Capítulo 3. Laroiê! Exu é mojubá!

    Léo ficou maravilhoso e extremamente fascinado pela arte da capoeira. Jamais vira tamanha beleza como agora.

    Era nítido que a dança carregava, sim, muito valor cultural, porém havia muito poder na arte marcial, extremamente veloz.

    Após alguns minutos, Exu encerra o treino com Cláudio, permitindo-o descansar um pouco, e olha para Léo, gesticula de forma fluída, com um gingado informal e o diz:

    — Vamos ver o que sabe!

    Cláudio se aproxima de Léo e fala, um pouco ríspido:

    — Se não souber, deixe claro. É mais fácil e dói menos. Acredite em mim. O orgulho, aqui, só causa dor. Depois conversamos, parece que mestre Exu encontrou mais um possível bom irmão.

    Léo fica aturdido sobre em quem prestar atenção, mas se levanta e concorda, pondo base de luta de rua, levando gargalhadas a Exu.

    O mestre chama Léo para ensiná-lo a iniciar a cantiga e a dança de capoeira, agachando-se e mostrando onde Léo deveria ficar e Exu inicia, bradando:

    — Laroiê! Eu sou mojubá!

    Não tardou para Léo se perder nos movimentos de Exu, que parecia voar como um pássaro elegante e ardiloso diante de seus olhos. Entre pernadas e fintas cruzadas com movimentos e rasteiras, muito fácil e rapidamente Léo é derrotado completamente.

    Não sabia nada de capoeira, logo, ouvindo os conselhos de Cláudio, entrega-se, dizendo:

    — Ai, ai, ai, ai, ai, perdi, perdi!

    Exu ri do pasmar do garoto e o estende a mão.

    — Vem, menino Léo. Caminhemos… Você ainda não está pronto para a capoeira. Primeiro, explicações e regras.

    Léo toma sua mão, bate a poeira da roupa ao levantar.

    — S-sim, senhor! Ufa. — Suspira.

    Dali, eles seguem, sem rumo ou hora para voltar.

    — Primeiramente, regras! — diz Exu. — Sem fazer corpo mole, está aqui para aprender. Sem maltratar a natureza, exceto se precisar e é relativo, sempre busque outra maneira. Não deseje as coisas dos outros. Não mate, exceto se para comer ou se proteger. Seja sábio em suas escolhas, elas lhe reconstruirão a partir daqui. Nem tudo que parece é, então muita atenção, observe tudo sempre. Ajude a tudo e todos que precisarem, sem exceção. Ame e respeite a tudo, sem exceção. Seja honesto em todas as suas palavras, isto lhe poupará muito acredite! Não irrite ninguém, poucos aqui não conseguem lhe fazer mal, aceite isso e viverá. Cuide bem de si mesmo, se não pagará caro por isso. Viu!? É simples. Agora, sabe onde está?

    — Entendi… Posso perguntar as regras de novo depois para fazer uma lista!? — Léo indaga, abismado com a quantidade de regras. — E, sim, Thaís… quero dizer, a Tatá me explicou um pouco disso e do exército de egum se reunindo no mundo terreno.

    Com um ar brincalhão e curioso, Exu circunda Léo enquanto caminham até que põe as mãos na nuca, como se a apoiasse e relaxasse, respondendo-o:

    — Sim, claro… Repito depois. É bom! Isto me poupa tempo. Bem, garoto, esses acontecimentos são apenas reflexo das ações do passado. Muitos desencarnados ainda guardam rancor por tudo que aconteceu e acontece em Ile Aiye, logo, não é de se espantar, não!?

    — Não, senhor, mas como posso ajudar? A Tatá me disse que estudando e me empenhando ao máximo é um bom começo… mas ‘pra quê?

    — Você será um dos que ajudarão os que ainda não enxergam o imaterial, menino Léo. Não, você não morreu, nem se tornou um guia, mas está entre um mundo e outro. Um dia poderá ser uma alma iluminada, imortalizada pela luz de Zambi. Logo, sim, lutará contra aquilo que insiste em ficar na negatividade e na escuridão. Defenderá e ajudará quem precisa. Para isso, precisa aprender sobre os segredos dos Caminhos e do Vento, além da sabedoria da natureza e dos elementos que a compõe. Isso é cultivar verdadeiramente os frutos que mencionei, naquele dia.

    — Por que eu!?

    — Você é só uma vítima… e vítimas criam outras. Você nunca quis, apenas foi uma criança sem sabedoria, sem rumo. O que vem se tornando normal no mundo humano, mas isso pode mudar, como também disse. Além disso, você difere, menino Léo. Mergulhou na escuridão, nadou e bebeu dela, mas não se corrompeu verdadeiramente. O que parecia sujo era somente poeira sobre sua roupa.

    — Poderei ver e falar com alguém?

    — Poderá ver, mas não falar. Ao menos, até Oxalá crer que deve se tornar um guia e, mesmo assim, não deverá dizer quem verdadeiramente é. Usará um título e cargo, entregues a ti no momento que estiver pronto.

    — Entendo… e o que faremos, agora?

    — Já estamos fazendo. Sinta a natureza. Respire Olodumarê e faça parte do mesmo!

    Léo se concentra e tentar sentir profundamente a natureza, sem sucesso. Exu gargalha da tentativa frustrada.

    — Não é assim, menino Léo — diz o mestre —, apenas seja parte, como até agora o fez. Ponha em prática o que aprender com a natureza. O resto, eu e teu pai Ogum lhe ensinamos, tudo bem!?

    — Claro, mas eu…

    Exu gargalha.

    — Sim, o conhecerá pessoalmente, sim! — Exu diz.

    Léo congela de preocupação e ansiedade. Muitos sentimentos bons e ruins permeiam seu corpo frente a ideia de estar a frente de Ogum, seu pai e grande guerreiro protetor de Ile Aiye, a terra.

    Sem perceber, é acordado por um brado de Exu, diante de uma construção, similar a uma forja combinada com um paiol de armas africanas, de cor azul anil e vermelho.

    — Ogunhê!

    Uma voz pesada, bruta e bem forte, brada de volta do interior da construção, como uma poderosa explosão:

    — Laroiê!

    Tremor espalhou-se no âmago de Léo.

    O rapaz cai sobre os joelhos e chora de emoção e temor, vendo a figura alta e forte de pele escura, muito parecido com Exu, vestindo azul e um capacete de ferro com correntes cobrindo seu rosto.

    Ogum vestia braceletes, cobrindo seu antebraço. Sua guia com contas de semente atravessava seu peitoral nu e ele portava uma espada em sua cintura.

    Sua envergadura e musculatura superava Exu e ele tinha a aparência mais velha e intimidadora. Carregava muitas cicatrizes por inúmeras lutas e batalhas, porém, ostentava as cicatrizes como medalhas para se orgulhas.

    Tinha a postura firme e pesada, impossibilitando confundi-lo. Sim, este é Ogum, um dos irmãos de Exu, o Orixá guerreiro.

    Exu estende os braços para abraçar seu irmão.

    — Quanto tempo, meu irmão. Que saudade! Trago-lhe novidade e uma boa notícia. — Exu diz.

    — Também sinto sua falta, Exu, mas ontem mesmo você estava aqui. — Ogum gargalha. — Diga-me qual a boa notícia que fala… se for trabalho, melhor ainda!

    — Por isso é uma boa notícia. Sei que gosta! Se não soubesse, não seria seu irmão favorito. — Exu ri.

    — Convencido! Diga, não me deixe ansioso ou nervoso, sabe bem como sou.

    — Claro, claro. Veja, este é o menino Léo. Por coincidência é um filho teu e o achei por aí, sabe… perdido… então, pensei: “Por que não trazê-lo ao meu irmão e pedir-lhe ajuda para torná-lo alguém digno de portar o título de filho de Ogum?”.

    — Leandro é seu nome… te conheço, garoto! — Ogum  diz, medindo Léo de cima a baixo.

    — Perdão, meu pai. — Léo diz, aos prantos. — Falhei e provavelmente sou o pior filho que já teve!

    — Como!? — Ogum gargalha. — Garoto, é apenas uma criança. Muito do que fez foi por falta de ensinamento e ainda posso dizer mais… não matou, tampouco distribuiu mal gratuitamente. Bem, tirando a moça, mas todos erram, até eu já errei!

    Léo abaixa a cabeça, um pouco aliviado, apesar de ainda triste por seus atos, principalmente por, agora, ter certeza de que fizera um grande mal a Rebeca.

    — Obrigado, senhor. — Léo finalmente diz.

    — Então, aceita a proposta de Exu, garoto?

    — Sim, aceito. Entrego-me totalmente às suas mãos e às mãos de Exu.

    Exu dá um sorriso arisco e diz:

    — Bom garoto. Muito bom! Sei que nos dará orgulho, se continuar assim.

    Ogum observa Léo e seu coração.

    Seu semblante muda e ele diz:

    — Vamos à área de treinamento e teste das armas!

    — Já!? — Exu indaga, arregalando os olhos.

    — Sim, imediatamente!

    — Você é quem manda, meu irmão. — Exu ri alto.

    Léo assente com a cabeça, sem perceber a mudança no semblante de Ogum, e os três seguem ao local indicado por seu pai.

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Comments

Islaine dos Reis Lima

Islaine dos Reis Lima

será o que ele viu?? não de e ser boa coisa

2022-08-06

1

Islaine dos Reis Lima

Islaine dos Reis Lima

nossa gente q emoção, conhecer o pai de seu ori

2022-08-06

0

Islaine dos Reis Lima

Islaine dos Reis Lima

Imaginando a força que Ogum emana

2022-08-06

0

Ver todos
Capítulos
1 Capítulo 1. Não tema, filho, Exu cuida dos seus e de seus sobrinhos sempre!
2 Capítulo 2. Nos Braços de Olorum
3 Capítulo 3. Laroiê! Exu é mojubá!
4 Capítulo 4. Ogunhê! Patakori Ogum!
5 Capítulo 5. A natureza das coisas
6 Capítulo 6. Perdido na Mata?
7 Capítulo 7. Abikus, Ibeji e a grande árvore Iroko
8 Capítulo 8. Conforme a Dança
9 Capítulo 9. Sangue de Sambista tem Capoeira na Essência
10 Capítulo 10. Reflexões e Reflexos na Água
11 Capítulo 11. Os Segredos e os Domínios
12 Capítulo 12. Nos Encantos de Oxum
13 Capítulo 13. Visita Inesperada
14 Capítulo 14. Paciência Tem Limite
15 Capítulo 15. Resolução e Cobrança
16 Capítulo 16. Quente Como o Fogo, Forte Como o Aço
17 Capítulo 17. O Colibri e a Jasmim: Flashbacks — Parte Um
18 Capítulo 18. Pelo Bem Dela
19 Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 1
20 Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 2
21 Capítulo 20. O Tempo Corre e Nem Se Vê
22 Capítulo 21. Triste Despedida
23 Capítulo 22. Terceira Chance
24 Capítulo 23. O Pedido: Flashbacks — Parte Dois
25 Capítulo 24. De Volta ao Lar — ou nem tanto!
26 Capítulo 25. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Um
27 Capítulo 26. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Dois
28 Capítulo 27. Um Sonho Renasce
29 Capítulo 28. Segurando as Pontas
30 Capítulo 29. Testado Pelo Mal
31 Capítulo 30. Exercitando os Limites
32 Capítulo 31. Samba e Bingo: Flashbacks — Parte Três
33 Capítulo 32. Ervas Daninhas
34 Capítulo 33. Há Tempo Para Tudo
35 Capítulo 34. Ameaça Imediata
36 Capítulo 35. Quem Mexe Com Fogo...
37 Capítulo 36. Não Teste Meu Ímpeto
38 Capítulo 37. Tapar o Sol Com a Peneira Pode Ser Melhor
39 Capítulo 38. O Mundo é Pequeno
40 Capítulo 39. Reconhecimento
41 Capítulo 40. A Vida dá Voltas
42 Capítulo 41. Disputa Silenciosa
43 Capítulo 42. Primeiro Rolê: Flashbacks — Parte Quatro
44 Capítulo 43. Vem pro Baile!
45 Capítulo 44. Conhecendo o Inimigo Invisível
46 Capítulo 45. O Tempo Voltou Para Mim Também!
47 Capítulo 46. Após um Sono, um Papo de Boteco: Flashbacks — Parte Cinco
48 Capítulo 47. Encontro da Velha Guarda
49 Capítulo 48. Um Feixe de Luz e Sombra
50 Capítulo 49. Onde Tudo Resolve?: Flashbacks — Parte Seis
51 Capítulo 50. Onde Tudo Começa a se Enrolar: Flashbacks — Parte Sete
52 Capítulo 51. Corre, Léo, Ainda Dá Tempo!
53 Capítulo 52. Segredos Revelados
54 Capítulo 53. Reconciliação, Fogo e Paixão
55 Capítulo 54. Desabafos e Verdades
56 Capítulo 55. A Dívida Será Paga! Um Recomeço Feliz?: Flashbacks — Parte Oito
57 Capítulo 56. Tramoias e Arapucas: Flashbacks — Parte Nove
58 Capítulo 57. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Um
59 Capítulo 58. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Dois
60 Capítulo 59. Início do Real Perigo
61 Capítulo 60. O Casamento da Jasmim: Flashbacks — Parte Dez
62 Capítulo 61. Libertação: Verdade, Pizza e Vendaval!
63 Capítulo 62. Aos Meus, Tudo Ofereço
64 Capítulo 63. Comemoração: Churrasco na Laje
65 Capítulo 64. Não Queria Isso… Me Perdoa!
66 Capítulo 65. Obrigado, Vilania
67 Capítulo 66. O Anti-Léo Mandou
68 Comunicando Sobre as Atualizações
69 Capítulo 67. Passeando com a Patroa
70 Capítulo 68. Pagode na Cohab
71 Capítulo 69. Conhecendo os Veteranos
72 Capítulo 70. Conhecendo a Antiga Liderança
73 Capítulo 71. Feitiços, Capoeira e Lâminas
74 Capítulo 72. Se o Jogo Vira é Preciso Novas Metas
75 Capítulo 73. Não Gosto de Você! Mas, Obrigada…
76 Capítulo 74. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 1
77 Capítulo 75. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 2
78 Capítulo 76. Enfrentamento e Caos: Flashbacks — Parte Onze
79 Capítulo 77. Lágrimas e Quedas: Flashbacks — Parte Doze
80 Capítulo 78. O Primeiro Teste
81 Capítulo 79. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Um
82 Capítulo 80. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Dois
83 Capítulo 81. Promessa de Uma Nova Vida — Parte Três
84 Capítulo 82. Renovação e Esperança
85 Capítulo 83. Aproximando-se do Covil
86 Capítulo 84. Contato Direto
87 Capítulo 85. Controle-se, Léo
88 Capítulo 86. Decisão de Peso
89 Capítulo 87. Resgatando o Passado
90 Capítulo 88. Juras e Arrependimentos — Parte Um
91 Capítulo 89. Juras e Arrependimentos — Parte Dois
92 Capítulo 90. Prenúncio de Ciranda
93 Capítulo 91. Quero Mel Para Passar na sua Cara!
94 Capítulo 92. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Um
95 Capítulo 93. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Dois
96 Capítulo 94. Seguindo a Correnteza
97 Capítulo 95. Encarando o Destino Improvável — Final (Talvez…)
Capítulos

Atualizado até capítulo 97

1
Capítulo 1. Não tema, filho, Exu cuida dos seus e de seus sobrinhos sempre!
2
Capítulo 2. Nos Braços de Olorum
3
Capítulo 3. Laroiê! Exu é mojubá!
4
Capítulo 4. Ogunhê! Patakori Ogum!
5
Capítulo 5. A natureza das coisas
6
Capítulo 6. Perdido na Mata?
7
Capítulo 7. Abikus, Ibeji e a grande árvore Iroko
8
Capítulo 8. Conforme a Dança
9
Capítulo 9. Sangue de Sambista tem Capoeira na Essência
10
Capítulo 10. Reflexões e Reflexos na Água
11
Capítulo 11. Os Segredos e os Domínios
12
Capítulo 12. Nos Encantos de Oxum
13
Capítulo 13. Visita Inesperada
14
Capítulo 14. Paciência Tem Limite
15
Capítulo 15. Resolução e Cobrança
16
Capítulo 16. Quente Como o Fogo, Forte Como o Aço
17
Capítulo 17. O Colibri e a Jasmim: Flashbacks — Parte Um
18
Capítulo 18. Pelo Bem Dela
19
Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 1
20
Capítulo Especial 19. Uma Noite de Decisões; Um Amanhecer de Desilusões — Parte 2
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Capítulo 20. O Tempo Corre e Nem Se Vê
22
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Capítulo 23. O Pedido: Flashbacks — Parte Dois
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Capítulo 24. De Volta ao Lar — ou nem tanto!
26
Capítulo 25. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Um
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Capítulo 26. Força, Foco e Resto? Entrega na Mão de Oxalá! — Parte Dois
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Capítulo 27. Um Sonho Renasce
29
Capítulo 28. Segurando as Pontas
30
Capítulo 29. Testado Pelo Mal
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Capítulo 30. Exercitando os Limites
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Capítulo 31. Samba e Bingo: Flashbacks — Parte Três
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Capítulo 32. Ervas Daninhas
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Capítulo 33. Há Tempo Para Tudo
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Capítulo 34. Ameaça Imediata
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Capítulo 35. Quem Mexe Com Fogo...
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Capítulo 36. Não Teste Meu Ímpeto
38
Capítulo 37. Tapar o Sol Com a Peneira Pode Ser Melhor
39
Capítulo 38. O Mundo é Pequeno
40
Capítulo 39. Reconhecimento
41
Capítulo 40. A Vida dá Voltas
42
Capítulo 41. Disputa Silenciosa
43
Capítulo 42. Primeiro Rolê: Flashbacks — Parte Quatro
44
Capítulo 43. Vem pro Baile!
45
Capítulo 44. Conhecendo o Inimigo Invisível
46
Capítulo 45. O Tempo Voltou Para Mim Também!
47
Capítulo 46. Após um Sono, um Papo de Boteco: Flashbacks — Parte Cinco
48
Capítulo 47. Encontro da Velha Guarda
49
Capítulo 48. Um Feixe de Luz e Sombra
50
Capítulo 49. Onde Tudo Resolve?: Flashbacks — Parte Seis
51
Capítulo 50. Onde Tudo Começa a se Enrolar: Flashbacks — Parte Sete
52
Capítulo 51. Corre, Léo, Ainda Dá Tempo!
53
Capítulo 52. Segredos Revelados
54
Capítulo 53. Reconciliação, Fogo e Paixão
55
Capítulo 54. Desabafos e Verdades
56
Capítulo 55. A Dívida Será Paga! Um Recomeço Feliz?: Flashbacks — Parte Oito
57
Capítulo 56. Tramoias e Arapucas: Flashbacks — Parte Nove
58
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Capítulo 58. Reviravolta Entre as Lulus — Parte Dois
60
Capítulo 59. Início do Real Perigo
61
Capítulo 60. O Casamento da Jasmim: Flashbacks — Parte Dez
62
Capítulo 61. Libertação: Verdade, Pizza e Vendaval!
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Capítulo 62. Aos Meus, Tudo Ofereço
64
Capítulo 63. Comemoração: Churrasco na Laje
65
Capítulo 64. Não Queria Isso… Me Perdoa!
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Capítulo 65. Obrigado, Vilania
67
Capítulo 66. O Anti-Léo Mandou
68
Comunicando Sobre as Atualizações
69
Capítulo 67. Passeando com a Patroa
70
Capítulo 68. Pagode na Cohab
71
Capítulo 69. Conhecendo os Veteranos
72
Capítulo 70. Conhecendo a Antiga Liderança
73
Capítulo 71. Feitiços, Capoeira e Lâminas
74
Capítulo 72. Se o Jogo Vira é Preciso Novas Metas
75
Capítulo 73. Não Gosto de Você! Mas, Obrigada…
76
Capítulo 74. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 1
77
Capítulo 75. Mocotó e a Primeira Reunião dos Guerreiros de Olorum — Parte 2
78
Capítulo 76. Enfrentamento e Caos: Flashbacks — Parte Onze
79
Capítulo 77. Lágrimas e Quedas: Flashbacks — Parte Doze
80
Capítulo 78. O Primeiro Teste
81
Capítulo 79. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Um
82
Capítulo 80. Promessas de Uma Nova Vida — Parte Dois
83
Capítulo 81. Promessa de Uma Nova Vida — Parte Três
84
Capítulo 82. Renovação e Esperança
85
Capítulo 83. Aproximando-se do Covil
86
Capítulo 84. Contato Direto
87
Capítulo 85. Controle-se, Léo
88
Capítulo 86. Decisão de Peso
89
Capítulo 87. Resgatando o Passado
90
Capítulo 88. Juras e Arrependimentos — Parte Um
91
Capítulo 89. Juras e Arrependimentos — Parte Dois
92
Capítulo 90. Prenúncio de Ciranda
93
Capítulo 91. Quero Mel Para Passar na sua Cara!
94
Capítulo 92. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Um
95
Capítulo 93. Esclarecimentos, Samba e Capoeira — Parte Dois
96
Capítulo 94. Seguindo a Correnteza
97
Capítulo 95. Encarando o Destino Improvável — Final (Talvez…)

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