Capítulo 14

— Mantive o segredo porque me recusava a abrir mão desta casa e de você. Todos esses anos, tudo que fazia era pensando em você, mesmo que não admitisse para mim mesmo. — Eu não conseguiria suportar a ideia de Mathias estar fazendo com você, o que eu desejava constantemente.

Os olhos de Sebastian percorreram por Elicy e ele não conseguiu conter o desejo dentro de si. Ele observou-a respirar, os seios subindo e descendo em sintonia com a ansiedade.   Ali, olhando para os lábios dela, se lembrou do seu primeiro beijo e após todas às vezes em que ele desejou que uma das muitas mulheres fosse Elicy.

Ele a sentiu estremecer. Não era medo, constrangimento e muito menos vontade de escapar. Apesar do tempo e da distância, ela ainda era fácil de descrever, ela ainda era sua Elicy.

Sebastian levou sua mão até a cintura dela e suas mãos contra a pele macia deslizou para cima em direção aos seios. Ele assistiu Elicy arquear as costas e puxar o ar, ela não ousou desviar o olhar do rosto dele.

Ele se aproximou um pouco mais de seu rosto e dividiu o mesmo ar que ela lutava para respirar. — Eu já a amei com a pureza da inocência, mas agora meu amor é preenchido por desejos, que vão desde os mais impuros até os mais intensos e obsessivos. Ele sussurrou.

Ele viu a pele dela se arrepiar, e sem a intenção morder os próprios lábios. — Diga para mim, que posso seguir em frente, ou seja, rápida em me afastar. Porque, não sei mais por quanto tempo consigo me controlar. Ele disse pausadamente revezando entre as palavras e a respiração.

— Sebastian! Ela se esforçou para dizer, mas a sua voz saiu falha e irregular.

— Diga novamente o meu nome, diga por favor… Ele implorou.

— Sebastian! Ela murmurou.

Com uma selvageria ele apertou o seu corpo contra o dela, os lábios dele passeavam pelos dela, enquanto ela se entregava com facilidade. Ela se encaixava com perfeição em seus lábios, em suas mãos.

Elicy jogou os braços em volta do pescoço dele e não o deixou se afastar nem para respirar, porque ele era o ar que lhe faltou em todos esses anos.

Sebastian desceu as mãos pelas cinturas dela, e apreciou cada uma de suas curvas. Com facilidade ele a ergueu para cima e com o impulso ela as cruzou envolta dele.

Eles agiam em sintonia com uma rapidez descontrolada. Ele a carregou até a bancada da cozinha, retirou a blusa dela e depois com agilidade arrancou a própria. Os braços, o peitoral e a barriga dele fizeram com que Elicy por alguns segundos não conseguisse tirar os olhos e se esquecesse do que poderia acontecer dali em diante.

Ele levou a mão aberta na barriga lisa dela e com cuidado e habilidade a explorou.

A cada toque, o seu coração de Elicy batia desregular e deseja que ele nunca acabasse, queria que ele repetisse outra e outra vez.

Ele a pegou novamente e subiu as escadas, com ela agarrada a ele tentando equilibrar a respiração desordenada.  Com um chute ele abriu a porta do primeiro quarto que encontrou.

Enquanto ele a beijava na barriga e desabotoava suas calças, ele assistia Elicy se contorcer pedindo, não com palavras, para ir mais rápido.

Com um sorriso malicioso e provocador, ele a subiu um pouco mais para cima da cama com um dos braços e com o outro apoiando o seu próprio peso.

Cada centímetro dela era como um mapa para ser explorado, com as mãos, com os lábios.  Ele apreciou cada detalhe dela com calma como se tivesse esperado e planejado aquilo a vida toda.

Quando ele a viu arquear outra vez e conter o grito, ele não pôde se controlar.

Ele a girou para cima dele e a assistiu se movimentar como se dançasse em um único ritmo com os desejos dele.  Enquanto ela se movia, ele a mantinha no lugar com um braço em sua cintura e o outro segurava o rosto dela contra o dele, mantendo seus olhos no dele.

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