesma indiferença que ela sentia.

Quando o carro finalmente parou, Mirella levantou os olhos e observou o que estava à sua frente. A mansão parecia imensa, mais do que ela imaginava. O portão de ferro reluzia sob a luz suave do entardecer, e seguranças se posicionavam ao redor da entrada, todos com a postura rígida de quem estava ali para proteger algo, ou alguém. O ar estava pesado, e Mirella podia sentir a opressão ao seu redor. O medo, aquele mesmo medo que a havia consumido desde que soubera sobre o casamento, apertava sua garganta.

— Srta., chegamos — a voz do motorista a despertou de seus pensamentos.

Ela não respondeu, apenas saiu do carro, sentindo o peso da situação se tornar ainda mais real. Cada passo que ela dava em direção à mansão parecia mais pesado do que o anterior. A imensidão do lugar a fez se sentir pequena, insignificante, como se fosse apenas uma peça em um jogo que ela não compreendia.

Os seguranças estavam ali, observando-a com olhos vigilantes, mas nenhum deles se moveu. Eles não a saudaram, nem a olharam diretamente. Eles apenas estavam ali, como sombras que aguardam ordens. O silêncio era ensurdecedor.

Ela seguiu em frente, os pés hesitantes, mas determinado a não mostrar fraqueza. Quando entrou na mansão, o frio aumentou. A decoração era imponente, mas de uma maneira impessoal, como se fosse feita para impressionar, não para acolher. As paredes de mármore brilhavam com uma frieza que parecia refletir a alma daquele lugar. Nada ali parecia convidativo.

Dentro da mansão, ela foi conduzida por um corredor longo, até que chegou a uma porta imponente. Uma mulher de cabelos bem arrumados e um olhar distante estava ali para recebê-la.

— Senhor, a nova esposa que sua mãe escolheu está aqui — a mulher anunciou com uma voz formal, sem emoção.

Mirella sentiu um calafrio passar por sua espinha. "Nova esposa?" O termo era estranho, vazio. Ela não sabia o que aquilo significava, mas a palavra "esposa" a fez se sentir ainda mais aprisionada. Ela queria gritar, dizer que não queria estar ali, mas as palavras não saíam. Ela se sentia paralisada, como uma marionete cujos fios estavam sendo puxados por alguém muito mais poderoso.

A mulher se afastou, e então ele apareceu. Otávio. Ela não conseguia vê-lo diretamente. Ele estava em pé, em um canto da sala, mas ela sabia que ele a observava. Ela podia sentir a intensidade de seu olhar, como se estivesse sendo analisada, medida, avaliada.

Ele se aproximou com calma, mas sua presença era como uma força esmagadora, algo que ela não poderia ignorar. Ela tentou se manter firme, mas seu coração disparava em seu peito. Ela queria olhar para ele, queria ver seu rosto, mas ele parecia evitar que ela fizesse isso. Ele não se mostrou completamente. A cada movimento, ele permanecia em um canto, sempre à distância, com um poder silencioso que a deixava com os nervos à flor da pele.

— Eu quero deixar bem claro que eu não quero me casar com você — disse Otávio, a voz baixa e controlada, mas com uma força implícita que ela não podia ignorar. — Só estou fazendo isso para evitar problemas.

Ela não queria ser parte daquela farsa, não queria se submeter a ele. Mas ela sabia que não tinha escolha. Ela não tinha mais um futuro, ela não tinha mais uma saída. Ela não podia voltar atrás.

— Eu também não quero me casar com você — respondeu ela, a voz firme, apesar da inquietação dentro de si.

Otávio a observou em silêncio por um momento, como se estivesse avaliando suas palavras, sua reação. Então, sem pressa, ele fez um gesto com a mão. Um dos seguranças se aproximou e entregou-lhe um contrato. Mirella olhou na direção que ele estava, e uma sensação de impotência tomou conta de seu corpo. Ela não tinha ideia do que aquilo representava, mas sabia que, naquele momento, sua vida estava sendo decidida ali, no papel.

O segurança estendeu o contrato na direção dela, e Mirella pegou com mãos trêmulas. As palavras no papel eram simples, mas o significado era claro, ela estava ali para cumprir um papel, uma farsa. Ela não teria voz, não teria escolha, não teria liberdade.

— Eu sei o que você está pensando — Otávio disse, com um sorriso imperceptível em seu rosto, mas Mirella não conseguia ver — Você acha que vai conseguir sair dessa situação de alguma forma. Mas não vai. Não tente fazer nada. Se tentar fugir, vou saber. Se fizer algo que não me agrade, vou saber. Não há como escapar. A única coisa que você pode fazer agora é obedecer.

Mirella olhou para o contrato e, sem dizer uma palavra, assinou. Não por concordar, mas porque sabia que não tinha outra escolha. Ela estava cega, mais uma marionete em um jogo onde ela não tinha controle.

O segurança levou o contrato para Otávio. Ele parecia satisfeito com sua submissão, mas não havia emoção em seu olhar. Ele a observou mais uma vez, como se ela fosse uma peça que ele podia mover à vontade.

Alessandro pegou o contrato novamente das mãos do seu chefe.

— Você assinou sem hesitar, então espero que saiba as regras — Alessandro disse com uma voz fria, sem qualquer tipo de simpatia.

— Claro. O contrato de um ano está ótimo para mim — Mirella respondeu, tentando se manter firme, embora o medo estivesse começando a consumir sua confiança. — Quando esse tempo acabar, seguiremos nossos caminhos separados. Eu vou ficar com o contrato, só para não esquecer as regras.

Ela sabia que nada ali era simples. Nada ali tinha sentido. Ela estava perdida, sem saída, presa em uma situação que ela não podia controlar. Ela não podia ver o rosto de Otávio, mas sentia o peso da sua presença como uma sombra que a seguia. Ela sabia que ele estava observando cada passo seu, aguardando o momento em que ela faria algo que fosse contra ele.

A empregada entrou na sala, interrompendo o silêncio. Ela se curvou diante de Otávio, uma obediência que Mirella sentiu como um reflexo do poder que ele tinha sobre todos ao seu redor.

— Senhor, o quarto está pronto.

Otávio dispensou Mirella imediatamente, ficando sozinho no escritório com o Alessandro.

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Comments

Leonor Santana

Leonor Santana

Amo história dessa natureza apenas para sentir o triunfo de quem está sendo submetida a essa trama e sentir sua vitória.

2025-03-12

0

Cristina Piveta

Cristina Piveta

meu Deus quem é esse cara

2024-12-13

1

LiLi

LiLi

NOSSA QUE HISTÓRIA DIFERENTE,. MAIS MUITO TRISTE 😞😞😞

2025-01-27

0

Ver todos
Capítulos
1 CAP-01 "O PESO DO DESESPERO"
2 CAP-02 " A DOR DO DESESPERO"
3 CAP-03 " A COVARDIA DO MEU PAI"
4 CAP-04 " O PESO DA DOR"
5 CAP-05 " O SACRIFÍCIO"
6 CAP-06 " DECISÃO DIFÍCIL"
7 CAP-07 " ECOS SOMBRIOS DA MANSÃO MARTIN"
8 CAP-08 " UM CORAÇÃO EM FRAGMENTOS"
9 CAP-09 "AO AMANHECER"
10 CAP-10 " CORRENTES INVIÁVEIS"
11 CAP-11 "CONFRONTOS E DECISÕES"
12 CAP-12 " UM GRANDE SEGREDO"
13 CAP-13 " O ACIDENTE NA COZINHA"
14 CAP-14 " A ESCOLHA DE MIRELLA"
15 CAP-15 " UM GRANDE SEGREDO"
16 CAP-16 " UM GRANDE SEGREDO, PARTE 2"
17 CAP-17 " ENTRE SOMBRAS E CORRENTES"
18 CAP-18 " A PRISÃO INVISÍVEL"
19 CAP-19 " ENTRE CORRENTES E ROSAS"
20 CAP-20 " A MERCÊ DE UM MAFIOSO"
21 Capítulo 22
22 Capítulo 23
23 Capítulo 24
24 Capítulo 25
25 Capítulo 26
26 Capítulo 27
27 Capítulo 28
28 Capítulo 29
29 Capítulo 30
30 Capítulo 31
31 Capítulo 32
32 Capítulo 33
33 Capítulo 34
34 Capítulo 35
35 Capítulo 36
36 Capítulo 37
37 Capítulo 38
38 Capítulo 39
39 Capítulo 40
40 Capítulo 41
41 Capítulo 42
42 Capítulo 43
43 Capítulo 44
44 Capítulo 45
45 Capítulo 46
46 Capítulo 47
47 Capítulo 48
48 Capítulo 49
49 Capítulo 50
50 Capítulo 51
51 Capítulo 52
52 Capítulo 53
53 Capítulo 54
54 Capítulo 55
55 Capítulo 56
56 Capítulo 57
57 Capítulo 58
58 Capítulo 59
59 Capítulo 60
60 Capítulo 61
61 CAP-62 "O CASAMENTO DE MATEO E STEFFANY"
62 CAP- 63"O FINAL DA FESTA E A SURPRESA DE MATEO"
63 CAP- 64 " A HUMILHAÇÃO QUE MIRELLA PASSOU"
64 CAP- 65 " ATRAVÉS DE OTÁVIO"
65 CAP-66 " ELE DESCOBRIU..."
66 CAP- 67 " O ACERTO DE CONTAS"
67 CAP-68 "O AMOR SINCERO"
68 CAP- 69 " A DESPEDIDA E O PERDÃO"
69 CAP-70 "A CHEGADA NA MANSÃO MARTINI"
70 CAP-71 " CORAÇÃO AMARGURADO"
71 CAP-72 " A DECISÃO DE CAROLINE"
72 CAP-73 "ECOS PASSADOS"
73 CAP-74 " A PAZ RECONQUISTADA"
74 CAP-75 " O PESO DA VERDADE"
75 CAP- 76 " O ÓDIO DE OTÁVIO"
76 CAP- 77" A VINGANÇA
77 CAP-78 "O PESO DO SILÊNCIO"
78 CAP- 79 "O PESO DO SILÊNCIO" (CONTINUAÇÃO PARTE 1)
79 CAP-80 " PESO DO SILÊNCIO" ( CONTINUAÇÃO PARTE 2)
80 CAP- 81 " SE EU TIVESSE CONTADO ANTES... "
81 CAP-82 "UM COMEÇO"
82 CAP-83 " UM ACONTECIMENTO INCRÍVEL"
83 CAP-84 "O MILAGRE DA VIDA"
84 CAP-85 " A ALEGRIA DA FAMÍLIA"
85 CAP-86 " FINALMENTE FELIZES"
86 CAP-87 " A ALEGRIA DE ESTAMOS JUNTOS"
87 CAP-88 " CORAÇÕES REPLETOS DE ALEGRIAS"
88 CAP-89 " UM CAPÍTULO DE CONQUISTAS E EMOÇÕES"
89 CAP-90" O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA FELICIDADE"
Capítulos

Atualizado até capítulo 89

1
CAP-01 "O PESO DO DESESPERO"
2
CAP-02 " A DOR DO DESESPERO"
3
CAP-03 " A COVARDIA DO MEU PAI"
4
CAP-04 " O PESO DA DOR"
5
CAP-05 " O SACRIFÍCIO"
6
CAP-06 " DECISÃO DIFÍCIL"
7
CAP-07 " ECOS SOMBRIOS DA MANSÃO MARTIN"
8
CAP-08 " UM CORAÇÃO EM FRAGMENTOS"
9
CAP-09 "AO AMANHECER"
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CAP-88 " CORAÇÕES REPLETOS DE ALEGRIAS"
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