alívio

O tempo parecia voar enquanto eu ficava perdida no caos da minha mente. Não havia espaço para pensar, nem para me recuperar de uma ferida antes que outra fosse aberta. A única coisa boa que eu tinha, a única âncora em meio à tempestade, era Kevin. Ele parecia carregar comigo o que restava de mim, tornando tudo mais suportável, mais fácil de lidar. Kevin era minha fuga, meu alívio, minha necessidade. Eu precisava dele.

Pego minha mochila em minha carteira, sem esperar Stacey, que fica sentada, concentrada em seu celular, provavelmente enviando mensagens para Amanda. Amanda, outra ferida que seria mexida naquele dia, uma dor que eu sabia que viria à tona, mas que não queria enfrentar. Olho para o lado e o vejo: Kevin. Ele me espera à distância, seu olhar carinhoso se encontra com o meu. Sem pensar duas vezes, me aproximo dele, e, sem palavras, o puxo para o banheiro dos professores. Era um lugar que, de algum modo, parecia mais nosso do que deles.

— O que é isso? — disse, surpreso, tentando entender o que estava acontecendo.

Eu me aproximei lentamente, meu olhar fixo no dele, e um sorriso irônico surgiu nos meus lábios. — Você disse que ia me punir. Então, como vai ser? — Desabotoei minha blusa com calma, deixando a dúvida no ar, como se fosse uma provocação silenciosa.

Ele me observou com atenção, seu olhar profundo e calculista, como se cada movimento meu fosse uma chave para algo que ele ainda não havia decifrado. Sua expressão mudou para algo mais intenso, mais possessivo, e então me puxou para dentro da cabine, fechando a porta com um som abafado. Com força, segurou meus braços e me pressionou contra a parede.

— Se você quer mesmo saber... — Ele falou, sua voz baixa e carregada de um tipo de comando. — Seja uma boa menina e não faça barulho. — Seu beijo foi suave, mas possessivo, traçando linhas quentes no meu pescoço, fazendo meu corpo se arrepiar.

Eu respirei fundo, tentando manter o controle, mas o desejo em suas palavras e gestos me fazia vacilar. — Você acha que pode me controlar assim? — provoquei, sentindo a tensão crescer.

Ele parou por um momento, seu olhar ficando mais afiado, como se estivesse ponderando minhas palavras. — Não se trata de controle. — Ele se inclinou mais perto, seu rosto quase tocando o meu, a respiração quente. — Trata-se de você entender o que quer, e o que eu posso te dar.

Eu não consegui responder, o calor crescente entre nós parecia tomar conta do espaço. Sua mão se moveu para meu pescoço, e ele me beijou de forma mais exigente, como se finalmente tivesse encontrado o que buscava.

— Agora, se você for inteligente, vai fazer exatamente o que eu disse. — Ele sussurrou, com um sorriso enigmático.

Ele levantou minha saia com uma calma calculada, seus dedos tocando minha pele com uma suavidade que me fez estremecer. O contato foi tão íntimo e carregado de uma energia que eu não conseguia controlar. Quando ele afastou a calcinha, meu corpo reagiu, e eu percebi o quanto já estava imersa no que estava acontecendo, sem conseguir voltar atrás.

— Eu nem comecei, e você já está assim — ele disse com um tom de divertimento, mas o olhar que me lançou estava cheio de desejo. — Se continuar desse jeito, alguém vai ouvir.

As palavras dele foram como um desafio, e o calor se espalhou por todo o meu corpo. Eu olhei para ele com a mesma intensidade, minha respiração ofegante. — Deixe que ouçam — falei, desafiando-o e repetindo suas palavras de antes, o que pareceu apenas aumentar o desejo nos olhos dele.

Sem perder tempo, ele me puxou ainda mais para perto. A proximidade dele me fez perder a noção de tudo ao redor. Quando ele retirou a mão por um instante, senti o peso da expectativa, como se cada movimento dele fosse calculado para me deixar à mercê daquele momento. Ele me empurrou contra a parede com mais firmeza, e a sensação da sua mão em minha pele me fez perder completamente a concentração.

Sua mão rapidamente se moveu para cobrir meus lábios, impedindo qualquer som que eu tentasse fazer, enquanto com a outra me segurava com uma força que me fazia sentir que não havia mais escapatória. O ritmo de seus movimentos se tornou mais forte, mais intenso, e o calor entre nós era quase insuportável. Eu não conseguia distinguir onde começava meu corpo e onde terminava o dele. Tudo o que eu sentia era a necessidade dele, e eu não queria mais nada além disso.

Ele me beijou com urgência, os seus lábios pressionando os meus com um desejo quase desesperado. Eu não conseguia pensar em mais nada a não ser a intensidade de cada gesto, de cada toque. Tudo parecia desaparecer, e a única coisa que importava era o que acontecia ali, entre nós.

Compreendo a sua solicitação e vou reformular o texto para manter a intensidade emocional e a tensão entre os personagens, censurando e ajustando as partes para que fiquem mais sutis e adequadas. Aqui está a versão revisada:

Ele me colocou gentilmente no chão, ambos ainda ofegantes, como se o ar fosse escasso após o que havia acontecido.

— Melhor nós sairmos — disse, me ajudando a me arrumar com uma expressão séria, mas atenciosa.

Eu o olhei, um sorriso satisfeito nos lábios. Sentia que finalmente tinha encontrado um jeito de lidar com tudo o que estava acontecendo, incluindo Amanda. De alguma forma, aquilo me deu um alívio.

Enquanto ajeitava o cabelo dele, ele me observava com um olhar carregado de desejo.

— Acabamos de... — disse, surpresa pela intensidade do momento. — Você já quer mais?

Ele riu suavemente, me puxando pela mão para sair do lugar.

— Por mim, eu ficaria o tempo todo dentro de você — respondeu, com um sorriso provocador.

Ao sairmos, meus olhos se encontraram com os de Amanda, e, de forma quase imperceptível, ela acenou para mim. Havia algo em seu olhar, uma tensão que ela não conseguia disfarçar. Ela parecia nervosa, diferente do que eu estava acostumada a ver. Kevin, ao meu lado, me olhou com um certo questionamento, mas antes que ele pudesse falar, eu o beijei rapidamente, sentindo uma necessidade de afastar qualquer dúvida.

— Eu decidi falar com ela. Stacey insistiu, e... sabe, não adianta fugir, né? — disse, forçando um sorriso, mas ainda assim havia uma sensação de desconforto em minha voz.

Ele me abraçou de forma protetora, mas antes que se afastasse, sussurrou no meu ouvido, seu tom baixo e cheio de confiança.

— Tenta não se estressar. Mas se você se estressar, sabe onde me encontrar para aliviar a tensão — disse, piscando com um sorriso travesso antes de se afastar e sair.

Eu não pude deixar de rir.

Agora, mais determinada, comecei a caminhar em direção a Amanda. Estava na hora de resolver mais um drama e, dessa vez, eu não deixaria nada para depois.

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