Bem seja bem-vindo a família Los Corvos. Somos uma grande família, cuidamos uns dos outros e também protegemos uns aos outros.
- Mas para que possa de fato confiar em você precisa cumprir uma missão. Ele diz.
- Qual missão? Eu pergunto.
- Eu sou um grande distribuidor de heroína e metaanfetamina. E quero expandir meus negócios. Ele diz
- Você é traficante? Eu pergunto.
- Ha Ha Ha. Traficante é o cara que vende para clientes final. Eu sou o cara no topo. Sou o líder, não ando com drogas. Não vendo nada a ninguém. Eu já disse...sou distribuidor. Ele diz orgulhoso e eu fico calado.
Na real ele está certo. Bobo é quem fica na linha de fogo. Ele é a prova de balas. Inteligente e muito esperto.
- Foi só uma expressão! Sei que é o líder. E como pretende expandir seus negócios? Pergunto.
- Quer beber alguma coisa? Ele pergunta.
- Não! Eu não bebo! Respondo ele sorri de forma enigmática.
- Aprecio isso! Ele diz e continua a falar.
- Preciso começar a distribuir em Tijuana. Ele diz.
- México? Eu pergunto.
- Não na China! É claro que é no México. Ele responde mostrando impaciência.
- Certo. Continua. Eu digo.
- Mas estou tendo um probleminha. Ele diz.
- Qual? Eu pergunto.
- Já há um distribuidor. Pablo um miliciano corrupto, e psicopata.
- E onde eu entro nessa história? Eu pergunto.
- Preciso que vá até la e resolva. Quero esse cara morto. Com ele morto terei fácil acesso. Ele diz.
"Vou falar com a equipe. Eles dão um jeito de prende - lo e eu digo a Renato que o matei…Todos ganham! Eu penso"
- Quero a cabeça dele na minha mesa como prova de confiança. Ele diz como se pudesse ler os meus pensamentos.
"Desgraçado! Eu penso."
- Para um traficante internacional chegar em Tijuana não será problema. Ele diz, claramente me testando.
- Não é! Mas sou traficante e não assassino. Eu digo.
- Pensa que não sei qual é a diferença de um traficante e de um assassino. Transportar drogas é fácil. Matar alguém não. E matar como forma de confiança é valioso para mim. Ele diz com seriedade.
Ele leva a mão na cintura, saca uma arma e aponta para mim. Eu permaneço como estou.
- Não te obriguei a nada Sr Costa. Aceitou porque quis. Se for desistir já me diga agora, e acabamos com isso. Não aceito covardes na minha família.
- Já disse que não sou homem que desiste. Eu digo sem titubear, ele abaixa a arma.
- Preciso de armas, um avião e dois homens para apoio. Eu digo.
- Claro! Terá uma equipe ao seu dispor. E tudo mais que precisar. Ele diz.
- Quero saber tudo sobre esse cara...família, amigos, e o que mais tiver. Eu digo.
- Vou te passar tudo. Ele diz.
- Pablo Herrera é um cara sem princípios e sem moral. É casado e tem 6 filhos, mas mantém uma amante mais jovem. Ele visita ela todas as sextas. E quando vai para a casa da amante, vai sem segurança. A oportunidade está aí.
- Tem mais uma informação, ele tem uma moto antiga que é o seu xodó. Eles sempre anda com ela. Talvez isso lhe seja útil. Ele diz.
- Tudo é útil. Eu respondo.
Continuamos conversando, eu faço várias perguntas. Ele me entrega um aparelho de celular.
- Esse é seu. Só tem dois contatos salvos o meu e do Dante. É um aparelho não rastreado. Então pode usar sem problema. Ele diz.
Renato pega uma mala de couro preta que estava no chão. Coloca sobre a mesa, vira a abertura para mim e abre.
Estava cheia de armas de fogo e até arma branca.
Eu pego uma pistola e uma faca de caça.
- Boa escolha! Ele diz
- Gosto de praticidade e discrição. Eu digo.
- Eu percebi, você tem uma aparência comum e que passa uma certa tranquilidade e confiança. Não tem tatuagens e não fala gírias. Isso é interessante, mesmo sendo um ex - presidiário. Ele diz.
- Eu gosto de entrar e sair, sem ser percebido. Isso me abre portas. Eu digo.
O que não deixa de ser uma verdade.
- Ha Ha Ha. Você até parece um policial. Ele diz gargalhando.
- Não nasci para isso. Eu digo com seriedade.
- Não se ofenda! É seu jeito discreto. Ele diz, eu fico calado.
- Bom, você partirá em 48 horas. Esteja preparado. Ele diz.
- Estarei. Eu respondo.
- Estamos acertados então. Ele diz e Dante abre a porta.
- Fique a vontade para curtir no bar, pode pedir o que quiser ou curtir qualquer prostituta...é por minha conta. Ele diz.
- Agradeço, mas preciso me preparar. Sexo esgotará a minha energia e preciso de energia total para a missão. Após finalizado posso curtir e comemorar. Eu digo.
Ele acena com a cabeça concordando e com um sorriso de satisfeito pela minha responsabilidade.
- Dante mande levarem para casa. Ele diz e Dante confirma acenando com a cabeça.
Coloco a arma na cintura do lado esquerdo e do lado direito a faca. E coloco no bolso da calça o celular. Baixo a camiseta para cobrir o que estou carregando.
Quando vou saindo Renato diz:
- Não me decepcione Sr Costa. Estou de olho aberto em cada passo seu.
Eu levo a mão a cabeça como se batesse continência. Viro as costas e vou embora. Passo novamente pelo bar, que está mais movimentado que antes.
Um carro preto, diferente do que eu vim, agora me leva para casa.
Quando finalmente estou em casa, me deito para pensar como devo agir e de que forma vou matar esse maluco. Terei um grande desafio, e não posso recuar.
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Atualizado até capítulo 80
Comments
Jossileide cardeal
e é um desafio tamanho gg gigante mesmo
2024-11-05
1
Livia Pereira
Tá dentro. Tá na chuva tem que se molhar. Mata o traficante e será o novo queridinho do Renato
2024-09-28
1
Claudia
Missão é missão boa sorte🤭🤭♾🧿
2024-08-30
0