Meu coração deu um salto, mas mantive o rosto impassível. Viktor sabia como jogar comigo, como me testar até o limite. Ele queria me provocar, ver até onde eu iria antes de desmoronar.
— Está brincando, certo? — Minha voz saiu firme, mas ele percebeu a hesitação na minha postura.
— Nunca fui de brincar, Stella. — Ele inclinou a cabeça, os olhos escuros fixos em mim. — Você perdeu. E prometeu obedecer.
Eu poderia ter dito não. Poderia ter saído da sala e encerrado aquele jogo de poder. Mas havia algo em Viktor, algo irresistível, que fazia com que eu quisesse desafiá-lo.
Fiquei de pé, parada no centro da sala, enquanto ele me observava, paciente, mas predador. A tensão entre nós era quase tangível, como um fio prestes a arrebentar.
— Você quer mesmo isso? — Perguntei, dando um passo à frente, minha voz mais baixa agora.
— Quero você, Stella. Cada parte sua. — Ele não piscou, e a intensidade no seu tom fez minha respiração acelerar.
Minhas mãos foram até o botão da camisa que eu usava, meus dedos hesitantes no início, mas firmes ao encontrar o olhar dele. Ele não desviou o olhar, e o calor que irradiava de Volkov parecia me envolver por completo.
Desabotoei o primeiro botão, depois o segundo. A cada movimento, o olhar dele se tornava mais escuro, mais intenso. Quando terminei, deixei a camisa deslizar pelos ombros, caindo no chão em um movimento lento.
— Continue. — Ele ordenou, sua voz rouca.
Eu queria provocá-lo, queria mostrar que ele não tinha controle total sobre mim, então demorei, deixando minhas mãos vagarem até a cintura da calça. Quando finalmente a deslizei para baixo, fiquei de pé diante dele, apenas de lingerie.
Ele inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, o rosto a poucos centímetros do meu abdômen definido. Seu olhar percorreu cada centímetro do meu corpo, lento, calculado.
— Mais. — Foi tudo o que ele disse.
Eu deveria ter sentido vergonha, desconforto. Mas tudo o que sentia era uma onda de adrenalina e desejo tomando conta de mim. Desabotoei o fecho do sutiã, deixando-o cair, meus seios firmes ficando expostos, e deslizei a calcinha pela pele, até que estivesse completamente nua diante dele.
Ele não se moveu imediatamente. Apenas me observou, cada detalhe, cada curva, como se estivesse gravando aquilo na memória. Seus olhos claros, famintos, mas sua expressão era de completo controle.
— Perfeita. — Ele murmurou, a palavra escapando de seus lábios como um sussurro rouco.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, Viktor estendeu a mão, seus dedos roçando levemente minha cintura. O toque era quente, firme, mas ao mesmo tempo provocador. Ele puxou-me para mais perto, até que eu estivesse entre suas pernas, seu rosto estava próximo a minha b(+18).
— Você acha que perdeu, Stella. — Ele ergueu o rosto para mim, um sorriso perigoso brincando em seus lábios. — Mas eu diria que essa foi a melhor vitória da sua vida.
Eu sabia que vencer aquele jogo seria bom, mas não esperava que fosse tão... satisfatório. Stella era ainda mais tentadora do que eu imaginava. Cada curva, cada movimento dela, parecia projetado para me levar à loucura. Ela era um perigo que eu queria explorar por inteiro.
Quando ela terminou de tirar a última peça de roupa, fiquei parado, observando. Que mulher. Por um momento, só consegui pensar no quanto eu queria ficar dentro dela.
Puxei-a com firmeza, sentando-a sobre minha perna. A proximidade do corpo dela contra o meu era um prazer quase insuportável. Meus olhos caíram instintivamente para os seios dela, redondos, perfeitos. Eu queria senti-los, apertá-los, marcar minha presença ali. Mas me contive.
Eu esperava que ela reagisse como sempre fazia, com um olhar duro, uma palavra afiada, ou até mesmo um tapa. Stella não era de se dobrar facilmente. Mas, em vez disso, ela me encarou de uma forma diferente. Desafiadora, sim, mas também com algo mais.
— Vai ficar só olhando, Viktor?
O sorriso tomou meus lábios antes que eu pudesse evitar. Meu desejo por ela não podia mais ser contido. Segurei a nuca dela com uma mão firme, puxando-a para um beijo que começou quase como uma briga, mas rapidamente se tornou algo mais. A boca dela era quente, macia, e o gosto... Meu Deus. Eu poderia me perder ali para sempre.
Minha outra mão deslizou lentamente pelas coxas dela, a maciez da pele me provocando a cada centímetro. Quando alcancei o seio dela, não resisti e apertei com força o suficiente para arrancar um suspiro dos lábios dela, um som que me deixou ainda mais faminto.
Pausamos o beijo por um momento, nossas testas encostadas, respirações misturadas. Meus dedos ainda exploravam o corpo dela, e eu a vi morder o lábio, como se estivesse tentando não perder o controle. Eu, por outro lado, já não queria controle algum.
Sem aviso, virei Stella com firmeza e a coloquei na poltrona que havia sido meu trono minutos atrás. Ela me olhou surpresa, mas o desejo em seus olhos falou mais alto. Sem hesitar, abri suas pernas, revelando-a completamente para mim.
Inclinei-me para saboreá-la, sentindo o calor e o gosto que eram só dela. Cada gemido que escapava dos lábios dela era um prêmio, um incentivo para continuar. Minhas mãos subiram até seus seios novamente, apertando-os enquanto minha língua trabalhava para levá-la ao limite.
Ela arqueou o corpo, os dedos mergulhando no meu cabelo, segurando minha cabeça como se quisesse garantir que eu nunca parasse. E eu não pretendia parar. Stella era um vício, uma droga que eu sabia que nunca conseguiria largar.
— Tá gostoso, Volkov? — Ela sussurrou, a voz trêmula de prazer.
— É a melhor coisa que já saboreei na vida...
Eu queria dar a ela tudo, e ao mesmo tempo, queria que ela pedisse. Que ela gritasse meu nome, implorasse por mais. Porque, naquele momento, ela não era só minha. Ela era minha vitória. Meu troféu. Minha rainha
Minutos depois, me afastei por um instante, minhas mãos trabalhando rapidamente para me livrar das roupas. Estava quente, e não apenas por causa do ambiente. Era ela. Um furacão prestes a me consumir por completo. Mas antes que eu terminasse, ela se levantou e avançou como uma predadora.
Sem uma palavra, ela me beijou com uma urgência que quase me fez perder o controle. Sua língua encontrava a minha, sua respiração ofegante misturada com a minha. Era como se ela dissesse, sem precisar de palavras:
— Não pense que você está no comando.
— Você não cansa de me provocar, não é?— murmurei contra os lábios dela, minha voz rouca de desejo.
— Provocar? Eu só quero te fazer implorar, — ela respondeu, mordendo meu lábio inferior, os olhos brilhando com uma malícia que me deixava faminto por mais.
Assim que terminei de tirar as roupas, segurei sua cintura e a puxei para mim com um único movimento, ela estava com as penas envolta da minha cintura, eu conseguia sentir a bu(+18) quente e molhada dela encostar o meu p(+18). Minhas mãos desceram para suas nádegas, apertando firme, sentindo cada centímetro da pele macia e quente contra mim.
— Você gosta disso, não é? — sussurrei no ouvido dela, minha voz carregada de intensidade.
— Mais do que você imagina, — ela respondeu, arranhando meus ombros enquanto pressionava o corpo contra o meu.
Sem perder o ritmo, pressionei Stella contra a parede mais próxima. Ela soltou um suspiro que se transformou em um gemido baixo quando enterrei meu p(+18) nela. Sua boca voltou para a minha, feroz, quase agressiva, enquanto suas mãos exploravam meu peito, traçando os músculos como se quisesse marcá-los para sempre.
— Mais forte, — ela disse entre um beijo e outro, puxando meu cabelo para me provocar. — Ou vai me dizer que é só conversa?
Ri baixo, minha boca descendo para o pescoço dela, mordendo suavemente. — Você não sabe onde está se metendo, Stella.
— Eu sei exatamente onde estou, — ela respondeu, com um sorriso provocante que fez meu controle desmoronar.
Metia nela ali mesmo, contra a parede, enquanto ela arfava e segurava meus ombros para se estabilizar.
— Caramba, Stella... Você é um pecado, — murmurei, minhas mãos ainda segurando sua cintura, guiando cada movimento.
— Então me aproveite, — ela respondeu, as unhas cravando em minha pele enquanto ela movia os quadris, provocando-me. — Mas não pense que vou facilitar pra você.
Cada som, cada respiração ofegante que escapava de nós dois, era um desafio. Era como se estivéssemos competindo para ver quem poderia levar o outro ao limite primeiro. E eu sabia que, com Stella, nenhum de nós sairia inteiro.
Ela saiu de mim com uma habilidade que só ela tinha, o corpo ainda pressionado contra o meu por um breve momento antes de me empurrar para o sofá com uma força que me pegou de surpresa mas que só alimentou o fogo que ela havia acendido em mim.
— Você acha que está no controle, não é? — perguntei, minha voz baixa e carregada, enquanto me afundava no estofado.
Stella apenas sorriu. Não respondeu. Apenas subiu em cima de mim, cada movimento seu calculado, deliberado, como se quisesse provar um ponto. Minhas mãos imediatamente encontraram suas coxas, apertando firme, mas ela segurou meus pulsos e os afastou.
— Não se apresse, Viktor. Eu quero sentir cada segundo.
Sua voz era um sussurro que fazia meu coração disparar e meu p(+18) ficar insuportavelmente duro. Então, sem cerimônia, ela sentou, a b(+18) dela engolindo meu p(+18) por inteiro, o calor do seu corpo envolvendo o meu de uma forma que quase me fez perder o controle naquele exato momento.
— Caramba, Stella... Que b(+18) gostosa — Foi tudo o que consegui dizer enquanto ela começava a se mover.
— Você fala demais, — ela respondeu, inclinando-se para frente, seus lábios capturando os meus em um beijo que era ao mesmo tempo feroz e intoxicante.
Minhas mãos finalmente conseguiram se libertar, e eu as deslizei por suas costas, descendo até suas nádegas para guiá-la em cada movimento. Ela arqueou as costas, a cabeça inclinada para trás, um gemido escapando de seus lábios que fez meu corpo inteiro reagir.
— Você gosta disso, não é? — perguntei, minhas mãos apertando sua cintura enquanto ela acelerava o ritmo, os olhos dela brilhando com algo selvagem, os seios dela firmes balançavam me fazendo enrijecer ainda mais.
— Você não faz ideia... — Ela mordeu o lábio inferior, seus dedos traçando meu peito até alcançarem meu pescoço, puxando-me para mais perto. — Mas vamos ver quanto tempo você aguenta assim.
Cada movimento dela era calculado para me levar à loucura, mas eu não ia ceder tão fácil. — Você está brincando com fogo, — murmurei, deslizando uma mão para segurar sua nuca firme, trazendo seu rosto para perto do meu novamente.
— Talvez eu goste de me queimar, — ela respondeu, um sorriso de pura provocação se espalhando pelo rosto dela antes que ela acelerasse, cada movimento dela tirando qualquer resquício de controle que eu ainda pudesse ter.
Ela se movia sobre mim com uma precisão que fazia cada músculo do meu corpo implorar por mais. Mas havia uma linha entre provocação e desafio, e ela acabara de cruzá-la.
Seus olhos brilhavam com aquele olhar de superioridade, como se soubesse que tinha o controle total. E por um momento, eu deixei. Deixei-a acreditar que era ela quem comandava. Até que, em um movimento rápido, eu a segurei pelos quadris, interrompendo seu ritmo e a virando com firmeza.
Ela arfou, surpresa, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, a pressionei de bruços contra o sofá. Minhas mãos seguraram suas coxas, empinando aquela bunda gostosa até que seu corpo estivesse exatamente onde eu queria. Sua pele quente se arrepiava sob meus dedos, e a visão dela, completamente submissa à minha vontade, era a coisa mais devastadoramente bela que eu já tinha visto.
— Viktor, o que você pensa que está fazendo? — Ela tentou se virar, mas eu já estava com uma mão pressionando a base de sua nuca contra o estofado. Não forte o suficiente para machucá-la, mas o bastante para deixá-la sem escolha. Ela estava de quatro, a bunda empinadinha e a cabeça presa no estofado para evitar que saísse.
— Você não aprende— minha voz saiu baixa, quase um rosnado. — Acha que pode me desafiar e sair ganhando? Não hoje, Stella.
Ela tentou se mexer, mas eu a segurei firme. Minhas mãos deslizaram pelas curvas perfeitas de seu corpo, explorando cada centímetro enquanto ela ofegava sob o meu toque. E quando finalmente enterrei meu p(+18) nela novamente, mais profundo do que antes, um gemido escapou de seus lábios, abafado pelo sofá, mas não o suficiente para esconder o prazer misturado à surpresa.
— Viktor! — ela gritou, o som do meu nome finalmente saindo como eu queria, sem resistência, apenas desejo puro.
— Isso, querida. Finalmente. Você está começando a entender, — murmurei, aumentando o ritmo, cada movimento meu arrancando um som diferente dela, uma sinfonia de rendição.
Suas mãos apertaram o estofado, tentando encontrar algum tipo de controle, mas eu não ia permitir. — Olha para você, —continuei, minha mão agora deslizando de sua nuca para os cabelos, puxando-os enquanto eu a fazia sentir cada centímetro meu. —Tão forte, tão determinada... mas aqui? Agora? Você é minha.
— É só isso que você tem? — Ela me provocou, eu soquei com força querendo penetrar até a alma daquela desgraçada.
Cada movimento nosso era uma batalha sua tentativa de retomar o controle, meu esforço em mostrar que ela não podia. E então, quando pensei que a tinha completamente subjugada, ela surpreendeu.
Com um movimento rápido, Stella se ergueu, quebrando minha pressão, e se virou para mim. Antes que eu pudesse reagir, ela me empurrou para o chão com uma força inesperada, me derrubando no tapete.
— Você acha que venceu? — ela disse, montando em mim novamente, seu sorriso selvagem voltando enquanto ela ajustava nossos corpos. — Eu ainda não acabei com você, Viktor.
Seus movimentos eram tão intensos quanto antes, mas agora havia algo diferente,uma fúria controlada, uma necessidade de mostrar que não importava o quanto eu tentasse, ela nunca se renderia completamente.
Mas eu também não. Com um impulso, a virei novamente, nossos corpos colidindo no chão, o peso dela embaixo do meu enquanto nossos ritmos voltavam a se alinhar.
— Você é impossível, — murmurei contra seus lábios antes de beijá-la com tudo o que eu tinha, minhas mãos segurando seus pulsos acima da cabeça enquanto eu a levava cada vez mais longe.
— Para de falar e continue...
Eu sabia que estava chegando ao limite, e ela também. Cada gemido, cada suspiro, cada movimento nosso nos levava mais perto do clímax inevitável. E quando finalmente aconteceu, foi como um fogo devorador, consumindo tudo ao nosso redor.
Caímos juntos no chão, ofegantes, nossos corpos ainda entrelaçados enquanto o calor começava a ceder. Ela virou a cabeça para me olhar, um sorriso satisfeito nos lábios.
— Então... quem ganhou? — ela perguntou, ainda respirando com dificuldade.
Soltei uma risada, passando a mão pelo rosto antes de olhar para ela.— Acho que foi um empate.
— Empate? — Ela arqueou uma sobrancelha, seu tom carregado de falsa indignação. — Isso é o melhor que você pode fazer?
— Por enquanto, — respondi, inclinando-me para roubar mais um beijo dela. — Mas a noite ainda não acabou.
E naquele momento, enquanto nossos corpos ainda se recuperavam e nossas respirações começavam a desacelerar, soube que não importava quem "vencesse". O que tínhamos era mais do que um jogo de controle. Era algo visceral, selvagem, e completamente impossível de ignorar.
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Atualizado até capítulo 42
Comments
Rose Gandarillas
A Eterna ideia que mulher e que foi excluída do Paraíso, porque quis ficar por cima e ele não aceitou, por não se submeter a criação Divina, foi expulsa. A igreja esconde sua história, mas é considerada como a primeira mulher criada por Deus na Torá, livro sagrado do Judaísmo.
2024-12-07
10
Marilu Araujo Felix
arre é nessa hora que neném chora e mamãe não ouve..kkk adrenalina pura..deu até um gueri, gueri aqui..🤭🤭
2025-03-07
0
Maria Cruz
Uma batalha de dragões.... e nois aqui é quem ficou com o fogo 🔥 🔥 kkkkkkkkk
2025-03-28
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