Já passava do meio-dia quando é despertada por leve batidas na porta. De olhos abertos, porém pesados, olha estranho para aquele cômodo, tenta lembrar de onde está, a sua mente a faz lembrar rapidamente do tal casamento, e de como foi obrigada a suportar o sono e o cansaço até as 6 daquela manhã, quando finalmente sua nova família tiveram o bom senso de se retirarem para dormir, e podera em fim, tomar um banho, e se jogar naquela cama dossel enorme e muito confortável só para si, — pensou voltando a fechar os olhos, seu corpo ainda não sentia ter dormido o suficiente.
" Só mais cinco minutos "
As batidas voltaram se repetir
" Já estou indo..."
Pensou ter dito em voz alta, e não só em pensamentos.
— O que você quer? — pergunta contrariada após obrigar o corpo a deixar a cama. Abrindo a porta vestia apenas pijama, não sairá para fora, mais viu vozes e até as veste branca de alguém que saia da outra suíte que era do outro lado do pátio.
As 10 suítes principais, mais pareciam apartamentos, cada uma delas possuiam dois quartos um do lado do outro, caso os casais não desejassem dividir a intimidade da mesma cama todas as noites. As suítes eram no andar superior, eram distantes uma das outras para dar privacidade aos casais. Em cima do Palácio ficava o terraço, com uma grande clara‐boia de vidro, todos compartilhavam a bela paisagem, principalmente a noite clara com céu estrelado, que se podia admirar as grandes parte das terras que cercava o Palácio.
Uma funcionária, parece pedir desculpas, e entra com uma bandeja grande nas mãos quando abre espaço, era seu degejum fartamente, que daria para alimentar duas pessoas adultas com grande apetite, não era seu caso, que olha saudosa para a maravilhosa cama, só queria dormi, até está totalmente descansada.
Não adiantaria falar para aquela mulher o que queria de verdade, ela nem mesmo lhe entendia, então agradeceu e esperou até esta só novamente.
Mordiscou algumas guloseimas, e voltou a deitar.
Aspirou um cheiro que a sua mente reconheceu como a fragrância que o seu marido estava usando quando dançavam. Passa as mãos apalpando, sentindo‐se preguiçosa, estár de olhos fechados, sente o tecido macio sobre seus dedos, virando se, ver o terno sobre uma poltrona perto da cabeceira, era o mesmo que o Sheik usava horas atrás, fazendo‐a lembrar da conversa sem muito detalhe que teve com o marido após subirem juntos, entrando na mesma suíte.
" Vamos dividir a suíte em nossas primeiras noites de casados, para que acreditem que estamos em lua de mel" — ele explica porque estavam indo dormi no mesmo cômodo, sendo que lhe fora prometido um lugar só seu.
" Mas sem contato íntimo, como foi dito antes? "— era natural sua preocupação
" Claro!" — ele admite — A suíte e muito espaçosa, como ver, vou ficar no sofá grande e sairei antes que acorde, nem vai perceber a minha presença, tenho uma reunião ainda hoje, perto do meio-dia, e vou tentar preparar-me um pouco, ontem não deu tempo, e não posso deixar nada passar, muito menos atrasar"
" Sério? Quem em Sã consciência faz reuniões um dia após o casamento?" — ela questionou com receio de está sendo impertinente.
" Eu," — ele responde, — Até porque não estou doente, porque só isso pode me parar, talvez. E não esqueça que é um casamento de negócios o nosso". — O Sheik lhe dar as costas. Não demora ela ouve o barulho de água caído, então a mulher evita ir para la, o local era grande com três divisores, o primeiro era uma sala com um sofar grande, uma estante enorme recheada com livros embutida na parede, ao centro uma mesa de escritorio com um computador grande de última geração, o próximo cômodo que era um espaçoso banheiro com duas privadas, a feminina e masculina, com privacidade, dentro do box um chuveiro e do outro lado uma banheira dupla com hidromassagem, no corredor um Closet duplo de canto para o casal, unia ao quarto mais elegante que já vira, no chão um grande tapete persa, nas paredes, cortinas em tons dourados, em cada lado da cama tinha mesas de cabeceira com abajus em dourado, parecia banhado a ouro, no centro do quarto um grande vaso com uma planta, tinha lindas flores rosas desabrochando, e dava um ar exuberante ao ambiente.
"Devia ser uma planta rara, para ele ter uma no centro do quarto " — Pensa admirando a real beleza, ao chegar naquele cômodo depois que ver ele de volta no primeiro comodo. Ele estava cheirando a banho tomado, vestindo roupa confortável, ele não mostrou esta cansado. Pelo grande espelho ver quando ele senta em sua mesa ligando o computador, e começa a mexer nele, ignorara ela totalmente.
Quando está pronta para dormi, volta até a sala, para dar boa noite, mais ele ainda está no mesmo lugar e não percebe a sua presença, então desisti para não incomodar e vai dormir, o seu corpo não aguentaria um minuto a mais de pé.
Ate então só levanta por que fora acordada pela impaciência da empregada aquele instante.
— Tudo bem, e não esquecerei— ela diz, agora sozinha, em resposta ao marido que a lembrara naquela manhã sobre a união ser, só negócios.
Senta na cama sobre as pernas, e cautelosa, leva a roupa até o nariz e cheira demoradamente aproveitando a fragrância.
— O seu marido acabou de sair, e já está a sentir a falta dele? — ela olha para a mulher na entrada, era Rakel.
Ela estranha a mulher invadir a intimidade da sua lua de mel, mas não diz nada, deixa a roupa do Sheik cair das suas mãos.
— Preciso mesmo de visita, a essa hora? — não pôde deixar de mostrar seu desgosto — Não é o que está pensando...
— Não tenha vergonha de gostar do seu marido. — a muçulmana diz inguinorando o seu humor, abaixando‐se para pegar a roupa.
— Você é casada? — A ocidental pergunta sem um real interesse, era mais para distrair a atenção.
— Fui. Me divorciei a dois meses!
— Ah! — Syllvany fala apenas por não saber se para a mulher era bom, ou ruim, olhou para ela mas não pôde ler sua expressão, ela tinha um semblante impossível de decifrar.
— Quer saber se estou triste? Não estou! — a muçulmana respondeu no mesmo instante mudando de assunto. — Vista-se, uma de suas cunhadas te espera para um chá na tenda.
— Agora?
"Só espero que não seja uma das três que fizera questão de humilha‐me". Pensa, Querendo ter o poder de inventar uma desculpa qualquer para não ir, mais não poderia parecer desagradável. sorriu simpática como se fosse a coisa mais agradável para fazer aquele momento. — Sim, é claro. — responde indo para o banho.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Nilvan Coiote
coitadinha nada,ela foi pq quis
2024-09-25
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Lyu Lima
Imagina que sacrifício, coitadinha
2024-01-03
5
Lyu Lima
Nesses 5 minutinhos que mora o erro /Facepalm/
2024-01-03
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