...JAVIER SALAZAR ...
Zara Anderson não vai se contentar com a chicotada de língua que levou, eu, muito menos. Ainda mais após sentir aquele gosto. Não consegui me conter vendo aquela menina cruzar e descruzar as pernas nuas, e aquela atitude de quem não queria nada me incitava mais ainda, pois tinha certeza que era tudo um novo método de provocação, e posso dizer que funcionou muito bem.
Eu não sei o que me deu, não consigo explicar o lapso de desvario e desatino que me tomou ao vê-la naquela sala de interrogatório. Bateu-me uma inquietação, esperava aquela menina se jogar nos meus braços como sempre fazia, mas não aconteceu. Eu estava muito afligido, repleto de preocupação, acredito que isso tudo me fez tomar essa atitude, uma atitude de um verdadeiro b0sta. No fundo, não me sinto nada bem comigo mesmo, por ch*par uma b*ceta viirgem, de uma menina tão nova como ela, e principalmente, por namorar a sua própria mãe.
Era tudo uma m3rda e só haveria de piorar, pois estou pensando seriamente em terminar com a Donna. Não tem porque manter esse namoro sabendo que aquela maluca não ia parar de me provocar. Beijar uma boca e lembrar da outra, c0mer aquelas duas está fora de cogitação, fere completamente a minha índole, vi o quando a minha mãe sofria e fazer o mesmo seria uma absurdeza tamanha, se Zara não se importa, eu faço caso.
Segurei-a nos meus braços e finalmente beijei aquela boca atrevida. Ela se derreteu no mesmo segundo que enfiei a minha língua na sua garganta. Aquela boca era aveludada demais para ser beijada com carinho. Mordia aqueles lábios sem medo de machucá-la, ela não reclamou em nenhum momento da minha grosseria, parecia gostar de tanta hostilidade que emanava daquele beijo, Zara perdia o fôlego e buscava respirar, mas era tão cretina que merecia aquilo e muito mais. Pensei que um beijo bastaria, mas o meu t3são só aumentava, aquela saia lá em cima e minhas mãos na sua bunda só fazia-me ficar mais enérgico e motivado.
Quando enfiei a minha língua naquela coisa encharcada, eu só tinha um pensamento, vou c0me-la ali mesmo, mas seria muito arriscado, os policiais estavam ali fora, e a cachorra da Zara não parava de g3mer apenas com a língua, imagina quando sentir toda a minha força.
Chupava, sim, com vontade, como nunca havia feito antes, era forte, mas com um certo cuidado para não machucá-la com os meus dentes. Eu não sei se aquela garota já foi chupada alguma vez, mas tenho certeza, da minha língua nunca mais Anderson iria esquecer. A minha vontade era sugá-la, cada líquido que soltava na minha boca eu ia engolindo e com prazer, ela era muito doce e os seus grandes lábios, delicadíssimo, implorava para ser maltratada.
Zara é ainda mais safada do que eu imaginava, pois segundos antes de j0rrar, segurou os meus cabelos e esfregou aquela b*ceta na minha cara, sem nenhuma vergonha e pudor. Quando terminou de tremer, a sua intimidade que era delicada já estava completamente inchada com a força dos meus chupões. Quero que Zara lembre daquela chupada por dias, hoje, quando levar as mãos até ela para lavar, vai sentir dor. Essa menina pensa que está brincando com um garoto de 18 anos, está enganada, não será tratada como dondoca e nem rainha, será tratada com brutalidade, assim como almejou aquele dia na sua casa.
Não pretendo manter um relacionamento sexual com uma garota daquela idade, isso só vai me dar dor de cabeça. Não sou nenhum cavalheiro, Zara Anderson vai provar da minha arrogância até cair na real: Javier não é um príncipe, é um idiota, cretino.
Sentei na cadeira e coloquei os meus braços por cima da mesa em que ela estava deitada, o metal quente devido ao seu corpo. Sentia perfeitamente ela na minha boca, o cheiro e o gosto. Eu poderia fazer muito mais, queria vê-la contorcer com os meus dedos entrando e acariciando, mas assim que pedi, a pirralha g0zou. O meu c*cete aclamava por ela, tive que ficar sozinho naquela sala até adormecer a vontade de f0de-la em mim.
Também não tinha coragem de sair de lá, se os meus oficiais escutou o gemido daquela menina, eu estou perdido. Ela estava pouco ligando para eles lá fora, eu também, naquele momento, queria mais é que ela gemesse, pois era música para os meus ouvimos... e aquele gosto... ainda impregnado nos meus lábios e língua, ela é completamente deliciosa.
Como se não bastasse, depois de toda aquela selvageria, daquela surra de língua, ainda queria ser f0dida. Menina sem-vergonha, ainda pagava de insultada ao me ouvir chamá-la de cachorra, aquela cadela gostosa só ficava mais excitada. Decidi manter o controle da situação, será quando eu quiser, quando resolver as coisas com a Donna, não poderia ser essa zorra total, essa bagunça, pois não sou nenhum adolescente, tenho um cargo e atributo alta na cidade, não dava para agir de qualquer forma por uma mimada, sem noção.
Estava pensando em tudo isso quando o Jonh entrou na sala de interrogatório. Por sorte, já havia ajeitado as minhas roupas e os meus cabelos, torcia para que eles não tivessem ouvido absolutamente nada.
— Vou terminar com a Donna. — soltei essa sem mesmo olhar para ele, sentia que esse relacionamento era um caso perdido, comecei com segundas intenções e vou terminar pelo mesmo motivo.
— Cara, é por isso que está tão mal-humorado? — senti um alívio ao ouvir a pergunta do Jonh, pois se ele ouviu os gemidos, certamente não me faria essa pergunta, no mínimo ia chamar a minha atenção e dizer que todos escutaram o que fizemos nessa sala, e que eu estava ficando maluco por fazer aquilo. — Você está precisando de férias, Salazar.
— Férias é o que eu menos preciso.
Ele puxou uma cadeira para sentar:
— O que você tem com aquela garota, a filha da Donna? — levantei a cabeça para olhá-lo, não sabendo o que responder e sem entender aquela pergunta.
— Como assim? Não tenho nada com ela.
— Parece sem paciência, com o menino e agora com ela.
— Ah, é isso. Essa família está toda errada. Aquela faculdade, o moleque e agora a menina se enfiando nessas festas.
— Você não pode controlar a vida deles, xerife. E agora quer terminar? Ficará sem vínculo algum com aquela família.
— Não somos apaixonados, Jonh. Eu não sou apaixonado. E um namoro com ela não vai me levar a descobrir o que rola dentro da Anderson's, passou quase dois anos e nada.
— Esperou dois anos para terminar, e se ela gostar de você?
Aí complica muito mais a minha vida, pois estou disposto a ir fundo com a Zara, no sentido literal da palavra. Ela não vai sossegar a vagiina enquanto não ser f0dida, e quando eu ouvi o nome "Noah", senti um ciúme terrível, inexplicável. Já teria que c0me-la as escondidas, eu não confio naquela menina, ela pode me chantagear de alguma forma para não contar a mãe, poderia dar com a língua nos dentes, poderia acontecer muita desgraça comigo, eu tenho tudo a perder, ela, só a viirgindade, então antes de deixar as coisas piores do que estão, vou fazer o que deveria ter feito há tempos.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Edigleide Queiroga
kkkk coração velho que ama mulher nova, bate forte e sofre sem querer /Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm/
2025-02-27
0
Salome Pereira
coitado ,ficou pinel
2024-08-29
1
Denise
Pode nem ser um fato importante para muitos, mas, apesar dos pesares, achei nobre o Xerife querer terminar o namoro com Danna para poder tranzar com Zara, pois ele nunca esqueceu a dor de sua mãe ao saber da traição do pai. Então, não iria trair a Danna. "Quem é o Noah?" kkk Zara acertou em cheio. O Xerife ficou com ciúmes.
2024-07-07
3