Até quisera sorri, ao vê-la daquele jeito, mais manteve a postura seria. Compreendendo que apesar dos seus vintes e poucos anos, talvez sua maturidade não passava ainda da de uma menina.
Sua atenção é tomada pela vibração do seu telefone pessoal no bolso, leva o aparelho ao ouvido atendendo a chamada.
Falou rapidamente em monossilabo com um dos seus seguranças.
Suas palavras resumem‐se em um, Sim e Ok.
Mais cedo havia dado a ordem ao homem de levar o trailer em uma mecânica para fazer avaliações, queria o veículo em perfeitas condições de rodar pelo deserto, e pedira para encher o tanque de combustível e também a dispensa. O funcionário havia demorado a ligar, aquele era um dos motivos de também está impaciente, tivera que mudar os planos em poucas horas e não gostava de esperar por nada.
Antes da esposa se levantar, havia entrado em contato com o Daryl, o pediu que fosse em companhia do advogado em seu lugar no compromisso que tinha, aquela tarde. Daryl concordara, então passaram horas ali enviando os arquivos para ele se preparar melhor, e por fim terminara digitando os argumentos que ele usaria para colocar o pessoal contra parede caso tentassem ser espertalhões, usando dar sua ausência, por sorte o amigo também tinha negociação com a outra empresa sabia lidar com eles, por sempre viajarem juntos a negócios, ele estava à par dos acontecimentos.
Desligando o aparelho olha novamente para a esposa visivelmente empanturrada.
Está começando a acostumar-se com sua presença convencer‐se que apesar dela sempre meter os pés pelas mãos, gosta daquele atrevimento espontâneo.
" O jeitinho quente das brasileiras"
Lembrou‐se de como ficara encantado pelo país em sua primeira viagem, ver a liberdade de todos os gêneros, os rostos cheio de expressões, toda a beleza das mulheres que eram felizes em mostrar sua espontaneidade, mães solo guerreiras que não depedem de homens pra lhes sustentar, sem medo de viver da forma que lhes convém.
Zain respira tendo recordações perturbadora da praia do Brasil, com todos aqueles corpos seminus desfilar, ficara até constrangido, não que não fosse bonito e bom de admirar, mais, por mais mente aberta que fosse, não estava acostumado, e certos exageros pareceu‐lhe vulgar.
Ainda olhando distraído para a esposa está até aliviado de certa forma. Antes de escolher‐la definitivamente, fez a busca cuidadosamente sobre sua vida. Sabia que ela tivera um único envolvimento amoroso, tinha bom relacionamento no trabalho apesar da competitividade dos colegas, além de ser uma excelente filha para os pais, era caridosa. Por sorte ela não vivia a se exibir nas redes sociais como a grande maioria das outras candidatas. As poucas fotos postada por ela, eram discretas, apenas uma era pessoal demais...
Lembra detalhes da imagem gravada em sua mente, onde a mulher está em uma piscina com seu traje de banho " Que achou minúsculo, e revelador demais " Ambos estão sobre uma grande boia no meio da água, o namorado está por baixo com uma das mãos envolta em sua cintura, a outra esta repousando sob uma parte do bumbum bronzeado dela, ambos posam para a selfie no mesmo momento que trocam um beijo. Nada demais na cena lhe despertara tanta atenção quanto a marca de nascimento que ela exibe em um do lado do bumbum, tinha a forma exata de uma estrela, tivera que dar zoom ver e rever a imagem, estava imprecionado por tamanha coincidência.
Desde muito pequeno na infância, desenvolveu o amor pelas constelações, era fascinado por todo o universo e seu sistema, mais aqueles pontos brilhante no céu lhe tirava o fôlego e o fazia sonhar. Inclusive tinha pago uma grande guantia para batizar uma estrela com o nome da mãe.
Observar o céu estrelado à noite, era um de seus Robbie preferido quando ia ao deserto, além de tirar tempo para treinar sua arpia pessoalmente. Aquele último pensamento o faz dar conta que a muito tempo não fazia aquilo.
" Talvez esteja mesmo na hora de tirar alguns dias para descansar, desligar das responsabilidade"
Desperta das lembranças ao ver a esposa levantar‐se devagar com uma das mãos na barriga e a outra tapando a boca, ela vai direto para o banheiro.
— Você está bem? — pergunta parado na frente da porta entre aberta. Ficara preocupado por ver‐la demorar de sair.
" Possivelmente teve uma dor de estômago, por causa do jeito desenfreado que comeu..."
Não há resposta, e ouve o barulho de descarga.
— Precisa de papel? — insiste em ser útil, e pergunta em tom brincalhão.
Empurra a porta mais preocupado que antes ao ouvir‐la fazer força, em seguida de uma torcidela engasgada.
Depara‐se com a esposa ajoelhada com uma mão de cada lado para se apoiar na frente do vaso sanitário.
— Deixa eu te ajudar. — Sem esperar pela permissão, abaixa um pouco levantando e segurando seus cabelos para não sujar com o vômito.
Um pouco depois de cessar a vontade de fazer vômito ele segura sua mão ajudando a se levantar, diz prestativo:
— Está sentindo‐se melhor? Acha que precisaremos ver um médico?
Ela nega a balançar a cabeça.
— Estou bem. Só exagerei nas guloseimas muito doce...
— Venha! Vou te ajudar a lavar o rosto, e pedir um chá para seu estômago.
Ele lhe dar apoio segurando com uma das mãos em suas costas, a outra está em sua cintura, eles estám perto demais fazendo com que sintam a fragrância e o color um do outro.
— Obrigada. — ela afasta‐se um pouco, na intenção de manter a distância segura. Não queria correr o risco de senti‐se atraída pelo homem. Mas não nega que receber os cuidados dele fora no mínimo inesperado e muito gostoso. — Posso fazer isso sozinha! — lava o rosto a boca depois escova os dentes para tirar aquele gosto horrível da boca.
Zain concorda que estavam perto demais, quando ela se afasta pode voltar a respirar, e ver que ela ja está aparentemente bem, volta a sala para pedir serviço de quarto.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 93
Comments
Cacau
imagine um Árabe nas praias do Brasil os religiosos achariam tudo raram os safados de alma tudo normal. kkkk
2024-08-07
1
Lyu Lima
Imagino um estrangeiro nas praias brasileiras kkkkk
2024-01-09
3
Lyu Lima
🎶 Deixa ela passar, em câmera lenta
Até vagabundo se orienta
Musa do calçadão, aí todo povo comenta
No tempero dela tem pimenta 🇧🇷
2024-01-09
1