...ZARA ANDERSON ...
Estava prestes a beijá-lo. Ele não se opôs a nossa proximidade e sentia ser recíproco a vontade de termos mutualmente. Fechei os meus olhos e segurei o seu rosto para um beijo ardente:
— Por que está traindo a sua própria mãe? O que ela fez para você, Zara? O que aconteceu há 6 anos atrás?
Abri os olhos afastando-me do seu corpo. Quando Javier me fez essa pergunta, senti uma pedra esmagar o meu coração. Ele se manteve no mesmo lugar, com a mesma postura, apenas esperando que eu desse alguma resposta.
— Eu só corro atrás do que quero, Salazar.
— Nem que para isso fira, golpeie os sentimentos de outra pessoa?
— Ela não pensou nos meus sentimentos.
— O que...
— Xerife? — alguém bateu na porta. Ele estava prestes a me fazer alguma pergunta, mas desistiu, abriu a porta para alguns oficiais entrarem. — Senhor, encontramos alguns com essas dr0gas no bolso.
— Quantos?
— Vinte, talvez.
— Estudantes? Não dá para levar para delegacia. Anotem os nomes, identidade e endereço, liguem para os responsáveis e depois mandem para casa.
— Certo, o senhor descobriu quem é o dono dessa mansão?
Com a pergunta do oficial, Javier olhou para mim esperando que eu respondesse.
— Pais do Logan. — falei, vi o xerife ficar branco com a minha resposta.
— Do Logan? — afirmei sua pergunta. — O neto do prefeito. — respondeu para o oficial parado em sua frente.
Eu não poderia imaginar que o Logan, amigo do Nathan e um viciado, fosse neto do Prefeito. Sinto que algo muito grande e incógnito está acontecendo nessa cidade e o único que pode parar isso tudo é o Xerife.
— O prefeito vai chiar pela ação delituosa que fizemos aqui, chefe.
— Deixa que do prefeito eu cuido, oficial. Vamos acelerar com isso.
— Nathan está lá fora.
— O Nathan? — assustei.
— Encontrou algo com ele?
— Não senhor, mas parece que usou, entorpecente talvez.
— Dessa vez ele está ferrado.
— Não, Xerife Salazar. Não prenda o meu irmão.
— E a garota? Tem algo com ela? — o oficial perguntou.
— Não, ela vai comigo para delegacia para... dizer o que presenciou aqui dentro. — tremi sob o seu olhar, ele me quer na sua delegacia.
Será que o Xerife finalmente vai se render a mim?
— Ligue para a Donna imediatamente e avise que o filho será detido.
— Pode deixar.
— Você, vem comigo. — saiu da sala, e com alguns policiais, segui ele até a saída da mansão.
Eles estavam liberando o pessoal e já tinha pouquíssimas pessoas. Javier me colocou no banco traseiro da sua viatura.
— Isso é injusto, eu entreguei para vocês essa festa e acabo sendo tratada dessa forma.
— Você não está algemada, não reclame. Só quero algumas informações suas e logo te libero.
Coitado, se ele tá achando que vai ser fácil assim, está redondamente enganado. Encarava seus olhos pelo reflexo do retrovisor, por vezes ele também me olhava, poderia estar maluca, mas sentia uma tremenda conexão entre a gente.
Quando chegamos na delegacia, fiquei vários minutos esperando eles liberarem o Logan. Javier parecia bem estressado. Eu queria ajudá-lo, mas acho que acabei atrapalhando, pelo assunto que ouvi, ele parecia estar encrencado com o prefeito pela batida na mansão.
— Zara! — Nathan entrou na sala onde eu estava com as mãos algemadas. Levantei para abraçá-lo. — Tudo bem?
— Tudo. Você vai ser preso, Nathan? — logo Jonh também entrou na sala.
— Eu não sei. Aquele pau do c* do Xerife vai me f0der, Zara. Encontraram alguma coisa com você?
— Não, eu estava limpa.
— O que está fazendo aqui?
— Acho que esperando a Donna vir me buscar. — menti para que ele não desconfiasse.
— Fique aqui, Nathan. A sua irmã já volta. — Jonh pôs a mão nas minhas costas me guiando até a porta.
— Vocês vão me prender?
— O Xerife quer falar com você.
Entrei na sala dele e havia mais um oficial sentado e digitando num computador.
— Joel, pode sair, por favor?
— Claro.
— Você também, Jonh. — os dois saíram.
Uma adrenalina gostosa já tomou conta de mim, quando ficaram apenas nós dois na sua sala.
— Vai me dizer o que sabe, garota complicada?
— Quem complica é o senhor, autoridade.
— Eu não vou cair nos seus joguinhos.
Aproximei, ele afastou olhando para os lados. Olhei também e vi que as persianas da sua sala estava aberta. Fui até a porta e tranquei, Javier sentou na beirada da mesa e ficou me vendo fechar as persianas.
— Eles vão pensar que estamos tr&nsando aqui dentro. — provoquei. Vi um sorriso breve e tímido sair dos seus lábios. — Mas o senhor não se importa com que os outros pensam, né?
— Você tem que usar camisa de forças.
Quando aproximei, vi sua postura se enrijecer.
— O senhor disse que eu era "rodadinha", perguntou para quantos eu dei naquela festa. Ainda quer saber? — tirei o seu casaco e joguei no sofá da sua sala, ficando apenas de biquíni.
— Vai me dizer para quantos deu naquela festa? — riu. — Eu não sou sua amiguinha confidente com quem vocês compartilham os segredos.
Quanto mais ele dizia, mais me sentia exciitada. Eu já estava extremamente molhada, a minha intimidade gritava pelo toque desse homem. O único que me tira a sanidade e dá-me coragem para fazer tudo isso que estou fazendo agora.
Aproximei mais um pouco e segurei a sua mão, era grande, tinha calos na sua palma. Ele continuava escorado na beirada da sua mesa me olhando com atenção. Puxei a sua mão e pus na minha barriga. Ele me olhou com cara de quem não estava entendendo absolutamente nada. Segurei firme e desci, quando seus dedos tocaram a borda do meu biquíni, ele quis puxar, porém, segurei e continuei o que fazia.
— Eu estou muito exciitada, xerife. — ele olhava incrédulo para sua mão entrando no meu biquíni.
O meu coração estava a mil por hora e posso apostar que o dele também. Javier se ajeitou na mesa, mas não saiu e nem puxou a sua mão, apenas me deixou guiá-lo.
É a primeira vez que um homem toca a minha b0cet@. Abri um pouco as pernas e senti seus dedos tocar-me lá embaixo. Enchi de ar os meus pulmões com o choque de prazer que senti naquela região. A ponta dos seus dedos mexeu e deslizou bem na minha entrada. Levantei a cabeça para olhá-lo, e vi lamber os lábio inferior, ele estava sério, porém, cheio de tesão. Os seus lábios entreabertos e a sua calça com um volume proeminente me dava a certeza disso.
Javier tirou a sua mão de mim, segurou meus ombros e fez-me deitar no sofá.
— Você me atiçou tanto, sua p*tinha. — com um puxão soltou a lateral do biquíni.
Mantive as minhas pernas fechadas, pois não queria que ele visse, queria que ele sentisse. Javier saberá agora quem é p*tinha.
Inclinou seu corpo sob o meu e enfiou seus dedos em mim. Podia ouvir várias conversas cruzadas fora da sala, e mesmo assim, não impediu o xerife de me tocar.
— Você não terá nada, além disso, Zara.
Acariciava o meu cliitóris enquanto eu mordia a minha própria boca para não gemer. Abri as pernas e quando senti ele querer me penetrar com os dedos, olhou-me assustado. Javier parecia incrédulo e não acreditando, forçou para entrar com os dedos, foi quando eu reclamei baixinho de dor. Ele tirou a mão de mim e levantou.
— Mas que c@ralho é esse? Você é viirgem? — olhou assustado para os lados, sua voz saiu ligeiramente alta.
Levantei em seguida e segurei a sua mãe que havia me tocado, lambi seus dedos molhados do meu mel.
— Está feliz, xerife, por descobrir que não sou nenhuma put@? Você será o primeiro.
Ele estava branco, pálido me vendo chupar o seu dedo.
— Você saiu do inferno para me atazanar, Zara. — ri com a sua fala. Ele franzia o rosto conforme eu chupava seus dedos.
Javier Salazar tirava de mim o que eu nunca imaginei que tinha. Ele dá-me coragem até para correr riscos, tudo para impressioná-lo e fazer se entregar a mim.
— Javier, Javier, abra! — ele puxou a sua mão da minha boca com pressa. Era a Donna batendo na porta da sua sala. E eu ali, nua na parte debaixo e lambendo os dedos daquele homem.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
😘"GabyyJardyylla"❤
mate o veio, mate o veio, mate o velho xerife.
2024-12-08
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😘"GabyyJardyylla"❤
🤭🤭 bingo... certou esse miserave. kkkkkkk
2024-12-08
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😘"GabyyJardyylla"❤
ele já está de quatro, por você. 😈😈
2024-12-08
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