...ZARA ANDERSON...
— Você veio aqui para me tirar total do sério, sua cachorra.
— Cachorra?
Ele curvou e aproximou o seu rosto do meu:
— Cachorra, ou prefere ser chamada de...
— Você me respeita. — fingi me sentir insultada. — Você está ferindo a minha honra e dignidade. — ele riu, claramente desdenhando.
— A mocinha sabe falar bonito. Veio até aqui prestar um depoimento com essas roupas?
— Qual o problema, xerife?
— Você não tem vergonha na cara, os meus oficias não tiravam os olhos de você.
— Então devo prestar queixa, me senti violada. — ele não demonstrou emoção, calou-se olhando para os meus olhos. — Acho que terminei, vou embora. — dei um passo para sair, ele não soltou o meu braço, fez apertar mais ainda.
— Quem é Noah?
— Ninguém. Deixe-me ir.
— Agora não. — puxou o meu corpo para trás e um abalo me atingiu quando Javier Salazar segurou a minha bunda e fez-me pular em seu colo.
Eu não tive tempo nem mesmo de respirar, nem processar, nem agir ou algo que fosse. Ele beijou-me como se procurasse o ar na minha boca, como se o seu oxigênio tivesse nos meus lábios. Eu só agarrei aqueles ombros e deixei que seus braços grandes apertassem o meu corpo. Aquela língua era muito quente, a boca macia e os lábios doce demais para ser de um arrogante em ascensão.
Javier deu uns passos para trás e colou as minhas costas naquela parede fria, minha saia já estava no umbigo e minha b*ceta por debaixo da calcinha roçando na fivela do seu cinto. Javier segurava e apertava a minha bunda, pressionando o seu corpo no meu. O beijo era intenso demais, como se ele esperasse há tempos e finalmente conseguiu, me sentia ínfima naquelas braços, naquela boca, mas vigorosa pela forme como aquela língua entrava na minha garganta.
— Tá perdendo o ar por quê? — separou a sua boca da minha e provocou.
Não consegui responder, pois, buscava respirar e beijá-lo ao mesmo tempo. Respirávamos loucamente o mesmo ar, Javier estava possuído pela luxúria. Completamente lascivo, me domada de forma bruta, mordia os meus lábios com uma certa força, espremendo o meu corpo na parede. Agarrou a raiz dos meus cabelos e afastou os nossos beijos novamente. Eu estava tão mole que nem conseguia abrir os meus olhos, só sabia respirar, os meus lábios formigando, ainda sentia perfeitamente aquele beijo.
Me segurou e um segundo depois já me colocava sob uma mesa de ferro fria que havia ali.
— Javi... Javier, o que vai fazer? — gemia tentando buscar o ar a minha volta.
— Apagar o fogo que tem no meio das suas pernas, sua safada. — abriu as minhas pernas e puxou a minha calcinha para o lado. — Put& que me pariu. — xingou ao olhar a minha boceta. — Você tem uma boc*tinha linda.
Invadiu-me com a boca. Suspirei alto demais com o choque da sua lingua quente em mim. Ele deu um tranco, puxando o meu corpo em direção a sua boca, queria que eu não gemesse, mas não ousou tirar a boca de mim para pedir. Abri as minhas pernas mais um pouco e agarrei os seus cabelos. Era tortuoso não gemer, sentindo esse homem me chup&r com tanta violência.
Ele fechava sua boca bem no meu meio e deslizava grosseiramente sua língua na minha vagiina. Senti-me fora de mim quando um prazer descomunal me tomou, uma emoção de grande prazer e sentimentos me invadiu.
— Boc*tinha doce. Jorra na minha língua, Zara. Eu quero o seu suco inteiro na minha boca.
F*da-se os oficias lá fora, quando ele pôs aquela língua novamente em mim, comecei a requebrar na sua boca e a gemer. Enquanto ele me ch*pava, eu deslizava a minha b*ceta na sua boca e gozava. Contorci-me completamente e caí sob a mesa de braços abertos, por alguns mais segundos senti o Xerife deslizar bem de leve a língua limpando cada líquido meu.
De novo, segurou o meu braço e sentou-me.
— Você geme como uma verdadeira piranhinha. — limpou a beirada da sua boca com os dedos, seus lábios molhados do meu g0zo. — Agora dê o fora daqui.
Pisquei sem acreditar e arregalei os olhos.
— Dê o fora? — perguntei com a voz de desespero.
— Achou que eu ia te comer?
— Mas...
— P0rra, Zara. — deu um selinho nos meus lábios e desceu-me da mesa. — Não agora, nem aqui e nem hoje. — desceu a minha saia cobrindo a minha bunda.
— Quando? — perguntei, desesperada para saber, não via a hora de sentir esse homem violar a minha intimidade arrancando a minha pureza.
— Quando eu quiser. Não será da sua forma, será do meu jeito, lindinha.
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Atualizado até capítulo 95
Comments
Evanda alves
em todo lugar não consigo parar de ler ja lir quases todos os livros amei de mais todos e esse mais ainda
2025-02-07
0
Dorameira
Lendo no trabalho kkkkk
Onde vcs estão lendo isso??? kkkk
2024-11-10
2
Fernanda Braga
Começar e não terminar o trabalho é demais Xerife
2024-11-04
0