Jane não esboçou nenhuma reação negativa. Dessa vez ficou quieta, aprovando o contato dele.
Como Miguel percebeu que o sinal estava verde, começou a acariciá-la suavemente.
A respiração dele, juntando-se às batidas do coração, foram acelerando de um jeito que não suportaria recusa, pois estava extremamente excitado.
As mãos dele, após movimentarem-se para as elevações da bunda dela, surpreendeu-a com uma palmada de leve. Ela gemeu e arqueou os quadris.
" Vai que é sua, Miguel! "
Inesperadamente, ela levantou uma das pernas no corpo de Miguel para sentir o sexo dele que pulsava para ser liberado.
Ele levantou o tronco para ficar por cima dela. Com impaciência, livrou-a da camisola de modo a tocar os seios que tanto desejava sugar.
Em poucos segundos a sua boca quente se apoderou com voracidade em cada extensão dos mamilos dela, que soltou um gemido agudo, enquanto enroscava as mãos nos cabelos dele na tentativa de aprofundar o prazer que sentia.
A língua do ávido amante, úmida em seus seios, lambia, sugava e modiscava sem dó. Jane revirava os olhos, enquanto se deliciava com a sensação maravilhosa.
— Miguel...
Ao ouvir seu nome, ele ficou atento. Se Jane quisesse parar, ele ficaria muito decepcionado, mas ainda tinha como frear seus impulsos. Ele se arrastou sensualmente em direção ao rosto dela.
— Sim, Jane...?
Ela tinha a respiração entrecortada. Passou a ponta da língua pelos labios ressecados e sussurrou:
— Não pare... Tá gostoso... Mas quero te prevenir...Você não sabe com quem tá se metendo!
Aquelas palavras foram o fim!
Jane não imaginava o furacão que atravessou o corpo de Miguel ao ouvir o que tanto precisava naquele momento.
Ele para responder, baixou a cabeça em direção ao lóbulo da sua orelha.
Com pequenas mordidas, percebeu que ela se soltava mais ainda, acariciando-o com precisão. A voz rouca de Miguel no seu ouvido saiu:
— Nem você, Jane! Quero você de todo jeito hoje.
Ela arrepiou-se toda. Um sorriso cheio de expectativa surgiu nos seus lábios.
— Então vai com tudo... Estou preparada!
Miguel nem acreditava que finalmente ia poder fazer amor com ela, sem reservas. Mesmo que não admitisse antes, era o que queria desde algumas semanas.
Aquela mulher perigosa o atraía feito imã, especialmente ao vê-la nua há dias atrás, com aquela tatuagem que o enfeitiçou.
— Quero ver cada momento, então nada de escuro.
Ele foi se afastando.
Jane concordou em pensamento. Queria ver aquele corpo atlético que brevemente estaria dentro dela.
A luz foi acesa.
Jane jogou o lençol no chão e com olhar convidativo foi tirando a calcinha devagar, exibindo seu corpo firme e sedento por ele.
Miguel foi voltando para a cama, retirando as peças da sua roupa, sem tirar os olhos dela.
Antes que deitasse, Jane veio até ele e sentando-se na beira da cama, acariciou o sexo do marido. Ela impressionou-se com a virilidade dele e já ansiava por ser possuída, mas a noite para eles estava apenas começando.
Miguel gemeu e puxou Jane para que ficasse de pé. Com fome dos seus lábios, beijou-a profundamente. Era o tipo de duelo que deviam ter, ao invés das brigas.
As mãos deles passeavam por todos os lados e eles queriam mais.
Muito mais.
Ele a colocou de volta na cama e foi se juntando a ela.
A cama velha de Miguel, não acostumada com muito peso, rangeu, mas manteve-se segura, para abrigar os dois que pareciam estar em um jogo de quem dava mais prazer ao parceiro.
— Abra as pernas, querida!
Ela obedeceu, ansiosa.
Miguel, então curvou-se sem avisar e pousou os lábios na profundeza da sua intimidade. Jane estremeceu e gemia sem se conter, ao sentir-se sugada tão profundamente.
Miguel provocou-a até que ela não suportasse mais e implorou:
— Vem, Miguel! Quero você... Não dá mais pra esperar!
Ele parou a brincadeira prazerosa e sem hesitar voltou-se para ela e colocando uma das pernas dela por cima do ombro, iniciou uma penetração que fez com que ambos tremessem de tanto desejo.
Ao unirem-se, Miguel sentiu uma forte emoção por está ali. Tomou a consciência de que o seu casamento seria finalmente consumado. Ela pertenceria a ele e aquela sensação era incrível.
— Oh, Jane! Você é uma tigresa!
Com essa fala, terminou o senso de responsabilidade dos dois. Dali em diante, seriam dois amantes nas mais loucas aventuras pela busca do prazer.
Não confessaram, mas era a única coisa que queriam.
Os corpos se movimentavam rapidamente. Miguel alcançava a profundeza dela, determinado a fazê-la gemer incansavelmente.
Ele não fechava os olhos, registrando cada expressão da face dela, que se embalava no mesmo ritmo dele.
Jane gostava muito de sexo e enquanto sentia que em segundos ia chegar ao clímax, já visualizava em sua mente outras posições que queria experimentar naquela noite.
À despeito da cama que reclamava do peso deles, os dois aceleraram enlouquecidos, prevendo o que buscavam e então o ápice chegou como fogos de artifício, fazendo com que se abandonassem em seus corpos, tremendo violentamente.
Aquela havia sido a primeira vez deles e satisfeitos, ficaram imóveis, enquanto ouviam suas batidas do coração voltando à calma.
Miguel virou para o lado e como se tivessem combinado, ambos fecharam os olhos enquanto saboreavam o momento de intimidade que tiveram. Isso despertou neles a vontade de continuar se explorando.
Eles trocaram olhares. Estavam fascinados um pelo outro. O desejo novamente crescendo.
— Jane...
— Miguel...
Falaram ao mesmo tempo e sem se conterem, novamente se grudaram num beijo avassalador. Eles rolaram pela cama e novamente começaram a se tocar com intimidade. Miguel estava pronto para mais delícias e Jane correspondia, longe de estar cansada.
Daquela vez ela posicionou-se de quatro. Era a posição preferida de Miguel que gemia e movimentava-se com vontade enquanto a subjugava em seus braços.
Jane se embalava freneticamente, balançando os quadris, provocando espasmos de prazer no marido.
Aquela forma primitiva, com Jane segurando com força a colcha da cama, enquanto Miguel ia e vinha deliciosamente por trás, arrancou-lhe mais uma vez um gemido alto, enquanto mais uma vez alcançou o ápice do prazer. Ele não hesitou em também chegar ao clímax.
Então, após descansarem mais uma vez, recomeçaram as carícias e como se nunca estive satisfeitos resolveram experimentar outras posições.
Foram tantos vai e vem que a cama, já "cansada" dos insaciáveis amantes, resolveu dar um basta na noitada deles. O cômico momento foi quando Jane estava por cima e tinha novamente estremecido de prazer.
A velha cama, "como se tivesse revoltada", com um rangido alto, quebrou, levando os dois ao chão.
Nem dava pra acreditar.
Miguel e Jane, refeitos do susto, esbaldaram-se em altas risadas e o pobre objeto, partido ao meio, recusou-se a ser usado mais uma vez.
— E agora, Miguel? — Saía lágrimas dos olhos de Jane de tanto sorrir.
— Droga de cama! Deve ter ficado com ciúmes! Vou dar um jeito nisso.
Eles se levantaram da cama, e pouco tempo depois voltou com a rede. Armou-a e depois de deitar, chamou a sua maravilhosa esposa.
— Vem!
Jane surpreendeu-se por ele estar novamente pronto para recebê-la mais uma vez. Com um sorriso provocante foi até ele. Nunca havia feito amor numa rede.
"Bem, para tudo tem a primeira vez."
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Atualizado até capítulo 92
Comments
Grasiela Melo
Muito bom autora,adorando
2025-01-07
0
Priscila França
kkkkkk
2025-01-01
0
Rosângela Beserra
kkkkk isso aconteceu comigo e meu marido kkkkkk
2024-10-06
1