Mais uns dias se passam e Thor havia escolhido a data.
Os pais de Thor não poderiam estar presentes pois era o mês de Ramadã (tradição na qual se jejua do nascer ao pôr do sol durante um mês).
O cartório de registro civil escolheu o dia 30. O último dia do mês. E a Sra. Samia achava que Thor não quis mudar a data. Pois no dia seguinte eles poderiam participar. Mas não tinhamos como alterar.
Não fariamos festa, era apenas no cívil. Meus pais também não poderiam vir por conta da saúde de meu pai. Mas combinamos de na nossa lua de mel passar 15 dias na Turquia e 15 em Santa Catarina.
Os dias se passam e finalmente chega o dia do casamento.
Eu estava tensa e nervosa.
Nem acredito que eu ia casar com meu principe encantado.
Olum ele cuidava dos negócios internacionalmente e Osman cuidava do negócios nacionais, ou seja no Brasil.
Ambos eram como fantasmas. Mas Osman era conhecido pelos rivais no Brasil. Seus inimigos eram aqueles que queriam retirar Olum do Morro.
E sabia que Osman era o caminho. Por isso Osman pecisava redobrar os seus cuidados.
Olum era um fantasma completo. Se andasse pelo Morro, ninguém saberia que era ele o Dono.
Mas Osman era conhecido.
Olum entra no escritório, eu estava guardando as coisas.
- Carolina já arrumou sua mala?
- Thor disse que ia arrumar. Vou ver com ele.
- Eu não vou poder acompanha - los. Mas boa viagem.
- Obrigada Olum.
Eu lhe abraço e beijo seu rosto.
- Quando estiver na Turquia abrace a Anne e Baba por mim. Por favor.
- Claro, vou dizer que você mandou um abraço.
As horas avançam, eu vou para meu quarto.
Tomo um banho e visto um vestido longo de tricô branco, de ombro de fora. E deixo o cabelo solto, faço também uma maquiagem leve.
Osman estava lindo em um terno preto.
Saimos da mansão. Um dos homens trazia nossas malas.
- Amor quem arrumou a nossa mala?
- Foi a Michelle.
Responde Thor.
Eu não gostei de saber. Mas agora já tinha feito.
Seguimos para o cartório. Eu estava nervosa.
Ele segura em minha mão. Tom foi a nossa testemunha.
Aos poucos eu já conhecia toda a equipe de Olum e o que cada um fazia.
Os lideres eram Olum, Thor, Tom e Caveira.
Eles decidiam juntos o que a facção faria. Mas dentro do Morro, só Olum mandava.
Eu já estava acostumada a viver no Morro.
Como eu não saia da Mansão, era uma fantasma também.
Não concordava com o que acontecia, mas não podia opinar sobre nada.
Chegamos no cartório havia uma fila, a cerimônia foi feita. Estavamos oficialmente casados.
Eu não me aguentava de felicidade.
Eu agora era a Sra. Kaya.
Já havia escurecido quando saimos. Tom nos leva até o aeroporto. Lá nos despedimos de Tom e entramos.
Estavamos bem adiantados..Paramos na lanchonete para comer alguma coisa.
Quando resolvo pegar os passaportes e documentos para facilitar o "check in".
O passaporte de Thor estava na mala. Mas o meu não estava.
- Amor não está aqui.
Eu digo preocupada.
- Michelle deve ter se esquecido.
Ele diz.
- Vamos ligar para Olum e pedir para o Tom trazer.
- Boa idéia.
Eu ligo, ele liga e ninguém atende.
- Bom vamos até lá. Então.
- Temos 2h e meia. Dá tempo tranquilos.
Pegamos um táxi e seguimos de volta.
Chegamos no Morro, fomos até a Mansão.
Olum saia do escritório com uma mulher.
- O que fazem aqui!
- Esqueci o passaporte.
Eu digo e corro no quarto para pegar.
Estavamos saindo quando Olum grita:
- Thor o Tom te leva.
- Não irmão, o táxi está nos esperando.
Ele me puxa e saimos.
Entramos no táxi e retornamos para o aeroporto.
Quando estavamos a duas quadras do aeroporto.
Parados no fárol, ouvimos um barulho de moto.
Era uma moto com dois homens, eles param ao nosso lado. O garupa saca a arma e atira em nós.
Thor estava atrás do motorista e entra na minha frente para me proteger e acaba levando vários tiros.
Os caras na moto fogem.
Nesse momento tudo acontecia como em camera lenta.
Eu gritava:
- Thor! Thor!
O motorista do táxi estava morto, com um tiro na cabeça. E outro no peito.
Eu estava cheia de sangue. Thor ainda aperta a minha mão.
Ele havia levado um tiro no peito. Eu preciono o ferimento para tentar parar o sangramento.
- Amor você vai fica bem. Eu estou aqui.
Eu digo.
Thor me olha, respira profundamente e morre nos meus braços.
Eu pego o celular e ligo para Olum.
- Alô.
Eu só chorava.
- Carolina!
- Carolina o que houve!
- Thor!
Eu respondo
- O que tem o Thor?
Eu continuo chorando.
- Fala logo Carolina?
- Ele está morto!
Olum fica em silêncio.
Enquanto eu estava chorando desesperada.
- Onde você está?
- Na avenida. A duas quadras do aeroporto.
- Estou indo!
Em minutos Olum chega na moto preta.
Eu estava abraçada a Thor chorando inconsolada.
Os homens de Olum também chegam, em 3 carros pretos e mais 2 motos, com dois homens em cada.
Olum pega Thor e coloca em um carro.
Me coloca em outro carro. E diz aos seus homens.
- Levem Carolina e tranquem ela no quarto. Se ela fugir vocês morrem.
Pegam tudo que era nosso no táxi. E saem.
Deixam o táxi ali com o motorista. E algumas testemunhas.
Ouço Tom gritar.
- Ninguém viu nada. Se alguém falar, morre!
Sou levada para a Mansão no morro e trancada no quarto.
Eu chorava, não estava acreditando nisso.
Eu queria ter morrido junto com ele.
Cerca de 50 minutos depois.
Ouço a porta abrir e Olum entrar.
Ele tranca a porta, depois de entrar.
Seus olhos eram de ódio, sem brilho, sem vida.
Eu estava deitada na cama, ainda chorando.
Ele se aproxima, me pega pelo cabelo, me fazendo levantar dá cama.
- Aiiiii!
Eu grito.
- Me fala Carolina. Você armou isso?
- Você matou meu irmão?
- Quem mandou você vagabunda?
Ele grita apertando meu pescoço.
Eu só chorava.
- Responde!
Eu continuo a chorar.
Olum dá um tapa forte em meu rosto. Que me joga no chão.
Ele me pega de novo pelo pescoço.
Olhando nos meus olhos com fúria.
- Fala quem te mandou vagabunda?
Eu só conseguia chorar. Não conseguia falar mais nada.
Mas isso só o irritava mais.
Ele aperta meu pescoço com força, me fazendo quase demaiar.
Olum dá outro tapa forte.
- Não desmaia vagabunda.
- Me fala quem te mandou?
Ele me joga na cama.
Eu estava com o vestido vermelho de sangue.
- Ninguém!
Eu grito.
- Meu Deus não acredito que estou vivendo isso.
- Onde está o Thor? Para onde você levou meu marido. Eu quero vê - lo.
Digo chorando.
- Levei ele para o hospital. Mas não tinha mais nada a ser feito. E você sabe disso vagabunda.
- Se você não armou isso. Como não levou nenhum tiro. Enquanto Thor levou 5 tiros.
- Cinco tiros Carolina.
Ele grita.
Ele me protegeu. Se jogou sobre mim, ele morreu, para me salvar.
Respondo aos prantos.
- Eu amo Osman. Jamais faria isso.
Ele dá outro tapa no meu rosto.
- Não fale o nome dele, vagabunda. Não quero o nome dele na sua boca.
- Se você não armou. Porque não colocou o passaporte na mala.
- Porque não fui eu quem arrumou. Foi a Michelle e ela esqueceu de colocar.
- Carolina se eu descobrir que você armou. Eu arranco a sua cabeça á espada. Coloco em um vidro com formou e deixo de trôfeu no meu escritório.
Diz ele com raiva.
- Eu jamais faria isso. Eu sempre amei o Osman. Se quer me matar, me mate. Assim essa dor acaba e eu posso me encontrar com ele.
Digo chorando.
- Vou te levar para o conselho. Sua vida está nas mãos deles.
Ele diz e sai trancando a porta.
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Atualizado até capítulo 90
Comments
Tânia Campos
Tadinho,
Nem tirou a virgindade dela que ele tanto queria.
Será que a Michele não está por trás disso?
2025-01-31
0
Tânia Campos
Eu acho que foi ela.
Só pode.
2025-01-31
0
Dulce Tavares
essa Michele é x9
2025-02-06
0