— Seu pai o Emir, está esperando pelo senhor no escritório superior.
— Obrigada, Hassan.
Zain olha para a esposa após o segurança fazer uma menção de respeito e voltar ao seu posto.
Ele franzir o cenho, já sabendo do que seria o assunto. Estava cansado e com fome, e sua esposa precisava também descansar, mais não poderia deixar o pai esperar por uma satisfação. Virou‐se para ela sem demonstrar preocupação:
— Va na frente, e se prepare para o jantar, irei em breve para descermos juntos.
Não pretendia deixá-lo ouvir sermão sozinho, iria ter coragem de assumir toda a responsabilidade, tinha certeza que o sogro iria exigir que a mandasse embora, mais estaria lá para se defender, não cometerá nem um crime.
Quando o marido vira para seguir por outro corredor, Soraya dar um passo largo e o segura firme nas mãos.
Zain para a olhar surpreso, e entende que ela quer ir com ele, o gesto simples mais corajoso o deixa admirado.
— Sei o que quer fazer, mais posso resolver isso sozinho, é até melhor, meu pai pode achar que estamos afronta...
Ele se cala ao sentir o gesto decidido, a mulher ignora suas palavra, entrelaçando seus dedos com firmeza aos dele.
— Se irão discutir sobre mim, nada mais justo que a eu a, réu esteja presente. — diz decidida segurando o olhar dele.
Ficara brevemente pensativo, mais começou a andar. Por dentro estava aplaudindo a determinação e ousadia, outra mulher sentiria‐se intimidada de entrar na sala e ouvir coisas desagradáveis ao seu respeito. Para dar lhe apoio também segura firme, entrando na sala de mãos dadas com a esposa, disposto a enfrentar quem também estivesse lá com o pai.
Assim que o ver entrar acompanhado o irmão do Zain muito sério e com ar arrogante retira o aparelho do bolso e mostra um site com a notícia em destaque, o homem ler alto em seguida:
" Mulher estrangeira é detida após flagrada bêbada no carro do príncipe Zain, boatos circula que seja a tal misteriosa esposa dele, mais não ouve festas, e porque tanto mistério? Será verdade que o coração do futuro Sheik mais cobiçado da Arábia foi fisgado? E quem será ela na verdade? O que o respeitado senhor dos Emirados Árabes pensa ao permitir isso, o fim de vida o deixou fraco, sem pulso firme?"
O Pai e irmão exige que a Soraya seja severamente castigada pelo mal comportamento, e por esta colocando o nome da família na lama, a acusa de está tentando desencaminhar as outras esposas e as mulheres daquele país, como se as mulheres pudessem sair e fazer o que bem entendesse e ficar por isso mesmo, eles exigem que ela pague de alguma forma e deixa ao critério do Zain a forma de aplicar o corretivo.
— Sabem que parte disso é mentira não é? — a defende — E, já estou cuidando de tudo, omitiram a verdade para vender notícia, mais vou achar esse infeliz... — fala em tom vingativo
— Eu não tive culpa, poderia ter acontecido com qualquer um... — Ela tentou se defender entendendo claramente que estavam sendo tratada como uma má influência. E o marido estava levando a culpa.
— Cale‐se mulher estrangeira!!!
— Pai...!
Zain reclama a arrogância do pai por ter falado alto e ter assustado a sua esposa, sentiu o leve tremor das suas mãos, mesmo assim ela não se calou, e não estava sendo rude ou desrespeitosa.
— Não tenho direito a defesa meu senhor?
Em resposta o sogro lança um olhar de reprovação:
— Tira essa odalisca daqui agora! Tudo isso é culpa sua também, porque devia passar mais tempo com sua esposa, educando‐a com base no Alcorão, em vez disso não consegue desligar do trabalho.
Seu pai tinha um pouco de razão naquela parte, precisava fazer algo, e prometi castiga-la na frente dela que afasta imediatamente sua mão, lançando ‐lhe olhares interrogativos. Seu irmão ficara sentado após ler em bom tom a ultima notícia da Internet envolvendo a família. Zain desconfia que seu irmão que botara lenha na fogueira.
— Tenha certeza que irei corrigi‐la! — volta a pegar a mão dela e a puxa para mais perto, mostrando assim quem manda.
Minutos depois eles deixam a sala indo rapidamente para a suíte, ele força seus passos largos para que ela tenha uma certa dificuldade em acompanha‐lo, alguns presenciam a cena, crente realmente iria castigá-la.
A mulher realmente fica temerosa pelo jeito que ele falou com o pai. Ele estava muito sério parecendo decidido enquanto lhe arrasta seguro pelo seu pulso sente pavor quando chega na suíte, afasta‐se bruscarmente.
— Você disse que não iria me castigar lembra-se?
— Sim eu me lembro, acalme‐se. Eu só falei aquilo na frente deles para que nos deixasse em paz. Jamais bateria em você, impondo castigos não sou desse tipo. Será que você ainda não percebeu? — diz pegando novamente suas mãos dessa vez com plena delicadeza. Depois volta a falar — Pensei um pouco a respeito dos acontecimentos decidindo te fazer uma surpresa — então ele mostra duas malas feitas dentro só os essenciais.
— Vamos? — sorri por ver‐la piscar confusa.
Soltando suas mãos Zain pega as malas, ela então o segue, saem de fininho para que ninguém os vissem.
— Para onde vamos? — ela pergunta já dentro do carro grande que parecia um trailer, olha para dentro do veículo espacoso, moderno e todo equipado.
Eles não estão com seguranças nem motorista. Ninguém os viu sair.
A sensação de liberdade que sentia foi a mesma de quando ela saiu fugida, era o que estava acontecendo, estavam saindo escondido para que os pais a família dele não soubesse o que estava acontecendo, se ele realmente estava castigando a esposa.
Ele já havia previsto aquilo, por isso ligara para a Rakel assim que chegou ao hospital, e pedido que fizesse as malas e não dissesse para ninguém, mais calculou mal acreditava que teria a menos tempo de um banho e comer, antes de pegar a estrada deserta.
— É realmente uma surpresa ? —
ele diz com um pequeno sorriso farceiro sem tirar os olhos da estrada, que a deixou mais curiosa ainda.
Uma hora depois ele estaciona o carro na frente de do hotel mais luxuoso da cidade à beira mar era um dos hotéis que mais recebia turista principalmente brasileiros.
— Presumir que você queria ficar um pouco longe do Palácio, então enquanto eu estiver fora... terei que voltar viajar amanhã bem cedo então acho que enquanto eu estiver fora seria mais razoável te deixar aqui, para que não se sinta tão sufocada mas .....— ele faz um gesto com a mão teria as condições — Ficarei com você esta noite aqui e os seguranças vão ficar como sempre na portaria 24 horas, se precisar não sairá sem segurança e sem o motorista. Não vou impedir que você saia para onde quiser, conheça a cidade distraia, gaste, faça qualquer coisa que quiser desde que não fira nossos costume, e por Alá não seja presa. — formula um sorriso divertido quando fala que aquilo.
Soraya não consegue conter‐se de alegria por ele está mostrando se importar com ela, corre para abraçá-lo, pegando o desprevenido da atitude espontânea. Dependurada em seu pescoço, sente o cheiro do perfume dele misturado ao suor do dia corrido, também senti que o fez não era certo. Ele se quer lhe abraça de volta, ela logo afasta‐se. Sente vergonha, por ultrapassar o limite.
— Obrigada! — diz limpando a garganta
Sem uma palavra e talvez constrangido, ver o homem entrar no banho.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Nilvan Coiote
essa história foi Ben o irmão dele q é invejoso q inventou
2024-09-26
0
Lyu Lima
Já achei um personagem para odiar
2024-01-07
3
Lyu Lima
Imagino o ódio, não poder devolver o insulto, seria MT perigoso/Cry/
2024-01-07
1