Eu acordo, tomo um banho e tomo café da manhã com meus sogros.
Olum não apareceu.
Eu vou para o escritório, teria um atendimento em 30 minutos.
Quando meu telefone toca:
" Trim, Trim"
Eu olho e era minha melhor amiga Kel.
- Kel que saudades!
- Oi amiga. Desculpe estava viajando a trabalho.
- Como você está? E esse pé?
- Estou bem. Já sarei.
- Amiga estou casada.
- Queeeeeee! Como assim?
- Amiga é muita coisa para contar. Precisamos falar pessoalmente.
- Venha me ver Carol. Assim conversamos.
- Vou ver aqui o dia. Vou olhar a agenda de atendimentos e te falo.
-.Perfeito amiga. Eu te amo.
- Também te amo.
- Beijos. Tchau!
- Beijos.
Diz Kel encerrando a ligação.
Logo Olum entra no escritório.
- Preciso resolver umas coisas, saí.
- E é assim que fala? Eu tenho um atendimento em 20 minutos.
- Cancele.
- Preciso do escritório, Carolina.
- Por isso eu queria ter o meu. Mas você é pão duro demais.
- Carolina terminou? Saí logo!
Eu fecho a cara e saiu.
Eu sempre fui responsável e amava meu trabalho. Não ia deixar meu paciente sem atendimento, só porque Olum estava de mal humor.
Eu peguei duas cadeiras da sala de jantar e a mesinha de canto que ficava ao lado da minha cama e coloquei no meu quarto.
Uma cadeira ao lado da outra e a mesinha entre elas.
Levei minha agenda, caderno de anotações, caneta e chamei ao Matt para fazer o atendimento normal.
Eu estava lá para trabalhar e ia trabalhar.
Eu termino meu atendimento e Matt havia acabado de fechar a porta ao sair, quando escuto os gritos do Olum.
- O que está acontecendo aqui?
- Você está me desrespeitando na minha casa?
- Você assinou sua sentença de morte.
Quando eu ia me levantar para olhar o que estava acontecendo, Olum abre a porta ao gritos.
- Sua vagabunda. Dando para outro assim. Na minha casa?
- Como é?
Ele olha a cadeira, as coisas e fica parado.
- O que Matt fazia saindo do seu quarto Carolina?
Eu olho para Matt e digo:
- Pode ir Matt eu resolvo com o chefe.
- Chefe desculpa, achei que soubesse que eu estaria aqui. Ela disse que o Sr. estava usando o escritório..
Matt tentava explicar.
- Matt pode ir. Eu explico! Desculpa pelo surto do Sr. Olum.
Ele sai ainda com medo e fecha a porta.
- Que palhaçada é essa Olum?
- Você estava usando o escritório, eu fiz o atendimento aqui.
- Não quero ninguém no seu quarto Carolina. Principalmente outro homem.
- Eu fui claro?
- Clarissimo meu Dono.
Digo com irônia.
- Você não me trouxe aqui para trabalhar? Eu estou fazendo a minha parte no acordo.
Ele me olha sério.
- Por falar em acordo me lembrei de uma coisa.
Ele me puxa pela nuca e me beija com desejo.
Eu estava com um vestido social.
Ele levanta meu vestido, leva a mão no meu sexo e sente a calcinha.
- Caramba Carolina. É uma ordem simples.
- SEM calcinha.
Ele rasga a lateral de um lado, depois o outro. O resto de calcinha cai no chão.
E começa a tocar meu sexo.
- Você ainda está dolorida?
- Não!
- Ótimo!
Ele me beija, levanta meu vestido e me deixa apenas de sutiã.
Em seguida retira meu sutiã, e abocanha meus seios. Olum chupa eles bem gostoso.
Ele desce e beija a minha barriga.
- Logo ela vai estar grande. Com meu filho crescendo aqui dentro.
- De Thor!
Eu falo.
Ele resmunga, mas não consigo entender.
Eu deveria avisar que tomei a injeção anticoncepcional que dura 3 meses. Mas ia estragar o clima.
Ele se ajoelha e lambe meu sexo. Ele levanta uma das minhas pernas. Eu me apoio em uma perna só. E assim ele se delicia no meu sexo.
- Como foi ter o orgasmo impedido?
- O que você acha?
Eu respondo
Ele então, dá um tapa forte no meu sexo.
- Ai!
- Me responde direito.
Diz ele irritado.
- Foi ruim.
Ele volta a me chupar.
Se levanta, me vira de costas ainda de pé. Me encosta na parede.
Levanta meus dois braços para o alto. Uni as minhas mãos e começa a acariciar meu corpo.
Cintura, bumbum, coxas, costas, barriga.
Ele aperta meu bumbum. Puxa meu quadril para trás, me fazendo empinar o bumbum.
Afasta as minhas pernas e me penetra de uma vez.
- Huummmm!
Dou um gemido, mordendo os lábios.
Ele morde e beija a minha orelha, passa a língua na orelha e no meu pescoço. Morde meu ombro e volta a beijar meu pescoço.
Me penetrando com força.
Estava doendo um pouco, mas suas caricias deixava tudo mais gostoso.
- Você é apertadinha!
- Adoro foder você Carolina!
Eu continuo gemendo.
Ele segura meu pescoço com a mão, e me penetra com ainda mais força.
- Huuuummmm!
- Calma Olum!
- Não consigo amor. Quero te devorar.
Ele continua me penetrando, gemendo ao meu ouvido.
Meu corpo treme. E eu atinjo o orgasmo, minhas pernas amolecem. Ele me segura. Coloca o peso do seu corpo contra o meu. E continua...sinto seu membro pulsar e ele se derrama dentro de mim.
Ele respira e fala ao meu ouvido.
- Você é gostosa demais.
Ele me vira e me beija. Me levanta pelo bumbum. Eu prendo minhas pernas na sua cintura. Ele me segura no colo, ainda me beijando.
E me coloca na cama e começa a ajeita a sua roupa.
- Onde você vai?
- Preciso voltar para o escritório.
- O que aconteceu mais cedo, para me tratar daquela forma?
- Nada que te interresse.
- É assim que fala comigo Olum.
- Carolina não é porque nos casamos, que eu te dei o direito de cuidar da minha vida. Que chatice isso.
- Você é muito ignorante Olum. Eu perguntei porque me preocupei com você.
Mas se você quer ser tratado assim...você será!
Eu digo irritada.
Ele abre a calça e tira seu membro duro para fora e me mostra. Olha como ele fica quando você fica brava.
Eu continuo séria.
- Vem cá chupa ele. Como você chupou da outra vez. Foi delicioso.
- Não quero!
Ele fica bravo.
Começa a tocar seu membro devagar, estimulando para não perder a ereção.
- Agora Carolina. E eu não estou pedindo.
Eu continuo sem expressão nenhuma.
Ele se aproxima e me puxa pelo cabelo. E coloca seu membro na minha boca.
Eu começo a chupar com vontade. Ele começa a gemer e fecha os olhos.
Eu fecho a mão e dou um soco com toda a minha força no seu saco.
Ele cai no chão e coloca a mão como se fosse se proteger.
Eu visto meu vestido correndo. Os olhos enchem de lágrimas e seu olhar é de furia, seu rosto está todo vermelho.
Eu falo:
- Eu nâo sou sua boneca sexual. Me trate com respeito.
Ele fala, com a voz presa por conta da dor.
- Eu vou te matar Carolina.
- Filha da p***
Quando eu vou passar por ele. Ele puxa meu pé e me joga no chão.
Ele se arrasta e se deita sobre mim, me segurando.
- Me solta!
- Me solta!
- Me solta Olum!
Ele morde meu pescoço.
Ele se ajoelha sobre meu quadril
Eu não conseguia me mexer.
Olum rasga meu vestido deixando meus seios amostra.
- Para de rasgar as minhas roupas. Inferno!
- Me solta!
- Aaaaaaaahhh.
- Me solta Olum!
- Pare!
- Eu não quero!
Eu gritava com toda força e ele permanecia em cima de mim, me imobilizando e mamando meus seios.
Quando de repente, os Pais de Olum entram no quarto.
E me veêm no chão, com a parte de cima do vestido rasgado. Olum em cima de mim, seus braços segurando os meus, me imobilizando, e ele chupando meus seios. Enquanto eu gritava mandando ele parar.
O Sr. Asla dá um grito.
- Seja homem Aslan.
Ele tira o cinto e dá 3 cintadas nas costas de Olum.
Tudo foi muito rápido.
Olum me solta, mas não se levanta.
Olum me olha com ódio.
E fala:
- Satisfeita Carolina?
Ele se levanta, eu tento cobrir meus seios.
- O que você está fazendo rapaz. Queria forçar a sua esposa a ter relações com você. Que lixo de homem você se tornou Aslan?
- Desculpe Baba. Foi um mal entendido.
Eu me levanto e vou para o banheiro.
Ouço o Sr. Asla falando um monte para Olum.
Quer dizer Aslan.
Quem diria que o seu nome era esse.
Mas uma coisa eu sei. Estou ferrada.
Olum não vai perdoar.
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Atualizado até capítulo 90
Comments
Simone Ferreira
Não ao estou gostando nem um pouco do jeito que Olum trata Carol,queria uma reviravolta,Olum comendo na palma da mão de Carol e ela pisando nele.
2025-02-01
1
Tânia Campos
Parecem cão e gato,
Ela gosta, dele a pegando assim.
Dá mais tesão!!!
2025-01-31
0
rafamendes
ele a maltrata e depois o ama como nunca. eu hein
2024-09-06
1