Por um minuto, fiquei pensando o que ele estava falando, acho que o cansaço do dia pensou um pouco na minha mente, mas quando Thanatos tocou minha intimidade, não tive dúvidas do que ele queria.
— Dessa vez, pode ser na cama, talvez você tenha um fetiche por chuveiro, mas quero fazer direito dessa vez. — Thanatos disse, ele um excelentíssimo safado. Gosto.
— Primeiro terá que me dar banho, a última vez te limpei bem direitinho. Agora é a sua vez. — Talvez eu também fosse safada. Tenho que admitir, que essa era a primeira vez que eu queria ser tocada. Eu tinha repulsa do toque de Félix.
— Já disse que a senhora é muito mandona? — Thanatos disse rindo, pegando a esponja.
— Acho que você gosta de ter alguém assim. Seu sorriso te entrega. — Brinquei.
— Eu só falo na presença dos meus advogados. — Thanatos parecia tão leve. Gostava daquele sorriso malicioso que me olhava.
Enquanto eu estava hipnotizada naquele sorriso, Thanatos brincava com meu corpo, com uma não passava a esponja pelo meu corpo, com a outra brincava com minha intimidade. A limpeza dele se concentrava nos meus sei0s e bund@. Eu quis rir, mas estava ocupada gemendo.
— Acho que vamos deixar a cama para o segundo round. Eu quero meter em você agora. — Thanatos me puxou para seus braços como se eu fosse uma pena, me encostou na parede, a água do chuveiro caia sobre nós dois. Senti ele entrando com tudo dentro de mim. Acabou um gemido mais alto do que deveria escapando. Thanatos riu, eu fiquei em pânico com medo de alguém ouvir.
Thanatos no entanto, estava muito ocupado aumentando a velocidade que entrava e saia de mim. Eu tremia nos seus braços. Sentia ele enfiando tudo dentro de mim. E era alucinante. Quanto mais rápido ele mentia, mais minha mente ficava em branco. Senti a onda de prazer vindo, cravei minhas unhas na suas costas. A velocidade dele aumentou mais ainda. Meu ápice chegou deixando minhas pernas dormentes. Senti algo quente em mim. Passei minhas mãos pelo pescoço dele e me aninhei.
— Que fácil deixar a mandona manhosa. — Thanatos brincou. — Só preciso fazer você gemer, que você fica mansinha.
— Ah! Cala boca e me beija. — Eu disse puxando seus lábios em direção dos meus. Aquele homem me deixa alucinada.
Thanatos, antes de sair do banheiro, me lavou dessa vez bem direitinho enquanto não largava meus lábios. Por fim, me enrolou em uma toalha, sem sequer me tirar dos seus braços. Colocou um roupão e nos levou para cama.
— Está com fome? Vou pegar algo para comer. — Thanatos disse me colocando na cama.
— Quero você. — Respondi olhando para ele.
— Assim tu me f0de, né? Eu aqui tentando ser minimamente um cara cavalheiro e tu me vem com essa. Ah! Que se f0da. Fica de quatro. — Thanatos disse jogando o roupão de lado.
Na mesma hora que me coloquei na posição, senti Thanatos entrando com tudo, enfiando até o talo em mim. Ele enroscou meus cabelos em sua mão, enquanto metia em mim, puxava levemente meus cabelos. Era gostoso. Parecia muito mais gostoso do que no banheiro. Eu gemia seu nome. Meu corpo parecia ter se entregue a ele. Mordi o travesseiro para não fazer um escândalo e acordar ninguém. Enquanto eu sentia o prazer no ápice, Thanatos me preenchia. Era quente. Gostoso. E viciante.
Thanatos caiu de lado na cama, não sei se cansado ou relaxado, mas tinha um sorriso em seu rosto. Me puxou para uma conchinha, enquanto beijava meus pescoço e me arrepiava por inteiro.
— Definitivamente, eu é meu ponto fraco. — Thanatos me surpreendeu com essa.
— Questão de perspectiva, talvez o que você ache que seja seu ponto fraco, pode ser o seu ponto mais forte. Tudo é perspectiva. — Respondi ofegante.
— Não, tu é meu ponto fraco mesmo. Um dia você vai entender. — Thanatos por um segundo pareceu triste.
— É ruim ter ponto fraco? — Perguntei.
— É bom ter você. Parece colorir um pouco dos meus dias. Talvez, eu precisasse disso para não enlouquecer. — Thanatos disse, me surpreendendo, como sempre.
— Sou uma aquarela. Gostei. — Brinquei.
— Ahhhh! Como é besta. Eu estou cansado. Vamos dormir? — Thanatos parecia com a voz sonolenta.
— Boa noite, senhor malvadão. — Brinquei me aninhando nos seus braços.
— Boa noite, anjo safado. — Thanatos entrou na brincadeira.
Por conta do sex0, acabei me esquecendo o quanto que estava cansada. Adormeci facilmente. Acordei com batidas leves na porta. Thanatos levantou tão rápido, que fiquei me questionando se ele era o Flash. Em segundos, colocou um moletom e abriu a porta.
— Bom dia, meu amor. Já acordou? — Thanatos falou com a Beatriz. Que concordou com a cabeça. — Vou preparar nosso café da manhã então. Sarah, você vem também?
— Uhn... sim.. Desço em alguns minutos. — Eu acabei adormecendo nua. Thanatos me olhou rindo, como se soubesse exatamente o que eu estava pensando.
— Vamos, meu amor ou vamos nos atrasar. — Thanatos disse e a menina o seguiu.
Levantei com as penas bambas ainda e uma dor na lombar. Acho que pegamos pesado para um dia de semana. Como vou aguentar ficar sentada na cadeira o dia todo desse jeito. Tomei um banho quente para relaxar. Troquei de roupa e desci. Beatriz estava em uma cadeira tomando o leite, ela olhava para o pai que cozinhava.
— Bom dia, Beatriz. — Eu disse me espreguiçando.
— Dia — Beatriz disse. Tanto eu como Thanatos olhamos para ela sem acreditar. No entanto, ela continuava tomando seu leite e olhando para o pai como se nada tivesse acontecido.
— Você só pode ser um anjo mesmo, Sarah. Começando a acreditar no que falam por aí. — Thanatos brincou contando para comida.
— Até eu me surpreendi agora. Será que transformo água em vinho? Eu acho que ando precisando. Meus últimos dias foram no mínimo, uma loucura. — Eu falei. Thanatos gargalhou alto.
— Acho que você está confundindo os personagens, quem transformou água em vinho foi Jesus. — Thanatos explicou enquanto colocava tudo que havia feito na mesa.
— Ah! Verdade! Devo confessar que nunca fui muito religiosa. Domingo era o único dia que meus pais estavam em casa, então, sempre acabamos em uma piscina ou saindo para aproveitar o dia em família — Expliquei enquanto pegava uma torrada.
— Acho que você bate todos os requisitos de uma patricinha da zona sul. Deitada e rolando em privilégio. — Thanatos brincou.
— Um pouco, mas nunca tinha percebido, até conhecer você. Parece que é outro mundo. — Confessei.
— A parte boa é que você é resiliente o suficiente para não surtar ou fugir ao se deparar com tudo. — Thanatos tinha uma forma bem peculiar de elogiar as pessoas. — Aliás, está cedo. Quer ir comigo deixar Beatriz na escola? Na volta te deixo na clínica.
— Ela estuda em um colégio fora da comunidade? — Perguntei. Beatriz ainda era um pouco misteriosa para mim.
— Sim, por diversos motivos achei melhor dessa forma. Também prefiro que evitem andar com ela pelo morro. Ninguém conhece o rosto da menina, além de Thelma e quem mora nessa casa. Então, prefiro que continue assim. Para segurança dela. Pessoas como as que eu acabo me metendo, não querem saber se é uma criança. Se puder ser usada contra o outro, será usada. — Thanatos explicou. Fez total sentido todo cuidado que tinham com a garota.
— E quanto ela ficar um pouco maior? Acho que não pretende fazer dela uma princesa presa em uma torre. — Eu sei. Sou curiosa. Gosto de entender o pensamento do outro.
— Era uma opção, até gosto, mas acho que será melhor para ela um internato. Eu e Jade estudando em internato boa parte de nossas vidas. Minha mãe não queria que acabassemos envolvidos demais com o morro ou com os problemas que meu pai arrumava. Ela sempre sonhou que podíamos ser mais... Talvez eu não tenha conseguido, mas farei com que a neta dela consiga realizar seu sonho. — Thanatos estava muito mais aberto do que nos outros dias. Acho que se sentia mais confortável. — Hey. Você percebeu que ontem, quando parei a moto na frente de vocês, a primeira coisa que você fez foi se colocar na frente de Beatriz?
— Não, deve ter sido reflexo. Não percebi. Porque? — perguntei enquanto tentava lembrar se realmente tinha feito isso.
— Não, não é nada. Apenas... É bom ter você por aqui. — Thanatos não me olhou ao dizer isso, eu não entendi o que ele quis dizer.
Terminamos o café. Enquanto Thanatos dava um banho e arrumava Beatriz, aproveitei para ligar para meus pais. Conversei com minha mãe um pouco, ela parecia nervosa e meu pai arrumou uma desculpa para não falar. Fiquei preocupada. Algo estava acontecendo e eles não fazia ideia do que era. Preciso ir lá e descobrir o que estava acontecendo. Estava com um pressentimento ruim sobre isso.
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Atualizado até capítulo 74
Comments
Jaqueline Morares Moraes
não entendi como ela ficou tantos anos sem falar com os pais se tinha Instagram .? .
2025-02-20
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Marilete Buganti
e camisinha não existe no morro
2024-12-26
1
Marta Hedwig Schley
deve ser o ex dela ameaçando os pais
2024-09-15
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