Diego voltou da cozinha com um saco de gelo em suas mãos, colocou-o na parte de trás da cabeça de Kellie onde ela bateu, quando o seu corpo foi ao chão ao ser empurrada.
— Se sente melhor?
— Não.— Ela gemeu de dor.— Por que tinha que ser tão bruto?
— Por que tinha que entrar na minha casa sem avisar?— Bufou.— Está louca? Eu sou um criminoso! Poderia ter te confundido com algum inimigo e ter atirado!
— Desculpe.
Ela se encolheu levemente, desviando seu olhar, vendo que o homem tinha razão. Ele era o dono de roda aquela comunidade, poderia ter se confundido e disparado, agora, sua mãe poderia estar a providenciar os trâmites para seu enterro. Diego ainda se sentia impaciente para saber como Kellie chegou ali e o que queria. Aliás, por sorte, ele decidiu não soltar Kevin, seu cachorro pela casa. Nesse momento poderia vhegar e só ver pedaços de um corpo espalhado por aí, pois seu rotweiller é treinado para atacar qualquer um que tente invadir a casa. E sim, ele colocou esse nome em seu cachorro em homenagem Mc Kevin.
— Mas, que diabos você veio fazer aqui?!— Ele se levantou, irritando-se.— E se o Kevin tivesse solto? Sabe bem que ele não gosta de você, poderia ter te matado!
— Eu sei, já pedi desculpas.— Ela se levantou também e aproximou-se, colocando uma das mãos em seu peito.— Vim porque sinto saudades. Nunca mais me procurou.
Diego bufou, segurando-a pelos ombros e a afastando levemente. Kellie não tinha mesmo vergonha, pois sempre que podia, se humilhava para Diego e era isso o que o homem não gostava. Foi esse seu jeito que o fez se afastar. Ele sabia que Kellie era uma boa mulher, que um dia encontraria alguém que a amasse, que a fizesse feliz e que se adaptaria facilmente a ela, mas ele não, Diego não conseguiu.
— Sabe que não temos mais nada, não sabe?
— É claro que sei, Diego.— Ela se aproximou novamente.— Mas, o que posso fazer se gosto tanto de você?
— Droga, Kellie! Supera! Você nunca vai ser minha fiel.
Os olhos dela se encheram de lágrimas na mesma hora, apesar de a mulher já saber disso. Ela realmente nunca seria a fiel de Diego, desde o começo era usada apenas como um lanche, mas aceitou assim, pensando que um dia poderia mudar de ideia e se apaixonar por ela também. Não houve novidades. O homem manteve o que pensava a seu respeito e a descartou com a maior facilidade assim que se cansou. Kellie fez a maior pose de boa-moça para ver se conseguiria esse título, mas não adiantou.
— Não sou boa o suficiente para você?— Ela soltou o gelo, passando as duas mãos em seu peito, dessa vez, as unhas.— Me acha feia?
— Não é isso, mulher!— Diego começou a ceder um pouco.— Ela conhecia todos os pontos fracos dele.— "Cê é mó gostosa!"— Falou em gírias.
A mulher ergueu os pés até a porta dos dedos, para alcançar o ouvido do homem. Com um sorriso sábado nos lábios, sussurrou:
— Então fica comigo hoje.
Lambeu a parte de fora de sua orelha, depois veio descendo até o pescoço, deixando leves chupoes ali. Diego fechou os olhos, logo sentindo seu amiguinho se animar, estava mesmo precisando relaxar. O dia seguinte seria muito cheio, o homem não iria parar um só segundo, eram muitos problemas para resolver, sem falar que estava em contato com a prefeitura, negociando a propina que iriam pagar para eles virem e reformar a quadra, o colégio e a UBS do morro. Esse tipo de negociação não era fácil, o refeito costumava pedir bem mais que o devido e Dieho não tinha escolha, era o bem de sua comunidade que estava em jogo. Ele apertou a cintura da mulher, depois desceu as mãos para sua bunda e apertou, tirando um gemido dela.
— Me espera no quarto.— Encarou-a com os olhos cheios de fogo.— Preciso cuidar do Kevin antes. Depois eu subo e acabo com você.
Kellie sorriu, conseguindo o que queria. Ela queria fazer dessa noite a melhor de todas que ele já teve, queria entrar na sua mente e o deixar com um sabor de quero mais. A mulher estava empenhada em tornar-se sua fiel e iria fazer o que for para isso.
— Ok.
Ela depositou um selinho em seus lábios e subiu rapidamente para o quarto, a fim de se preparar para o esperar. Enquanto isso, Diego se virou para ir até a área externa da casa, que ficava na parte de trás, perto da piscina. Ele abriu a porta e Kevin já pulou imediatamente em cima do homem, latindo com alegria e tentando o lamber de qualquer jeito. Diego ria com a animação de seu cachorro. Também sentia saudades quando passava o dia inteiro fora de casa. Diego encontrou Kevin em uma situação que achou que o cachorro não sobreviveria muito tempo, era um filhote jogado no canto da rua, havia sido atropelado e quebrou a coluna, ficando temporariamente paraplégico. Ele desceu da moto e o pegou, alguns vizinhos disse que o cachorro ficou jogado ali por dois dias. Quando Diego o pegou ele já agonizava, perto da morte. Era um dia de calor de 40°C. Imediatamente levou seu animalzinho para o veterinário, onde permaneceu internado e teve que fazer duas cirurgias para colocar a vértebra no lugar, ele também tinha muita insolação e estava altamente desidratado, mas como um milagre, Kevin sobreviveu e agora, dois anos depois, estava ali, como se nada tivesse acontecido. Ele brincou um pouco com seu animal e depois o levou até a cozinha, a fim de pôr sua comida.
— vai com calma aí, garotão!— Acariciou a cabeça dele que rosnou. Não gostava de toques enquanto comia.— Seu egoísta.
Diego riu, passando por ele e subindo as escadas. Era hora de relaxar. Ele abriu a porta de seu quarto, vendo que estava tudo escuro, a luz estava apagada. Acendeu a luz, dando de cara com uma Kellie nua e de pernas abertas, deitada em sua cama. Diego sorriu, safado. Tirou sua camisa rapidamente, caminhando em direção a cama.
— Estava te esperando, Perigoso.
Kellie fez uma voz manhosa. Ele amava quando ela o chamava por seu vulgo quando estavam f*dendo, o deixava com mais t3são.
— Aqui estou.
Subiu em cima da cama, colocando-se no meio de suas pernas e segurando-a pela cintura, enquanto suas mãos passavam por baixo das pernas. Seu rosto estava entre as pernas da mulher, que já se imaginava sendo chupada pela sua boca carnuda e rosada. Nunca havia encontrado alguém que fizesse esse serviço tão bem quanto ele, talvez por isso o quisesse tanto. Começou passando a língua de leve por toda a extensão de sua b0ceta, vendo-a jogar a cabeça para trás ao der torturada. Ele sorriu, fazendo mais uma vez.
— Não me torture, Perigoso. Estou com tanta saudades, quero você logo.
— Você já sabe o que fazer.
Rolou levemente a barba por fazer em sua virilha, deixando um beijo em seguida.
— Oh, por favor, me f*de com vontade.
— Seu desejo é uma ordem, minha rainha.
No mesmo instante ele a abocanhou, chutando e mordiscando seu clitóris, fazendo a mulher se contorcer e gemer alto. com o auxílio do dedo, ele massageva o clitóris enquanto desceu a língua para sua entrada, fazendo movimentos de vem e vai. Kellie segurou seus cabelos e puxava levemente, dando-lhe a certeza de que estava enlouquecendo. A mulher só conseguia pensar no quão bom era Diego e no quanto sentia falta disso. Quando estava prestes a soltar todo o seu líquido, ele parou e a encarou com os olhos cheios de fogo e vontade. Kellie o observou subir por seu corpo, dando leves mordidas e chupadas, subindo por sua barriga e parando em um de seus seios, onde ele chutou com vontade. Ela imaginou que ficaria muito marcado no outro dia, fez o mesmo com o outro seio, enquanto com a mão massageava o outro. As unhas dela passavam pela extensão de suas costas, não iriam ficar muitas marcas ali, pois o homem era quase que completamente tatuado.
— Você me quer?—
Perguntou com a boca quase colada na sua. Diego esfregava seu membro grande por cima da calça, fazendo a mulher o desejar muito. Sua b0ceta estava encharcada de desejos.
— Quero! Quero muito!
Ela desceu a mão para o massagear por cima de sua calça, Diego soltou um gemido, devia admitir que Kellie sabia o que fazia na cama e não era fraca. Ela o atacou em um beijo cheio de safadeza, suas línguas brincavam dentro da boca, acendendo ainda mais o desejo. Diego tirou sua mão, descendo sua calça juntamente com a cueca e entrou devagar.
— Isso, meu gostoso.
Ela soltou com uma voz melódica, que encheu todo o quarto. Diego começou suas investidas e aos poucos foi acelerando, ele não costumava ser um bruto na cama, a não ser que pedissem e sabia exatamente o ritmo que Kellie gostava.
— Ãhn!— Ela gemia.— Meu gostoso!— Eles não se importavam com a altura com que ela gemia.— Ãhn, Perigoso! Vai… Assim... Isso.
Eles mantinham um ritmo gostoso, Kellie gemia alto de prazer enquanto ele a comia. Segurou seu pescoço e apertou, aumentando suas investidas e a levando a loucura. Kellie tentava olhar Diego nos olhos, mas o homem não a olhava por muito tempo, evitava propositadamente o contato visual. Ela ia à loucura, estava chegando perto do ápice. Logo chegou ao orgasmo, Diego foi diminuindo as investidas e saiu de dentro dela, segurando-a pela cintura, ele conseguiu a virar de costas como se fosse uma folha de papel e empinou sua bunda para cima. Kellie já se sentia acabada, Diego era um dos poucos que conseguia acabar com ela em um round só, mas não iria agregar, ela permaneceu assim, enquanto sentiu o corpo grande do homem se debruçar contra o dela, com a boca em seu ouvido, enquanto segurava seus cabelos.
— Estou com saudades do seu c*.— Lambeu sua orelha a deixando com mais t3são.— Vai liberar pra mim?
— Sim, meu amor. Tudo o que você quiser.
— Boa garota.
Ele se afastou, mantendo uma das mãos em seus cabelos, com a outra, buscou o líquido de seu gozo na b0ceta e o puxou para trás, lubrificando-a. Diego penetrou e começou a investir, dessa vez não teve muita dó, ele estocava forte enquanto ouvia os gritos de prazer que Kellie soltava. Ela apertava os travesseiros e vez ou outra até os mordia, revirando os olhos. Aquele homem era muito gostoso, por isso que se apaixonou. Ele a f0dia sem dó, do jeito que gostava, entrava e saia com força, mas sem a machucar, sabia o que estava fazendo, diferente de muitos homens por aí, que só sabiam machucar. Depois de algum tempo, ela gozou, mas pela segundo vez, Diego ainda não havia soltado seu prazer e ela sabia que o homem não iria parar até que gozasse. Kellie se sentia esgotada, mas queria mais, queria muito mais. O homem pegou em sua mão, saindo da cama, ela o observou.
— Vem, vamos tomar um banho.— Sorriu.— Ou, será que você prefere pedir arrego?
— Eu não peço arrego, você sabe!
Ela se levantou, por um momento se sentindo a namorada de Diego, se sentiu especial naquele momento, mesmo sabendo que tudo o que ele queria ali era sex0 e depois provavelmente voltaria a rejeitá-lá. Eles foram até o banheiro, onde Diego abriu o chuveiro e a fez entrar, entra do em seguida. Ele pegou o sabonete e começou a passar pelo corpo da mulher, depositando beijos em seus ombros, costas, pescoço. Diego a ensaboava gentilmente, Kellie se sentia sua fiel e pensou que faria de tudo para que se tornasse realidade. Ele tratava bem todas as garotas que levava para cama, mas não significava que a faria sua fiel. Diego não queria uma namorada, estava mais focado nos problemas de seu morro, ultimamente só tinha tempo para dormir, nem Kevin tinha muito a sua atenção. Ele ensaboou uma de suas mãos e desceu até a entrada da mulher, onde começou a estimular seu clitóris. Ela fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, começando a soltar uns gemidinhos de prazer. Diego a estimulava com uma mão, enquanto a outra passeava por todo seu corpo, o deixando mais desejoso dela. Kellie ergueu uma de suas mãos, acariciando a barba rala de Diego e virou o rosto, beijando-o entre gemidos e pequenos espasmos de prazer. Ela se virou completamente, tomando o sabonete de suas mãos.
— Minha vez.
Começou a ensaboar todo seu peitoral tatuado com suas mãos pequenas e macias, descendo lentamente, até chegar em seu membro ereto. Ela encheu a mão de espuma e começou a masturb@r seu membro com movimentos de vai e vem enquanto o beijava. Seus beijos foram descendo pelo pescoço, peito, descendo e descendo, até que Kellie ficou de joelhos, olhando para Diego com seus olhinhos safados, sem parar de acariciar. Ele olhou para baixo com um sorriso no rosto, segurou todo o seu cabelo com uma das mãos e então, colocou sua boca em seu pau. Todo o sabão já havia escorrido, pois estavam debaixo do chuveiro. O homem começou a fazer movimentos, sentindo sua boca quente em volta dele. Foi aumentando as investidas, enquanto a engasgava com o pau em sua garganta. Kellie aguentava muito, as vezes parecia até uma garota de programa, foi esse um dos motivos que fez Diego repensar seu relacionamento com ela, o excesso de experiência. Não a experiência em si, mas ele tinha medo de um dia ter que matá-la com um tiro na testa por traição. Kellie não era muito confiável, além do mais, uma semana após eles terminarem, ela já estava jogando a bunda para outro no baile do morro. Ela definitivamente não tinha o perfil de fiel. Continuou jogando sua boca, entrando e e saindo, até que sentiu que estava perto de g0zar. Diego a levantou e agarrou suas pernas, a mesma o enlaçou. Ele entrou e começou suas investidas novamente, Kellie o arranhava, agora sentindo dor e prazer ao mesmo tempo, pois sentia que sua b0ceta começava a inchar, mas não queria parar mesmo assim.
— Goza dentro.
Pediu ela. Seu plano estava em ação. Era isso o que queria, Kellie havia parado de tomar remédio desde que parou de ficar com Diego, esperando por uma oportunidade para ficar com ele e tentar engravidar. Diego parou e a encarou.
— Não, está louca? Está querendo engravidar de mim?
— Eu tomo anticoncepcional, esqueceu?
Olhou em seus olhos, desconfiado. E se tivesse parado de tomar? Mas quer saber? Naquele ponto não importava muito, ele queria derramar seu leite logo, estava com muito t3são. Continuou metendo, fazendo-a gemer cada vez mais alto. Diego aumentava cada vez mais suas investidas, ele sentia que estava perto de seu ápice e Kellie sentia o mesmo.
— Goza comigo.
Pediu, dando-lhe um beijo, levando-a ainda mais a loucura, eles foram ao ápice juntos. Com um suspirou alto, Diego soltou sua boca, colando a testa na sua. Logo ela soltou sua cintura e ele saiu de dentro dela, tomando um banho de verdade agora. Depois, os dois saíram do banheiro e Kellie se jogou direto na cama, exausta. Ele apenas a observou e foi até seu armário, colocando uma calça de moletom cinza e saiu do quarto, deixando-a lá mesmo. Não queria dormir ao seu lado, para quê Kellie não confundir-se, ele não iria ficar com ela mais vezes. Diego desceu as escadas, também não iria dormir no quarto de sua mãe e nem no terceiro quarto que era de hóspedes, queria assistir um pouco. Se jogou no sofá, vendo seu cachorro levantar a cabeça para o observar, deitado em sua cama que Diego havia colocado no meio do tapete antes de subir.
— O.que foi, Kevin?— Perguntou ligando a TV.— Te acordei? Viu dormir aqui com você, hoje, amigão.— Passou a mão nos cabelos molhados.— Uma mulher tomou minha cama.
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Atualizado até capítulo 62
Comments
Gigliolla Maria
mas pelo visto eal não vá sair pq eles transarame e capaz de engravidar sems
2024-10-25
0
Vitoria Barbosa
queria que essa mulher saísse do caminho do Diego pra Nádia poder chegar
2024-06-01
6
Tânia Campos
Ele não é uma pessoa ruim, então não merece ser enganado.
2024-01-09
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