No Palácio, olhava tudo com admiração, mesmo estando ciente que não pertencia aquele mundo, não tinha o abto de se deixar encantar por qualquer coisa, mesmo que fosse todo aquele luxo dourado, que encheria os olhos de muitos, despertando a ganância em seus corações. Ela não se reconhecia como ambiciosa, era apenas visionária, e mais para frente, venceria na vida por seus próprios méritos, mais antes, precisava fazer sacrifícios para conseguir ter uma boa formação académica.
Não teve muito tempo para distrações, no grande salão de entrada, uma mulher muçulmana com seus quarenta e poucos anos, veio lhe receber, ela estava coberta com seu hijab escuro. e falava em inglês, dissera que estava ali para orienta‐la a respeito da tradução, porque a maioria daqueles membros familiar não falavam o inglês, seria uma intérprete entre eles, e também seria como uma acompanhante pessoal, tudo que a noiva precisasse ela a ajudaria.
— Meu nome é Rakel. — a muçulmana se apressa em apresentar ‐se, lhe levar até a outra grande sala, onde todos os convidados já aguardavam sua presença.
— Oi. prazer Rakel, sou a Syllvany! — a jovem estende a mão para cumprimentar, mas sua mão fica no ar.
— Creio que não sera adequado. mais estou grata por sua modéstia, e espero está a altura para cumpri com minha obrigação em servi‐la.— Venha comigo, por favor.
Aquilo soava estranho, mais ela recolhe a mão, e imagina ser parte dos costumes, eram tanta coisa, que poderia ter passado alguns detalhes da lista que lhe foi imposta para seguir, apenas segue‐a. No corredor antes do salão, olha rápidomente para os retratos esculpidas em molduras de ouro puro, Apenas homens de todas as idades e de diferentes épocas posam ilustres e elegantes, os retratos estam bem organizado na parede, do outro lado do corredor as imagens das mulheres tinham menos destaques, com seus rostos e corpo cobertos pelos seus hijab pretos, apenas eram visíveis a cor dos seus olhos.
— São todos os membros importante de uma longa geração de Sheiks. — A mulher diz, a fazendo voltar o olhar para os muçulmanos.
— A maioria deles não vivem mais. Agora é a geração do Sheik Zalyn e seus três meios irmãos, lamentavelmente logo ele não estará entre nós, e os Sheiks Kalir e Zain seráa os maiores no comando dos negócios dessa família. — A mulher a olha estudando‐a, enquanto parara para observar um dos membros mais jovens da pintura moderna.
— Logo será considerada uma pessoa importante na família, está pronta para ocupar esse lugar na vida de um Sheik? — A noiva não responde, estava mesmo era admirada na beleza surreal daquele parente do seu marido.... " Mais é o Sheik Zain?" Ele não aparece entre eles. — faz a pergunta mentalmente — "Seria ele tímido? Só devia ser, mais acreditava que existia mais segredo ali, como por exemplo um homem tão rico, jovem e gozando de boa saúde, precisaria alugar uma esposa estrangeira? Lógico que a curiosidade ficaria só no pensamento, não podia questionar o Sheik, e ele a proibiu de falar sobre o casal com qualquer outra pessoa. De bico fechado não entraria mosca em sua boca.
— Vamos? — a Rakel a chama. A noiva se ver obrigada a segui adiante, olhou mais uma vez para a imagem, se perguntando se aquele Deus muçulmano roubara toda a beleza daquele país so pra si.
A mulher anuncia sua presença, e a direciona até una cadeiras central, todos olham para ela por longos momentos deixando ‐ a constrangida, seu corpo parecia pesar como chumbo. Ela sorrir, não avia se preparado bem para aquele momento, avaliativo.
O senhor mais velho na outra ponta da mesa de metros, tinha seu turbante na cabeça e ar de soberania, estudava‐a com cautela. As mulheres com seus vestidos luxuosos e de cores vibrantes e muita joia, pareciam surpresas. Outras delas disfarçadamente trocavam olhares significados.
Pareceu passar horas, em vez de minutos aquele silêncio, até que uma figura sentou se a sua frente, não devia ter levantado o olhar, mais pareceu maguinetizada, levantou a cabeça e encontrou dois pares de olhos atraentes, sobre si. " Era ele, o Deus da Arábia " — pensou mordendo o lábio inferior sem perceber, " como é lindo esse homem, gente, Jesus me ajude" — não queria desviar os olhos, mais sabia que aquilo seria considerado imoral, " mas cader o Zain que não aparece? " — vira‐se cuidadosa, com força de vontade para procurar o noivo, e o ver sentado com outros homens em outra mesa menor mais atrás da que estavam. Ela fixa o olhar nele tentando entender o que fazia em outra mesa, entendera que no jantar receberia a aliança de casamento dada pelo noivo, no momento que receberia também a benção dos familiares mais velhos.
— O que está fazendo?
É abordada pela Rakel que está logo atrás, e fala baixo ao seu ouvido. Em tom de repreensão.
— O Sheik não vai se juntar a nós? — interroga a mulher que olha para o direção contrária da noiva, e fala:
— Óbvio que sim...
— Então devo me sentar lá com meu marido? — aponta discreta com a sombracelha para o homem com quem achou que estava casada — Para iniciar a troca de alianças? E por isso que estão me olhando desse jeito esquisito? — diz tentando levantar‐se, é impedida pelas palavras preocupada da Rakel.
— Senhora, Com quem acha que casou?
— Com o Zain!? — exclama e interroga ao mesmo tempo
— Certo, e por que está querendo sentar com o sr Daryl Hamaad o amigo do seu Hadid?
"Como assim?"
Ela ficou confusa, sentiu os dedos tremerem e a respiração acelerar, respirou contando até três depois até dez, sentia que poderia desmaiar a qualquer instante," essa mulher é louca. cader o tal Zain então? Deus com quem me casei? Algum velho horripilante? Era bom demais para ser verdade..."
— Então... — Queria entender o que estava acontecendo ali.
Antes de dar um pitir, o homem da pintura e dono dos lábios mais perfeitos que já vira, levantou e fala algumas palavras em árabe, em seguidas levanta a taça de suco, (era proibido álcool nas cerimônia, mais em troca festejavam com muita alegria dança sucos e doces de todas as inguarias ) em suas mãos ele bebe um gole, depois direciona ‐ se até ela, ficando de frente, fala novamente em Árabe, depois para ela inglês, todos gritam e também bebem.
— Me der sua mão por favor! — ele diz segurando as alianças
— Quem é você?— ela está confusa
— Seu marido, quem mais seria? — diz sem divertimento na voz, mais em seus labios um leve sorriso, para parecer esta muito feliz com a uniao, ele mesmo pega a mão que ela demora levantar.
— Pronto! O contrato começa valer de agora em diante. Sorria, seja simpática e acima de tudo, seja discreta e não encare mais os outros homens diretamente, isso causaria uma péssima impressão, as má língua de plantão falaram da esposa de um Sheik. — diz em secreto perto do seu ouvido.
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Atualizado até capítulo 93
Comments
Lyu Lima
Sortuda, vai se dar bem
2023-12-29
6
Lyu Lima
um velhote seria quase a morte kkkk
2023-12-29
1
Lyu Lima
Tem coisa estranha aí msm/CoolGuy/
2023-12-29
1