Capítulo 11. Os Segredos e os Domínios

    Ao fim da refeição, enquanto Cláudio seguiu para lidar com a limpeza da mesa, os outros saíram, rumo ao pagode, para retomarem sua rotina de treinamento e estudos.

    — Enquanto descansam o almoço, apenas ouçam. Assim que eu terminar, mostrarei. — Exu disse.

    Léo apenas assentiu com a cabeça.

    — Sim! Seguimos de onde paramos? — Thaís perguntou.

    — Não. Recomeçaremos pelo Léo. Como não está tão distante, não será um empecilho, certo, menina Thaís?

    — Falando assim parece estar me dando uma bronca!

    — E estou! — exclamou. — Isso serve de aviso ‘pra você, menino Léo. Sou paciente e jamais negarei meus segredos a vocês, mas quanto mais demorarem, menos se desenvolverão.

    — Sim, Exu. — Léo assentiu, focado. — Prometo me esforçar e tentar não atrapalhar o avanço de Thaís. Desculpa, Tatá!

    — Tudo bem… Exu é impaciente, mas está certo. Estou aqui há mais de vinte anos e nem saí do básico… mas, os segredos são bastante difíceis mesmo.

    — Sério!? — Léo indagou.

    — Sim… e são vários!

    — Eu soube… Exu, ela está falando dos domínios, certo?

    — Não, menino Léo. Segredos são outra coisa — disse, rindo.

    — E o que são!?

    — Ferramentas invisíveis, sem forma, com efeitos e utilidades. Bem, meus segredos são simples. No primeiro grau, exponenciam seu poder de convencimento e sedução. Depois, permite sentir mentiras, mesmo quando quem conta não sabe. Por último, torna seus passos ligeiros e inaudíveis para pessoas comuns.

    — Os outros níveis avançam o poder destes segredos?

    — Sim. Meu segredo detém quatro graus, por exemplo, mas isso difere de um Orixá para o outro.

    — Preciso exercitar… ou só estudo resolve? — Léo perguntou.

    — Ampliar o emi e exercitar, após descobrir como funciona, inevitavelmente elevará o grau — explicou.

    — Tudo bem, então… como começamos?

    — Léo, acabamos de comer! — Thaís repreendeu.

    — Sério!? Parece que já estou há muito tempo sentado, pensando… nem me sinto pesado mais! — Léo pasmou.

    Exu observou e Léo não mentiu. Usando de minúcia na observação, percebeu que o corpo de Léo realmente lidara com a etapa da digestão que estavam aguardando.

    — Thaís, descanse mais um pouco. — Exu disse. — Você, menino Léo, vem. Ensino. Assim se pegar, alcança a menina Thaís e volto a lecionar usando o nível da moça.

    — Tudo bem. Vamos! — disse, empolgado.

    Exu mostrou a manipulação do emi. A partir de movimentos do corpo e da respiração era possível ativar o segredo, sem a necessidade de um encanto, afinal, alguns efeitos permaneceriam ativos após a primeira ativação.

    Léo mostrou-se habilidoso na arte de seduzir e observar o coração das pessoas, mas ao tratante dos passos leves e rápidos demorou, necessitando da ajuda de Exu para obter êxito.

    — Menino Léo, já tem meus domínios. Eles se estendem a todos e podem usar. Vejamos. Se conseguir usar, não precisará treinar os segredos, pois, estará no máximo nível de graus, que meu segredo oferece! — Exu disse, baixo. — Tem a ferramenta de Ibeji, mas não possui os domínios. Ele não te ensinou como usar, logo precisará desenvolver. Primeiro o meu e depois o de erê ibi.

    Léo assentiu, muito centrado.

    — Concentre-se e sinta o fluxo de seu emi.  Depois, direcione-o à minha frequência energética. Por último, brade minha reverência e lhe responderei!

    O rapaz seguiu as palavras, calmamente.

    — Laroiê! — bradou bem forte.

    Exu nem sequer surpreendeu-se com o prodígio, apesar da dificuldade, conseguindo executar aquilo que lhe fora ensinado.

    O corpo do jovem começou a esquentar e ele pôde ver o suave movimento das brisas ao seu redor. Conseguiu perceber o intento de Exu para mover-se, antes mesmo de Exu fazê-lo.

    — Nossa, menino Léo! — exclamou. — Parabéns! Agora sabe, não precisa estar mais aqui! Pode ir brincar com seus abikus.

    — Nem tentei fazer algo quanto aos domínios de Ibeji! — Léo disse. — Além disso, acho que não conheci o outro.

    — Porque só o verá quando terminar com seu domínio. Que bom que já sabe serem dois!

    — Já sabia e ele confirmou quando nos encontramos… — disse, talvez agitado demais. — Então… Posso… ir?

    — Pode. O resto é estudo. Lembre-se, tente alcançar os domínios de Ogum antes de amanhã. Surpreenda seu pai!

    Léo abraçou Exu, despedindo-se e acenou para Thaís.

    A moça nada entendeu, mas ficou quieta.

    Assim que se afastou, Léo decidiu testar as ferramentas de Exu, tentando enviar uma mensagem para Pedrinho: “Querido amigo, estou livre, agora. Vocês também estão?”

    O jovem sentiu quando um elo com o menino se estabeleceu.

    “Quê!? O tio já- Ah! Deixa, sim. Estamos, sim. Pode deixar que vamos esperar por você! Mariazinha… ele ‘tá falando comigo daqui. Olha! Ele é forte!”

    O jovem riu, ouvindo as palavras de Pedrinho.

    O processo de distanciar-se, encerrando o elo, foi tranquilo.

    Decidiu praticar com os passos do vento, apenas para atestar o quão veloz se tornaria e bastou um passo para chegar ao lado de Mariazinha e Pedrinho.

    — Ai! Que susto, tio! — Ambos caíram, realmente surpresos.

    Léo riu.

    — Bem-vindo de volta! — Uma voz poderosa e imponente, porém gentil, cessou sua risada. — Agora, podemos conversar sem maiores problemas, jovem Léo.

    Léo olhou na direção de Iroko, assustadiço.

    Assentiu com a cabeça, repetidamente, aturdido.

    — S-sim, senhor! — disse, com os olhos arregalados.

    Enquanto se levantava, Pedrinho riu da cara assustada do jovem.

    — Então… veio brincar, tio? — perguntou.

    — Sim e não. Preciso de ajuda! — Léo disse.

    — O quê!?

    — Quero alcançar entendimento sobre os domínios de Ibeji.

    — Ah! Isso é fácil… mas, primeiro, brinca com a gente!

    — ‘T-tá bom!

    Eles iniciaram seu pique-pega. Léo já esperava que a brincadeira se misturasse com o pique-esconde, como aconteceu na primeira vez.

    Em dado momento, percebeu que os abikus não só brincavam, mas realmente desafiavam sua capacidade de pegá-los, ou encontrá-los, de forma que um humano normal não faria.

    Sobiam em árvores imensas num piscar de olhos. Corriam como o vento.

    Quando se esconderam foi realmente impossível encontrá-los!

    Contudo, Léo se lembrou das palavras de Ibeji e decidiu se concentrar, repetindo os ensinamentos de Exu, direcionou sua mente a Ibeji e bradou:

    — Bejiró!

    Sentia algo como uma espécie de radar e apesar de saber aonde se escondiam Mariazinha e Pedrinho, conseguiu sentir centenas de outras presenças infantis ao seu redor.

    Conseguiu ver a verdadeira forma dos ibejis, a sua frente, com coroas na forma de um capacete oval, apontando para cima. Seus corpos ostentavam muitos desenhos, como se fossem completamente tatuados. Um tecido azul-claro cobria o rosto de um enquanto um rosa cobria o rosto do outro.

    Ambos carregavam uma cabaça. As calças de ambos tinham o tom verde-água, porém, enquanto o azul-claro incorria mais em um, no outro o rosa era mais presente.

    Ambos o cumprimentaram, seguindo na direção oposta de Iroko.

    — Impressionante! — Iroko disse. — Já esperava que aprendesse rápido, porém, supera minhas expectativas, jovem Léo. Devo-lhe meus parabéns.

    — O-obrigado, senhor. — O jovem disse. — O-o… que… devo… fazer, agora?

    — Veio brincar com os abikus, não!? — indagou, retórico. — Quando estiver pronto, venha me ver. Melhor, mande Exu vir!

    — Sim. — Léo assentiu.

    Voltou a divertir-se com os amigos, focando em desenvolver os segredos e ferramentas de Ibeji e Exu.

    Foi uma tarde indescritivelmente boa! Recheada com o melhor.

    — Já que aprendeu tudo. Nem preciso me preocupar. — Pedrinho disse ao fim do dia, quando o sol começou a se pôr.

    — Precisa ir, senão a noite te alcança antes de chegar em casa! — Mariazinha sugeriu, com um belo sorriso no rosto.

    — Ainda não irei para casa, pois, tenho um lugar para ir!

    Os abikus se entreolharam e voltaram a olhar para o amigo.

    — Que Orum te guie e proteja. — Ambos disseram. — Até depois. Tchau, tio Casa!

    Léo acabou respondendo junto a Iroko:

    — Boa noite! Partam com as bençãos de Obatala!

    O jovem se surpreendeu, assustadiço, porém, curvou-se reverenciando-lhe e se despediu, partindo na direção do rio, buscando não se atrasar para o convite de Oxum.

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Comments

Raquel Souza

Raquel Souza

esse capítulo foi agradavelmente calmo 😊

2022-06-21

0

Raquel Souza

Raquel Souza

hora de ver Oxum

2022-06-21

1

Raquel Souza

Raquel Souza

eita...

2022-06-21

1

Ver todos
Capítulos
1 Capítulo 1. Não tema, filho, Exu cuida dos seus e de seus sobrinhos sempre!
2 Capítulo 2. Nos Braços de Olorum
3 Capítulo 3. Laroiê! Exu é mojubá!
4 Capítulo 4. Ogunhê! Patakori Ogum!
5 Capítulo 5. A natureza das coisas
6 Capítulo 6. Perdido na Mata?
7 Capítulo 7. Abikus, Ibeji e a grande árvore Iroko
8 Capítulo 8. Conforme a Dança
9 Capítulo 9. Sangue de Sambista tem Capoeira na Essência
10 Capítulo 10. Reflexões e Reflexos na Água
11 Capítulo 11. Os Segredos e os Domínios
12 Capítulo 12. Nos Encantos de Oxum
13 Capítulo 13. Visita Inesperada
14 Capítulo 14. Paciência Tem Limite
15 Capítulo 15. Resolução e Cobrança
16 Capítulo 16. Quente Como o Fogo, Forte Como o Aço
17 Capítulo 17. O Colibri e a Jasmim: Flashbacks — Parte Um
18 Capítulo 18. Pelo Bem Dela
19 Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 1
20 Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 2
21 Capítulo 20. O Tempo Corre e Nem Se Vê
22 Capítulo 21. Triste Despedida
23 Capítulo 22. Terceira Chance
24 Capítulo 23. O Pedido: Flashbacks — Parte Dois
25 Capítulo 24. De Volta ao Lar — ou nem tanto!
26 Capítulo 25. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Um
27 Capítulo 26. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Dois
28 Capítulo 27. Um Sonho Renasce
29 Capítulo 28. Segurando as Pontas
30 Capítulo 29. Testado Pelo Mal
31 Capítulo 30. Exercitando os Limites
32 Capítulo 31. Samba e Bingo: Flashbacks — Parte Três
33 Capítulo 32. Ervas Daninhas
34 Capítulo 33. Há Tempo Para Tudo
35 Capítulo 34. Ameaça Imediata
36 Capítulo 35. Quem Mexe Com Fogo...
37 Capítulo 36. Não Teste Meu Ímpeto
38 Capítulo 37. Tapar o Sol Com a Peneira Pode Ser Melhor
39 Capítulo 38. O Mundo é Pequeno
40 Capítulo 39. Reconhecimento
41 Capítulo 40. A Vida dá Voltas
42 Capítulo 41. Disputa Silenciosa
43 Capítulo 42. Primeiro Rolê: Flashbacks — Parte Quatro
44 Capítulo 43. Vem pro Baile!
45 Capítulo 44. Conhecendo o Inimigo Invisível
46 Capítulo 45. O Tempo Voltou Para Mim Também!
47 Capítulo 46. Após um Sono, um Papo de Boteco: Flashbacks — Parte Cinco
48 Capítulo 47. Encontro da Velha Guarda
49 Capítulo 48. Um Feixe de Luz e Sombra
50 Capítulo 49. Onde Tudo Resolve?: Flashbacks — Parte Seis
51 Capítulo 50. Onde Tudo Começa a se Enrolar: Flashbacks — Parte Sete
52 Capítulo 51. Corre, Léo, Ainda Dá Tempo!
53 Capítulo 52. Segredos Revelados
54 Capítulo 53. Reconciliação, Fogo e Paixão
55 Capítulo 54. Desabafos e Verdades
56 Capítulo 55. A Dívida Será Paga! Um Recomeço Feliz?: Flashbacks — Parte Oito
57 Capítulo 56. Tramoias e Arapucas: Flashbacks — Parte Nove
58 Capítulo 57. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Um
59 Capítulo 58. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Dois
60 Capítulo 59. Início do Real Perigo
61 Capítulo 60. O Casamento da Jasmim: Flashbacks — Parte Dez
62 Capítulo 61. Libertação: Verdade, Pizza e Vendaval!
63 Capítulo 62. Aos Meus, Tudo Ofereço
64 Capítulo 63. Comemoração: Churrasco na Laje
65 Capítulo 64. Não Queria Isso… Me Perdoa!
66 Capítulo 65. Obrigado, Vilania
67 Capítulo 66. O Anti-Léo Mandou
68 Comunicando Sobre as Atualizações
69 Capítulo 67. Passeando com a Patroa
70 Capítulo 68. Pagode na Cohab
71 Capítulo 69. Conhecendo os Veteranos
72 Capítulo 70. Conhecendo a Antiga Liderança
73 Capítulo 71. Feitiços, Capoeira e Lâminas
74 Capítulo 72. Se o Jogo Vira é Preciso Novas Metas
75 Capítulo 73. Não Gosto de Você! Mas, Obrigada…
76 Capítulo 74. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 1
77 Capítulo 75. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 2
78 Capítulo 76. Enfrentamento e Caos: Flashbacks — Parte Onze
79 Capítulo 77. Lágrimas e Quedas: Flashbacks — Parte Doze
80 Capítulo 78. O Primeiro Teste
81 Capítulo 79. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Um
82 Capítulo 80. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Dois
83 Capítulo 81. Promessa de Uma Nova Vida — Parte Três
84 Capítulo 82. Renovação e Esperança
85 Capítulo 83. Aproximando-se do Covil
86 Capítulo 84. Contato Direto
87 Capítulo 85. Controle-se, Léo
88 Capítulo 86. Decisão de Peso
89 Capítulo 87. Resgatando o Passado
90 Capítulo 88. Juras e Arrependimentos — Parte Um
91 Capítulo 89. Juras e Arrependimentos — Parte Dois
92 Capítulo 90. Prenúncio de Ciranda
93 Capítulo 91. Quero Mel Para Passar na sua Cara!
94 Capítulo 92. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Um
95 Capítulo 93. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Dois
96 Capítulo 94. Seguindo a Correnteza
97 Capítulo 95. Encarando o Destino Improvável — Final (Talvez…)
Capítulos

Atualizado até capítulo 97

1
Capítulo 1. Não tema, filho, Exu cuida dos seus e de seus sobrinhos sempre!
2
Capítulo 2. Nos Braços de Olorum
3
Capítulo 3. Laroiê! Exu é mojubá!
4
Capítulo 4. Ogunhê! Patakori Ogum!
5
Capítulo 5. A natureza das coisas
6
Capítulo 6. Perdido na Mata?
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Capítulo 7. Abikus, Ibeji e a grande árvore Iroko
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Capítulo 8. Conforme a Dança
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Capítulo 9. Sangue de Sambista tem Capoeira na Essência
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Capítulo 10. Reflexões e Reflexos na Água
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Capítulo 47. Encontro da Velha Guarda
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Capítulo 48. Um Feixe de Luz e Sombra
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Capítulo 49. Onde Tudo Resolve?: Flashbacks — Parte Seis
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Capítulo 50. Onde Tudo Começa a se Enrolar: Flashbacks — Parte Sete
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Capítulo 51. Corre, Léo, Ainda Dá Tempo!
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Capítulo 75. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 2
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Capítulo 93. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Dois
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Capítulo 94. Seguindo a Correnteza
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Capítulo 95. Encarando o Destino Improvável — Final (Talvez…)

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