Eu saí do quarto sem entender o que havia acontecido.
Retorno para o meu quarto, vou tentar descansar um pouco.
Eu estava escolhendo um pijama para vestir já que estava apenas de roupão.
Estava procurando na gaveta da cômoda quando Olum abre a porta com tudo. Entra no meu quarto.
Vem rapidamente em minha direção e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele me segura pelo pescoço e me beija com desejo.
Ele desamarra o meu roupão, abre ele e começa a chupar meus seios com carinho.
Ao mesmo tempo que seu dedo ágil, acariciava o meu clitóris.
Seus olhos estavam brilhando e eu podia sentir o calor do seu corpo, que queima de desejo.
Por mais que ele esteja me segurando pelo pescoço. Sua boca e seu dedo me toca com carinho.
E toda essa cena, me deixa muito excitada.
Ele passa o dedo, na entrada do meu sexo e vê como estou molhada.
Ele me pega no colo e me coloca na cama.
Se ajeita entre as minhas pernas e me beija amorosamente. Enquanto acaricia a minha cintura, minha nuca, mordendo meu pescoço e minha orelha. E fala ao meu ouvido.
- Você é uma delicia Carolina.
Ele continua a chupar meu seio, me fazendo gemer com seus lábios.
Ele desce até meu sexo e começa a lamber meu clitóris como se desenhasse um 8 com sua língua e isso era perfeito demais.
Eu não consigo resistir. Me entrego ao seu toque. Estou gemendo e acariciando seu rosto e cabelo.
Sinto meu corpo tremer e eu atinjo o orgasmo mordendo os lábios para não gritar.
Ele se ajoelha entre as minhas pernas. Encosta seu membro na entrada do meu sexo.
- Se eu estiver lhe machucando me avise. Mas tente relaxar. Isso ajuda.
Ele começa a me penetrar. Sinto um resistência natural no meu sexo, ele força um pouco mais. Mas a dor é forte.
- Ai, ai está doendo Olum!
Eu empurro o seu peito.
Ele deixa seu membro onde está. E começa a me beijar. Beija com desejo e devagar vai forçando novamente.
- Huuuuummm!
Dou um gemido de dor e satisfação enquanto ainda nos beijamos.
E sinto a barreira ser rompida e meu sexo arder, ele entrar inteiro dentro de mim.
Ele me olha com desejo.
Ele se movimenta com cuidado para não me machucar.
Aos poucos o incomodo se transforma em prazer e tudo se torna tão gostoso.
Eu fecho meus olhos. Me concentro apenas no prazer que ele está me dando.
Sinto minha respiração ficar ofegante e meu corpo aquecer, minhas pernas tremem e um orgasmo intenso me atinge.
Eu aperto seus braços fortes, enquanto solto um grito que sai da alma.
- Aaahhhhhhh!
- Goza para mim Carolina.
Ele diz e me beija.
Ele me penetra com mais vigor. Seu semblante muda. Parecia agora aquele homem que me negou uma oportunidade. Ele era agora O Dono do Morro.
Ele me olha atento.
Eu fecho os olhos, estava doendo, mas também era gostoso.
Ele me beija com vontade, me penetra com força e se derrama dentro de mim, gemendo forte.
- Uhhhhhhhhhhh!
Ele se deita ao meu lado. Me abraçando por trás.
Beijava meu pescoço e acariciando meu corpo.
- Você está bem?
- Estou bem. Mas bem dolorida.
- Depois melhora.
- Você parece bem acostumado a tirar a pureza de mulheres.
Ele começa a gargalhar.
- Não Carolina. Você é a primeira. E agora á última. Agora nos casamos e não posso ter outras mulheres. Desde que você me satisfaça Carolina.
Eu me viro de frente para ele.
- Como é Olum?
- Você entendeu. Eu tenho direito a ter mais 3 mulheres. Isso se você não conseguir satisfazer seu marido que tanto te ama.
- Vai para o inferno Olum!
Ele segura o meu braço. Melhor esquecer essas palavras Carolina. E acho bom, parar de me desrespeitar.
- Ah sim. Claro!
- Mas você pode ficar ai falando que quer mais mulheres.
- Eu sou muçulmano Carolina. Eu posso. A diferença é que só posso casar legalmente com você, mas posso ter morando conosco mais 3 mulheres.
- Você é muçulmano e eu sou brasileira.
- Arruma outra mulher e eu arrumo dez homens.
- Você escolhe Sr. Olum.
Eu respondo saindo da cama
Ele me puxa para cima dele.
Me segura pelo pescoço.
E com a outra mão toca meu seio.
Ele encosta o seu membro duro na entrada do meu sexo.
- Olum! Estou dolorida.
Ele me penetra devagar.
- Huuummm!
- Eu sei que está dolorida Carolina.
- Vou ser bem carinhoso com você.
- Quero te proporcionar o máximo de prazer.
Diz ele me penetrando com calma. Enquanto acariciava meu clitóris, sem soltar o meu pescoço.
- Huuuummm!
Eu estou gemendo de prazer, mesmo estando toda ardendo e dolorida.
Olum para de me penetrar, segura o meu quadril e puxa o meu corpo para frente e para trás.
- Vamos! Se esfrega em mim.
Ele entrelaça os dedos das mãos aos meus, enquanto eu me movimento. O atrito do meu sexo, com seu corpo, é delicioso.
E me faz delirar.
Em pouco tempo meu corpo inteiro treme, tensionando os meus músculos, inclusive os íntimos, num orgasmo de perder as forças.
Olum me segura pela cintura, continua movimentando meu corpo, enquanto eu nem conseguia abrir os olhos.
- É uma delícia sentir você gozando, Carolina.
Ele continua a movimentar meu corpo. Eu só queria deitar e descansar um pouco.
- Estou cansada Olum!
Digo com uma voz bem baixa, quase inaudível.
Ele sorri, me puxa para o seu lado, eu me deito e apoio a cabeça em seu peito.
E acabo adormecendo.
Acordo com Olum beijando meu rosto, tocando meus braços e barriga.
Eu abro os olhos ele está lindo. Cabelos molhados. Devia ter acabado de tomar banho.
- Quanto tempo eu dormi Olum?
- Umas 4 horas.
- Nossa! Bastante tempo...desculpe!
- Tudo bem!
Diz ele acariciando meu rosto.
- Você é muito linda Carolina.
- Eu preciso dizer algo. Eu duvidei que você fosse virgem. Mas a prova está no lençol.
Eu me sento e olho assustada.
Ele ri.
- Calma!
Havia duas manchinhas de sangue.
- Carolina eu não gosto de perguntar isso. Até porque eu nunca me importo. Mas com você está sendo diferente. E a situação é outra.
- Mas, você gostou? Eu te dei o prazer que você esperava? A sua primeira vez foi como imaginou? E que eu não levo jeito para ser romântico.
- Sim Olum. Você foi maravilhoso. Eu estava bem nervosa e insegura. Mas você me apoiou. E sim, meu prazer foi intenso.
- Só não foi a primeira vez que eu imagine. Não com relação ao sexo É que era para ser o Thor.
Digo com os olhos cheios de lágrimas.
De repente Olum muda. Fica diferente.
Ele fica sério, se levanta e fala. Bom nosso casamento é formalidade.
Embora eu não quisesse me casar.
Mas como já estamos casados quero deixar tudo, bem claro.
- Nosso objetivo é apenas procriar para honrar a memória do meu irmão. Então nada de usar métodos contraceptivos.
- Quando estiver no período fértil me avise. Aumentamos a frequência das relações.
- A partir de hoje você não usa mais calcinha e nem calça. Apenas vestido ou saia. Quero ter fácil acesso ao que é meu, na hora que eu quiser te usar.
- Não estou nem aí, se você vai gozar ou não. O importante é eu gozar.
- E não quero dormir com você. Eu continuo com o meu quarto. Quando eu tiver afim eu te chamo. E você vai até lá...me dar prazer.
- Entendeu tudo? Tem alguma dúvida.
- Tenho sim!
- Diga?
- Quando você se formou na escola de idiotas, você aprendeu a ir se ferrar?
Ele ficou furioso. Me segurou pelo pescoço.
Me olhando firme. E eu séria, o encarava.
- Repete Carolina!
Ele fala gritando.
- Quando você se formou na escola de idiotas, você aprendeu a ir se ferrar?
Eu repito o desafiando.
Ele me beija, eu tento evitar. Mas ele é mais forte.
Eu ainda estava nua. Então ele toca meus seios, abaixa a bermuda, e tenta afastar as minhas pernas, mas eu não deixo.
- Me larga!
Eu grito.
- Para de graça Carolina. Abra as pernas.
- Não quero!
- Me solta!
- Socorro! Socorro!
Ele tapa a minha boca com a mão.
- Pare Carolina. Eu quero te sentir ainda mais.
- Mas eu não quero. Vai se ferrar!
- Você me trata como lixo, sua boneca sexual e ainda quer ter prazer comigo. Vai para o inferno seu idiota.
- Te odeio Olum. Eu amo o Thor e não você!
Ele fica ainda mais bravo.
- Se você não tivesse matado ele. Eu também não precisaria estar aqui. Metendo o meu pau em você. Com tanta mulher querendo me dar.
- Seu idiota. Desgraçado.
Eu lhe dou um tapa no rosto.
Ele fica bravo.
- Vou te ensinar a me respeitar Carolina. Vou meter em você até você chorar.
E tenta abrir a minha perna.
- Vai tentar me forçar agora?
- Volta para Turquia seu monstro.
Eu batia e empurrava ele.
Nós já estavamos aos berros.
- Me solta!
- Eu não quero!
- Não em toque, seu cretino.
- Me solta Olum!
- Socorro!
Quando o Sr. Asla e a Sra. Samia entrar no quarto.
- O que está acontecendo aqui?
- Olum solte ela agora!
Grita o Sr. Asla...
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Atualizado até capítulo 90
Comments
Simone Ferreira
Só não entendi como Carol se entregou tão fácil e sentiu tanto prazer se odeia Olum,bem hipócrita ela.
2025-02-01
1
Simone Ferreira
Aí que ranço desse Olum 😡
Que cara ridículo 🤐
2025-02-01
0
Dulce Tavares
porque ele não fala o que sente
2025-02-06
0