Eu permaneço no meu quarto e nem saiu para jantar.
Acabo adormecendo quando acordo Olum estava sentado na beira da cama me olhando.
Eu levo um susto.
Dou um pulo na cama.
- Que susto Olum!
Ele permanece imóvel.
- Precisamos conversar!
Ele diz.
- Não pode ser amanhã?
- Agora!
Ele responde.
- Então fala.
- Porque fez isso. Me envergonhou na frente do meu Baba. Ele está furioso comigo.
-.Desculpe eu só queria que parasse de me tocar. Você me forçou a te chupar. Isso também não é certo. Quando eu escolhi te fazer esse carinho, foi divertido e gostoso para nós dois. Muito melhor do que me forçar a fazer. Eu nunca imaginei que Baba fosse invadir o quarto e menos ainda te bater.
- Desculpe.
- Sorte sua que estamos no Brasil. Se fosse na Turquia eu teria o direito de lhe bater, para aprender a obedecer o seu marido.
Baba é um homem justo e carinhoso. Jamais bateria em minha Anne.
Diferente de mim, eu sou dominador, sádico, cruel e exijo respeito Carolina.
- Mulher para mim é propriedade, posse, foi feita para o meu prazer.
- Eu fui gentil e carinhoso com você por achar que você era diferente. Mas depois de hoje isso mudou.
- Até Baba e Anne irem embora. Eu não toco mais em você. Mas assim que eles sairem me aguarde Carolina. Vou te ensinar a me obedecer. E se não cumprir. Vou te mostra o que um homem turco tradicional é capaz de fazer.
- Você vai conhecer o Verdadeiro Dono do Morro.
Ele falou e já foi saindo.
- Olum espera você está me culpando por tudo.
- Olum!
- Olum espera!
Ele sai e bate a porta.
Eu fiquei com muito medo..Chorei por um tempo. Se Thor ainda estivesse aqui. Eu não teria que passar por nada disso e se não fosse essa divida eu estaria bem.
Eu adormeço depois de tanto chorar.
O dia amanheceu e eu não sai do quarto.
O dia seguiu, era noite e eu ainda estava deitada sem nem pensar em ir comer.
"Toc, Toc"
Eu não respondi.
Minutos depois Olum entra no quarto.
- Vai comer Carolina!
- Anne está tirando meu juizo porque você está o dia inteiro sem comer
Eu nem olho para ele.
- Carolina!
Ele puxa meu rosto, eu estava chorando.
Ele fica me olhando. Mas não diz nada.
Eu me levanto e sigo para a sala de jantar.
Ainda de pijama e com cara de choro.
Nos sentamos para comer.
- Baba o Sr. vendeu seu terreno?
Ele não responde Olum.
- Vendeu Baba?
Ele nâo responde nada.
Olum me olha com fúria. Me culpando.
Eu entro em desespero, começo a chorar.
Eu sabia do que Olum era capaz.
Eu falo desesperada, chorando:
- Baba por favor. Não trate Olum assim. Ele está me culpando por tudo. E quando o Sr for embora ele vai me machucar. Por Deus eu não tenho mais o Thor para me defender.
Eu choro inconsolada.
Olum me olha desacreditado.
E os Pais dele me olhando assustados. Anne se levanta vem até mim e me abraça.
- Querida se acalme.
- Aslan do que Carolina está falando?
Pergunta Sra. Samia.
Ele me olha com mais raiva.
- Não sei Anne.
Diz ele.
Eu chorava sem parar.
- Aslan?
Pergunta Baba.
- Eu sou justo Baba. Só isso!
- Mentira. Ele arrancou um dedo de um empregado por ter encostado em mim. Me deixou trancada 2 dias sem comida e sem água. E você me ameaçou, disse que eu ia aprender a obedecer.
- Cala a boca Carolina!
Ele grita.
- Baba por Deus. Não me faça esse mal. Fale normal com ele.
Baba não sabia o que dizer, colocou a mão na cabeça como se tivesse sido derrotado.
- Chega Carolina.
Ele se levanta, me pega no colo e sai me levando, enquanto eu chorava.
Os Pais dele nos seguem falando com ele.
- Aslan solte ela!
- Aslan não faça nenhuma besteira.
Ele me joga dentro do quarto e fecha a porta por fora. Eu fico chorando e batendo na porta.
Eu escuto ele dizer:
- Chega Baba e Anne.
- É meu casamento, eu sei como tratar a Carolina. Vou conversar com ela.
Ele entra no quarto, tranca a porta e tira a chave.
Eu corri e me encolhi sentada na cama. Eu não conseguia parar de chorar, meu corpo tremia, eu estava em pânico.
Ele se aproxima, senta na cama perto dos meus pés, de frente para mim.
- Carolina! Olhe para mim!
Ele diz em um tom suave e tranquilo.
Eu continuava chorando.
- Carolina!
- Olhe para mim!
Eu olho. Ele estende o dedo para tirar o cabelo do meu rosto. Eu me afasto achando que ele ia me bater.
- Calma. Não vou te bater.
Ele afasta o cabelo. E seca as minhas lágrimas.
- Você está realmente com medo de mim?
Eu abaixo a cabeça e abraço meus joelhos.
- Carolzinha eu sei o que eu te falei. Eu queria lhe fazer pensar. Não achei que ficaria tão assustada. Eu não sou um monstro.
- Eu jamais faria algo para te machucar. Sei que não pensei nas palavras. Te apavorei, me perdoe. Eu até gosto que as pessoas sintam esse medo de mim. Mas não você.
Não a minha esposa.
Ele me abraça e me beija.
- Você me desmontou, quando implorou para Baba não fazer daquela forma.
- Sempre te achei forte e corajosa. Ver você toda frágil me fez perceber que você também precisa de um protetor.
- Me perdoe Carolina. Não queria te fazer se sentir tão mal.
- E deixa eu explicar. Eu não te deixei trancada dois dias sem comer e sem beber porque eu quis. Eu achei que Tom estava cuidando de você. Já que eu estava cuidando das coisas do enterro.
- Quando eu vi o Tom perguntei como você estava. E ai ele disse que não sabia.
- Que achou que eu estava cuidando de você. Ai eu sai correndo para ver você e te alimentar.
- Foi uma falha na comunicação.
- Me perdoe por isso também.
Ele me beija com carinho e eu retribuo seu beijo.
- Eu vou montar seu escritório, alguns móveis chegaram hoje. Eu ia fazer surpresa. Mas acho melhor você saber.
Ele beija meu rosto.
- Boa noite Carolzinha.
Ele ia saindo quando eu o chamo.
- Aslan!
Ele me olha e sorri.
- Agora você sabe meu nome!
- É um nome lindo.
- Significa leão.
Diz Olum
- Por favor. Faz amor comigo?
Ele sorri, fica corado.
Ele me puxa para os seus braços, me beija com carinho.
Ele retira meu pijama beijando cada parte do meu corpo.
Acaricia meu clitóris com carinho. Até perceber que eu estava muito excitada e com desejo.
Ele me deita na cama, abre minhas pernas e me penetra com cuidado, sem parar de me beijar.
Os seus movimentos eram devagar. Ele retirava todo o seu membro. E depois introduzia ele inteiro novamente.
Eu curtia cada movimento, cada beijo, cada toque.
Meu corpo responde e tenho um orgasmo intenso.
Olum me olhava com ternura, acariciava meu rosto, meus seios.
Parava seus movimentos para se concentrar em seus beijos cheios de paixão. E voltava a me penetrar.
Meu corpo treme e mais uma vez atinjo o orgasmo. Mas dessa vez Olum goza comigo.
Não sei quanto tempo durou, mas foi o tempo suficiente para me fazer ter vários orgasmos.
Olum era maravilhoso e bem confiante quando o assunto era sexo.
Isso fazia com que ele não tivesse medo de ousar e tentar coisas diferentes para ter e me dar prazer.
Eu me aconchego em seu peito e dormimos abraçados.
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Atualizado até capítulo 90
Comments
rafamendes
não sei porque mas achei falso essa parte.acreditei não
2024-09-06
1
Maria Cristina Santos
VIVA O BRASIL!..
QUE CULTURA É ESSA QUE O IRMAO FICA COM A MULHER FO FINADO!..
LOUCURAA!!!
MAS TO AMANDO ESSA HISTÓRIA!
2024-07-04
0
Karolaine Calixto
Isso lá disse que amava o Thor
2024-06-24
1