A noite chegara e com ela necessidade de voltar. Confessava para si mesmo que fora melhor voltar mais cedo, não era de costume, O Hassan insistiu um pouco para que ficasse até mais tarde mas Zain lembrou que a mulher estava sozinha, eles precisavam voltar o quanto antes, porque ela não tinha o costume de estar em um lugar como aquele e era perigoso que ficasse fora do trailer, havia cobras e escorpiões e outros insetos peçonhentos perigosos e o seu dever como marido era manter a sua segurança. Mas, na verdade estava mesmo ansioso para retornar, ficara todo o treino sem foco algums dos seus pensamentos estavam em outro lugar, por seu descuido uma das aves quase se perdera quando encontrou um coelho o falcão novato voou para longe para devorar a presa mas rapidamente o Hassan percebeu ordenou aos cães de Caça para seguirem, com a velocidade que possuiam conseguiu tomar a presa assim então evitou que o pássaro voasse para longe. Era do seu conhecimento como de todos os treinadores de falcões, quando uma ave dessas pega a presa e a devora elas vão para longe e não retorna ao dono, é dever do dono alimentá-la com a própria mão assim ela saibera que precisa criar laços de confiança, ficar ao lado do seu dono e deve comer apenas o que ele lhe der, isso a torna obediente e fortalece o vínculo entre eles.
— Tudo bem por aqui Saléh? – pergunta assim que poe os pés na tenda, ao lado o segurança pessoal que está terminando de acender uma grande fogueira que logo clareia tudo em volta do acampamento.
— Sim, senhor Zain. – como de costume curva‐se numa rápida reverência antes de responder.
— Ótimo! — olha para a porta, achando tudo muito silencioso — E a minha esposa?
— Não saiu lá de dentro a tarde toda!
— Está certo! Deve esta descansando. Obrigado. Amanhã nos veremos, vocês dois podem voltar para o hotel se precisar eu chamo. – diz após os dois terminar de montar uma barraca confortável ao lado do trailer para os cães, despediu‐se dos homens que seguiu na direção de onde vieram.
Alimentou e deu água aos cachorros e o mesmo fez com as aves depois empoleirou nas suas gaiolas espaçosas, e seguras.
Sacudiu a poeira da roupa logo após tirar os sapatos e os deixar no primeiro degrau ao abri a porta, anda na penumbra com certo cuidado para não fazer barulho, a luz da tv ligada é a única claridade do ambiente, com o volume baixo distinguia até o ressonar calmo, a respiração lenta, o corpo da esposa esta encolhido sobre a cama. Como supunha, ela dormia despreocupada.
Seguindo para o lavabo, limpou as mãos e voltou para cobrir ‐la. encostando a mão em seu rosto percebeu como estava fria, adiantou‐se para desligar o ar-condicionado, o frio do deserto já seria o suficiente para congelar quem não está acostumado, caso demorasse mais um pouco encontraria um picolé em vez da mulher.
Ao Sentir o cobertor cair macio e bem quente ao corpo, ela agarra‐se ao tecido o puxa para cobrir todo o corpo, estava com tanto frio, e sonolenta, abri os olhos preguiçosa e os fecha outra vez, não distingui se é sonho ou realidade quando pensa ter visto o marido ao seu lado lhe observando dormir. A ideia dele está de volta trás alivio, faz-lhe levantar um pouco a cabeça e não ver ninguém. Com olhos fechados volta a se concentrar no sono, acreditando que ele não voltou ainda.
No banho, aproveita a água morna que cai sobre o seu corpo, planejando vesti‐se depois subir ao teto do treiler para admirar a sua estrela e todas as outras com seu telescópio novo. Imaginou que poderia dividir aquele momento com a esposa, mais não teria coragem em acordar‐la só para isso, não sabia se ela gostaria da ideia e sequer tinham intimidade para incomodar‐la.
Com passos leves, evita fazer quaisquer ruídos, sai do banheiro com uma toalha branca enrolada na cintura e com outra enxuga partes do corpo e os cabelos úmidos, para em frente ao pequeno roupeiro de três portas escolhendo as peças de moleton para vestir, olhando de relance ver sua imagem no espelho da porta e também algo mais...
—Está acordada? — pergunta ao perceber que ela moveu‐se na cama. Mais pelo silêncio, estava claro que não estava, continua demoradamente a enxugar‐se.
...
Quando o ver sair do banho vestido na toalha, e estando parado de costa para ela, e com uma outra toalha menor passa pelo corpo a se enxugar devagar, automaticamente começa a pensar besteiras, olha para aquelas costas bem desenhadas, os músculos bem definidos, desce devagar aguçando a visão com a pouca luz, visualiza a area das nádegas , imagina tocar as mãos com gosto naquelas duas partes que parecem firmes, a odeia a faz formar um riso nos lábios, deliciando‐se. Poderia espalhar beijos e carícias quentes por cada centimentro daquele corpo...
Procurou respirar fundo quando pensou como seria fazer sexo com ele. Estava indo longe demais, até quis virar de costas para não ver, lembrando do velho ditado popular " O que não é visto não é desejado". A curiosidade era mais forte, continuou parada comendo com os olhos.
De repente ele puxa a toalha e vira-se, revelando todo o conteúdo que se quer ousou fantasiar. Engoliu em seco, fechara os olhos rapidamente, fingia dormir.
O que ela não esperava era que estivera a ser observada o tempo todo pelo espelho. Fazia caras e bocas.
Ele sorriu divertindo‐se com a situação, era até embaraçante agir da forma precipitada, mas queria ver a reação dela já que parecia tão interessada desde cedo.
– Então, está gostando? Satisfeita com a visão?
Pensou em fazer‐se de desentendida e continuar de olhos cerrados, mas não era dessas, queria ver, e pronto que mal tinha?
Abriu os olhos e levantou o olhar decidida. Era um pênis e já tinha visto bem de perto o do namorado e com bastante frequência, deviam ser todos iguais. Puro engano o seu. Abriu a boca em transe.
–Então... – fingiu impaciência pela aprovação dela.
Não conseguiu mudar o olhar tão rápido quanto pensou. Sentiu nem só o rosto, mais outras partes do corpo arder de calor. Empurrou o cobertor para longe assoprando o ar. Quase usa as mãos para abanar‐se.
Arregalara os olhos pela cena nua e crua. Percebe que ele está mais perto do que imaginara, parado próximo da cama completamente exposto, com olhos fixos nem pisca. Olhava diretamente ao membro rígido e de tamanho mais que adequado para... nem percebe o sorriso malicioso que se formou nos lábios e a cena em sua cabeça.
— Bom, o que posso dizer...– a voz sai mais baixa do que gostaria, forçando a limpar a garganta — É, significativo.
— Como!? – ele acha pouco demais pra quem estava babando.
Conseguiu concentrar o olhar no rosto bonito dele, que está nitidamente sem qualquer resquício de timidez, mais visivelmente insatisfeito com sua avaliação.
— Creio que conseguirá agradar algumas mulheres do seu harém meu sultão. — tenta disfarçar sua admiração, consciente que fora indiscreta em observa‐lo com tanto interesse pela manhã, ele quisera se mostrar para ela, era a culpada por ser tão aflorada, agora como poderia passar os dias ao lado dele e não pensar em tudo aquilo que não poderia usufruir?
— Olha! — ele pediu acendendo a luz, queria que fosse sincera. Cadê a moça corajosa que estava contendo‐se?
Preferiu não arriscar, em vez disso virou -se para o outro lado.
Sentia calor e aquela sensação constante latejar entre as pernas, estava só o perigo, comprimindo a perna uma na outra, mordeu fortemente os lábios, estava se sentindo muito vulgar com aqueles pensamentos tão libidinosos, nunca, jamais iria acontecer algo entre eles, porque não deveria, e também porque ela não podia trair o namorado.
Fechou com força os olhos, queria esquecer oque vira. Deus é prova disso. Caso voltasse a olhar‐lo daquele jeito, não responderia pelos acontecimentos a seguir.
— E, você minha sultana, ficaria satisfeita? – a chamou pelo mesmo título insistindo, não estava raciocinando direito, seu único desejo era impressar‐la sobre seu corpo deliciando‐se com tudo que ela podia oferecer‐le de bom grado.
— Vista-se, por favor! – lutava para conter a vontade de virar e continuar sua admiração.
Ele pega a toalha e cobre‐se, mais espera a resposta.
— Pronto! Agora diga‐me.
— Depende do que sabe fazer com isso. – fala voltando o olhar cheio de más intenções, na direção do membro ja coberto.
Ele arquea a sombracelha, insinuativo indagando cheio de promessas silenciosas — Quer descobrir?
Ela também arquea a sombracelha com espanto, por ele está sendo tão direto. Podia sentir o olhar ardente sobre si, fazendo seu libido aumentar.
Sorrir, ficando sobre os joelhos. Era tentador demais.
Não precisou perguntar duas vezes.
Entendendo o sorriso convidativo, ele aproximou ‐se rapidamente, passou uma das mão em volta do seu pescoço e com a outra na sua cintura a puxando para um beijo ardente que exigia satisfação por completo.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Mauricélia A De Líma
Agr pega fogo cabaré /Drool//Drool/
2025-03-13
0
Nilvan Coiote
pega fogo
2024-09-26
0
mo
qto mais sórdido e picante melhor. já basta a água morna de nossa vida
2024-07-22
1