Mirella e Otávio não não aguentaram a tentação e se envolveram em um beijo quente e apaixonado. Ele pega ela colo e a senta na mesa, derrubando tudo que tinha ao redor, sem parar de beijar ela.
Mirella estava com uma mão perto da orelha de Otávio e a outra no pescoço, enquanto ele estava com uma mão em sua bunda e a outra na coxa.
Otávio para de beijar Mirella, deixando-a sem fôlego, ela encosta o seu rosto no dele, como se estivesse cansada.
Mas isso foi só questão de tempo.
Otávio toma os lábios dela mais uma vez, a fazendo recuar para trás, mas sem tirar os seus lábios do dele.
Ele começa a subir a sua mão que estava na coxa dela, dando algumas apertadinhas por onde ela passava. Ele tinha uma mão enorme, mas não foi o suficiente para cobrir os seios dela, que eram enormes e durinhos. Ele solta os lábios de Mirella, tirando a sua língua de dentro da boca dela.
Mirella coloca uma mão para trás, e a outra sobre os cabelos dele. Otávio começa a deixar marcas de chupões por todo o pescoço dela.
Os seios dela já estava ficando doloridos de tanto ele apertar. Para aliviar um pouco a dor, ele abocanhou um dos mamilos dela com força, que fez com que ela soltasse gemidos um pouco mais altos. Ele começa a sugar o peito dela, passando os seus lábios por todos os cantos, a deixando muito excitada.
Mirella começou a sentir a sua calcinha úmida, como se estivesse molhada.
Otávio percebe a excitação dela, então ele a pega no colo e a joga na cama, deixando a de barriga para cima.
A única coisa que Mirella conseguia ouvir, era o barulho do sinto caindo no chão, o botão da calça desabotoando e o zíper se abrindo...
Ele tira a calcinha de Mirella e fica por cima dela. Mirella o agarra pelo cabelos e o beija mais uma vez, com um desejo que parecia sem fim.
Otávio vai afastando os seus lábios dos de Mirella aos poucos, se distanciando daquela boca doce.
Ele abre as pernas dela, e começa a passar a sua mão sobre a vagina dela. No mesmo tempo que ele alisava, ele apertava. Otávio gostava de ver a expressão de Mirella enquanto ele a tocava com a sua mão, com os seus dedos...
Otávio chupou a vagina de Mirella, fazendo com o que ela soltasse um gemido de dor, enquanto ele chupava os seus grandes lábios bruscamente. Mirella começa a se contorcer na cama, enquanto apertava os lençóis.
Os gemidos dela que iam ecoando pelos ouvidos de Otávio, só ia o deixando mais excitado e mais sedento, o fazendo machucar ela...
Ele começa a esfregar o seu pau sobre a vagina dela, que estava completamente molhada. Ele ia o deslizando... fazendo movimentos de subindo e descendo. Otávio tenta penetrar ela, mas não consegue, o seu pau não estava entrando no canal vaginal dela. Ele a puxa pelo pé, a fazendo chegar para frente. Ele abre as pernas dela mais um pouquinho e tenta novamente.
Mirella soltou um gemido muito alto, que expressava a dor que ela sentiu. Otávio a penetrou com muita força, fazendo ela sentir uma dor inexplicável. Ele começou a se movimentar dentro dela, a machucando cada vez mais. As suas estocadas foram ficando mais rápidas e mais forte a cada minuto.
Essa dor foi se tornando suportável a cada estocada que ele dava, ela estava se acostumando com ele dentro dela. Os gemidos de dor de Mirella, se tornaram gemidos de prazer... Apesar de estar doendo muito, Mirella estava gostando...
Otávio só parou de penetrar ela, quando Mirella começou a gozar, quando ele sentiu o orgasmo dela nele, quando ele olhou para ela e viu suor dela escorrendo, a respiração pesada, a sua face cansada.
Otávio caiu do lado de Mirella, ele parecia estar muito cansado. Mas se ela chamasse ele para ir de novo daqui cinco minutos, ele dava conta. Não com a mesma intensidade, mas ele dava conta!
Mirella estava tão cansada, que ela dormiu muito rápido, Otávio dormiu logo em seguida.
...☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆☆...
Ao amanhecer, a luz suave do sol entrou pela janela, e Mirella acordou com uma dor imensa no corpo, como se tivesse sido atropelada por um caminhão durante a noite. Ela abriu os olhos lentamente, tentando entender o que estava acontecendo. Cada movimento era um esforço doloroso, como se seu corpo estivesse sendo consumido por uma fadiga profunda.
Ela olhou ao redor, o quarto parecia estranho, familiar e ao mesmo tempo distante. Quando seus olhos finalmente focaram, ela percebeu que Otávio estava ao seu lado. O cheiro de sua presença ainda estava no ar. Mirella ficou paralisada, sua mente se atordoando com as memórias da noite anterior. Cada imagem que surgia em sua mente a fazia sentir uma vergonha profunda.
O desprezo dele era algo que ela sempre temia, e agora, naqueles primeiros momentos de consciência, ela sabia que ele a humilharia assim que acordasse. Sua pele queimava de vergonha e ela se sentia tão vulnerável, como se fosse possível se dissolver na cama, desaparecer do mundo.
Tentando se afastar de Otávio sem fazer barulho, ela puxou a coberta sobre o corpo e tentou se levantar. Seus músculos estavam fracos, e ela mal conseguia se sustentar. O pânico a tomou quando viu que a porta estava trancada. Ela se aproximou com a esperança de escapar, mas a maçaneta resistiu. A ansiedade a consumia enquanto ela tentava entender como aquela situação havia acontecido.
— A minha mãe e a minha avó trancaram a porta pelo lado de fora — Otávio disse, e Mirella ficou tensa ao ouvi-lo falar. Sua voz era grave, quase como se estivesse se divertindo com a situação.
Ela virou de costas, não suportando a visão dele tão vulnerável ao lado da cama. Mas então, Otávio começou a andar em sua direção, e Mirella sentiu uma onda de pavor. Ele estava... nu. Ela sentiu uma mistura de raiva e desconforto, querendo fugir de qualquer maneira, mas não tinha para onde ir.
— Por que está se escondendo? Eu já vi tudo. Já toquei em cada cantinho seu — Otávio disse, parando em frente à porta. Sua voz estava carregada de ironia e deboche.
Mirella queria gritar, queria desaparecer. Ela sentia seu rosto arder de vergonha, as lágrimas ameaçando cair. O que ele disse, a maneira como ele a olhou, tudo a fazia querer se esconder para sempre.
Então, ele pegou um revólver que estava sobre a mesa de cabeceira. Sem nenhum aviso, disparou quatro tiros contra a maçaneta da porta, fazendo a madeira estalar e a porta se abrir de uma vez. O som do disparo ecoou no quarto, e Mirella se encolheu, assustada, olhando para ele com o coração disparado.
Otávio se abaixou com calma e pegou a calcinha de Mirella, que estava caída no chão. A vergonha era insuportável. Mirella agarrou a peça de roupa com as mãos trêmulas e correu para o quarto de hóspedes.
— Idiota! — ele sussurrou com um sorriso malicioso.
Com um gesto cansado, ele se dirigiu novamente à cama. Estava em busca do seu relógio, pois tinha uma reunião de trabalho muito importante. Ao puxar a coberta, seus olhos caíram sobre uma grande mancha vermelha nos lençóis. O sangue a deixou perturbado, e ele franziu a testa.
— Será que ela está machucada? — murmurou, passando a mão pela testa, confuso. Ele se assustou — Será que ela era...
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Atualizado até capítulo 89
Comments
Leonor Santana
Esse homem é nojento e sem escrúpulos.Agora é a hora dela reagir se mostrando mais forte em sua dignidade,
2025-03-12
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Cristina Piveta
pqp agora vc acabou com ela seu idiota
2024-12-13
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Ketlen Americo
puxa que pariuuuuuuu
ela não vaivpoder colocar a culpa nele,ele tmb foi vitimaaaa
2025-03-05
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