Capítulo 12. Nos Encantos de Oxum

    Léo caminhou tranquilamente ao rio.

    O sol começava a se esconder, alaranjando o céu, e às suas costas já era possível ver o lilás anunciando a noite.

    Usou do passo dos ventos — afinal era uma ferramente extremamente útil — e chegou ao local.

    No rio, uma mulher se banha. É negra de pele sedosa, apesar de nua, seu rosto está coberto por um véu de pedras semipreciosas e cristais. Ela veste uma coroa de ouro e muitas joias adornam suas curvas. Exala sensualidade!

    Léo esfrega os olhos, não acreditando no que vê.

    A mulher olha para o jovem, o véu esconde seu sorriso.

    O rio abre-se, formando um caminho entre ambos, e ela aproxima-se de Léo a passos suaves.

    — Chegou cedo, jovem. Estava angustiado para me ver?

    — Ora iê iê ô! — reverenciou.

    — Olha, que lindinho! Sendo tão gentil e educado. Vem…

    — Senhora Oxum, é uma honra conhecê-la!

    — Galante como sempre, jovenzinho, mas, comigo, não há de funcionar assim tão facilmente.

    — Jamais foi minha intenção cortejá-la, senhora.

    — Uma pena… gosto de ser bajulada. Na verdade, qualquer mulher, mesmo que não seja por interesse carnal… É uma dica. Não importa qual mulher e como corresponderá, todas gostam… mais que os homens… acredite!

    — Lembrarei, senhora. Obrigado!

    — Agora que somos mais amigos e trocamos conselhos… pode vir aqui?

    Léo caminha em sua direção, tentando não fitar o corpo espetacular a sua frente.

    — O que foi!? — Oxum ri, notando o desconforto. — Está constrangido? Ou não do que vê!? Eu duvido. — Dá de ombros.

    — É respeito, senhora.

    — Se me admira e me respeita, não me toma a força. Mostro-me assim porque confio e não me incomodo de ser admirada. Acalme-se. Sei que sou bela. Sou o Orixá da beleza, além disso, ainda és mortal. É natural desejar, não?!

    — S-sim… — assente, ainda mais desconfortável.

    — Bem… vamos nos sentar. Enquanto lhe banho em minhas águas, conversamos… Talvez lhe ajude a relaxar!

    — S-sim, senhora!

    O jovem sente-se melhor conhecendo o intento de Oxum para banhá-lo. Apesar de sentir-se honrado, sua carne o leva a fantasiar, inevitavelmente. Resistente, Léo é hábil para manter-se coeso e centrado.

    — Tire a roupa, jovem. — Sussurra em seu ouvido, alastrando arrepios por seu corpo. — Não quer molhá-las, não!?

    — Tudo bem.

    Desconcertado, ele se despe. Mantém-se de costas, resoluto, e senta sobre os calcanhares. Sente a mulher afastando-se e ao retornar, ela volta a sussurrar em seu ouvido:

    — Agora que tirei sua roupa da água, podemos!

    Léo sente a água voltando ao seu fluxo normal.

    Não tarda para sentir as mãos quentes e delicadas de Oxum em suas costas, lavando-o e ouve:

    — És filho de Iansã e Ogum… sei… mas…

    — Sim. Tenho muito amor e respeito por meu juntó, principalmente por meus pais. Deposito minha maior fé neles desde muito pequeno.

    — Porém…

    — Não há um porém, senhora. Apenas isso. Tenho muita vontade de conhecer minha mãe um dia… quem sabe!? — Sorri.

    — Mas… se eu oferecesse colo… aceitaria?

    Um frio alastra-se por sua espinha e sua carne treme.

    Fazendo-se de tolo, ele questiona:

    — Como assim, senhora?

    — Entregue-se a mim e te adoto. Garanto que não se arrependerá. Cuido muito bem de meus filhos.

    — Perdoe-me, senhora. Jamais trairia minha mãe. Amo-te como amo todos os Orixás, ma-

    — E se eu quisesse tê-lo em meu leito? — Interrompe.

    — Não negaria. Minha carne prova o quanto estou agradado e atraído. Não seria trabalho algum servir seus desejos, mas não será de corpo e alma. Amo alguém, sei não poder tê-la, nem corrigir meus erros, mas posso cuidar dela e de sua lembrança. Ela não me merecia, eu não a merecia — diz, melancólico.

    — Entendo… e quanto a minha filha?

    — Pedi tempo. Serei uma pessoa melhor e poderei cuidar dela. Amarei, sim, com o tempo, mas amor eterno, já tenho. Oferecei à sua filha outro tipo de amor.

    — Honesto… — Sorri. — Meus parabéns!

    — Obrigado. Aprendi com meu pai.

    — E se eu te forçar? Sequestrá-lo?

    — Não resistirei, não é de minha índole ir contra minha fé e meus senhores. Sou um grão de areia em seus rios. Talvez menos, mas não abdicarei de orar e clamar a Zambi por liberdade.

    Oxum o abraça para lavar seu tórax e abdômen.

    Ele sente os seios macios e delicados da deidade.

    Inevitavelmente, a excitação passeia em seu corpo, entretanto, busca concentração e comedimento na sabedoria de Orum.

    Guia seu emi para se conter, com êxito.

    Oxum ri, sentindo o estremecer e arrepiar do jovem.

    — Já consegue fazer isto em tão pouco tempo!? — indaga, retórica, ao perceber o exercício do jovem.

    — Na verdade, arrisquei. Pouco sei sobre os mistérios profundos do emi… há uma longa caminhada a frente.

    — Uma caminhada que já percorre com excelência, jovem. — Elogia. — Estou impressionada.

    Ao terminar de falar, as mãos de Oxum descem ao seu baixo ventre. Léo fecha os olhos, com força, e mantém-se resoluto.

    — Não cederá, jovem? — pergunta.

    — Em respeito a senhora, não. A não ser que diga querer.

    — Quero, mas não assim. Quero que ceda… que caia em meus encantos… Quero que seja meu!

    — É isso que deseja, senhora?

    — Sim, não pedirei. Ganharei conquistando-o.

    — Já tens espaço em meu coração. O que

mais quer de mim?

    — Mais pedacinhos. Assim darei uma parte à minha filha.

    — Hm, não é sobre mim, mas, zelo por seus filhos, como uma mãe entregando a vida aos filhotes em tempos de seca.

    — Sempre!

    — Se é esse o caso, não precisa se preocupar! Cuidarei dela e se ela não me ferir, ou fizer mal, retribuirei com mais e mais amor.

    — Entendo. Também quero provar de ti. Parece-me forte, viril. Lembra teu pai! É-me nostálgico. Além disso, quero dar-lhe algo, entretanto, apenas após satisfazer meus fetiches pessoais. Sou natureza, instinto. Sou a água doce e não fujo de mim mesma.

    — Devo resistir o máximo que puder ou já posso me render? — Léo indaga, virando-se para ela.

    — Brincamos! — Sorri, surpresa. — Resista o máximo! Será divertido. Se a lua chegar ao pico no céu e eu não tiver vencido, deixo-lhe partir. Senão fica comigo o resto da noite. Mesmo que consiga, lembre-se que sempre estarei aqui para cuidar de suas feridas e de seus instintos. Sou mãe, mas também sou mulher.

    — Aceito.

    Assim foi feito.

    Oxum manteve-se seduzindo Léo durante todo aquele tempo.

    Instigando, acariciando, beijando suas costas e orelhas.

    Mordiscando partes estratégicas de seu corpo.

    Sem necessariamente exceder a preliminar, nada tão forte quanto toques muito íntimos.

    A dificuldade chegou para Léo, inevitavelmente. O uso mal aprimorado do emi consumiu muito de sua força.

    O jovem lembrou da primeira vez em que fora flagrado por sua esposa. Os olhos tristes, vertendo lágrimas decepcionadas, marcaram a alma do Léo como chibatadas no pelourinho.

    Imediatamente, ele chorou. Todo o desejo e tesão se foram, restando apenas remorso e profundo arrependimento.

    Ao perceber, Oxum cantarolou em seu ouvido, como uma última cartada, porém, nem mesmo seu canto pôde superar a dor e ressentimento do jovem, frente àquela lembrança.

    Ao ver a lua aproximando-se do pico, Oxum para.

    — Venceu. Estou impressionada como você, jovem, lembra-me os rios mais profundos que habito.

    — Não fui eu quem venceu, senhora!

    — Notei a ferida infeccionada. Precisa tratá-la… ou melhor, precisa querer tratá-la!

    — Estou e vou me esforçar ainda mais!

    — Pode ir. Tem meu presente. Concedo-lhe meu domínio e minhas ferramentas. Parabéns! — Sorri.

    — Posso tentar usá-los?

    Oxum o observa, levantando-se, curiosa.

    — Se sabe como fazer, faça! Quero ver.

    O jovem assente e brada:

    — Ora iê iê ô!

    As águas respondem à sua vontade, abrindo caminho.

    Sua presença torna-se mais intensa e atrativa, o artifício une-se à potencialização concedida pelo domínio de Exu.

    Oxum fica admirada com o desempenho fabuloso do jovem.

    — Esplêndido! — Elogia. — Venha mais vezes. Quero, sim, conhecer mais de ti, Léo, o prodigioso!

    Acanhado, ele a cumprimenta e acena com a cabeça.

    Veste-se e parte de volta para casa.

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Comments

Raquel Souza

Raquel Souza

eita, Thais tá perdida

2022-06-23

1

Raquel Souza

Raquel Souza

nossa, realmente difícil ficar safado 😐

2022-06-23

1

Raquel Souza

Raquel Souza

isso ficou belo

2022-06-23

1

Ver todos
Capítulos
1 Capítulo 1. Não tema, filho, Exu cuida dos seus e de seus sobrinhos sempre!
2 Capítulo 2. Nos Braços de Olorum
3 Capítulo 3. Laroiê! Exu é mojubá!
4 Capítulo 4. Ogunhê! Patakori Ogum!
5 Capítulo 5. A natureza das coisas
6 Capítulo 6. Perdido na Mata?
7 Capítulo 7. Abikus, Ibeji e a grande árvore Iroko
8 Capítulo 8. Conforme a Dança
9 Capítulo 9. Sangue de Sambista tem Capoeira na Essência
10 Capítulo 10. Reflexões e Reflexos na Água
11 Capítulo 11. Os Segredos e os Domínios
12 Capítulo 12. Nos Encantos de Oxum
13 Capítulo 13. Visita Inesperada
14 Capítulo 14. Paciência Tem Limite
15 Capítulo 15. Resolução e Cobrança
16 Capítulo 16. Quente Como o Fogo, Forte Como o Aço
17 Capítulo 17. O Colibri e a Jasmim: Flashbacks — Parte Um
18 Capítulo 18. Pelo Bem Dela
19 Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 1
20 Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 2
21 Capítulo 20. O Tempo Corre e Nem Se Vê
22 Capítulo 21. Triste Despedida
23 Capítulo 22. Terceira Chance
24 Capítulo 23. O Pedido: Flashbacks — Parte Dois
25 Capítulo 24. De Volta ao Lar — ou nem tanto!
26 Capítulo 25. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Um
27 Capítulo 26. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Dois
28 Capítulo 27. Um Sonho Renasce
29 Capítulo 28. Segurando as Pontas
30 Capítulo 29. Testado Pelo Mal
31 Capítulo 30. Exercitando os Limites
32 Capítulo 31. Samba e Bingo: Flashbacks — Parte Três
33 Capítulo 32. Ervas Daninhas
34 Capítulo 33. Há Tempo Para Tudo
35 Capítulo 34. Ameaça Imediata
36 Capítulo 35. Quem Mexe Com Fogo...
37 Capítulo 36. Não Teste Meu Ímpeto
38 Capítulo 37. Tapar o Sol Com a Peneira Pode Ser Melhor
39 Capítulo 38. O Mundo é Pequeno
40 Capítulo 39. Reconhecimento
41 Capítulo 40. A Vida dá Voltas
42 Capítulo 41. Disputa Silenciosa
43 Capítulo 42. Primeiro Rolê: Flashbacks — Parte Quatro
44 Capítulo 43. Vem pro Baile!
45 Capítulo 44. Conhecendo o Inimigo Invisível
46 Capítulo 45. O Tempo Voltou Para Mim Também!
47 Capítulo 46. Após um Sono, um Papo de Boteco: Flashbacks — Parte Cinco
48 Capítulo 47. Encontro da Velha Guarda
49 Capítulo 48. Um Feixe de Luz e Sombra
50 Capítulo 49. Onde Tudo Resolve?: Flashbacks — Parte Seis
51 Capítulo 50. Onde Tudo Começa a se Enrolar: Flashbacks — Parte Sete
52 Capítulo 51. Corre, Léo, Ainda Dá Tempo!
53 Capítulo 52. Segredos Revelados
54 Capítulo 53. Reconciliação, Fogo e Paixão
55 Capítulo 54. Desabafos e Verdades
56 Capítulo 55. A Dívida Será Paga! Um Recomeço Feliz?: Flashbacks — Parte Oito
57 Capítulo 56. Tramoias e Arapucas: Flashbacks — Parte Nove
58 Capítulo 57. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Um
59 Capítulo 58. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Dois
60 Capítulo 59. Início do Real Perigo
61 Capítulo 60. O Casamento da Jasmim: Flashbacks — Parte Dez
62 Capítulo 61. Libertação: Verdade, Pizza e Vendaval!
63 Capítulo 62. Aos Meus, Tudo Ofereço
64 Capítulo 63. Comemoração: Churrasco na Laje
65 Capítulo 64. Não Queria Isso… Me Perdoa!
66 Capítulo 65. Obrigado, Vilania
67 Capítulo 66. O Anti-Léo Mandou
68 Comunicando Sobre as Atualizações
69 Capítulo 67. Passeando com a Patroa
70 Capítulo 68. Pagode na Cohab
71 Capítulo 69. Conhecendo os Veteranos
72 Capítulo 70. Conhecendo a Antiga Liderança
73 Capítulo 71. Feitiços, Capoeira e Lâminas
74 Capítulo 72. Se o Jogo Vira é Preciso Novas Metas
75 Capítulo 73. Não Gosto de Você! Mas, Obrigada…
76 Capítulo 74. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 1
77 Capítulo 75. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 2
78 Capítulo 76. Enfrentamento e Caos: Flashbacks — Parte Onze
79 Capítulo 77. Lágrimas e Quedas: Flashbacks — Parte Doze
80 Capítulo 78. O Primeiro Teste
81 Capítulo 79. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Um
82 Capítulo 80. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Dois
83 Capítulo 81. Promessa de Uma Nova Vida — Parte Três
84 Capítulo 82. Renovação e Esperança
85 Capítulo 83. Aproximando-se do Covil
86 Capítulo 84. Contato Direto
87 Capítulo 85. Controle-se, Léo
88 Capítulo 86. Decisão de Peso
89 Capítulo 87. Resgatando o Passado
90 Capítulo 88. Juras e Arrependimentos — Parte Um
91 Capítulo 89. Juras e Arrependimentos — Parte Dois
92 Capítulo 90. Prenúncio de Ciranda
93 Capítulo 91. Quero Mel Para Passar na sua Cara!
94 Capítulo 92. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Um
95 Capítulo 93. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Dois
96 Capítulo 94. Seguindo a Correnteza
97 Capítulo 95. Encarando o Destino Improvável — Final (Talvez…)
Capítulos

Atualizado até capítulo 97

1
Capítulo 1. Não tema, filho, Exu cuida dos seus e de seus sobrinhos sempre!
2
Capítulo 2. Nos Braços de Olorum
3
Capítulo 3. Laroiê! Exu é mojubá!
4
Capítulo 4. Ogunhê! Patakori Ogum!
5
Capítulo 5. A natureza das coisas
6
Capítulo 6. Perdido na Mata?
7
Capítulo 7. Abikus, Ibeji e a grande árvore Iroko
8
Capítulo 8. Conforme a Dança
9
Capítulo 9. Sangue de Sambista tem Capoeira na Essência
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Capítulo 10. Reflexões e Reflexos na Água
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Capítulo 11. Os Segredos e os Domínios
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Capítulo 17. O Colibri e a Jasmim: Flashbacks — Parte Um
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Capítulo 34. Ameaça Imediata
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Capítulo 35. Quem Mexe Com Fogo...
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Capítulo 36. Não Teste Meu Ímpeto
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Capítulo 37. Tapar o Sol Com a Peneira Pode Ser Melhor
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Capítulo 38. O Mundo é Pequeno
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Capítulo 39. Reconhecimento
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Capítulo 40. A Vida dá Voltas
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Capítulo 46. Após um Sono, um Papo de Boteco: Flashbacks — Parte Cinco
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Capítulo 47. Encontro da Velha Guarda
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Capítulo 48. Um Feixe de Luz e Sombra
50
Capítulo 49. Onde Tudo Resolve?: Flashbacks — Parte Seis
51
Capítulo 50. Onde Tudo Começa a se Enrolar: Flashbacks — Parte Sete
52
Capítulo 51. Corre, Léo, Ainda Dá Tempo!
53
Capítulo 52. Segredos Revelados
54
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56
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Capítulo 58. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Dois
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Capítulo 60. O Casamento da Jasmim: Flashbacks — Parte Dez
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Capítulo 69. Conhecendo os Veteranos
72
Capítulo 70. Conhecendo a Antiga Liderança
73
Capítulo 71. Feitiços, Capoeira e Lâminas
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Capítulo 72. Se o Jogo Vira é Preciso Novas Metas
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Capítulo 74. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 1
77
Capítulo 75. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 2
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Capítulo 76. Enfrentamento e Caos: Flashbacks — Parte Onze
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Capítulo 93. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Dois
96
Capítulo 94. Seguindo a Correnteza
97
Capítulo 95. Encarando o Destino Improvável — Final (Talvez…)

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