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Apesar de falar para Charles que estava se preparando para voltar a casa que era de sua mãe, a casa já estava pronta há dias. Ele fez isso minuciosamente, confirmando que seu pai barato não sabia dado a sua surpresa. Ele não poderia viver com Charles, mesmo que não existisse um Elay nesse mundo, viver com ele não era uma opção.
Além disso, para a próxima etapa de seu plano, ter uma casa para si mesmo era necessário. Ele também não queria usar o dinheiro de Charles, sendo assim, ele usou das lembranças das reencarnações anteriores e descobriu uma grande quantia deixada a ele por sua mãe, mas que Charles havia dado a ele como mesada minuciosamente apenas depois que ele chegou à idade adulta.
Ele não podia negar que era mimado, mas isso não dava a Charles o direito de engana-lo da maneira que enganou.
Saindo do local, ele pegou um táxi, se dirigindo a um restaurante perto de uma lavanderia. Depois de almoçar um grande prato de cordeiro assado, a opção mais cara desse restaurante suburbano largado em um canto abandonado da cidade, ele finalmente prestou atenção do outro lado da rua. Uma mulher estava puxando uma criança pelo braço, mostrando a ele várias peças brancas cheias de manchas rosas. As roupas brancas provavelmente se misturaram nas coloridas, resultando na cena que ele estava vendo. Outra mulher bem vestida do lado deles olhava zangada, as roupas provavelmente eram caras. A mulher de roupas caras disse alguma coisa, fazendo com que a mulher mais velha que segurava a criança desse um tapa no rosto do menino, a ponto de virar para o lado pela bofetada.
Esse menino era Elay.
Pensando que estava quase na hora, Nash limpou a boca com um guardanapo e se levantou, agradecendo ao garçom com um sorriso gentil enquanto pegava os bolinhos de carne para viagem.
Depois que a mulher rica falou mais alguma coisa para a mulher de meia idade, Elay arregalou os olhos, se debatendo antes de correr para a rua. As duas mulheres ficaram chocadas, correndo atrás dele enquanto gritavam: "Ladrão, peguem ladrão!"
Elay não tinha realmente roubado algo, no entanto, essa era uma frase comum e efetiva quando se queria segurar alguém, e deu especialmente certo.
Elay esbarrou contra um corpo forte, seus olhos giraram por um instante antes de sentir seu braço sendo segurado com força. Ao olhar para o chão, notou vários bolinhos se espalhando pela estrada, todos cheios e redondos, com uma crosta dourada coberta de vapor.
Sua boca começou a salivar e seu estômago roncou.
Nash soltou uma risada, olhando para o garoto divertidamente. No entanto, ele ainda não cedeu à tentativa de fuga de Elay. Eles estavam quase virando o beco, contanto que Nash não falasse nada, as mulheres não o notariam.
Vendo a expressão calma e serena do outro, Elay quase pensou que não o deduraria, mas de repente, ele viu o menino erguer o canto dos lábios, olhando para ele com seus olhos tão negros quanto um ônix valioso.
— Eu o peguei! - Nash gritou.
[ Ding! valor de animosidade do herói por você é 20- ]
Elay sentiu seu coração bater como um tambor. O menino se debateu, chutando o corpo de Nash e tentando fugir, todavia, era inútil. Como um garoto desnutrido poderia lutar contra ele?
Que patético.
— Rapaz, obrigada! - a senhora dona da lavanderia limpou o suor da testa.
— Seu moleque ordinário! - a mulher bem vestida gritou — Como você ousa fugir? Você destruiu minhas roupas, querendo ou não, você vai pagar!
— Eu não fiz nada! - o menino finalmente gritou, sua voz rouca e infantil soando no ar. — Quando eu fui pegar o sabão, você mesmo jogou suas próprias roupas na máquina. Se você não sabe fazer, apenas não faça!
— Isso... - a mulher de meia idade olhou para a mulher bem vestida — Senhora, se ele estiver dizendo a verdade...
— Pare de mentir! - ela tentou se aproximar e dar um tapa no rosto de Elay, no entanto, Nash enrugou a testa e desviou, fazendo com que a mulher quase caísse e ficasse ainda mais constrangida e se exaltada. — Eu mesma vi você colocar as roupas na máquina, todas juntas! - Nash conseguiu ver a expressão constrangida da mulher. Para um velho monstro como ele, uma mentira tão mal feita era como um artesanato medíocre.
— Se não você, sua mãe! Me leve até ela, não me deixe bater naquela vadia também, alguém terá que me pagar!
Nash viu o olhar de Elay escurecer. O menino parou de se debater e seu aperto afroxou. Para uma criança tão pequena, era raro ele ver uma expressão tão formidável. Notando que uma boa cena viria a seguir, ele afroxou ainda mais seu aperto, fazendo com que Elay se soltasse de seus braços e corresse em direção a mulher, dando-lhe uma mordida profunda no braço a ponto de sangrar.
— Ahhh!!!! - ela gritou, chocada.
Nash viu Elay correr, sem mover um dedo para impedi-lo. Olhando para as duas mulheres no local, ele apenas deu a elas um sorriso caloroso, antes de perguntar o preço das roupas...
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Atualizado até capítulo 65
Comments
otaku fedido demais 2.0
amei
2024-02-07
4