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Apesar da situação, Nash suspirou em seu coração. Seu pequeno filhote de cachorro ainda era um cachorro, afinal. Suas ações com certeza deveriam ter eliminado totalmente a animosidade do herói para com ele, no entanto, ainda restou-lhe 45% ...
Ele estava ainda mais animado.
— Além disso - ele falou novamente. — Quero prestar uma queixa de agressão contra Edwin Adams.
— O que!? - o homem que observava o espetáculo a distância, como se não tivesse nada a ver com ele, finalmente deu um passo.
— Você espancou uma criança indefesa e inocente. Além do mais, Elay está falando a verdade. Se ele está falando a verdade, chegamos em apenas uma conclusão, você está mentindo.
— De onde saiu esse moleque? Especulando besteiras no meio dos adultos!
— Sim, ninguém sabe quem são seus pais!? leve-o para casa e lhe dê uma boa surra! Vai aprender a deixar de ser tão intrometido.
— Hipócritas... - Nash murmurou. Mas dessa vez, Elay havia conseguido ouvir.
O menino se aninhou ainda mais nele, segurando firmemente suas roupas como se quisesse se fundir no outro. Assim como um homem à beira da morte segurando um único fio de esperança em meio ao nevoeiro.
— Se vocês duvidam de mim, chequem as câmeras de segurança! - ele disse um pouco mais alto.
Edwin não demorou muito a se lembrar de algo, dando a eles um sorriso antinatural.
O dono do estabelecimento onde estavam as câmeras balançou a cabeça.
— Não estão funcionando, infelizmente. Há uma semana, não sei o que aconteceu, mas começaram a travar e não gravar adequadamente, quando não há imagem, há apenas um borrão. Deveria ter sido consertado segunda passada, mas houve um imprevisto...
Nash levantou as sobrancelhas.
— Talvez você tenha se enganado. Nas últimas semanas, ouvi notícias que estava havendo algumas interferências quanto a imagens de câmeras de segurança, mas depois de uma rechecagem, a imagem havia voltado ao normal.
— Eu acredito que não... Olhei esta manhã mesmo, e continuava igual. - ele olhou para a polícia, como se quisesse orientação.
— Qualquer imagem, prova ou pista não deve ser descartada. Mesmo que a imagem esteja indiscernível, deve ser entregue à polícia.
Um policial mais alto falou, ele parecia levemente impaciente. Apesar de manter uma postura externa, ele também não parecia estar favoravelmente ao lado de Elay.
— Mas o garoto deve ser levado a delegacia.
— O que? - Isabel se aproximou, ela também estava logo ao lado de Nash e Elay o tempo inteiro. No entanto, ela não conseguiu manter contato adequadamente com o menino, desde que ele havia colado no corpo de Nash como massa de ricina. — Elay não fez nada, isso não é simplesmente afirmar que ele deve alguma coisa? Chequem as câmeras primeiro!
— Isso mesmo, chequem as câmeras. Se o menino não tem nada a esconder, então ele não tem com o que se preocupar.
— Mas não é óbvio que o garoto está mentindo? Só está roubando o tempo dos policiais, ele negará até a morte enquanto ainda não houverem provas concretas. Mas quando o virem, ele ainda terá como escapar!?
— Mas se o menino estiver certo, então ele não é o culpado - uma jovem na multidão sondou os rostos ao seu redor. — Eu concordo com a fala da moça - ela olhou para Isabel, que deu a mulher um olhar abatido. — Sejamos racionais, vocês acham que um garoto tão pequeno, que mal chegou a maturidade, faria algo tão monstruoso? Eu acho que alguém o incriminou, e esse alguém ainda está aqui, entre nós.
A multidão começou a murmurar novamente.
— Você chegou logo depois, do que você sabe? - Edwin falou, argumentando de maneira retórica. — Fui eu quem o encontrou, dizer isso não é afirmar que eu estive mentindo o tempo inteiro? Srt. Jones, tenho negócios com seu pai, ele não ficará feliz de saber que você me acusou em público de maneira tão infundada.
Edwin já tinha a credibilidade do público, falando dessa maneira, como um susurro do diabo que influenciava a todos, todas as pessoas concordaram com ele. No entanto, havia uma verdade a ser constatada.
— Mostre-nos as imagens. - O polícia acenou para o comerciante.
O homem assumiu a frente, entrando no estabelecimento.
A polícia deu permissão para o acusado: Elay. E seus responsáveis: Isabel e Nash. Quanto aos outros, era apenas o já acalmado pai de Leslie, sendo mantido entre dois grandes policiais para que não voltasse a fazer nada repentino.
Edwin, afirmando que não tinha nada a temer, decidiu esperar do lado de fora com um policial e o resto da multidão. Ele acariciou levemente o cabelo de Leslie com a babá, que havia reaparecido na multidão em algum momento.
No escritório do bar, quando as imagens começaram a rodar, apenas um chuvisco ininterrupto deslizou sobre a tela.
— Eu disse, não estão funcionando. - O comerciante murmurou, no entanto, ele não parou seu serviço, avançado passo a passo até o horário que a cena ocorreu.
— As imagens não precisam estar perfeitas, contanto que nos dê algo para ponderar, saberemos o que fazer.
Quando o trecho da filmagem estava quase na hora do ocorrido, Nash, que observava de longe, torceu levemente o pulso. Para os outros, essa parte do seu corpo estava normal, sem nenhuma mudança óbvia, até por que ninguém estava reparando ou repararia em uma parte tão específica de seu corpo em um momento como esse. Mas para ele, uma linha de códigos deslizou por seu braço, ele fechou os olhos e inclinou levemente a cabeça, seu braço formigando como se tivesse sido escaldado. Mas ele não se moveu um centímetro, esperando pacientemente, até que o monitor mostrou um ruído distinto do anterior, aumentando gradualmente até a imagem desfocada começar a ganhar nitidez.
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Atualizado até capítulo 65
Comments
🌟OüTıß🌟
de- Filhote de vira-lata sarnento
para-SEU pequeno(♡) filhote de au-au(💖🛐🙌🙅♀️)
tem uma ABISMAL diferença...
2024-06-15
0
🌟OüTıß🌟
macumba do karai
2024-06-15
0