— Pronto chegamos!
Finalmente duas longas horas após deixarem o comforto do hotel, ela ouve a voz do marido, em seguida o barulho do motor potente do veículo grande sendo desligado.
Abre os olhos com esforço, as longas horas vendo apenas areia e poeira lhe deixara um pouco entediada e acabara cochilando metade do caminho.
Levantando a cabeça, afasta o corpo que estava afundado no banco confortável de couro.
Olha pelo vidro fechado e embaçado de poeira, sem consegui distinguir muita coisa alem de varias dunas de areia a frente. Não tinha esperança de que gostaria do tal paraíso que lhe fora prometido, se tivesse a escolha de ter vindo por vontade própria, seria o ultimo lugar que gostaria de está. Pensou, ao descer dando uma leve espreguiçada no corpo.
Minutos depois de andar em círculo, senta em uma cadeira, em estado de completo desânimo observa o imerso mar de areia sobre a sombra da tenda que acabara de ser armada automaticamente assim que Zaied estacionou o carro acionando um dos muitos botões do painel de controles.
— Está com fome?
A mulher esboçou um raso sorriso agradecida, levantando o olhar para o marido que lhe trouxera frutas e um copo de suco com bastante gelo. Sua boca estava mesmo seca, mas ainda não tinha fome, mesmo depois de não ter comido nada por muitas horas. Refletiu estendendo a mão para receber a bandeja em sua frente e repousando no colo. Era estranho está sendo servida por ele, não porque era homem, ou por ser seu marido so no papel e sabendo ainda que se tratava de um príncipe e sequer tinham intimidade para tanto.
Também lembrou do espetáculo que ele, nem só assistiu como se mostrara um homem gentil e cuidadoso no banheiro pela manhã. Ele tinha um dom de lhe confundir, as vezes parecia frio, em outros demonstrava importar‐se.
— Creio que devia ser ao contrário não? — diz ao dar um pequeno gole no liguido refrescante.
Ele arquea uma sombracelha com cara de não ter entendido a pergunta.
Ela explica:
— Você é um príncipe, está acostumado a ser servido, além do mais acho que, aqui como em todo lugar, é esperado que a mulher cuide do marido...
— Você não conhece nada sobre homens árabes. — fala sério, sem ser rude.
"Não, não conhecia mesmo, sequer conhecia o próprio namorado...
Soraya decidi iguinorar deliberadamente bloqueando os pensamentos sobre o relacionamento com o Lionel, que apesar de ter certeza do seu amor, havia algumas magoas do passado que ainda não fora curada. O que contribuiu para lhe fazer pensar com calma quando ele lhe pediu em casamento meses atrás. Sempre pensou que casamento era um passo sério a dar, era dessas que sonha em escolher a pessoa certa para envelhecer juntos, uma casa com varanda, jardim e netos correndo pela casa.
Agora estáva casada com um completo desconhecido, e nem sabe se o namorado vai lhe aceitar de volta quando aquele contrato acabar. A vida estava uma bagunça — vira o rosto para o outro lado, escondendo o semblante triste.
— Os homens árabes costumam cuidar muito bem das suas esposas, o casal se torna uma só carne, se o homem quer ficar bem, deve primeiro cuidar para que sua companheira esteja feliz em todos os aspectos. — diz chamando a atenção dela de volta para ele.
— Devia ser realmente assim! — balança a cabeça em discordância, por ouvir a palavra " esposas"— Então planeja ser um sultão com um harém? — estranha seu próprio tom acusador. De alguma forma pensar que ele podia ter inúmeras esposas parecia desconcertante, e inaceitável. Olhava-lhe, com a certeza que se fosse sua esposa de verdade, jamais aceitaria dividi‐lo, encontraria maneiras diversas de manter‐lo bem entretido na sua cama, uma chave de perna bem-dado, com uso dos truques de exercícios do pompoarismo que aprendeu no curso sexual online com a Cátia Damasceno. Como diz a sua mestra " Tinha que ser uma mulher bem resolvida na hora do prazer" e era, tinha certeza que o deixaria de perna bamba e os quatro pneus arriados pedindo sempre por mais, usaria com gosto o seu diferencial de mercado com ele, para que não ouvesse necessidade de procurar outra. Era uma mulher que não aceitava comparações, muito menos na intimidade, o seu corpo era sua arma, usaria sem medo.
Foi por si mesma que decidiu aprender o pompoá, mas também, claro com o objetivo de acender o clima com o namorado quando notara que estavam mornos. O resultado fora rápido, na segunda semana de treino, o seu homem já notara a diferença, quando com a força da sua vagina contraiu mordendo o pénis ainda pulsante dentro de si. A lembrança do Lionel surpreso enquanto tentava controlar‐se pra não gozar rapidamente era satisfatorio, dera mais uma rebolada e ele se dera por vencido. Era o que queria, constatando nos seus olhos lânguido a magia do prazer e satisfação.
"Pena que não tivera tempo de por tudo que aprendir em prática"
Lamentou, afastando sem dificuldades a lembrança do Lionel, estava focada em algo que lhe pareceu mais atrativo naquele momento.
Volta a sua admiração ao marido, e ao que julgou ser um breve passatempo divertido já que não tinha nada interessante no lugar.
Julgava ser bastante criativa e fogosa na cama, confiante no poder que tinha entre as pernas garantia uma boa sentada com tudo que tinha direito. Sem que percebesse, passa a mão no pescoço encalorada, enquanto observa atentamente cada detalhe daquele corpo, que dava o parecer está bem definido. Fecha os olhos.
" como seria aquele corpo completamente nu? Seria o Zain um amante quente como as areias daquele deserto? "
...Subitamente criou uma cena em sua mente, em que Seria tomada por aqueles braços, beijada com ãncia e todo o corpo acariciado com paixão por aquelas mãos firmes. — quase arfou, prendendo o ar longamente, mordeu o lábio inferior com os dentes, quase revirando os olhos que abrira rapidamente estacionando na altura da virilha do homem. Engoliu em seco com outra imagem mais ousada do conteúdo que estaria embaixo da roupa branca sobre a calça marrom de linho fino. Seus pensamentos quase podiam ser apalpados de tão intenso que se tornara....
— Não. Não pretendo voltar a casar. E se fosse o caso, duas seria o suficiente. Concorda? — diz para ver sua reação.
— Sim. — concorda sem nem ter entendido a pergunta. — Oque? — tira o lenço que está sobre os cabelos, e sente as cascatas de fios desabar em suas costas, joga algumas mexa para trás com a mão, na intenção de acordar do devaneios, não sabia de onde viera derrepente aquele interesse todo. Estáva carente, meses sem fazer sexo só podia dar naquilo, teria que manter o foco e o pensamento ocupado. Se Zain pudesse advinhar seus pensamentos de luxuria sobre ele iria achar desrespeitoso... era melhor nem sonhar.
Não conseguia bloquear a imagem em sua mente, evitou olhar na sua direção.
— Não está acostumada a se expor a esse calor, então volte para dentro, aproveite o ar fresco do ar-condicionado e tente dormir um pouco. — diz ao ver que estava agoniada a começar suar pela alta temperatura. Recriminou‐se, por ter sido desatento, ele já estava acostumado, ela não. E não queria que aqueles dias fossem assim tão desagradáveis para sua esposa.
Ele diz virando de costas para terminar de organizar o espaçoso acampamentos, que estava ficando charmosinho.
Não resiste em adimira‐lo também de costas. Acompanha cada movimentando que faz dos quadris e ombros com uma certa graça, ele começa retirar as madeiras do compartimento do carro, empilhando para fazer a fogueira para aceder mais tarde.
— Tem razão, vou entrar, tenho certeza que não espera me servi o dia todo não é? — diz em tom brincalhão enquanto sorrir espontânea, passando pelo homem, — Creio que séja hora da esposa esquentar a barriga naquele fogão e preparar algo saboroso para meu marido. Vou mostrar que não sou só um corpinho bonito!
Ver ele sorrir também, e quase corre para dentro antes de pensar mais besteiras.
" Ceus! Não faz isso comigo. Adoro o jeito que ele sorrir."
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Cacau
garanto que Leonel não deve ser um santinho, se fosse um homem cobiçando uma mulher estando separado da namorada não haveria críticas porém como é uma mulher a turma reclama. ainda é marido dela viu tem todo direito.
2024-08-07
0
Kelly Castro
Está totalmente certa
2024-01-13
2
Kelly Castro
Todos os homens deveriam pensar assim
2024-01-13
0