Estivera ocupado o tempo todo lá fora, apenas entrara no trailer quando a Soraya o chama para comer.
Lavando as mãos e o rosto, enxuga na toalha, senta a mesa e logo a esposa começa a servi-lo. Após isso, ela senta-se também a sua frente e serve-se, ficando ansiosa esperando que experimente, ele percebe a sua ansiedade e coloca o primeira bocado, experimentando primeiro a capota de berinjela com castanha de caju, depois Experimenta o arroz árabe com especiarias simples, finalmente agora corta um pedaço do filé de tilápia com purê, estava com uma cara ótima, levando a boca mastiga devagar para saborear o alimento, depois levanta e balança a cabeça aprovando tudo, surpresa por a comida árabe esta no ponto ideal.
Só então, ela come o primeiro bocado e sorrir em agradecimento, enquanto comem, trocam apenas rápidos olhares, fora o barulho dos talheres e copos de vidros, ficam totalmente em silêncio.
— Está muito saboroso! —ele diz quebrando finalmente o silêncio, levantando-se pegando o prato e antes de ir até a pia mostra se agradecido pela refeição, sabe que ela fez com dedicação,— E sei que é muito mais que um corpo bonito.
— Obrigada! — diz com sinceridade, apesar de ter recebido o elogio e ter se esforçado para agradá-lo, era honesta consigo mesmo, parte do que estava na mesa foi o que encontrara no congelador, apenas fizera o arroz árabe com especiarias que não era difícil, era um arroz branco com patinho moído e diversos temperos que encontrou na dispensa para acrescentar sabores, e o filé de tilápia havia encontrado também já em fatias, acrescentara temperos e fez o cozinhamento na medida certa que vira na embalagem, aproveitou para fazer uma salada de grão de bico, sabia que era um dos pratos que estava sempre na mesa dos árabes, além de ter uma deliciosa explosão de sabores era tradicional, o grão de bico estava enlatado pré-cozido, apenas precisou cozinhar e acrescentar o tomates a cebola e outros temperinhos que destacou o sabor agradável, ficara até satisfeita com que conseguiu fazer em tão pouco tempo e com a pouca experiência que tinha sobre a cozinha árabe. Na verdade queria mesmo era agradá-lo pelo sorriso que ele lhe deu e por ter comido todo o conteúdo que colocara no prato, provavelmente gostara.
Quando termina também a sua refeição, levanta-se e realiza a limpeza completa do local.
Depois de um banho rápido. Abre a Porta para procurar pelo homem, estranhando o silêncio.
Então o avista, se aproximando da tenda, provavelmente fazia uma ronda pelo arredores, usando óculos escuros para proteger os olhos do sol e o turbante colorido para proteger a cabeça do sol quente.
Observa, esperando na porta, sentia aquele ar quente bater no seu rosto vindo pelo vento que sopra além da poeira.
— Estou esperando o hassan e Salé, pedi que trouxesse o falcão para treinamento e os cães, mas acho que eles estão um pouco atrasados ou então perderam-se no caminho. — ele diz ao parar na sombra da barraca, olhando novamente para o longe onde só era possível enchergar a imensidão de areia vermelha do deserto.
Desce os degraus da escada, dándo dois passos até ele notando que seu rosto tem um pouco de poeira, chega perto o suficiente passando a mão para limpá-lo, o toque sem aviso o pegara desprevenido, o que parecia ser gesto simples faz arrepende-se, quando ele a interrompe segurando sua mão. olhando‐lhe atento ao seu rosto.
— Você tinha um pouco de poeira aqui. — diz ao terminar de passar o polegar e limpá-lo. Eles ficam olhando se por um tempo razoavelmente longo, um arrepio percorre‐lhe o corpo, uma certa tensão paira entre ambos. Um pouco sem graça ela opta por manter distância, procurando ao redor algo que pudesse usar como desculpa para afastar-se rápido.
Zain ainda segura‐lhe a mão de forma delicada percebendo que ela tinha intenção de fugir, o toque a faz voltar o olhar subitamente ao seu rosto, parando nos lábios do homem que também não esconde o interesse nos seus, trocam olhares.
Sente‐se tentada e não resiste a mordiscar os lábios com charme, ele abriu a boca talvez para dizer algo, mas desiste e solta-lhe a mão.
Ela não se afasta e ambos olham se como se estivessem hipnotizados, é sentido a aura carregada de fogo e desejos crescente entre eles.
Fxamente seus olhos descem lentamente para sua boca, lembrou de mais cedo quando fingiu não perceber ser observado minuciosamente pela mulher. Sentira uma sensação estranha, como um camelo ou escravo ao ser cuidadosamente avaliado antes da compra, disfarçou muito bem a sensação de calor ao vê-la parar longamente na altura do cos. da calça, que o levou a pensar se estaria mesmo interessada ou curiosa quanto ao tamanho e a qualidade do seu volume por baixo da roupa.
Estranhamente gostara daquela sensação, se fosse outra mulher com certeza não aprovaria, além de que tinha certeza mulher alguma naquele país agiria daquela forma tão direta e intensa, era algo totalmente inaceitável. Mais receber toda aquela atenção dela, até o envaidecia.
Olhar para aqueles lábios sensuais tão desejosos parecia castigo não poder preencher com os seus, chamavam por ele. Segura o queixo fino abaixando um pouco a cabeça até os seus lábios se encontrarem, as respirações tornam ofegantes, ao mesmo tempo sentia a sensação macia dos lábios quentes, o sabor era melhor do que imaginara. Em um rápido e malicioso pensamento que tivera com ela aquela noite que encontrara na banheira, desde então não conseguia olhar para ela sem imaginá-la nua,.
Não era do tipo que vivia a fantasiar mulheres nuas na sua cama. Normalmente quando sentia necessidade extrema de está com uma mulher, viajava para outros países onde o sexo era mais livre, mas nunca pagara para obter sexo, porque acreditava que o que se obtém por dinheiro raramente não tem valor, por isso sabia também que o seu casamento era só um contrato nada pra vida toda apenas um acordo registrado entre eles, estavam cientes das suas obrigações e do que poderiam conseguir com aquilo, logo acabaria. O que acontecesse entre eles seria de pleno acordo nada seria forçado, por isso ficou parado diante do seu rosto por algum tempo, desejava se apossar dos seus lábios, mas deu-lhe tempo para refletir e recusar o contato, pois ela não era obrigada e ele não se sentiria ofendido se ela se afastasse e quisesse manter a distância estava com todo o direito e também a respeitaria por aquilo se fosse o caso, tudo continuaria como antes, mas como ela não se afastou sentiu-se mais disposto seguir com o toque, passando o braço na sua cintura, puxou‐a para bem perto de si, sentiu o coração dela perto ao seu peito, na verdade, os batimentos de ambos confundiram‐se.
Fora ela que levantou a cabeça e o beijou primeiro passando o braço nos seus ombros. No mesmo instante em que os seus lábios fundiram-se, sentiu como se mil fogos se acedessem no seu sangue queimando de dentro para fora, não conseguia negar o desejo que explodiu daquele beijo.
Ela segurou-lhe a cabeça entre as mãos querendo fundir os seus corpos como um só. Ele então retribui o beijo com a mesma intensidade, deu espaço a língua provocativa que ela introduziu na sua boca a fazer a dança da sedução, era como se conseguissem conectar-se, enquanto isso as mãos rápidas dela passeava por dentro da camisa, o toque despertou arrepios, só conseguia ouvir a suas respirações ofegantes e as carícias tornaram-se mais intensas, com um único movimento a levanta ela entrelaça as duas pernas em volta da sua cintura, ele a assegurou firmemente nas nádegas lhe mantendo segura com apenas um dos braços livres, enquanto o outro agraciava ousado tocando-lhe com mais intimidade.
" Não, não, isso não deve acontecer. " dizia mentalmente, mas sem conseguir afastar o seu corpo que pedia mais e mais...
Mas quando Zain começou desabotoar os primeiros botões da blusa de mangas longas afastando-se para beijar partes dos seios rigidos que aparecem a escapar do sutiã de renda vermelho, visível pelos três primeiros botões já aberto, o seu corpo tornou-se tenso.
— O que ouve? — para olhando seu rosto corado, imagina que ela mudara de ideia, mas segui a direção dos seus olhos fixo, hipnotizada em algo distante em suas costas.
Dois carros estão vindo em suas direção, a poeira sobe espalhando‐se com abundância.
— Não se preocupe, são meus homens. — Reconheçe os veículos do Palácio. Estavam tão entretidos que não perceberam a aproximação dos carros traçados que vinham em alta velocidade.
Mal teve tempo de descer‐la do colo, e os carros para ao lado do treiler, o dois homens do primeiro carro descem e cada um traz uma ave empoleirada no braço com o uso de uma luva para não se ferirem, andam até o casal. Os homens cumprimentam ‐se, trocando palavras em árabe. Depois as portas do outro veículo se abrem e dois cães grandes da raça saluki correm brincalhão pelas areias, abanam o rabo reconhecendo o dono.
Os seguranças disfarçam não ter presenciado o amasso, evitando a todo custo não olhar para a mulher completamente desarrumada com parte da blusa aberta, revelando seu corpo.
Descofotavel com as presenças masculina que os pegara em um momentos tão íntimos. Aproveita a distração de todos, segura a blusa juntando os botões, sai apressada para dentro.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Lyu Lima
Gulosinha /Doge/
2024-01-13
3
Lyu Lima
Prendada, mulher com conteúdo.
Não adianta só ser bonita💕
2024-01-13
0
Rita Silva
Pegos no pulo do gato!!! Já estavam atrasados, pq não demoraram um pouco mais!!! 🤣🤣🤣🤣 Que situação!!!!
2024-01-10
0