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Todos na sala de segurança observaram a cena com olhos frios. O policial alto baixou os olhos, olhando para os ferimentos horríveis no corpo de Elay antes de desviar o olhar.
— As pessoas confiáveis são as piores. Sabe, você não é traído por seu inimigo, já que você realmente nunca esperou nada de bom da parte dele... Mas quando é alguém que você confia - Nash assentiu, depois de balançar a cabeça e fingir suspirar — Você se torna um idiota patético e traído — ele terminou suas palavras olhando vagamente entre a figura do pai de Leslie e do policial alto.
O policial alto acenou para que o comerciante parasse as gravações, que já havia passado para o momento em que a multidão havia se reunido.
— Soltem este homem, procurem por Edwin Adams e o prendam por agressão e tentativa de estupro de vulnerável.
ouvindo as últimas palavras, a garganta do pai de Leslie apertou como se ele estivesse sendo sufocado. Os cabelos do homem estavam bagunçados, suas roupas desajeitadas e seu rosto perturbado. Ele relaxou brevemente, olhando para Elay que tinha o rosto enfiado entre as roupas de Nash.
Os policiais que o seguravam partiram, mas ele ainda não havia se movido um centímetro. Seus olhos estavam sem vida, parado enquanto olhava para os pés pálidos e roxos de menino.
Nash viu o homem abrir a boca várias vezes, querendo dizer alguma coisa, no entanto, ele se calou no final. Quando ele passou por ele em direção a saída, Nash se aproximou vagamente de seu ouvido, falando em um som que apenas ambos podiam ouvir.
— Eu sei o que você quer, eu também quero. Mas não faça isso, cuide de Leslie e a Damn tratará do resto.
O homem virou o rosto levemente surpreso, mas se acalmou rapidamente. Ainda havia um policial na sala e ele não queria parecer suspeito. Quanto a afirmação desse garoto... Se ele fosse outra pessoa, pensaria que fosse apenas besteiras para que tentasse fazê-lo ficar longe, no entanto... Ele já tinha conhecido a família de Charles há alguns anos, e no meio do casal havia uma criança pequena, e essa criança pequena era especialmente o rapaz crescido na frente dele.
Ele sabia que não estava mentindo. Ele não era novo nos assuntos do mundo, e como um comerciante, tinha uma certa experiência e habilidade em ler as pessoas. E esse garoto parecia jovem demais para que seu olhar, que fitava diretamente contra os dele, cheio de seriedade sem limites, fosse falso.
Como se falar da morte de um homem fosse um assunto casual.
Mas aquela pessoa era digna de sequer ser humano?
Ele viveu honestamente por muitos anos, abaixando a cabeça para muitos enquanto tentava manter a paz. Ele tinha uma única filha, e mantê-la segura era sua única função.
No entanto, eles ainda tocaram em seu ponto fraco...
Ele não disse nada ao garoto, mas ambos sabiam que seu olhar era de consentimento.
Toda a cena pareceu durar um longo tempo, mas durou apenas poucos segundos, mas esses segundos foram o suficientes para o policial alto perguntar, após a saída do homem, sobre o que ele tinha falado.
— Eu apenas disse que ele era um cretino hipócrita, e ir odiar quem realmente merece. - Nash disse com simplicidade.
o homem assentiu.
— E o garoto?
Nash levantou as sobrancelhas, finalmente olhando para os braços envoltos em sua cintura. Ele tentou dar um passo para frente, no entanto, foi apenas o suficiente para que Elay se desequilibrasse, quase caindo frio contra o chão.
— Ele está com febre - Nash o segurou e levou a palma até sua testa.
— vou levá-los ao hospital. As despesas serão por minha conta, o equívoco da polícia poderia ter resultado em danos piores para essa criança... Eu -
Nash o interrompeu.
— Que bom que você sabe.
O policial tirou o chapéu, abaixou levemente o rosto e esfregou as rugas de preocupação entre o centro da testa.
— Deixe-me levá-lo. - ele se aproximou, tentando puxar Elay para perto. No entanto, Nash segurou o garoto com força contra si, fazendo com que o rosto meio inconsciente do menino franzisse de dor.
O policial franziu a testa, mas não questionou mais. Quando saíram, Nash viu Edwin ser empurrado contra o chão ferozmente. O homem ainda parecia não entender que provas tinham contra ele, agindo no meio da multidão como um homem inocente sendo injustiçado, cheio de falsa honra enquanto influenciava a multidão a defendê-lo. Logo, mais policiais precisaram interferir na situação, fazendo a cena se tornar ainda mais caótica.
Como filho de um mafioso, Nash estava sentado no banco traseiro da viatura, enquanto deixava o trêmulo herói se recostar em seu corpo. Pelo retrovisor, a imagem ficou ainda mais distante, então ele simplesmente decidiu enfiá-la no fundo de sua mente.
[ Ding! A animosidade do herói para com você é 30%]
Ele passou os dedos entre o cabelo ensaguentado do herói, cantarolando levemente enquanto observava a imagem residual dos prédios através da janela.
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Atualizado até capítulo 65
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