Assim que Seichiro entrou na arena, o chão tremeu sob seu peso. Com um pisão poderoso, ele fez os destroços ao redor voarem, criando um espaço limpo para a batalha. O público estava em silêncio, completamente cativado pela presença imponente do lutador. Enquanto Miku era levada pelos médicos, a tensão aumentava. A atmosfera era elétrica, e todos sabiam que Seichiro não era apenas mais um adversário; ele era um verdadeiro mestre da luta.
Seichiro tirou sua jaqueta e camisa, revelando um corpo musculoso, marcado por cicatrizes de cortes e até mesmo ferimentos de tiros. Cada marca contava uma história de luta e sobrevivência, e o público reconheceu a ferocidade que habitava naquele homem. Com uma postura de taekwondo impecável, ele olhou para Aki, um sorriso confiante surgindo em seus lábios.
“Você está prestes a descobrir o que significa lutar de verdade, garoto,” Seichiro provocou, sua voz profunda ecoando pela arena. “Se você não me impressionar, eu vou acabar com você.”
A luta começou de forma brutal, com Seichiro atacando como um furacão. Aki se preparou, mas logo percebeu que estava sendo superado de forma avassaladora. O ritmo da luta era intenso e implacável, com Seichiro desferindo chutes poderosos que faziam o chão tremer e ecoavam como explosões.
Aki bloqueava os ataques, mas a força de Seichiro era esmagadora. Ele sentiu os ossos de seus braços trincarem a cada bloqueio. “Esse cara realmente está tentando me matar,” pensou Aki, a adrenalina pulsando em suas veias. Os chutes de Seichiro eram rápidos e precisos, cada movimento dele exalava uma confiança que tornava claro que ele estava ali para testar não apenas a habilidade de Aki, mas sua determinação.
“Você deve se esforçar mais, Aki,” Seichiro disse, enquanto continuava a bombardear o jovem com golpes. “Se você não lutar direito, a morte será sua única saída!”
As palavras de Seichiro ecoavam na mente de Aki. Ele percebeu que estava diante de um teste. Seichiro não estava apenas lutando para vencer; ele queria ver do que Aki era realmente capaz. O jovem lutador respirou fundo, tentando acalmar a tempestade de pensamentos que fervilhava dentro dele. A pressão estava sobre ele, mas ele não podia permitir que seichiro o dominasse. Era hora de reagir.
Com um movimento ágil, Aki desviou de um golpe de Seichiro e contra-atacou. Seus socos eram rápidos, mas Seichiro simplesmente bloqueava com facilidade. O contraste entre a força bruta de Seichiro e a agilidade de Aki criava um espetáculo de luta impressionante, mas também era claro que Aki precisava de uma nova estratégia.
“Você é rápido, garoto, mas precisa ser mais astuto!” Seichiro exclamou, enquanto desferia um chute giratório que Aki teve que se esquivar por pouco. O impacto fez o ar vibrar ao redor deles.
Aki sabia que estava lutando em desvantagem. Ele precisava encontrar uma maneira de se conectar com a verdadeira essência de sua luta, algo que ele havia aprendido nas batalhas anteriores. “Este é o meu momento,” pensou Aki. “Preciso mostrar a Seichiro que sou digno.”
Ele começou a analisar os movimentos de Seichiro com mais atenção, buscando padrões. Enquanto se esquivava, notou que, embora seus ataques fossem brutais e implacáveis, havia pequenos espaços, pequenas brechas que Aki poderia explorar. Ele precisava ser mais do que um simples lutador; precisava se tornar um estrategista.
Após um rápido movimento de bloqueio, Aki lançou-se para frente, usando a agilidade que o caracterizava. Ele não estava apenas defendendo; ele estava dançando no ritmo da batalha. A mente de Aki começou a se acalmar, e ele sentiu uma nova clareza. Ele se lembrou da música que o havia inspirado no campo de violetas e sentiu um impulso de lutar não apenas com o corpo, mas com a alma.
Seichiro lançou outro golpe, mas desta vez, Aki estava preparado. Ele desviou para o lado e, em um movimento fluidamente coreografado, lançou um soco direto no estômago de Seichiro. O impacto surpreendeu até mesmo o lutador mais experiente, que deu um passo para trás, claramente impressionado pela ousadia de Aki.
“Bom, finalmente você começou a lutar!” Seichiro comentou, um brilho de respeito em seus olhos. Mas ele não ia deixar que isso o intimidasse. Com um rugido, ele avançou novamente, seu ataque mais feroz.
A luta se intensificou, com os dois lutadores se movendo em um ritmo frenético, trocando golpes e técnicas de combate. Cada soco e chute ecoava como trovão, e o público estava em um frenesi, assistindo a batalha entre dois titãs.
Aki sabia que precisava ser mais ousado, mais imprevisível. Ele começou a misturar suas defesas com ataques inesperados, tornando-se uma força da natureza que Seichiro não podia ignorar. A cada golpe desferido, a arena vibrava com a energia da luta.
“Isso é mais como você, Aki!” Seichiro gritou, sorrindo enquanto recuava de um ataque. “Mostre-me mais do que você tem!”
Aki sentiu a adrenalina percorrer seu corpo. Ele não apenas estava lutando pela vitória; estava lutando por sua identidade, por seu lugar como Yamazaki. Com essa determinação em mente, ele se preparou para a próxima onda de ataques, pronto para enfrentar Seichiro usando quase tudo o que tinha.
A arena estava pulsando com a energia da luta enquanto Aki, decidido e focado, preparava-se para aumentar sua intensidade. Ele olhou diretamente nos olhos de Seichiro e disse com firmeza: “Vou usar 80% agora, tá?” Antes que Seichiro pudesse responder, Aki deu um salto para trás, aterrissando em uma posição de combate e começando a remover os pesos de seu corpo. As penas que envolviam seus braços e pescoço caíram ao chão, e o peso extra que antes limitava sua agilidade foi eliminado.
O público mal podia conter a excitação. O ar estava carregado de tensão enquanto a luta estava prestes a se intensificar ainda mais. Com um brilho nos olhos, Seichiro preparou-se para o que estava por vir, consciente de que enfrentaria um adversário ainda mais formidável.
A luta recomeçou com uma brutalidade palpável. Aki atacou com uma velocidade e precisão sobre-humanas. Cada soco e chute ressoavam como trovões, fazendo a arena tremer sob a força de seus golpes. A parede do ringue tremia e se rachava com os impactos, mas dessa vez era Seichiro quem lutava pela sobrevivência, desferindo ataques rápidos e defensivos.
Aki estava em um estado de fluxo, seu corpo se movendo com uma graça quase hipnótica. Chutes, socos, ataques de palma, cotoveladas e joelhadas; cada movimento era meticulosamente calculado, cada ataque era uma exibição de habilidade e força. Ele não dava margem para Seichiro se recuperar, e a luta rapidamente se tornava uma dança mortal.
Seichiro, embora forte, estava sendo empurrado ao limite. Ele desviava e bloqueava os ataques de Aki, mas alguns golpes encontravam seus alvos, e o som do impacto era ensurdecedor. O sangue começava a escorrer do rosto de Seichiro, mas ele não mostrava sinais de desistência. Em vez disso, o espírito de luta em seus olhos aumentava, e um sorriso desafiador se formou em seus lábios.
A arena estava cheia de gritos e aplausos, a plateia estava hipnotizada pela exibição de força e determinação. As paredes da arena foram marcadas pelos poderosos golpes de Aki, cada soco que atingia Seichiro produzia uma explosão de poeira e fragmentos de concreto. Era um espetáculo de pura força bruta, e o público estava em êxtase.
Aki não hesitava, e sua confiança crescia a cada golpe bem-sucedido. Ele percebeu que havia encontrado a brecha que procurava, e começou a conectar os ataques com uma brutalidade sem igual. Mas Seichiro também era um lutador excepcional, e sua resistência era admirável. O homem continuou a lutar, mesmo quando Aki começou a acerta-lo repetidamente.
O som dos impactos reverberava na arena, e o sangue de Seichiro espirrava a cada golpe. Ele tentava contra-atacar, mas Aki estava em uma sincronia perfeita, desferindo ataques que quase pareciam coreografados. Cada movimento que Aki fazia era uma demonstração de sua habilidade refinada, enquanto a luta se transformava em uma verdadeira batalha de titãs.
Finalmente, em um movimento inesperado, Aki parou. O silêncio caiu sobre a arena. Seichiro estava de pé, mas os sinais de exaustão e esforço extremo eram visíveis em seu corpo. Ele estava determinado a continuar, mas a luta havia tomado um grande custo. O último ataque de Aki, um soco poderoso, atingiu Seichiro com força, e o lutador desmaiou em pé, seu corpo finalmente cedendo ao limite da resistência.
Quando Aki percebeu que Seichiro havia desmaiado, instantaneamente parou de bater, respeitando seu adversário. Aki deu um passo para trás e observou o corpo de Seichiro desmoronar, seu rosto ainda apresentando um sorriso de orgulho. Era claro que, apesar da derrota, Seichiro havia lutado com todo o seu ser, um lutador que se destacou mesmo ao enfrentar um adversário tão poderoso.
A plateia ficou em silêncio por um momento, admirando a bravura de Seichiro, antes que os aplausos e gritos de apoio começassem a ecoar novamente. Aki, com um olhar de respeito, não apenas por Seichiro, mas também por si mesmo, sabia que tinha provado seu valor. Ele havia superado um dos testes mais difíceis de sua vida, e a luta não só o fortaleceu fisicamente, mas também o fez reconhecer o verdadeiro significado de ser um Yamazaki.
“Que luta formidável,” Aki pensou enquanto observava Seichiro ser atendido pelos médicos. “Este foi um teste que não apenas me fortaleceu, mas também me ensinou muito sobre respeito e determinação.”
Enquanto Harua anunciava oficialmente a vitória de Aki, o jovem lutador sentiu uma onda de realização. Ele não estava apenas ganhando, mas também se consolidando como um verdadeiro membro da família Yamazaki. O caminho à frente ainda era incerto, mas naquele momento, Aki se sentiu mais forte do que nunca.
A tensão na arena foi rompida quando Shigen, com sua voz grave e imponente, ergueu a mão para interromper Aki antes que ele pudesse desafiar Hanzo. "Hanzo está ocupado por hoje," declarou Shigen, com um leve sorriso. "O torneio continuará amanhã." Ele lançou um olhar de aprovação a Aki e, num tom mais alto e solene, anunciou: "Todos, saibam que Aki é meu neto, filho de Hayashi Yamazaki, meu primogênito."
O choque percorreu o ambiente, e uma onda de murmúrios atravessou a plateia. Muitos ali desconheciam o passado de Aki e sua ligação com o clã Yamazaki. As expressões de surpresa e espanto eram evidentes, enquanto Tyler e Samuel, que observavam do meio da multidão, sorriam, orgulhosos e satisfeitos. A revelação de que Aki era descendente direto da linha Yamazaki solidificava sua posição e mostrava a todos o porquê de sua força e determinação.
Aki, exausto tanto física quanto mentalmente, sentiu-se finalmente em paz por ter cumprido a missão do dia. A adrenalina que mantivera seu corpo em pé começou a desaparecer, e o cansaço foi inevitável. Suas pernas fraquejaram, e antes que ele pudesse resistir, o peso do dia o venceu e ele desmaiou.
Antes que pudesse cair ao chão, Harua, ágil como sempre, avançou e segurou o corpo de Aki, garantindo que o jovem não se machucasse. Com cuidado e respeito, Harua o envolveu em seu próprio kimono, cobrindo-o e protegendo-o. Em seguida, ele voltou-se para a multidão e declarou com firmeza: “O evento continuará amanhã.” A ordem de Harua foi obedecida sem questionamentos, e os espectadores começaram a se dispersar, ainda em choque e curiosos sobre o que viria a seguir.
Harua então levou Aki até o quarto, mantendo-o protegido e coberto. A cena era um lembrete da união da família Yamazaki, e Harua sentia orgulho e respeito pelo jovem que, mesmo em sua juventude, estava provando ser digno do nome da família. Ao deitar Aki no quarto, Harua ajeitou o kimono sobre ele, permitindo que descansasse profundamente, ciente de que o verdadeiro desafio continuaria no dia seguinte.
Duas horas após o fim da luta, Aki abriu os olhos lentamente. A luz suave do quarto indicava que já era noite, e, ao ajustar sua visão, percebeu duas figuras familiares próximas à cama: Samuel, sentado casualmente com os braços cruzados, e Tyler, apoiado na parede com um ar mais sério.
“Finalmente acordou, princesa,” Samuel provocou com um sorriso, disfarçando qualquer preocupação que pudesse ter sentido antes.
Aki sorriu levemente, ainda um pouco grogue. "Vocês estão aqui por algum motivo específico?"
“Estamos aqui por que temos perguntas. Muitas,” respondeu Tyler, direto, seus olhos analisando Aki com curiosidade e determinação. “Desde o começo, você tem uma força e uma inteligência que ninguém da nossa idade parece ter. Mas não é só isso... é o seu propósito. Você age como se já soubesse o que precisa fazer, como se o tempo estivesse correndo contra você.”
Samuel assentiu, parecendo mais sério do que o normal. "Então, fala logo: qual é o seu verdadeiro objetivo aqui? O que você realmente quer?”
Aki observou ambos por um momento, percebendo que, para eles, a verdade poderia fazer toda a diferença. Inspirou fundo e se preparou para falar, sentindo que talvez estivesse pronto para finalmente compartilhar seu segredo.
“Se estão prontos para saber, então escutem com atenção. O que vou contar é a verdade, e, se acreditarem, vai mudar tudo para vocês também.”
Aki começou, com uma voz calma mas carregada de peso. “Um ano atrás, recebi uma... ‘visita’, por assim dizer. Uma versão de mim mesmo, do futuro, apareceu em um sonho. Ele estava machucado, com um braço perdido e usando um tapa-olho. Ele me contou sobre um evento que acontecerá daqui a dez anos: uma torre que vai surgir no nosso mundo, conectando-o a muitos outros. Só que essa torre será um ponto de entrada para os demônios primordiais, seres capazes de destruir tudo que conhecemos.”
Os olhos de Samuel e Tyler se arregalaram. A expressão de ceticismo inicial logo deu lugar a uma mistura de apreensão e curiosidade. Aki continuou, sério e decidido.
“Essa torre será como um desafio. Qualquer pessoa que entrar nela terá a chance de despertar habilidades, como se estivessem em um jogo. Mas esse desafio é real e mortal. E o que essa versão do futuro me disse é que, se eu não me tornar forte o suficiente, o mundo que conhecemos acabará. Não só ele, mas todos os outros que a torre conectará.”
Tyler, ainda processando, coçou a cabeça, tentando entender a magnitude do que ouvira. “Então... é por isso que você está se preparando para lutar contra o próprio clã Yamazaki? Para se fortalecer para essa torre?”
Aki assentiu. “Exatamente. Eu preciso estar preparado para o pior. Cada batalha, cada treinamento... tudo isso faz parte do plano para garantir que, quando a torre chegar, eu terei o poder para enfrentar o que está lá dentro. E preciso de aliados fortes ao meu lado.”
Samuel inclinou-se para frente, os olhos agora fixos em Aki com intensidade. “Então é isso. E você nos quer ao seu lado nesse desafio?”
Aki olhou diretamente para Samuel, seus olhos cheios de determinação. “Sim. Preciso de pessoas em quem possa confiar, e que também sejam fortes. Samuel, Tyler, se estiverem dispostos, podem ser parte disso. Mas precisam estar cientes de que isso significa enfrentar algo muito além de qualquer luta que tiveram até hoje.”
Samuel deu uma risada curta, um brilho de empolgação em seus olhos. “Cara, você não me conhece? Desde que conheci você, vi que estava envolvido em algo grande. E agora, saber que esse algo é salvar o mundo? Conte comigo.”
Tyler, mais quieto, levou alguns instantes antes de responder, mas finalmente concordou, com um aceno de cabeça firme. “Aki, vou com você até o fim. Se isso é o que você precisa fazer, eu estarei lá para garantir que conseguiremos.”
Aki sorriu para eles, grato pela lealdade. Ele sabia que agora possuía aliados dispostos a encarar o pior ao seu lado. E, ao fechar os olhos para descansar mais um pouco, sentiu que, pela primeira vez, o peso desse futuro talvez fosse mais fácil de carregar.
Ao fechar os olhos, Aki foi pego por uma sensação estranha, algo que não costumava permitir a si mesmo. Ele sempre havia sido treinado para ser frio, indiferente, sem espaço para emoções. Mas ultimamente, as coisas pareciam diferentes.
Pensou nas lutas intensas que tivera — a adrenalina, a excitação que percorria seu corpo. Lembrou-se de quando ouvira a música de Aurora, algo em seu vazio havia acalmado, quase como se uma paz desconhecida tivesse sido descoberta ali. E agora, naquele instante com Samuel e Tyler ao seu lado, ele sentia algo que, ainda que fraco, parecia uma... felicidade. Sentia.
Aki tentou racionalizar esses pensamentos, mas, pela primeira vez, as emoções não eram tão fáceis de ignorar ou controlar. Talvez, de algum modo, ele não fosse o monstro que sempre acreditara ser.
Samuel, notando a expressão de Aki, inclinou-se um pouco para frente e perguntou, com um toque de curiosidade e até mesmo cuidado: “Tá pensativo demais, hein? O que tá rolando na sua cabeça, cara?”
Tyler, percebendo a mesma mudança sutil, olhou para ele com seriedade. “Você parece... diferente. Como se algo estivesse te afetando.”
Aki hesitou, mas, ao ver o olhar genuíno deles, decidiu abrir um pouco de sua mente. “Ultimamente... eu tenho sentido coisas. Sentimentos, que normalmente tento evitar. Durante as lutas, eu... me senti empolgado, talvez até animado. Quando ouvi Aurora tocando, pela primeira vez, eu senti paz. E agora... conversando com vocês, talvez até... uma leve felicidade.”
Samuel deu um meio sorriso, parecendo achar graça na descoberta de Aki. “Então o ‘príncipe sem emoção’ tá começando a perceber que tem coração aí dentro? Bem-vindo ao clube, parceiro.”
Tyler, mais sério, assentiu. “É normal, Aki. Faz parte de ser humano. Você não é um monstro só porque tem um propósito que exige sacrifício. Sentir não diminui quem você é. Na verdade, isso pode te tornar ainda mais forte.”
Aki ficou em silêncio por um momento, processando as palavras deles. Ele olhou para os próprios punhos, que tantas vezes haviam causado destruição. Talvez a verdadeira força fosse aceitar esses sentimentos, usá-los para algo além de apenas poder. A ideia de que ele pudesse ser algo mais do que uma máquina de combate era nova, mas, pela primeira vez, ele não a rejeitou.
“Acho que... vocês têm razão. Talvez eu possa sentir e ainda ser forte,” murmurou Aki, quase como se falasse para si mesmo.
Samuel deu um leve tapa no ombro de Aki. “Isso aí! Não precisa ser um robô pra ser poderoso. Confia na gente.”
Aki assentiu, uma nova determinação crescendo dentro dele. Aquela jornada não seria apenas sobre se tornar mais forte para enfrentar a torre, mas também sobre descobrir quem ele realmente era — e isso, ele percebeu, era um desafio que valia a pena enfrentar.
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Atualizado até capítulo 129
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