17

Rio de Janeiro 2022

Maria Eduarda:

— Conseguiu a chave do banheiro? —a voz dele mergulhada em luxúria. O prazer transbordava de nós dois.

O sexo com ele, era a coisa mais intensa e selvagem que já tive em toda a minha vida. Além de ser viciante e totalmente irresistível.

Adentramos o banheiro juntos, Terror pegou meu celular e me deixou para trancar a porta principal.

Me ajeitei, dando de cara com aquela figura enorme, tão alta e tão musculosa, como se fosse uma montanha carregada de neve, de tão linda.

Me aproximei da bancada, nossos olhares se encontram, eu explodi por dentro. Senti tudo o que podia, me senti ainda mais molhada. Se ele colocasse a mão em minha boceta, riria de mim. Pareço uma puta virgem, nem quando eu me tocava ficava assim, tão excitada, tão molhada. Nem nossa primeira noite fiquei assim,força e me encarou, possessivo, tão brutamontes que eu poderia me desfazer com apenas seu olhar de negação que penetrava meus olhos.

Minhas pernas se enrolaram em torno de sua cintura mais uma vez, enquanto ele me ajustava na bancada. O vaso de flores que estava ali caiu no chão, despedaçando-se com um som seco.

A boca dele não deixou meu pescoço em momento algum. Eu me esfregava contra seu corpo, sentindo cada vez mais a necessidade de uma atenção a mais entre minhas pernas. Eu não me importava mais com o fato de eu estar encharcada, ele sabia que estava excitada.

Me apoiei nos cotovelos, as mãos do maior foram ágeis e quando ele puxou a calcinha pelas minhas pernas, minhas bochechas coraram quando ele levou o tecido até o nariz e o cheirou. A cor em uma parte da calcinha clara já estava destacando o quão molhada eu estava. Ela já tinha me visto excitada, mas não daquele jeito. Aquilo era vergonhoso.

— Levante seu vestido, Maria Eduarda —sua voz estava embriagada, como um comando. E era como se fosse algum tipo de encantamento, eu levantei a saia do meu vestido, e quando cheguei até a cintura, apoiei meus pés na madeira da mesa, abrindo minhas pernas para ela.

Ele lambeu os lábios, como se fosse realmente um lobo, sua mão esquerda apertou minha perna, e a outra me puxou mais para baixo. Seus lábios molhados deslizaram em minha coxa esquerda, onde ele depositou algumas mordidinhas em minha pele. Cravando dominância.

Sentia aquele líquido escorrer ainda mais com seu contato.

—Oh, Jesus! —prendi um gemido, agarrando a quina da mesa e arfando meu corpo quando senti seus lábios em contatocom a minha boceta. Sua língua estava dura e deslizava com lentidão ao redor de meu clitóris, enquanto eu me contorcia.

Meus dedos foram de encontro com seus fios, puxando-os a cada segundo. Ele deslizava a língua firme até minhas dobras, onde deslizou para dentro de mim sem pena.

Quando sua língua voltou a dar atenção para meu clitóris, o maior deslizou dois dedos em minha fenda, deixando-me totalmente desnorteada.

Era como se eu estivesse comendo três fatias de pizza, não qualquer pizza, não qualquer sabor. E sim, meu sabor favorito.

Parecia que eu estava morta, e isso aqui era o paraíso, ou algo parecido com o inferno. Já que ele me fazia sentir coisas que eu nunca havia sentido antes.

Sua língua era ágil, assim como seus dedos. Ele me fodia com rapidez, e chupava meu clitóris com vontade. Meus sucos escorriam a cada segundo, e meus quadris estavam inquietos. Gemidos quentes e abafados corriam de minha garganta, sentia ele murmurar algo contra a minha pele, mas estava tão embriagada que estava pouco me fodendo para suas palavras.

— Mais rápido, por favor— implorei, com a voz arrastada.

Seus olhos se encontram com os meus, notei um brilho intenso em ambas as pupilas. E quando menos esperava, ele começou a foder minha entrada com rapidez enquanto chupava e mordia meu clitóris.

— Docinho, você é tão saborosa, jamais provei algo tão espetacular como você— Sua voz, grossa e carregada de um tom profundo, parecia me abençoar com cada palavra.

Sentia tudo naquele momento, meu coração em disparado, medo, luxúria, exatamente tudo e ainda mais coisas que eu não conseguia explicar.

Henrique me fodia como um animal, e ele só usava seus dedos e boca. Mais nada que isso. Era intenso e super grotesco.Ele não tinha nada a ver com o cara que colocou a aliança em meu dedo.

Arfei, jogando meus quadris contra o rosto dele , implorando por mais intensidade.

Eu era uma mulher exigente quando se tratava de sentir tudo no sexo. Seja ele qual for.

Por isso que Martin nunca conseguiu me fazer ter a porra de um orgasmo descente.

Por que estou pensando tanto nele? Merda! Por que estou comparando um deus grego com a porra de um leproso?

—Você está exigindo demais, docinho.— Seus olhos intensos devoravam os meus, que mal conseguiam se manter abertos. Mas eu queria olhar para ele, enquanto ele estivesse entre minhas pernas.

—Se estou exigindo, é porque não quero que você se segure. Quero tudo o que você tem para me proporcionar, caramba!—

Seus dedos se afundaram dentro de mim,em direção ao meu ponto g, onde um gemido tentou escapar de mim, onde meu clitóris começou a ficar sensível demais.

Algo intensificou meu interior, senti meu orgasmo me tomar, como se uma onda enorme dominasse meu corpo e me impedisse de nadar até a costa. Me afogando e me matando rapidamente.

Minhas mãos se afrouxaram no aperto dos fios do maior, joguei todo meu corpo para trás, ainda sentindo os lábios dele sugarem meu clitóris e seus dedos me penetrando, amenizando os espasmos.

Meu peito subia e descia, subia e descia. Eu contava os segundos.

Henrique puxou minhas pernas, virando meu corpo, ele me jogou contra a madeira da bancada, se afundou em cima de mim e quando seu lábios encontraram meu ouvido o maior rosnou. Eu explodi em uma luxúria tão intensa, que em resposta gemi baixo, mas gemi.

Um tapa foi depositado em meu rosto, quando ele me apertou pelo pescoço, arfando meu corpo.

—Quero que você se empine para mim, docinho.—

Outro tapa foi atirado em meu rosto, choraminguei baixinho.

Ele se afastou de mim, quando virei minha cabeça para encará-lo, notei o maior tirando a calça, e de quebra, a cueca boxer, fazendo os meus olhos se arregalaram. Toda vez que o via sem nada, seu corpo enorme, composto de músculos e seu tamanho nada delicado entre suas pernas...

Deslizei minha não entre minhas pernas, quando os olhos de Henrique desceram até ali, ele me prendeu contra a bancada com rapidez, impedindo-me de continuar.

—Foderei a sua bocetinha sem ter um pingo de pena, docinho. Vou te foder pra caralho e quando isso acabar, vou obrigá-la a chupar meu pau.—

Estremeci com a imaginação.

Ele afundou a mão em minha nuca, prendendo ainda mais meu corpo contra a madeira da bancada. Quando senti seu joelho bater com tudo em minha perna, sabia o que ele queria, e eu fiz.

Henrique bateu algumas vezes com seu pau contra minha boceta, que pingava. Quando ele começou a deslizá-lo em meus lábios vaginais, implorei para que ele me penetrasse. Eu precisava muito disso, precisava dele por inteiro dentro de mim.

—Faça isso logo, por favor!—

Ele apertou ainda mais os dedos em minha nuca, puxando-me para trás, meu corpo arfou, eu empinei ainda mais minha bunda, ajeitando minhas pernas, deixando-as cada vez mais abertas.

Ele não avisou quando me penetrou com tudo, fundo, intenso e grotesco. Dei um grito tão alto, que seus dedos se apertaram ainda mais trancando minha respiração, logo enfiei minha mão em minha boca. Ele estava todo dentro de mim, minha visão estava completamente embaçada devido às lágrimas.

Mas Henrique não se moveu.

—Por que seus lábios estão fechados, me impedindo de escutar seus gemidos, MariaEduarda?— Seu tom era amargo, como limão. E totalmente carregado de luxúria, como mel.

Existem pessoas do lado de fora, não irei...

Ele me enforcou com força, minha cabeça bateu com tudo no vidro da enorme janela.

— A próxima vez que você prender essa merda de gemidos, eu vou tirar meu pau dessa bocetinha linda e enfiar na sua boca— bateu sua mão com tudo em minha coxa, me fazendo berrar. — Não estou te comendo à toa, porra. Quero escutar a porra dos seus gemidos e não algo abafado, foda-se quem estiver escutando eles, quem está comendo sua boceta sou eu.—

Meus olhos se arregalaram, engoli em seco sem poder olhá-lo, eu assenti.

—E mais uma coisa, você não manda em porra nenhuma, docinho meu ouvido, sem se mover. — sussurrou em Se eumandar você abrir as pernas para mim, você abre. Se eu mandar você gemer para mim, você irá gemer sem me impedir de escutar. Está me entendendo?

Assenti, sem conseguir responder nada.

—Agora, eu sou a porra do cara que está comendo sua boceta, eu mando e desmando em você a partir de agora, docinho. Fui claro? —Mais uma vez eu assenti. Lágrimas saiam de mim, era tanta dor que aquele membro imenso estava me causando, mesmo acostumada com ele, doía, que eu não sabia mais se estava concordando para agradá-lo, ou para que ele começasse a me comer de jeito. — Se eu sentir vontade de comer sua bocetinha mais vezes, você terá o direito de ficar pelada para mim — seu indicador se arrastava em meus lábios. Estou claro? —

Ele estava. E eu queria. Meu Deus, a qualquer momento, se ele necessitasse de mim, eu ficaria de quatro para ele.

Henrique empurrou minha cabeça contra a madeira da bancada, e começou com os movimentos, sentia alívio quando seupau estava pela metade em mim, e gritava quando ele se afundava sem avisos. Ele me comia como um lobo faminto.

Tive expectativas quando mais nova, sobre sexo ser algo especial. Mas agora, puta que pariu!

Desde quando ele me comeu pela primeira vez, minhas expectativas foram elevadas.

Quero foder se for assim, caso contrário, eu não faço questão.

Torcia para que ele continuasse me batendo, me enforcando e sendo um lixo comigo, enquanto estivesse me comendo, isso me deixava excitada pra caralho.

Me empinava cada vez mais para ele, rebolava e me esforçava para ser ainda mais preenchida. Meus fluidos em excesso me alertavam que eu estava mais deslizante para ele, o que me dava ainda mais movimentação com meus quadris. A dor foi se tornando algo mais “confortável”, mas as lágrimas saiam como cascatas. Gemidos altos e gritos de excitação saiam de mim, enquanto elecontinuava a afundar a minha cabeça na madeira e continuava com aqueles movimentos intensos.

O barulho insano do pau dele se chocando contra minha boceta se espalhava pelo enorme banheiro.

Dei um grito tão alto quando ele começou com os movimentos mais brutos, sua mão livre me batia com força, dando ainda mais intensidade para dentro do meu corpo.

Eu estava amando sentir isso, ser forçada a ficar com o rosto colado na madeira, levar palmada, enquanto ele afundava com mais rapidez seu pau em minhas dobras.

Os movimentos se intensificaram a cada segundo.

Senti os tremores começarem em meu corpo, e pelo jeito, Henrique também notou isso. Ele deslizou a mão que me espancava e começou a estimular meu clitóris com tanta rapidez que meus olhos se reviraram para trás e um grito agudo correu de mim, quando ele sussurrou aomeu ouvido:

—Goze em meu pau, lambuze-o. Você sabe que ele é seu, docinho.—

Não consegui me segurar, não consegui segurar a porra de um orgasmo que me arremessou, meu segundo orgasmo da noite.

Ele continuou com os movimentos dentro de mim, minutos e mais minutos, ele conseguia aguentar. E só me sujou de sua porra, após me arrancar outro orgasmo, dessa vez mais rápido, mais potente que o segundo.

Henrique me sujou com seu gozo, lambuzou minhas pernas, minha bunda, meu vestido por trás, minha coluna que estava descoberta. Eu estava totalmente tomada por ele.

Minha respiração estava pesada, minhas pálpebras também. Mas não queria demonstrar isso.

O maior puxou para devorar meus lábios, como eu disse, ele era um lobo. Tinha fôlego, força para quinhentos batalhões.Eu não tinha isso, não estava me aguentando. Fingindo-me de firme, mas não passava de um fantoche.

Henrique apertou meu pescoço com força, eu gemi contra seus lábios e sua língua, ele aprofundou ainda mais o beijo, me tomando em seu colo.

Me impressionei com o fato de que, em segundos, ele estava duro novamente. E naquele momento sabia o que ele queria, queria que eu cavalgasse nele.

Ele me pegou em seu colo, e me colocou no chão.

Mas estava acabada, morta.

Definitivamente não iria sair da guerra, iria até o fim.

Meus joelhos fincaram-se no chão, ele segurou meus quadris e quando segurei seu pau, senti sua grossura em minhas mãos.

Ele não colocou o pau em minha boca, Henrique se sentou ao meu lado,encostando o corpo na parede, ele me colocou sentada em seu colo. Com um movimento simples, ele nos encaixou com perfeição.

Comecei a me movimentar, para cima e para baixo, ele fez questão de tirar o vestido do meu corpo, rasgando todo o tecido. E fez o mesmo com meu sutiã. Vincent agarrou meu seio direito com a boca e começou a chupá-lo. Aquilo me motivava a me movimentar com mais intensidade.

Sem carinho, apenas mordidas, apertões e tapas em minhas coxas.

Ele era o tipo de homem que eu esperava para a minha vida. Mas eu não era o tipo de mulher que ele esperava.

Sabia que estava servindo apenas para desligar sua cabeça. Ele nunca me olharia com qualquer olhar.

Por que estou pensando nisso? Eu o odeio!

Minhas mãos estavam para trás do meu corpo, nos joelhos de Henrique, enquanto eu me movimentava com mais rapidez,meu corpo todo estava exposto para ele. Enquanto eu olhava diretamente para o teto, alto.

As mãos dele dominavam meu corpo, ele caminhava com os dedos por cada canto, e quando não estava fazendo isso, estava me enforcando e espancando minhas coxas. Espancando com tanta força, que me fazia gritar demais. Mais do que a dor causada por seu pau.

Me sentia uma formiguinha perto de um monumento como ele.

Não aguentei muito, quando meu corpo começou a tremer, ele me jogou de quatro no chão, e me penetrou com fome.

Quando atingi meu orgasmo, ele se estocou fundo, gozando dentro de mim, no momento que gozei em seu pau. Eu senti seu calor me preencher.

Dava graças a Deus pelo DIU e os remédios e as consultas semanais. Que agora, precisava voltar a fazer.

Meu corpo caiu, o dele veio logo por cima do meu, sua respiração estava ofegante,espelhando-se a minha.

—Docinho, machuquei você?—

—Negativo, amor .— abri um sorriso — Pelo contrário.—

Ele pegou o tecido do meu vestido e me limpou. Henrique cuidou de mim.

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