Arábia Saudita, cidade Jeddah
Quando a Syllvany chega na cidade de Jeddah, é levada direto a Mesquita, onde encontrou o noivo e fora orientada a aceitar se converter ao Islam, aquilo era fundamental para segui com o casamento, estava no acordo.
Além do hijab que usava para cobrir o colo, ela vestia um dos vestidos elegantes, em dourado, com leve folhagem, também usava colar e brincos de pérola, tudo lhe fora enviado para usar no casamento, já que não poderiam seguir toda a tradição, da várias trocas de vestidos, porque não seria os três dias de festa, apenas um jantar. Era melhor, o noivo não queria chamar a atenção da mídia.
Algumas pessoas fora contratada para servir de testemunhas, já que ela não tinha parentes e muito menos representante legal, como pedia os costumes, como prova que era um casamento válido, dentro das leis Árabes, o noivo entrega uma certa quantia,( Mahr) que era o dote, para garantir a segurança da noiva, caso um dia viesse a se divorciarem, mesmo a noiva não sendo uma muçulmana, o Sheik decidiu que a trataria como se fosse.
A cerimônia na Mesquita durara não mais que trinta minutos, dalir já eram considerados casados, mais eles mantiam distância, ainda não podia conversar ou se tocarem. pelas leis só, aconteceria o contato após os três dias de festas entre suas famílias. Como para a noiva pareceria um fardo está em volta de desconhecidos sem amenos falar sua língua, o Sheik mostra complacência, avisa que a festa será apenas um jantar simples com a família, só para apresentar a noiva.
Em seguida foi levada para um dos Palácios da família. A moça não estranha quando foram em carro separados, já havia sido avisada. Estava em companhia de dois seguranças e o motorista da limousine branca de luxo.
Não sentia emoção alguma, encarava tudo como um trabalho, que precisaria desempenhar bem, para ser bem remunerada.
Olhou para sua mão adornada com as pequenas tatuagens que também foi orientada a mandar fazer antes do embarque. Acreditando que se fosse em outra circunstância, acharia tudo muito lindo.
" Quero que se pareça o mais perto possível de uma noiva muçulmana"
Lembrou das palavras dita pelo noivo, na última ligação, que fora três dias antes da viagem, No mesmo dia receberá a passagem de primeira classe, as joias, vestidos de luxo, e sapatos, que foi dito que seria presentes. Deixara claro que não queria receber uma maltrapilho como esposa, afinal era um Sheik, considerado importante em seu país. Ela entendia, seguindo a risca, todas as exigências, até razoáveis.
O casamento já havia sido feito através de uma procuração apenas ela tivera qui assinar seu nome embaixo do nome do seu esposo, concordando com o contrato lá na Mesquita mesmo. Tudo fora legalmente planejado e documentado, um advogado ali presente explicou em inglês toda a situação.
Conseguia entender e até falar com fluência o inglês, era assim que se comunicava com o Sheik.
Já podia ser considerada uma Sheikha.
Ela formulou um leve sorriso, amargo, vendo que já estava casada, mais não tinha nem mesmo uma aliança de compromisso em seu dedo.
Essa é a ideia do vestido, talvez com menos decotes, lá é proibido se mostrar, apesar que essa cidade que escolhir, as leis são mais brandas.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Nilvan Coiote
pelo menos ela fala inglês pra conversar com o sheik em quanto aprende a outra lingua
2024-09-25
0
eliza arouche
A não deixa ela ser bobinha pelo amor de Deus
2023-12-28
7
Lyu Lima
Gostei do vestido 👗
2023-12-27
1