As coisas não estavam sendo como imaginara em sua cabeçinha de jovem sonhadora, criara um cenário fantasioso algo mais divertido como se fosse férias de verão, aquilo Parecia um pouco auspicioso, talvez estivera imaginado um marido mais atencioso, mesmo de mentirianha. Estava fadada a parecer boba, antes de aceitar o compromisso, fizera várias pesquisas sobre os homens árabes, e fora enganada facilmente ao ler que eles eram homens bons, e fiéis a sua esposa, eram gentios e gostavam de mimar‐las com presentes, eram agradáveis, cuidadosos... Muito pelo contrário.
Em vez disso fora largada a mercê da própria sorte em menos de 48 horas de casados, claro não eram casados por amor ou algo parecido, nem seria algo permanente ela sabia, mas esperou um pouco mais. Está ali era sentir‐se como se fosse uma criatura exótica para divertimentos, um bichinho assustado, presa em uma jaula de luxo. A jovem recém casada, pensava enquanto seguia a Rakel pelo palacio a fora, tentando preparar‐se para ser a cunhada simpática, e de sangue frio.
" está tudo bem, não estou reclamando, "
Acomodou-se em um dos sofá confortável da grande tenda de chá, que foi indicado pela Rakel. O local ficava no centro da área externa, assim como a quadra de esportes e a piscina que mais Parecia um rio de tão grande indo de um lado a outro passando por um jardim suspenso.
Ela agradece oferecendo um pequeno sorriso a uma das fucionarias quando entrega‐lhe a xicara quente com o chá árabe, após levar a boca, sente o sabor da hortelã, gosta do sabor,e mostra pela sua expressãofacial de satisfeita, " chá verde e especiarias" ouve a mulher dizer, a oferecer‐le as esfihas fechadas. Com um gesto de mão voltou a agradecer, estando sem fome no momento.
No centro, vestígio de uma fogueira ainda apagada, supondo que era um bom lugar noturno de se apreciar, ouvir as histórias daquele povo em uma boa companhia. — pensa.
Mais tarde em conversa, saberia que era mesmo um lugar de distração para os homens, a noite aquela fogueira era acesa para esquentar os homens que normalmente se sentavam ali para conversar sobre tudo, em especial as famosas corridas de cavalos e também de camelos, além de tomarem chás para a digestão do jantar, ou a bebida conhecido como “leite de camelo“, o Arak é um destilado de sabor
exótico e marcante, com teor alcoólico alto, 45,9%. Esse néctar dos deuses árabes é preparado a partir de uvas fermentadas e destiladas com infusão de anis. Mas também pode ser produzido com tâmaras, ameixas, damascos e maçãs. De aparência translúcida, a bebida começa a adquirir um aspecto leitoso quando em contato com água e pedras de gelo. Pura alquimia!
" Uau "! — a ocidental diz admirada ao ouvi, a sua cunhada muçulmana dar detalhes da bebida mais apreciada pelos homens daquela família.
— Sou a Deadira segunda esposa do Emir Kalyr hamal, irmão mais velho do seu marido. — a muçulmana apresenta ‐se, sem um único traço de sorriso, mais tem o tom de voz e um olhar amigável, o que deixa a outra jovem mais a vontade até mesmo percebe que aquela não era uma das três. Não estranha, pois já sabe que elas não são permitida esbanjar sorriso por ai, não são como as brasileiras, que podem e gostam de mostrar se estão felizes, eram os costumes se chocando, mas nada que atrapalharia a conversa amigável.
A outra também apresenta‐se, tentando manter a mesma postura ereta da mulher muçulmana.
Com os seus cabelos longos e negros estavam presos em uma trança que davam volta no topo da cabeça como se formasse uma coroa. Ali dentro das redondezas do Palácio não era obrigatório usar o hijabe. Seus traços delicados mostravam o quanto ela era uma mulher jovem e bonita, com um ar de princesa.
Vestida com uma calça de tecido leve preta e blusa de mangas longas, estava elegante, as várias joias refletia luz brilhante com a claridade do sol quente que vinham com seus raios penetrante lá de fora, até ofuscando o olhar da outra que não estava acostumada com tanto exagero, o clima era propicio ao calor, mais no ambiente era até agradável. A brasileira, bserva‐a, seus poucos gestos e quase nem uma expressão fácil, faltava emoção e exponteidade.
As duas conversam no ritmo intercalados , e também ouvem musicas, são cautelosas no que perguntar e no responder, estavam respeitosamente se dando bem.
A cunhada lhe oferece ajuda para que sinta‐se mais a vontade, faz convites para saírem juntas, e lhe apresentar pessoas, a outra aceita de bom grado e sente menos solitaria.
Mais tarde depois de fazer um tour pela propriedade, retorna a suite, sente está cansada, olha no aparelho telefônico e não ar sequer um oi do marido, já era início de noite. Liga a TV do quarto e decide aproveitar a banheira de hidromassagem, estando nua, deita e rescosta a cabeça na toalha dobrada, fecha os olhos se deliciando com a sensação das águas borbulhante, enquanto joga sais de banho e sabão, brinca batendo na agua, diverte ‐se no banho com toda as espumas cobrindo seu corpo.
Os minutos passam e permite‐se tirar um cochilo relaxante na banheira.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Lyu Lima
Pesquisou bem hein, bichinha? Parabéns, vc é sensacional 😍
2024-01-03
4
Lyu Lima
Homens são homens em qualquer lugar, é quase loteria kkk
2024-01-03
1
Rita Silva
Que vida entendiada essa... chá de hortelã...riqueza o todos os lados...banheira dupla com hidromassagem e sais de banho com direito a MTA espuma e um cochilo ...ahhh...a vida chata, hein!!!! 🤭🤭🤭
2023-12-20
2