Eu acordo e Olum não estava na cama.
Tomo um banho, visto um vestido longo florido e vou tomar café.
Escuto risadas saindo do escritório de Olum.
Me aproximo e vejo uma loira de cabelo longo sentada rindo e conversando com ele.
"Toc,Toc"
Os dois olham para a porta.
- Bom dia Carolina.
- Bom dia A...Olum!
Quase eu falo o nome dele.
- Essa é a Dra. Natasha a nossa advogada.
- Chefe pode vir aqui?
Diz Tom.
- Licença meninas. Já volto.
Ela me mede de cima a baixo.
E fala.
- Você é a nova faxineira?
"Vaca, desgraçada, eu penso"
Dou um sorriso, e respondo.
- Natasha, antes eu fosse. Mas não, eu sou esposa de Olum.
Ela paralisa, e olha para minha mão esquerda.
Como se procurasse alguma coisa, ela diz:
- Mas você está sem aliança!
E dá um sorrisinho irônico.
Ela tinha razão. Não tinhamos uma aliança.
Mas ela não precisava saber.
- Nossa essa pergunta veio mesmo de você. Advogada de Olum? Ele é um criminoso, não precisa que saibam que ele tem família. Pensei que era mais inteligente.
- Além de esposa, eu sou a psicóloga de todos aqui. Foi assim que nos conhecemos.
- Se você é a psicologa poderia se vestir melhor.
Diz ela me alfinetando
- Eu também acredito que eu deveria vestir-me melhor. Como conversa bastante com Olum poderia me ajudar e falar sobre isso. É que ele quer que eu esteja sempre de vestido e sem calcinha. Para fazer amor comigo sempre que ele quiser e onde ele quiser.
Menina ele é insaciável. Eu amo isso nele.
Os olhos dela perderam o brilho, o sorriso irônico desapareceu.
Quase que eu fico com pena.
Nessa hora a Sra. Samia ia passando e me viu.
- Filha! Separei os ingredientes para lhe ensinar a preparar o Baklava.
- Sim Anne. O Olum vai amar ter o doce favorito sempre que ele quiser. Estou livre agora.
- Então venha! Vou te ensinar.
Eu olho para Natasha e digo.
- Com licença querida. Foi um prazer conhece - la.
E sigo de braços dados com Anne.
Alguns minutos depois Olum entra na cozinha.
- Carolina o que você falou para Natasha?
- Bah! Porque acha que eu disse alguma coisa?
- Já te conheço o suficiente para ter certeza que você disse. E tem mais você não sabe mentir.
- Ela perguntou se eu era a nova faxineira eu disse que não, que era sua esposa. Só isso!
- Ela saiu brava, dizendo que não ia trabalhar mais com a gente.
- Azar o dela!
- Carolina você sabe que as coisas não funcionam assim. Se ela sair, ela morre! Não tem perdão.
- Eu não tenho culpa!
- Se você não tivesse enfiado o seu pênis em cada mulher que surgiu na sua frente. Ela não estaria surtando agora. Eu não falei nada Aslan. Apenas que era a sua esposa. Ou era para esconder?
- Não! Claro que não.
- Mas agora tenho outra coisa para resolver.
Ele diz e sai da cozinha.
Eu termino de preparar o doce com a Sra. Samia e fui preparar as coisas para os atendimentos do dia.
Michelle passa por mim, fazendo cara feia.
Normalmente eu evito conflito, mas não hoje.
- Está olhando o que?
Ela continua me olhando séria.
- Continue se achando. Você não vai durar muito tempo. Olum cansa rápido.
Diz ela sorrindo.
- Quem sabe eu tenho essa sorte. Eu digo e mando um beijinho. E continuo andando.
Ela fica sem entender.
"Vram, Vram"
O meu celular vibra uma chamada de vídeo da minha mãe.
Eu aceito.
- Oi Mamãe.
- Carolina que chinelagem é essa?
- O que mamãe? Do que a Sra. está falando?
Eu estava deitada de bruços na cama e falando com a minha mãe. O ângulo da camera estava no meu rosto. Olum entra no quarto e vem a passar a mão no meu bumbum.
Eu olho para trás.
Ele faz sinal com o dedo para que eu não falasse nada. Fizesse silêncio.
- Eu levei um baita susto quando me contaram que minha filhinha que até então acabou de ficar viúva, se casou com o seu cunhado. Que chinelagem é essa Carolina?
Eu sabia que ela estava brava. Pois, me chamou de Carolina.
E Olum já havia levantado o meu vestido até a altura do bumbum. E está massageando o meu sexo por trás.
- Mãe é uma tradição. Isso para honrar a memória de Thor. O meu marido está aqui. Ele te explica melhor.
Eu viro a camera para ele. E entrego-lhe o celular.
Ele fica sem graça.
- Oi sogra!
- Carolinnnnaaaa!
Ela grita. Eu vou para o lado de Olum.
- Oi mamãe?
- Casou com o seu chefe?
-.Sim. Ele é irmão de Thor.
- Sogra deixa eu te explicar.
Ele começa a explicar.
Enquanto a minha mãe falava. Ele mostra o seu dedo molhado do meu sexo. Eu olho para ele e chupo o seu dedo com cara de safada.
Me sento na sua frente na cama, abro as pernas e começo a tocar o meu sexo. Mordendo o lábio para abafar os gemidos.
Ele engole seco.
Já não ouvia mais a minha mãe, que continuava a falar.
Ele fazia os sinais com o dedo me dizendo como ele queria que eu me tocasse.
E eu obedecia aos seus comandos.
Ele explica tudo e finalmente ela parece compreender.
- Bom se vocês quiseram fazer assim e são adultos o que eu posso fazer.
Ela conclui.
- Tchau Carol.
Ela diz.
- Tchau mamãe te amo.
Eu grito.
Enquanto Olum se despede eu atinjo o orgasmo e gozo bem gostoso.
Olum desliga e se joga de boca no meu sexo recém gozado que escorria.
Ele chupa sedento do meu mel.
Abre o ziper da calça, tira o seu membro duro e me penetra de uma vez.
- Huuuummmm!
Ele começa o vai e vem delicioso.
Estou gemendo alto.
Ele sai de mim.
Puxa-me pelo quadril, me colocando na ponta da cama.
Levanta as minhas pernas até a cabeça, e manda-me segurar nos tornozelos
Eu estava completamente exposta.
Ele me olha sério. Olha o meu corpo.
- Agora você vai saber o que é foder com um homem bem dotado.
Ele me penetra com força e sinto o seu membro bater bem no fundo.
Eu fechei os olhos e apertava, pois estava doendo.
Ele começa a me penetrar devagar.
- Nunca! Nenhuma mulher conseguiu me aguentar nessa posição.
- Quero testar você. Pode gritar a vontade se isso ajudar. Mas quero que suporte o máximo que conseguir.
- Meu desejo é chegar ao orgasmo te penetrando fundo.
Ele começa a acariciar o meu clitóris com o dedão. Enquanto me penetrava.
Ele foi me penetrando mais fundo, mais fundo. Até eu sentir o seu membro bater bem no fundo.
Contudo aquilo estava me dando muito tesão. Eu também queria saber se eu aguentava.
Ele começou a ir fundo e forte.
Eu soltei um dos tornozelos, lambi o dedo e comecei eu mesma a tocar o meu clitóris com rapidez.
Sem tirar os meus olhos, dos olhos de Olum.
- Nossa Carolzinha. Que delicia.
- Me chama de amor.
Eu peço.
- Delicia meu amor.
Eu esfrego meu clitóris com força e atinjo o orgasmo. O meu corpo treme.
- Huummm!
Estou gemendo e gritando.
Doía, mas também era gostoso.
Eu começo a gritar e falar besteira.
- Isso Aslan.
- Huuuummmm.
- Me fode. Não era o que você queria?
Ele ouve as minhas palavras e me penetrar com toda sua força.
Seus olhos mudam, suas púlpilas dilatam.
Ele está em puro extase.
- Aaaahhhhh tenho outro orgasmo.
- Que apertadinha amor!
- Que gostosa. Olha até escorrendo mel.
Ele urra e sinto ele se derramar em mim.
Quando sinto ele pulsar e o seus jatos.
Eu tenho mais um orgasmo.
Ele me abraça, me beijando.
Passamos o resto do dia na cama se curtindo e namorando.
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Atualizado até capítulo 90
Comments
Dulce Tavares
me abanam aque que isso 🔥🔥🌡️🌡️🌡️ autoraaaaaaaaaaaaa
2025-02-06
0
Tânia Campos
Aí, Aí, que homem gostoso!!!
2025-01-31
0
Maria Cristina Santos
VÍXI MARIA!!!..DRU ATE SUADEIRA EM MIM!!!/Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm/
2024-07-04
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