A Paixão que Não Pode Ser Controlada

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O estacionamento parecia mais frio, mais assustador.

A ausência de Sara era como um buraco impossível de ignorar.

Pak sentiu um nó no estômago.

Ele olhou ao redor desesperado, esperando ver qualquer coisa. Uma pista. Um vestígio. Qualquer coisa.

Mas não havia nada.

Kiet, ao seu lado, mantinha o olhar fixo no espaço vazio, a expressão tensa.

— Ela não pode simplesmente ter sumido assim! — Pak exclamou, a frustração em sua voz era evidente.

Nat, que estava quieto o tempo todo, murmurou:

— Isso não faz sentido…

E não fazia.

Pessoas não desaparecem do nada.

Mas o mais assustador era o que Kiet disse em seguida.

— Isso não é obra de um vampiro comum.

Pak sentiu um arrepio percorrer sua espinha.

Ele olhou para Kiet, o coração acelerando.

— Você sabe de algo, Kiet?

O vampiro hesitou.

Então, seu olhar encontrou o de Pak, e sua voz saiu baixa, intensa:

— Existem coisas piores do que vampiros por aí.

O silêncio entre eles foi cortante.

O ar parecia pesado.

Nat deu um passo para trás.

— Você tá brincando… certo?

Kiet apenas ficou em silêncio.

Pak sentiu a garganta secar.

Ele queria acreditar que isso era exagero.

Mas o olhar de Kiet dizia o contrário.

E, de repente, Pak não sabia mais em quem confiar.

Naquela noite, Pak não conseguiu dormir.

O desaparecimento de Sara estava gravado em sua mente.

Ele se revirou na cama, olhou para o teto, checou o celular mil vezes.

Nada.

Até que…

Seu telefone tocou.

Pak congelou.

O número era desconhecido.

Seu coração disparou.

Ele respirou fundo e atendeu.

— Alô?!

Silêncio.

Pak sentiu o peito apertar.

Então, uma voz sussurrou:

— Cuidado com quem você confia.

A ligação caiu.

Pak ficou ali, segurando o telefone com força, o coração martelando.

O que diabos estava acontecendo?

Ele não podia ficar parado.

Pegou um casaco e saiu do apartamento.

Ele precisava ver Kiet.

O caminho até o apartamento de Kiet pareceu mais longo do que nunca.

A cidade estava escura.

As luzes dos postes piscavam.

Pak sentiu um arrepio.

Ele se sentia observado.

Ao chegar, bateu forte na porta.

Segundos depois, Kiet abriu.

O vampiro olhou para ele, confuso.

— Pak?

Pak não esperou.

Ele entrou sem pensar.

— Eu recebi uma ligação.

Kiet fechou a porta imediatamente.

— Quem era?

— Eu não sei! A pessoa só disse para eu tomar cuidado com quem confio.

O olhar de Kiet se fechou.

— Isso pode ser um aviso.

— Ou uma ameaça, Kiet!

Pak estava tremendo.

Ele odiava essa sensação de não saber o que estava acontecendo.

E então… ele sentiu.

Uma presença gelada.

As mãos de Kiet segurando seu rosto, gentilmente.

Os olhos dourados do vampiro estavam fixos nele.

Intensos.

— Você confia em mim? — Kiet perguntou, a voz rouca.

Pak sentiu o ar faltar.

O coração dele estava uma bagunça.

Mas a única resposta possível era:

— Claro que sim.

Kiet sorriu de leve.

— Então eu vou te proteger, ninguém vai fazer nada contigo.

Pak perdeu o fôlego.

O mundo ao redor desapareceu.

E então…

Sem pensar…

Pak se aproximou.

E Kiet o puxou.

O beijo veio como um incêndio.

Forte. Intenso. Incontrolável.

Pak sentiu os braços de Kiet envolvê-lo, puxando-o ainda mais para perto.

O corpo dele estava quente, firme.

As mãos de Kiet deslizaram lentamente pela sua cintura, segurando-o com força, como se não quisesse soltá-lo.

Pak sentiu um arrepio correr sua espinha.

O toque de Kiet era viciante.

A língua do vampiro explorava sua boca com desejo, e com tesão.

Era como se Kiet estivesse segurando isso por tempo demais.

E agora, finalmente, estivesse se permitindo sentir.

Pak não resistiu.

Ele se entregou completamente.

Os dedos de Kiet deslizaram pelo seu pescoço, pelos seus ombros, sua boca beijava intensamente.

Pak sentiu o corpo inteiro tremer.

Era eletricidade pura.

O desejo crescia, se intensificava.

A respiração deles estava pesada.

E então…

Kiet o empurrou contra a parede, beijando seu pescoço. Os olhos do vampiro estavam mais escuros.

Havia um brilho selvagem neles.

Pak sentiu um arrepio.

— Kiet… — sua voz saiu fraca.

Kiet passou os lábios frios pelo seu corpo, lentamente.

Pak prendeu a respiração.

O toque da boca do vampiro era suave, provocante.

— Você tem ideia… do que está fazendo comigo? — Kiet murmurou contra sua pele.

Pak sentiu o corpo inteiro estremecer.

Ele queria responder.

Mas sua mente estava um caos.

A única coisa que conseguia sentir era o desejo insuportável crescendo.

A respiração quente de Kiet contra sua pele.

O calor das mãos explorando todo o seu corpo.

E o perigo.

O perigo latente naquela situação.

Kiet era um vampiro.

Pak sabia o que isso significava.

Mas, naquele momento… ele não se importava.

Porque a única coisa que importava era o que estavam sentindo.

E nada poderia detê-los agora

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