Beijo de tirar o fôlego

Que lugar era aquele?

Haviam tendas parecidas com as do circo, mas não tinha ninguém por perto. Ou talvez não enxergasse tão claramente graças a névoa que cobria todo o chão terroso e parte de seu campo de visão.

Quem ela procurava?

Por que estava ali?

Encolhendo as mãos pequeninas contra o peito, a criança atravessava o nevoeiro buscando incessantemente por alguém. Só que mesmo andando sem parar, ninguém encontrava. O desespero e o medo faziam aqueles olhos castanhos se encherem de lágrimas.

Desistindo de procurar, a criança agachou-se começando a chorar alto. Não gostava de ficar sozinho, era frio e estranho.

― Te achei, Leo.

A voz suave e melodiosa fizera o garotinho erguer o rosto molhado encontrando um sujeito na sua frente. Ele usava roupas dignas de um marujo tripulante de um navio pirata. Até tinha um risco em sua face, que começava acima da sobrancelha e terminava pouco antes da maçã do rosto.

Ele tinha belos olhos verdes, mas era tudo o que a criança conseguia se lembrar de sua face. O que realmente lhe marcara fora aquele toque gentil em seus cabelos, que descera por seu rosto onde o polegar limpara suas lágrimas.

― Eu te procurei em todos os lugares, Leo. Vamos, pare de chorar. Não está mais sozinho.

Quando aquele sujeito desfizera o toque e afastou-se da criança, o garotinho agarrou-lhe pela perna formando um bico manhoso. Estava prestes a chorar novamente quando fora pego no colo sendo abraçado pelo sujeito.

― Que menininho covarde e chorão, você. Venha, ficaremos juntos até que pare de chorar.

O sujeito era alto, mas seu corpo era tão quente e acolhedor que a criança se agarra em seu pescoço. O cheiro de breu era reconfortante, perdendo apenas para aquele calor. Era como se ali fosse o lugar onde devesse estar, naqueles braços que o protegiam da solidão. Mesmo quando parara de caminhar e percebera estar se sentando em seu colo, a criança não desgrudara do sujeito.

Envolto daqueles braços, a criança esquecia o medo aterrorizante de outrora. Sorria ternamente esfregando suas bochechas no peitoral do sujeito até ouvi-lo rir graciosamente.

― Leo ama a marionete! ― Dizia a criança carinhosamente, fazendo o outro ruborizar.

― Ah é? Ama quanto?

― Do tamanho do mundo. Não, não, do tamanho do universo. ― Dizia a criança esticando seus pequenos braços exageradamente para os lados. ― Então e marionete vai amar o Leo também, não vai?

As bochechas da criança fora esfregadas pelos dedos do sujeito, que parecia se divertir com suas gracinhas inocentes.

― Pode apostar, a marionete vai amar o Leo pra todo o sempre.

E então, com a mão quente daquele sujeito sobre sua face, a criança se sentia calma o suficiente para deitar sobre a barriga dele e dormir. Sem se assustar com uma névoa e nem com medo de ficar sozinho.

Abrindo os olhos lentamente, Leonardo piscava sonolento percebendo o quão confortável estava. Sua visão embaçada não lhe permitira ver muito além de borrões, mas imaginava que não deveria se mover demais. Estava bem daquele jeito. Poderia dormir mais um pouco.

Aliás... Se fechasse os olhos poderia retomar aquele sonho? Agora que despertara, não conseguia se lembrar de muito além das sensações gostosas e quentes. Era como se estivesse abraçado a alguém amado. Era tudo o que se recordava.

Estranhamente Leonardo tinha a sensação de estar abraçado a alguém. Apertando os olhos com força, o universitário obrigou sua visão a ser mais nítida. Fora então que vira Benjin serenamente dormindo ao seu lado com a mão sobre seu rosto.

Prestes a afastar-se de supetão, Leonardo se reteve ao dar conta de que era ele quem estava abraçado ao trapezista. Seus braços estavam envoltos do pescoço de Benjin, tendo uma pequena distância entre eles. O rubor tomara-lhe a face imediatamente.

Por quê?

Por qual motivo ele teria abraçado aquele maldito pervertido?

Espera... Na noite anterior....

Espreitando os olhos para se recordar da noite anterior, lembrou-se de ter chego na mansão e ter ficado incomodado com o nevoeiro da madrugada. E quando saíra do banheiro aquela marionete maldita estava em seu quarto o esperando para irritá-lo.

O maldito o beijara pela segunda vez!

Arrepiando-se em descrença, Leonardo apertava os dedos contendo a vontade de estrangular o dito cujo.

A mão de Benjin que repousava em seu rosto deslizara por seu ombro para chegar até seu braço. O toque os dedos dele eram suaves e delicados, como se temesse o despertar de Leonardo. O moreno até chegara a prender a respiração indeciso em fingir dormir ou empurrá-lo de uma vez.

No entanto a sua indecisão fora tardia quando Benjin abrira os olhos em um estalo. O rubor excitante tomara-lhe a face junto de um fino sorriso em seus lábios. Segurando a mão de Leonardo, o trapezista depositava um singelo selar entre os dedos do universitário.

― Bom dia, Leo.

A voz rouca típica de alguém que acabara de acordar soara nostálgica nos ouvidos de Leonardo. Um mísero fragmento do sonho que tivera retornou à sua mente ao encarar aquele risco na face de Benjin.

Onde tinha visto algo parecido?

Balançando a cabeça, o universitário empertigou-se segurando os fios da nuca do mais alto.

― O que eu disse sobre você invadir o meu quarto, sua marionete pervertida?

― Por que está tão bravo? Me parece tão confortável me abraçando desse jeito.

Leonardo estalara a língua puxando os braços para soltar do abraço, no entanto Benjin o impedira de se afastar.

― Me solta, seu bastardo!

― Fica maravilhoso quando bravo, Leo. ― Ria o trapezista ignorando os empurrões de Leonardo ― Dorme como uma criança, mas quando acorda vira outra pessoa. É maravilhoso zelar por seu sono.

― Eu não durmo feito uma criança! E me solte seu...

Passando a chutar Benjin mesmo debaixo das cobertas, Leonardo não tivera tanto sucesso em ser liberto. Era frustrante que o corpo magro do trapezista o fizesse parecer tão fraco, sendo que ele conseguia mantê-lo refém ali na cama.

Tendo sua cintura segurada fazendo seus corpos se encostarem, Benjin era a diversão em pessoa. Quanto mais Leonardo ruborizasse com qualquer toque, maior era o prazer do trapezista.

― Hahaha está realmente bravo, não é? ― Sorria Benjin, deitando a cabeça no travesseiro repentinamente. ― Mas estou sem força alguma para sair daqui, preciso de um tempo de descanso.

Leonardo finalmente parara de se debater ao perceber as olheiras aparentes em Benjin. Aquele maldito estava cansado e ainda tinha força para prendê-lo na cama? Que tipo de monstro ele era?

A desistência batera na porta quando Leonardo suspirara cansado. Aquele sujeito não iria soltá-lo, a diferença de forças deixara isso bem claro. Se ele dormisse, poderia escapar. A paciência deveria ser a chave para sair daquela situação.

― Por que está cansado? Estava dormindo até agora.

Benjin parecera feliz com a pequena demonstração de interesse de Leonardo, pois soltara um riso nasalado apertando sua cintura.

― Cedi minha energia pra que você dormisse bem. Estava bastante assustado ontem à noite.

―Não estava assustado, apenas cansado.

― Certo, certo. ― Ria Benjin soltando a cintura de Leonardo para voltar a lhe tocar a face. ― Você descansou bem, não é? Dormiu profundamente a noite toda e não parece esgotado.

O toque quente em sua bochecha também carregava nostalgia. Leonardo arregalava os olhos sentindo o próprio coração bater acelerado com outro fragmento do sonho. Mas era impossível recordar dos detalhes, apenas as sensações.

Aquele toque em seu rosto era a maior pista que tinha. Pois aquele sonho... Algo lhe dizia que tinha a ver com suas lembranças da infância.

Mas por que iria lembrar de algo tão antigo assim? Leonardo detestava aquilo.

― Vai dormir sua marionete indecente.

Benjin não parecera feliz apesar do sorriso em sua face. Puxando Leonardo para esconder o rosto na curvatura de seu pescoço, Benjin o abraçava apertado ao ponto de sentir o cheiro do rapaz.

― Quando eu abrir os olhos, sei que não estará mais aqui. Eu quero ficar acordado o máximo que puder.

― Por quê? ― Sussurrava Leonardo, tendo Benjin afastando do abraço para ver sua face ruborizada. ― Por que você é tão insistente, seu pervertido?

Apesar das grosseiras palavras, Benjin encontrava ali a ponta de vergonha. Até as orelhas de Leonardo estavam avermelhadas e quentes, sendo que não tinha seu olhar retribuído. Poderia ser arisco consigo o quanto desejasse, mas Leonardo era incapaz de fugir da própria vergonha.

Segurando o seu queixo para finalmente se conectarem pelo olhar, Benjin era a ternura em pessoa ao sussurrar.

― Porque o meu amor por você é maior que o universo.

Leonardo arregalava os olhos gradualmente.

― Você... Como você... Como você pode dizer coisas tão embaraçosas, sua marionete maldita! ― Gritava o universitário, empurrando o rosto de Benjin.

O trapezista soltara uma gargalhada.

― Só queria te ver corado, é uma graça!

― Cala a boca seu maldito. Vê se morre!

― Que maldade, eu quero viver perto do Leo.

A manha de Benjin era constrangedora para Leonardo, já que ela parecia tão genuína. Suas palavras não pareciam mentirosas, e cada ato dele corroborava tal pensamento. Leonardo não conseguia agir adequadamente enquanto era soterrado pelos sentimentos de Benjin.

Seria perda de tempo questioná-lo mais sobre o assunto. Aquele trapezista faria o que bem quisesse independente de Leonardo concordar ou não.

Ainda assim tentaria chutá-lo e empurrá-lo para escapar daquela cama. Só que mesmo Benjin dizendo estar cansado, ele conseguira segurar os pulsos do universitário e girar seu corpo ao ponto de ficar sobre Leonardo.

Agora ele era, de fato, um refém.

― O que...

― Eu te amo, Leo. E sou o único capaz de viver ao seu lado. ― Sussurrava Benjin, aproximando seu rosto ao de Leonardo gradualmente. ― Por isso, por favor me deixe te fazer perceber que sou o certo, hm?

Era sufocante.

Assustador.

Não os sentimentos de Benjin, mas a nostalgia que ele carregava consigo.

― Eu não sou...

― Sh... Dispensamos rótulos. ― O indicador de Benjin tocava os lábios de Leonardo, o fazendo avermelhar-se tal qual um pimentão. ― Enquanto estiver comigo, pode ser você mesmo. E mesmo que tente fugir de mim, irei correr atrás de você.

― Isso me parece uma ameaça desprezível.

Benjin ria infantilmente.

― Talvez seja. Mas não vou te fazer nenhum mal. Ninguém poderá te fazer nenhum mal, enquanto estiver comigo.

Aquelas palavras soaram enigmáticas demais para Leonardo, porém não pudera pensar demais no assunto quanto o trapezista aproximava lentamente seus rostos parecendo estar prestes a beijá-lo. Seria a terceira vez que aquele sujeito tentaria algo consigo, e Leonardo seria incapaz de fugir.

Já esperando pelo fatídico toque nos lábios, Leonardo fechara os olhos rendendo-se. Esperou por um instante, sem sentir nada. Ué... Ele não queria beijá-lo? Não seria por isso que estava o prendendo contra a cama?

Abrindo apenas um olho, Leonardo constatou que Benjin estava próximo demais o observando com um sorriso.

― O que foi?

― Estava esperando pelo meu beijo?

O rubor retornara explosivamente.

― Seu miserável! Saia do meu quarto, agora! Eu não quero ver a tua cara nunca mais.

― Hahaha, estou tão feliz! Um simples beijo meu já o fez gostar de mim.

― Simples? Um beijo simples? ― Ria Leonardo incrédulo. ― Da onde que aquilo foi simples?

― Devo te mostrar como realmente desejo beijá-lo?

Benjin apertara as bochechas de Leonardo, que balançava a cabeça negando veementemente aquela pergunta indecorosa. Tentara chutá-lo e empurrá-lo novamente, mas o maldito trapezista pouco se importara com suas tentativas frustradas.

E então os lábios quentes e úmidos de Benjin finalmente tocaram os de Leonardo. Dessa vez aproveitou-se do momento em que o universitário gritava reclamando consigo, para tornar o ósculo profundo.

Fora a sensação mais estranha que Leonardo sentira em toda a sua vida.

O movimento da língua de Benjin era algo incompreensível. Leonardo mal sabia como reagir com aquele beijo completamente úmido e avassalador. Sentia sua boca ser explorada e seus lábios serem judiados pelo trapezista, que poderia engoli-lo ali mesmo.

Podia sentir a sede de Benjin quando o beijo tornara-se selvagem.

Como se não bastasse, o trapezista emaranhara seus dedos aos cabelos de Leonardo impedindo-o de escapar. Estava sendo sufocado por um beijo que tirava a razão de si. Não conseguia pensar em absolutamente nada, e talvez por sua falta de resposta os seus lábios começaram a corresponder do beijo.

Impensavelmente ele correspondia.

Um tanto quanto desengonçado, um tanto quanto paralisado.

Leonardo apertava os dedos na camisa de Benjin, ofegando sem conseguir respirar direito. Estar recebendo um beijo daqueles o deixava ruborizado até as orelhas, tomado pela vergonha de sentir a língua quente de Benjin brincar de emaranhar-se com a sua.

Parecia que para Benjin, quanto mais ouvisse ofego escapando abafado dos lábios de Leonardo, maior era a sua sede em tomá-lo.

Definitivamente aquele beijo era completamente diferente dos outros dois que Leonardo recebera de Benjin. Tivera a certeza de que o trapezista estaria se contendo das outras vezes.

Quando finalmente fora liberto para respirar, Leonardo não sabia o que fazer. Era como se sua energia fosse sugada por aquele beijo, o deixando bagunçado e a mercê daquele maldito.

Para Benjin, a visão de Leonardo completamente desmazelado era fascinante. Passando o polegar para limpar o fio de saliva em seu queixo, pode se deliciar com outro ofego entregue e da mão trêmula que repousara sobre sua destra.

― Parece que gostou, Leo.

Benjin deitou-se ao lado de Leonardo, fechando os olhos cansado. Fitando o teto, o jovem rapaz tentava colocar em ordem os pensamentos bagunçados graças a um beijo de tirar o fôlego.

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Comments

Yakult

Yakult

aiiii estou muitoooooo boiolinha nesses dois....

2022-11-12

1

viciada

viciada

que beijo emmmm

2022-06-23

1

Ver todos
Capítulos
1 Começo de um espetáculo
2 Visita de um administrador
3 A vida de um universitário ansioso
4 O brilho de um parque
5 Universitário heróico
6 O reinado da força bruta
7 Encurralado por um palhaço
8 Um baterista fanboy?
9 De volta pra casa
10 Acorrentado nas atrações principais
11 Brincadeira de criança
12 Mundo particular do universitário
13 Chá da tarde
14 Cansaço vs desconforto
15 Beijo de tirar o fôlego
16 Perseguindo objetivos
17 O detetive conhece o administrador
18 Gatilho angustiante
19 Conhecendo um novo amigo
20 Aposta para um desejo
21 Começo das investigações
22 Um mágico enciumado
23 As costas de um grande homem
24 Sol brilhante fora da Dreamland
25 O relato de um espião
26 Um domingo tedioso
27 Pensamentos de um jovem mestre solitário
28 Fim de uma pequena gripe
29 Garoto perdido
30 Desaparecimento na cerração
31 Silhueta de um suspeito
32 Conhecendo o jovem mestre Evilian
33 Churrasco dos capatazes
34 Casaco e lábios vermelhos
35 Promessa medrosa
36 Ele está diferente
37 Permissão tímida e silenciosa
38 Pela primeira vez, prazer
39 Medo versus Vergonha
40 Faça o seu desejo
41 Despertar da garota
42 Pedido do trapezista
43 Almoço do cachorro
44 Ilusão dos olhos
45 Cansaço do detetive
46 Convite do dono da Dreamland
47 Calor no camarim do trapezista
48 O último dia do espetáculo
49 O espetáculo da marionete
50 O caminhar da sonâmbula
51 O trauma de um Evilian
52 Pesadelo do jovem mestre
53 Cão de guarda
54 O rapaz do espelho na tenda
55 O trapezista quer ser mimado
56 Invasão ao circo
57 Pensamento assustador
58 Brincando de esconde-esconde
59 Como acalmar a marionete
60 Contrato de Rohan
61 A atração do Bluemoon Plaza
62 Reencontro de amigos
63 Sou o herdeiro
64 O chorão cresceu
65 Secretário dedicado
66 Mime a sua marionete
67 Com todo o amor para a Marionete
68 Relatório do detetive
69 Viola consegue!
70 Conflito de Aslan
71 Não me deixe para trás
72 Distraindo o detetive
73 Acidente no circo
74 Luz no fim do túnel
75 Um jantar na mansão
76 Minha marionete
77 Farol do trem
78 O espelho do vagão
79 A origem de Vicente
80 Fantasia da meia noite
81 Desejo insaciável
82 Esperança do baterista
83 Início das suspeitas
84 O inferno de Gustavo
85 Um novo amigo
86 Acordo com um Evilian
87 Ilusão dos espelhos
88 O último sequestro
89 O nervosismo de Leonardo
90 A determinação do jovem mestre
91 Beijo do diabo
92 Passando pelo espelho
93 Reencontro com Diablo
94 Velhos tempos
95 Noite traumática
96 Devorador de almas
97 Lucca Evilian
98 Doce canção de ninar
99 Pós terremoto
100 Caixa de brinquedos quebrada
101 Epílogo
102 Notas da autora <3
Capítulos

Atualizado até capítulo 102

1
Começo de um espetáculo
2
Visita de um administrador
3
A vida de um universitário ansioso
4
O brilho de um parque
5
Universitário heróico
6
O reinado da força bruta
7
Encurralado por um palhaço
8
Um baterista fanboy?
9
De volta pra casa
10
Acorrentado nas atrações principais
11
Brincadeira de criança
12
Mundo particular do universitário
13
Chá da tarde
14
Cansaço vs desconforto
15
Beijo de tirar o fôlego
16
Perseguindo objetivos
17
O detetive conhece o administrador
18
Gatilho angustiante
19
Conhecendo um novo amigo
20
Aposta para um desejo
21
Começo das investigações
22
Um mágico enciumado
23
As costas de um grande homem
24
Sol brilhante fora da Dreamland
25
O relato de um espião
26
Um domingo tedioso
27
Pensamentos de um jovem mestre solitário
28
Fim de uma pequena gripe
29
Garoto perdido
30
Desaparecimento na cerração
31
Silhueta de um suspeito
32
Conhecendo o jovem mestre Evilian
33
Churrasco dos capatazes
34
Casaco e lábios vermelhos
35
Promessa medrosa
36
Ele está diferente
37
Permissão tímida e silenciosa
38
Pela primeira vez, prazer
39
Medo versus Vergonha
40
Faça o seu desejo
41
Despertar da garota
42
Pedido do trapezista
43
Almoço do cachorro
44
Ilusão dos olhos
45
Cansaço do detetive
46
Convite do dono da Dreamland
47
Calor no camarim do trapezista
48
O último dia do espetáculo
49
O espetáculo da marionete
50
O caminhar da sonâmbula
51
O trauma de um Evilian
52
Pesadelo do jovem mestre
53
Cão de guarda
54
O rapaz do espelho na tenda
55
O trapezista quer ser mimado
56
Invasão ao circo
57
Pensamento assustador
58
Brincando de esconde-esconde
59
Como acalmar a marionete
60
Contrato de Rohan
61
A atração do Bluemoon Plaza
62
Reencontro de amigos
63
Sou o herdeiro
64
O chorão cresceu
65
Secretário dedicado
66
Mime a sua marionete
67
Com todo o amor para a Marionete
68
Relatório do detetive
69
Viola consegue!
70
Conflito de Aslan
71
Não me deixe para trás
72
Distraindo o detetive
73
Acidente no circo
74
Luz no fim do túnel
75
Um jantar na mansão
76
Minha marionete
77
Farol do trem
78
O espelho do vagão
79
A origem de Vicente
80
Fantasia da meia noite
81
Desejo insaciável
82
Esperança do baterista
83
Início das suspeitas
84
O inferno de Gustavo
85
Um novo amigo
86
Acordo com um Evilian
87
Ilusão dos espelhos
88
O último sequestro
89
O nervosismo de Leonardo
90
A determinação do jovem mestre
91
Beijo do diabo
92
Passando pelo espelho
93
Reencontro com Diablo
94
Velhos tempos
95
Noite traumática
96
Devorador de almas
97
Lucca Evilian
98
Doce canção de ninar
99
Pós terremoto
100
Caixa de brinquedos quebrada
101
Epílogo
102
Notas da autora <3

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