Eu estava muito mal com tudo que havia acontecido.
Sentia falta de Osman e me culpava por ter sido tão desatenta.
Estava trancada naquele quarto. Mas estava tão exausta e tão triste que nem me importei.
Até Olum aparecer.
Quando o vejo, desabo a chorar.
Ele me apoia e me ajuda a fazer algo por mim.
Tomo um banho. Mas não tinha coragem nem de escolher uma roupa.
Olum que escolhe, como o lanche que Olum me trouxe.E me deito.
Até que ele me chama e diz que meus sogros chegaram.
Eu não sabia como seria. E nem como me sentiria. Mas Sra Samia foi tão compreensiva que me sinto segura e desabafo.
Até ouvir o absurdo que eu ouvi.
Eu?
Me casar?
E com meu cunhado.
Não fazia o menor sentido.
Era loucura.
Eu nego aquele.absurdo e retorno ao meu quarto.
E como.eu imaginava Olum aparece aos berros..Eu estava tão cansada, que ignoro sua presença. Digo o que penso e deixo ele ali.
Até ele me ameaçar e eu perder a cabeça.
Olum sai do quarto.
'Ufa. Me livrei, eu penso"
Mas minutos depois ele retorna com um tablet nas mãos.
Quando eu olho era minha mãe e meu pai amarrados a cadeira. Com 4 homens encapuzados. Todos com armas na mão. E com a arma apontada para a cabeça deles.
Eu não acredito que ele estava fazendo aquilo.
- Olum seu desgraçado.
- Que merda é essa!
- Eu vou contar até 5. Se não concordar você vai ver se estou ou não blefando.
Eu começo a chorar.
- Um
- Dois
- Três.
- Olum pelo amor de Deus. Não faz isso.
Estava com medo. Meus pais podiam passar mal. Meu pai já estava debilitado por causa do acidente.
- Quatro.
Eu não tinha escolha.
- Está bem. Eu...caso!
Ao ouvir minha resposta ele sai do quarto satisfeito.
Algumas horas depois ele retorna.
- Aqui está querida esposa!
Estamos casados!
- Quê? Como?
Como assim tão rápido, eu havia acabado de ficar viúva.
- O dinheiro compra tudo Carolina. Já devia saber disso.
- O enterro será daqui á uma hora.Você quer ir?
- Sim. Por favor.
- Tom, vai te acompanhar.
Ele ia saindo quando retorna.
- Ah já ia esquecer. Hoje as 21 horas quero você no meu quarto e nua. Para consumarmos o casamento. Sem atrasos.
- Olum...mas eu...
Ele sai sem olhar para trás.
E agora. Eu era virgem.
Eu aceitei. Mas me esqueci que tinha essa parte.
Nossa eu deixei de me entregar ao homem que amo. Para agora me entregar, forçada ao meu carrasco. Vamos chamar assim.
Eu troco-me. Coloco uma calça e um casaco preto. Com uma bota preta e óculos escuro.
Participo do enterro, coloco uma flor ao túmulo e voltamos ao morro.
Ao entrar Sra. Samia vem falar comigo.
- Filha.
Eu viro os olhos.
- Não me olhe assim querida. Agora é minha filha, parte da família. Olum me mostrou.
Vocês já são casados..Agora é só me dar o meu neto.
- Dar o quê?
- O meu neto.
Nos muçulmanos cumprimos a Lei do Levirato para isso. Seu filho será registrado como filho de Osman. Será a descendência, herança dele.
- E Olum?
Eu pergunto.
- Está apenas obedecendo à lei. Agora de tiver filhas mulheres, elas serão de Olum.
- Ah que bizarro.
- Está no nosso Alcorão. O nosso livro sagrado.
Eu dou um sorriso falso.
- Querida já que estamos a falar de mulher para mulher. Sei que Olum é muito mulherengo e gosta de sexo. Então deve estar sempre pronta a satisfaze - lo. Se você não conseguir. Pode permitir que ele tenha mais três mulheres. E não se esqueça, usar métodos para impedir a gravidez, não é certo.
- Sra. Samia quando a Sra. retorna a Turquia?
- Daqui 15 dias.
- Tudo isso. Melhor eu ir...eu já preciso aguentar o Olum....e agora também tem a Sra. Ai já é demais. Com licença sogrinha.
E eu me afasto.
- Engravidar....engravidar. Eu nem queria casar. Que dirá isso tudo.
Eu tomo banho, visto um conjunto de “lingerie” e me deito um pouco. Mas acabo adormecendo.
Acordo com Olum abrindo a porta.
- Carolina.
- Que isso. Para que entrar assim?
Eu falo.
- Que horas eu pedi para você ir ao meu quarto?
Pergunta ele irritado.
- As 21h?
Eu havia acabado de acordar e estava meio perdida.
- Desculpa Olum. Eu estou cansada acabei adormecendo.
- Me.espere lá. Eu já estou indo.
Passo o meu perfume. Tiro a roupa e visto apenas um roupão para não andar nua pelo corredor.
"Toc, Toc"
- Entre.
Quando abro a porta e entro.
Meu Deus!
Olum estava lindo todo a vontade, usando apenas uma cueca boxe preta. E uma corrente de ouro branco.
Como ele era lindo e perfeito.
- Eu achei que fui claro.
Que deveria estar...
Antes que ele terminasse de reclamar eu solto o roupão no chão. Ficando totalmente nua.
Os olhos de Olum brilham de desejo. E eu estava totalmente envergonhada.
- Vem aqui Carolina.
Diz ele mostrando o colchão.
Eu me aproximo devagar me sento, e depois me deito, apoiada no seu braço.
Ele coloca a mão sobre a minha cintura e me beija com desejo.
As nossas línguas dançam e se enroscam.
Que beijo envolvente e gostoso.
Olum beija o meu pescoço, desce devagar até os meus seios.
Ele os suga com carinho, dá umas mordidinhas me fazendo sentir um pouquinho de dor.
- Ai.
Eu digo e ele sorri.
Ele faz o mesmo no outro seio e depois beija a minha barriga. E vai descendo.
Ele abre as minhas pernas e beija o meu sexo lisinho e bem depilado.
- Que linda Carolina. Parece uma florzinha.
Diz Olum passando a língua no meu clitóris.
Eu começo a gemer com o seu carinho e sinto o seu dedo encostar na entrada do meu sexo.
Me dá um nervoso, eu seguro a sua mão.
Ele fica incomodado.
- Tira a mão Carolina. Sou o seu marido e toco onde eu quiser.
Ele afasta a minha mão.
E.volta a tocar a entrada.
Eu seguro a sua mão de novo.
Ele me olha bravo.
- O que é Carolina?
Eu fico vermelha, nervosa, as minhas mãos estão suadas e tremendo de nervoso.
- Olum eu...é que...ai que merda!
Eu me sento na cama e abraço os meus joelhos.
- Fala Carolina?
- Eu nunca...é.
Ele trava, fica parado de boca aberta.
- Porra! Vai dizer-me que é virgem?
Pergunta Olum.
- Sim!
Eu digo bem baixinho, envergonhada.
Ele engole seco.
- Você tem 24 anos Carolina. Como assim? E Thor? Eu já ouvi você gemer.
- Thor só me... é.... só fazia oral em mim. Ele me respeitou e aceitou esperar até casarmos. Contudo como você sabe...não deu tempo.
- É o Thor, sendo o Thor. Eu não esperaria. Agora a responsabilidade vai ser minha. Caramba! É muita pressão.
Ele passa a mão na cabeça, respira fundo.
- Vá para seu quarto!
- Não entendi.
- Hoje não Carolina. Eu estava preparado para te foder com toda força. De todas as formas que eu imaginasse. Mas você sendo virgem, não tem como.
Tem que ser com carinho. Saí!
Depois eu te chamo.
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Atualizado até capítulo 90
Comments
Dulce Tavares
que tradição
2025-02-06
0
Tânia Campos
Que doideira, essa tradição!!!
Que horror!!!
2025-01-31
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Josy Leite
A Carolina desrespeitando a família do Thor sabendo das tradições não gosto dela eu queria o Thor vivo e ficando com a amiga dela
2024-10-01
2