Depois de cuidar da bagunça, Nash olhou para os bolinhos no chão e suspirou.
Ao chegar na porta do grande distrito da luz vermelha, um pequeno trecho do subúrbio ainda mais profundamente enraizado, ele estalou a língua e entrou. Como não era horário de trabalho, o salão estava vazio, com apenas algumas mulheres aqui e ali, arrumando e limpando. Quando uma delas o viu, soltou uma risada doce.
— Querido, você se perdeu da sua mãe? Saia daqui e encontre outro lugar para brincar, não aceitamos crianças. - dito isso, ela voltou a limpar o salão com um esfregão.
— Senhorita, estou apenas procurando uma pessoa. - ele disse, olhando para a mulher com olhos limpos e livres de qualquer malícia.
As mulheres olharam umas para as outras, de repente, elas sorriram e se aproximaram, acariciando seu cabelo macio e puxando suas bochechas redondas.
— Você se apaixonou por alguma moça daqui? Eu recomendo deixá-la ir. A não ser que a compre, você nunca conseguirá arranca-la das mãos da matrona. - uma delas suspirou.
— Não seja dura, Isabel. Ele provavelmente é persistente, mas ela está certa. Se seus pais souberem onde você está, podem não gostar de jeito nenhum.
— Quanto custa? - ele franziu o cenho. Pensando na quantia que tinha, contanto que não fosse um preço absurdo, comprar uma pessoa por meios ilícitos não seria difícil.
As mulheres se entre olharam novamente, chocadas.
— Garotinho, diga para a irmã mais velha. Quem você quer comprar?
— Sim, nos diga. Agora estamos realmente curiosas! - outra jovem de cabelos longos perguntou.
Vendo o garoto entrar em dúvida se contava ou não, elas balançaram seus ombros. Finalmente, Nash falou.
— Lana - lembrando que esse era apenas um apelido, ele completou — quero comprar Allana Reynolds.
Quando Elay entrou na sala, foi como se tivesse sido atingido por um raio. Ele virou o rosto chocado, não vendo completamente o homem rodeado pelas mulheres no centro do salão.
comprar a mãe dele? Sonhe!
Sua mãe acordava durante o dia e dormia o resto da noite, comendo apenas sopa fina e sendo limpa por ele. Se alguém quisesse comprá-la para fazer coisas más, não era apenas pedir para que ela morresse?
Ele não permitia de jeito nenhum!
— Não está a venda! - ele gritou, se aproximando do centro do salão. Quando viu que era Nash, o ódio em seus olhos se aprofundou. — Você! o que eu fiz para você? Deixe a mim e minha mãe em paz!
— Elay... querido, acalme-se... - uma das moças se aproximou. Elay finalmente cedeu um pouco, ainda olhando para ele com olhos injetados de sangue. Elay também não disse mais nada, se virando e correndo para algum lugar dentro da propriedade.
— E quanto a ele? - ele perguntou a mulher ao lado dele. — Se eu a comprar, seu filho também será meu?
— Isso... - a mulher mostrou uma expressão pensativa — Garoto, acredito que só a matrona possa resolver a sua pergunta. Quanto a sua situação - ela suspirou — Se você estiver apenas perseguindo Elay por satisfação, vá embora. Esse garoto já sofre o suficiente, e não merece mais perdas desnecessárias.
As mulheres saíram, colocando Nash para fora. Tendo a porta trancada na cara dele, ele não ficou sinceramente surpreso. Na verdade, foi muito bom finalmente ver o pequeno cachorro sarnento mostrar as garras para ele. Nash inevitavelmente relaxou a expressão, estalando a língua e partindo enquanto cantarolava uma musiquinha agradável.
Elay o observava a distância com olhos frios. Se antes ele não entendia as atitudes dessa pessoa, agora ele tinha certeza. Esse menino estava o mirando propositalmente.
Ele mordeu o lábio, tentando fazer com que as lágrimas não caíssem. Ele não permitia que levassem a mãe dele. A mãe dele era a única coisa que ele tinha, se fosse roubada dele assim, ele não seria apenas um filho inútil?
Aquele menino tinha que desaparecer.
Ao contrário de Elay, Nash estava tranquilo. Ao voltar para a própria casa, ele deu um suspiro de alívio. Ele não havia levado nada da casa de Charlie para a nova casa, sequer uma muda de roupa, tendo comprado tudo com o dinheiro que Missie havia deixado para ele. Depois de tomar banho, ele pediu uma caixa de comida tailandesa, comendo vagarosamente enquanto conectava os códigos de seu braço no notebook. A tela que mostrava uma paisagem comum tremeu, logo se tornando um monte do pontos pretos e brancos antes de uma lista de códigos deslizarem como um vulto.
Comendo um grande bocado de lagostim, ele puxou de volta o pulso, levantando as mangas da camisa e digitando rapidamente, seus olhos refletindo a luz azul que provinha da tela.
Em menos de meia hora, o banco de Veneza tinha uma nova conta, registrada no nome de uma identidade falsa com o dinheiro caindo precisamente para ele. Quanto ao dinheiro, ele já havia repetido esse mundo uma dúzia de vezes, então procurou minuciosamente em quais mercados de ações deveria investir.
Se Charles soubesse que em menos de meia noite ele havia gastado cerca de 90% da fortuna de sua mãe, ele cuspiria um bocado de sangue. Só de pensar nisso, os olhos de Nash brilharam, comendo mais outro bocado com seus hashis.
Na manhã seguinte, Nash estava pobre. Mas um rico falido tem mais dinheiro que um pobre na miséria, então ele não poderia reclamar. Ele havia deixado dinheiro suficiente para se manter até que seus investimentos dessem resultados... Além do mais, apesar de ter investido 90% da quantia, os dez por cento ainda dariam para fazer tudo o que ele queria fazer no momento.
Se não desse, ele apenas teria que esperar.
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Atualizado até capítulo 65
Comments
🌟OüTıß🌟
bro,como que ele vai se apaixonar por alguém psicótico q quer comprar a mãe dele???
2024-06-15
1