Rio de Janeiro 2022
terror
Eu a levantei, pressionando-a contra a parede, minhas mãos explorando cada centímetro do seu corpo. Ele me apertou contra ele, seus lábios descendo pelo meu pescoço, mordiscando e chupando, deixando marcas de sua possessão. A intensidade entre nós era inegável, uma mistura perigosa de ódio e desejo que nos consumia.Puxei-a para cima, fazendo suas pernas envolverem minha cintura. Caminhamos até a bancada da cozinha, nossos beijos desesperados e cheios de desejo. Coloquei-a sentada na bancada, e ela ficou ali, apenas de lingerie branca . Era a visão mais sexy que eu já tinha visto. Seus cachos estavam bagunçados, seus olhos castanhos pareciam mais escuros, e sua pele bronzeada brilhava de suor.
Ela levou as mãos para trás do sutiã e desfez o fecho, deslizando o sutiã pelos braços e o jogando em algum lugar. Meus olhos fixaram em seus seios nus, médios e firmes, com os mamilos marrons e duros. Meu pau ficou ainda mais rígido com essa visão. Eu a olhei, segurando seus cabelos pela nuca, forçando-a a me encarar.Ela apenas mordeu o lábio e assentiu, sua respiração acelerada. Abaixei-me, beijando seu pescoço, traçando o caminho com a língua até seus seios. Ela gemeu baixo, arqueando as costas, oferecendo-se mais. Tomei um dos seus mamilos na boca, chupando e mordiscando enquanto minha mão descia pelo seu corpo, acariciando sua barriga até chegar à borda da calcinha.
Eu me inclinei diante dela, puxando a calcinha para o lado, revelando sua boceta já molhada de excitação. Passei os dedos levemente sobre seus lábios, espalhando sua umidade antes de mergulhar a língua nela. O gosto dela era intoxicante. Eu segurei suas coxas, abrindo-as mais para mim, e comecei a lambê-la com fome, explorando cada dobra, cada centímetro com minha língua.
Ela agarrou meus cabelos, puxando-os enquanto gemia alto. Minha própria excitação era quase insuportável. Soltei uma das mãos de sua coxa e comecei a me masturbar, segurando meu pau rígido,acariciando-o com movimentos firmes enquanto minha língua trabalhava na sua entrada, chupando e lambendo seu clitóris.
- Terror... porra... - ela gemeu, a voz falhando.
Aumentei a intensidade, sugando seu clitóris e penetrando-a com dois dedos, sentindo-a contrair ao meu redor. Meu pau estava dolorosamente duro, e eu podia sentir a pressão crescendo. A visão dela, o gosto dela, tudo me deixava louco. Ela arqueou ainda mais, seus gemidos se tornando mais altos e desesperados.
- Vai, docinho, goza pra mim. - eu murmurei contra ela, a voz rouca de desejo.
Ela explodiu, seu corpo tremendo violentamente enquanto um grito escapava de seus lábios. Continuei a estimulá-la, lambendo e chupando cada gota de seu prazer enquanto minha mão se movia freneticamente sobre meu pau. Seu orgasmo parecia interminável, e finalmente, ela relaxou, ofegante e suada.
Levantei-me, olhando para ela com puraadoração e desejo. Seus olhos estavam fechados, a respiração ofegante, mas quando os abriu e encontrou meu olhar, eu sabia que a noite estava apenas começando.
Após chupá-la até que estivesse tremendo e gemendo na bancada da cozinha, observei enquanto minha docinho descia o olhar para minha mão esfregando a cabeça do meu pau, brilhante de desejo. Ela engoliu seco, e um calor feroz surgiu em seus olhos.
- Porra, Terror... - murmurou, sua voz cheia de luxúria.
Ela desceu da bancada, suas pernas ainda meladas pelo gozo. Colocou as mãos firmemente no meu abdômen, seus dedos traçando os contornos dos meus músculos enquanto me beijava. Seu gosto ainda estava nos meus lábios, e o calor de seu corpo contra o meu era enlouquecedor. Começamos a caminhar em direção ao sofá, nossos corpos colados, a respiração pesada e irregular. Quando chegamos, ela me empurrou com firmeza, me fazendo cair sentado.Ela ficou de pé na minha frente, apoiando uma perna ao lado do sofá, sua buceta úmida e inchada exatamente na minha linha de visão. Passou a mão pela barriga, descendo lentamente até os lábios molhados, bem na minha frente.
– Gosta do que vê? - ela perguntou, a voz carregada de provocação.
- Pra caralho... - respondi, minha voz rouca de desejo.
Ela começou a se tocar, os dedos deslizando entre os lábios, gemendo suavemente. Seus olhos fixaram-se nos meus, um incêndio de desejo e provocação queimando neles. Meu pau estava quase dolorido de tão duro, e não consegui evitar começar a me tocar também, movendo a mão lentamente ao longo da minha ereção enquanto a observava.
– Você me deixa assim, Terror. - ela murmurou, seus dedos movendo-se mais rápido sobre o clitóris. - Toda molhada e desesperada.
- E você me deixa louco, docinho. - eurespondi, minha mão apertando o pau enquanto a observava. - Vê o que você faz comigo?
Ela mordeu o lábio inferior, os olhos escurecendo ainda mais enquanto nos observávamos mutuamente. A sala estava preenchida pelo som de nossa respiração pesada e pelos gemidos baixos que escapavam de seus lábios. Eu comecei a me mover mais rápido, acompanhando o ritmo dela, nossos movimentos sincronizados como uma dança erótica.
- Terror... - ela gemeu, os dedos movendo-se freneticamente. - Não aguento mais...
- Então goza pra mim, amor. - respondi, minha voz uma mistura de comando e súplica. - Quero ver você gozar.
Ela arfou, inclinando-se para frente, os olhos fixos no meu pau. Minha respiração estava pesada, os músculos tensos de prazer e expectativa. Queria vê-la explodir de prazer, queria sentir seu orgasmo enquanto eu me tocava.
Finalmente, ela não aguentou mais. Seus gemidos ficaram mais altos, seu corpo tremendo de antecipação. Eu estava próximo do meu limite também, cada movimento me levando mais perto do clímax.
Quando ela finalmente gozou, seus gemidos ecoando pela sala, eu não consegui segurar mais.
Peguei ela no colo, suas pernas automaticamente enroscando ao redor da minha cintura. Ela não ofereceu resistência, seus braços ao redor do meu pescoço enquanto nos beijávamos com um desejo feroz e incontrolável. Caminhei com ela pelos corredores, nossos corpos ainda quentes e úmidos do esforço anterior.
Ao chegar ao quarto, depositei-a na cama, mas meu toque estava carregado de urgência. Suas costas tocaram os lençóis, e em um movimento rápido, virei-a de quatro. A visão dela assim, completamente entregue, fez meu sangue ferver. Com um puxão, baixei a calça de moletom e a chutei para longe, meu pau duro e pulsante, já preparado para mais.Aproximei-me, segurando meu membro e começando a passar a cabecinha na entrada dela, provocando-a. O calor e a umidade dela eram tentadores, mas eu queria prolongar esse momento. Sentia sua expectativa crescendo a cada toque, seu corpo tremendo levemente.
- Desgraçado, não me provoque...- ela sussurrou, uma mistura de desejo e impaciência em sua voz.
Continuei a provocá-la, esfregando a cabeça do meu pau de cima a baixo, sem pressa.
–Você gosta de ser provocada, mi ángel... - respondi, minha voz baixa e carregada de luxúria.
Finalmente, a penetrei devagar, cada centímetro entrando nela de forma lenta e deliberada. Sua resposta foi imediata, um gemido que misturava alívio e frustração.
Comecei a estocar lentamente, aproveitando cada sensação. No entanto, ela não estava satisfeita com esse ritmo.
- Está com dó, Richard? - ela provocou, seu tom desafiador.
Aquelas palavras incendiaram algo dentro de mim. Dó? Não havia dó nenhuma. Só havia o desejo de possuí-la completamente.
- Vou te mostrar o que é ter dó... - rosnei, minha voz baixa e cheia de determinação.
Puxei-a pelos cabelos na nuca, forçando-a a arquear as costas ainda mais. Minha mão desceu até sua bunda, apertando-a com força antes de dar um tapa firme, o som ecoando pelo quarto. Ela gemeu alto, o som carregado de uma mistura de dor e prazer.
- Você é minha, docinho. - rosnei, inclinando-me sobre ela, meus lábios roçando sua orelha. - Só minha.
Com uma mão segurando seu quadril e a outra ainda puxando seus cabelos, aumentei a intensidade das estocadas, entrando e saindo dela com força. Cada movimento fazia nossos corpos se chocarem violentamente, e cada gemido dela alimentava meu desejo.- Quem está no controle agora? - perguntei entre os dentes, minhas palavras uma declaração de posse.
- Você, sempre você. - ela gemeu, a voz cheia de rendição e desafio misturados.
O som da pele batendo contra a pele, seus gemidos e os meus, tudo se misturava em uma sinfonia de prazer bruto. Dei outro tapa em sua bunda, mais forte dessa vez, vendo a pele ficar vermelha instantaneamente. Ela se apertou ainda mais ao meu redor, suas paredes internas pulsando com intensidade, provocando ondas de prazer que percorriam todo o meu corpo.
- Diga quem manda aqui, vadia. - exigi, minha voz carregada de autoridade.
- Você manda, Terror! - ela gritou, a voz quebrada pelo prazer.
Minha mão desceu de seus cabelos para seu ombro, segurando-a firmemente enquanto a puxava ainda mais para mim, penetrando-a profundamente. Seu corpo tremia, e eu podia sentir que ela estavaà beira de outro orgasmo. Aumentei a velocidade e a força das estocadas, determinado a levá-la ao limite.
- Goze pra mim, denovo. - ordenei, minha voz grave e imperativa.
Com um grito alto, ela se desfez em prazer, seu corpo inteiro tremendo enquanto o orgasmo a consumia. A sensação das contrações dela ao meu redor me levou ao meu próprio clímax. Soltei um gemido profundo, meu corpo se arqueando enquanto gozava dentro dela, nossos corpos entrelaçados em uma explosão de prazer.
Finalmente, colapsamos na cama, ofegantes e exaustos. Puxei-a para perto, nossos corpos ainda quentes e úmidos do nosso encontro intenso.
- Isso foi... - ela começou, mas sua voz falhou.
- Incrível. - completei, beijando-a suavemente. - Eu sei.
Ela sorriu contra meus lábios, mas havia algo nos olhos dela que me dizia que,para ela, isso era apenas mais uma foda. Para mim, porém, era muito mais. Eu a queria de todas as formas, e não estava disposto a deixá-la escapar tão facilmente de mim ela será minha apenas minha! Estávamos apenas começando a explorar os limites do nosso desejo, e eu estava mais do que pronto para ver até onde poderíamos ir juntos.
Deitados na cama, o quarto estava envolto em um silêncio confortável, interrompido apenas pela respiração pesada de ambos após o intenso momento que compartilharam. Minha mão acariciava suavemente as costas dela, enquanto ela traçava os contornos das minha tatuagens e no peitoral.
- Eu acho que não vou conseguir andar amanhã. - ela disse, um sorriso travesso surgindo em seus lábios.
Soltei uma gargalhada, puxando-a para mais perto. O som da minha risada ecoou pelo quarto, e senti o corpo dela estremecer levemente contra o meu.
- Isso é um problema? - perguntei, com um brilho divertido nos olhos.
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Atualizado até capítulo 62
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