Uma vez dentro do armário, respiro fundo enquanto subo a calça de moletom. Eu realmente preciso controlar melhor minhas ações. Fui por pouco que não estraguei tudo com a garota no chuveiro.
É claro que a química entre nós era forte, senão eu não teria avançado tanto nessa situação louca, mas também sei que não deveria agir de qualquer jeito. Algo me diz que ela é virgem e invadir seu corpo dessa forma não seria certo.
Percebi que ela estava entregue aos meus toques, pois seus olhos estavam cheios de desejo, assim como os meus. Foi difícil me conter ao notar que ela não ofereceria resistência se eu quisesse me juntar a ela ali mesmo, segurando-a contra a parede de mármore.
Vittoria parece ainda mais magra do que da última vez em que a vi de perto. Seu corpo parece leve demais, como se não estivesse se alimentando direito há dias. Preciso que um médico a examine e que ela melhore sua alimentação antes de considerar tê-la como minha. Isso é necessário. Já reconheci o quanto a desejo além do razoável, então será questão de tempo até conseguir o que quero.
No final da noite, seu corpo estará debaixo do meu. Estou certo disso, pois Vittoria já se entregou totalmente a mim. Não foi só seu corpo que me pertence agora; seus olhos mostraram que ela também confiou sua alma a mim.
Ao voltar para o quarto, estendo uma das minhas camisas para que ela coloque. Depois, mando uma mensagem para o médico que está cuidando dela, pedindo que venha vê-la e traga outra bota ortopédica, já que a que ela usava não servirá mais.
Enquanto ela coloca minha roupa e se ajeita nos travesseiros, peço para uma das funcionárias de plantão trazer uma sopa quente de legumes para a Vittoria comer.
Enquanto ando pelo quarto, percebo que ela não tira os olhos de mim. Quando olho, vejo várias dúvidas brilhando em seus olhos; mas ainda não é o momento certo para dar as respostas que ela procura. Depois de arrumar rapidamente o que preciso e organizar tanto seu jantar quanto o atendimento médico, sento-me ao seu lado na cama.
– Fale, Vittoria – ordeno, mas abrando a voz, porque posso ver milhares de engrenagens girando sem parar em sua cabeça – Pergunte de uma vez o que quer saber
– Eu não... – Ela desvia os olhos rapidamente, mas eu levo o dedo indicador ao seu queixo para girar seu rosto de volta para mim.
– Não minta, la mia ragazza. Eu quase posso ver a fumacinha saindo dessa cabeça – digo tão suavemente quanto possível, mas ela desvia os olhos dos meus mais uma vez, o que me deixa incomodado. Dado o tamanho do passo que planejo dar com ela, preciso conhecer cada um dos seus pensamentos para que eu não tenha dúvidas sobre o que ela realmente quer – Estou aqui. Me diga o que quer saber.
– Por que você... – Ela mantém os olhos longe dos meus, então puxo seu rosto para mim de novo, mas o mantenho entre meus dedos dessa vez. Quero que ela me olhe enquanto diz a verdade.
– Por que eu...? – Insisto para que Vittoria continue.
– Por que você parou? – As palavras saem sussurradas e, merda, se ela soubesse o esforço que tive que fazer para não ir adiante não estaria me fazendo essa pergunta.
– Queria que eu tivesse a fodido no chuveiro, Vittoria? – pergunto, minha voz ficando um tom mais rouca novamente.
– Eu... não sei... – As bochechas dela coram e esquentam sob meus dedos.
– Você sabe a resposta, la mia ragazza – respondo e acaricio a pele macia do resto pequeno e delicado dela com os nós dos meus dedos – É claro que sabe o que seu corpo e sua mente desejam.
– Talvez... eu quisesse – confessa ela, tímida, mas não permito que ela desvie os olhos de novo, porque preciso ver a verdade em suas palavras.
– Talvez? – Ergo a sobrancelha ao perguntar, e ela morde os lábios, mas não me responde – Você não tem noção do inferno que desperta em mim, la mia ragazza. Olha como eu fico só de pensar em me enterrar em sua boceta – Seguro sua mão e pressiono no meu pau para que ela veja a tortura que me impus ao me afastar dela – Quer saber por que eu não fui em frente?
– Quero – responde ela timidamente.
– Você é virgem, Vittoria? – A vejo abrir e fechar a boca diversas vezes, mas nenhum som escapa dos lábios – Responda – pelo, insistindo.
– Sim – admite depois de algum tempo, e eu aceno suavemente, concordando e confirmando minhas suspeitas – É por isso que não vai fazer nada comigo? – pergunta Vittoria corajosamente, me surpreendendo.
– Vou, la mia ragazza – Com isso, ela me encara, claramente surpresa – Não há nada no mundo que me impeça de fazê-la minha, mas, pelo menos na primeira vez, isso não acontecerá contra a parede do banheiro. Quero venerar cada parte do seu corpo, lamber cada pedaço da sua pele macia e, só depois de te fazer gozar na minha boca, é que vou enfiar o pau na sua boceta – Ela abre a boca e as suas bochechas coram ainda mais com as minhas palavras cruas – Você quer isso, Vittoria?
– Si... Sim, Alessandro – confessa ela, ofegante – Quero como nunca quis nada na vida – Porra, eu quase perco o controle diante da sua confissão baixinha, mas a pergunta que ouço em seguida me deixa ainda mais à beira do precipício – Quando, Alessandro? Quando me fará sua, então?
Sem responder à pergunta, deslizo minhas mãos sobre a parte interna da sua coxa. Ela suspira quando meus dedos tocam levemente seus lábios vaginais. Com o indicador, exploro sua região de cima a baixo, percebendo a lubrificação que começa a escorrer e umedecer tanto sua vagina quanto meu dedo.
Como resposta, faço um som baixo e, mantendo meu olhar fixo no dela, estimulo o clitóris lentamente com o polegar, antes de tocar delicadamente a abertura com a ponta do indicador.
– Ainda hoje, la mia ragazza. Ainda hoje estarei enterrado até as bolas em você – prometo e beijo seus lábios. Em seguida, desço com algumas mordidas por seu pescoço, fazendo-a gemer enquanto meus dedos seguem trabalhando lentamente em sua boceta.
Esse era o momento em que eu deveria me afastar, esperar pela comida e pelo médico antes de continuar com o que queremos, mas eu simplesmente não consigo. Minha mão volta a tocar sua pele. Envolvo seu pescoço com delicadeza, sem aplicar muita pressão, é apenas um toque leve e intenso.
Depois, deslizo mais para baixo devagar, meus lábios nunca se afastam dos seus. Exploro sua pele exposta sob a camisa larga demais para seu corpo pequeno e passo a palma da mão sobre os bicos dos seios firmes, fazendo com que ela suspire em minha boca, provocando uma reação intensa em mim.
– Porra, la mia ragazza – Digo com a voz rouca de desejo enquanto abro cada um dos botões da minha camisa, expondo seu corpo gostoso para mim mais uma vez – Vou te deixar dolorida de tanto te chupar. Seus seios vão ficar vermelhos pela pressão da minha boca sobre eles. Louco e esfomeado de desejo como estou agora, vou te fazer gozar apenas com minha boca.
– Alessandro... – Ela geme meu nome baixinho.
Vittoria inclina a cabeça para trás quando deslizo a língua pelos bicos firmes que agora estão visíveis. Sua respiração, já ofegante, fica mais intensa a cada instante. Ela agarra meu cabelo com seus dedos, puxando com uma força controlada, me fazendo emitir gemidos roucos.
Deixo os seios de lado e volto para seus lábios rosados. Em vez de beijá-los, passo minha língua úmida sobre eles e depois mordo suavemente, puxando o lábio inferior para dentro da minha boca. Minhas mãos continuam acariciando seu seio, apalpando e apertando, despertando sensações e desejos em seu corpo que eu provoquei. Já decidi que vou lhe dar pelo menos um pouco do que ambos desejamos muito.
Vejo quando ela pressiona uma perna contra a outra, procurando um alívio que só eu posso dar esta noite. Com cuidado, afasto suas coxas, coloco-me entre elas e deslizo minha mão aberta em sua parte íntima pequena, gemendo de satisfação ao sentir que está molhada e pulsante.
Notei Vittoria segurando com força o lençol, entregue às sensações que só eu consigo oferecer. Seu clitóris firme pulsa sob meus dedos. Ela se agita, então aumento a intensidade do toque; ora faço movimentos circulares, ora aperto suavemente a pele macia, brincando com o desejo que faz sua parte íntima pulsar.
Minha boca desce pela pele suave da sua barriga. Mordo levemente a virilha e, mesmo corada, Vittoria não tenta fechar as pernas quando meu rosto se aproxima da parte íntima tão cheirosa que é difícil para mim manter a sanidade.
Reverencio seu corpo com uma tranquilidade controlada. Minha língua passeia pela pele macia sem pressa, como uma criança que lambe um sorvete devagar, temendo que o doce acabe antes da hora.
Ouço você gemer e percebo quando seus olhos se fecham diante do prazer que provo ao tocar seu corpo intocado. Faço alternâncias nas chupadas, mesclando algumas mais suaves com outras mais intensas e, ao assoprar a pele quente e pulsante, sinto suas coxas pressionarem meu pescoço. Que garota sensível essa.
Saboreio cada parte da carne que minha língua alcança. Sua mão se aperta nos lençóis com tanta força que noto os nós dos dedos ficando levemente brancos. Brinco com a língua em seu clitóris fazendo movimentos circulares rápidos e depois chupo com intensidade. Amanhã, Vittoria certamente estará muito sensível, cheia de marcas entre as pernas.
– Quer que eu pare, Vittoria? – Pergunto por pura provocação enquanto ela pulsa em meus lábios. Em resposta, gemo completamente rouco.
– Não, Alessandro. Por favor, não pare.
Nem é necessário pedir que ela me suplique para continuar, pois Vittoria faz isso por conta própria, completamente entregue ao prazer de estar sob meu comando. Coloco a ponta do meu dedo indicador na entrada de sua parte íntima, que se contrai, quase puxando-o para dentro.
Minha excitação já é evidente dentro da calça, mas sigo estimulando seu clitóris com a língua e começo a introduzir meu dedo até a metade em seu corpo virgem. Vittoria geme quando movo o dedo mais rapidamente. Ela se contorce, e eu percebo que vai gozar em poucos instantes.
Meu pau, além de babar, agora pulsa como louco, então não resisto e baixo o tecido do moletom, trazendo-o para fora. Assim posso masturbar a carne dura de leve.
– Preciso sentir, Vittoria – Gemo com rouquidão, afasto meus lábios da sua boceta e me ajoelho entre as suas penas. Quando percebo que ela vai gozar, encaixo apenas a cabecinha em sua entrada apertada e estimulo seu clitóris enquanto me perco em seu rosto contorcido de prazer ao se aproximar do clímax – Goza no meu pau, la mia ragazza – Comando e, em segundos, ela se entrega.
– Alessandro... – Vittoria geme, e sinto sua carne pressionar a cabeça do meu pau com força quando ela se perde no próprio prazer.
Puta. Que. Pariu. Eu quase gozei sem sequer penetrar a garota.
Os espasmos demoram alguns segundos para diminuírem por completo, mas eu desfruto de cada um deles como uma forma de prazer intenso, já que não retirei meu membro duro dela.
Com lentidão, ela começa a voltar à realidade e os dedos que estavam apertando os lençóis com força, como se esse pequeno ato pudesse tirá-la do abismo do orgasmo, vão se relaxando gradualmente. Eu enfrento uma luta interna para não me entregar por completo em sua carne suave, que parece pedir para que eu me encaixe melhor.
– Vittoria... – Chamo por ela, quase gemendo quando afasto minha carne da dela, então debruço meu corpo sobre Vittoria, mantendo nossos olhos conectados enquanto deslizo minha língua mais uma vez pelos seus lábios – Eu te apresento ao orgasmo – digo contra sua boca, puxando-a de volta à realidade.
Ela geme, e não consigo esconder o sorriso orgulhoso que surge em meus lábios ao vê-la corar, ainda com a respiração ofegante e o coração acelerado. Dou mais alguns beijos suaves em seus lábios e me afasto devagar, depois ajudo a abotoar sua camisa novamente, mas, antes que possamos dizer alguma coisa, ouço uma batida suave na porta e vejo com satisfação Vittoria olhar horrorizada para aquele lado.
– Pode entrar! – digo, autorizando a entrada, sem desviar os olhos da garota enquanto guardo meu membro ainda semiereto na calça.
– Alessandro! – sussurra ela, envergonhada quando a funcionária entra carregando uma bandeja com a refeição que pedi.
Com um leve sorriso, mesmo sentindo um certo constrangimento, levanto a bandeja das mãos da mulher e digo que eu posso ajudar Vittoria com a refeição. As duas se olham, tímidas, e eu contenho a vontade de sorrir mais amplo.
Nossa, estou bem enrolado, porque desde que Mia faleceu, não senti vontade de sorrir por nada. É isso aí, Vittoria, acho que você realmente entrou na minha vida para me mostrar que eu não estou tão acabado quanto pensava.
Esse pensamento me surpreende e me deixa contente ao mesmo tempo. Não sei quais serão nossos próximos passos, mas farei o possível para aproveitar cada um deles, porque eu sei melhor do que ninguém que tudo que é bom passa rápido. Sempre muito mais rápido do que queremos.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 52
Comments
Maria Monte
Seu trabalho é lindo autora maravilhoso amando cada vez mais excelente você e muito talentosa
2024-11-26
2
Mônica Lourenço
estou amando essa história maravilhosa 👏❤️
2025-03-31
1
marlene cardoso dos santos
nossa quase tive um orgasmo também kkkkkkkk
2024-11-29
1