Liam

🔞atenção! esse episódio contém conteúdo+18🔞

**Visão de Liam – Capítulo 2 (continuação)**

A noite continua a seu ritmo frenético, com o som da festa ainda reverberando ao fundo. Eu estou aqui, assistindo, como sempre faço, mas a atenção está longe das pessoas comuns que me cercam. Hoje, o foco é Mel. Eu não consigo desviar os olhos dela. Não é só a aparência ou o corpo, é o jeito que ela se comporta, a maneira como ela ocupa espaço, como se fosse o centro de todo aquele caos. Só de imaginar milhões de fantasias com ela, deixa meu amigo animado.

Eu sei que estou me importando demais, mas não posso evitar. Ela mexe comigo de uma forma que nenhuma garota nunca fez.

Mas então vejo Pietra, e o pensamento de Mel começa a se apagar por um momento. Pietra está ali, perto do bar, fazendo aquele jogo de sempre, com aquele olhar que me chama. Ela é uma das minhas, uma peguete de luxo, e sei exatamente o que ela quer de mim. Não há confusão. Não há promessas. Só diversão, eu acho. E por mais que minha cabeça esteja longe, uma parte de mim também sabe o que isso significa: algo fácil, algo que não exige mais do que o corpo e o desejo.

Pietra me puxa para um canto escondido da festa, e não resisto. Meu corpo vai onde ela me leva, como uma reação automática. Sua boca encontra a minha, e o resto do mundo parece desaparecer por um segundo. Encostando em uma árvore, os beijos e amaços ficam mais selvagens. Coloquei minha mão dentro do seu sutiã, deslizando agressivamente minhas mãos para suas partes intimas. Comecei a ficar duro com a situação. Ela deslisou as mãos por cima da minha roupa em direção ao meu pau, isso é tão excitante. Ela começa a rosnar nos meus ouvidos. Quanto mais eu estava perto dela, mais o fogo dentro de mim aumentava. Mas a sensação de estar com ela não é mais o mesmo de antes. Algo em mim está inquieto, e não posso negar, a presença de Mel está atrás de cada beijo, cada toque, me lembrando de que o que estou fazendo não é o que *realmente* quero.

Eu vejo Mel à distância, parada, observando. Não me importa que ela me veja com Pietra. Eu sou quem sou, e ninguém vai mandar em mim. Mas a maneira como ela me olha... há algo ali, algo que me atinge mais forte do que eu queria. O olhar dela está carregado de algo que não consigo explicar — uma mistura de curiosidade, mágoa, e talvez até raiva. Eu queria que ela fosse mais do que isso, queria que ela viesse até mim e perguntasse o que estou fazendo. Mas não. Ela apenas fica lá, distante. Confesso que estou sobre efeito de drogas.

— *Você vai me dar atenção ou vai ficar com a cabeça em outro lugar?* — Pietra me pergunta, puxando-me de volta para o momento.

Eu respiro fundo e me concentro nela, tentando não pensar mais em Mel, mas é difícil. Eu vejo ela de novo, de longe, e tudo parece diferente. A maneira como ela se move, como olha ao redor, como se estivesse tentando se encaixar ali, mesmo que não se importe. Algo me faz querer ir até ela, resolver as coisas, mas estou com Pietra. E, por agora, Pietra é o que eu tenho, o que eu sei.

Mas, quando a cena de Mel olhando para mim de longe se fixa na minha cabeça, minha paciência se esgota. Eu deixo Pietra para trás sem mais nem menos. Ela me chama, tenta puxar minha atenção de volta, mas não me importo. Eu não posso mais ficar aqui. Eu *preciso* ver Mel. Preciso estar perto dela. Não sei o que é, mas não consigo controlar isso.

— *Liam, onde vai?* — Pietra pergunta, e, por um momento, eu me volto para ela, arrumando a minha calça que estava desabotuodo. Não tenho tempo para dar explicações. Eu só sei que Mel está lá fora, e eu preciso descobrir o que ela está pensando, o que ela quer de mim, mesmo que eu não tenha conversado com ela o suficiente, só sinto uma grande atração.

A vejo lá, ao lado de Mario. O jeito como ela fala com ele... tem algo ali. E essa sensação de possessividade começa a me corroer por dentro, tudo bem que ele é gay, mas algo me consume por dentro. *Ela não é só mais uma garota qualquer*, penso. *Ela é minha, ao menos vai ser* — e a raiva vem, quente e intensa, me invadindo de repente. Como se eu fosse perder algo que nem sequer conquistei ainda. O que é isso, Liam? Me pergunto, mas não tenho respostas.

Antes que eu perceba, estou indo até ela, meu corpo guiado por uma necessidade inexplicável. E a vejo. A maneira como ela me olha, o modo como ela está se preparando para algo — talvez para me enfrentar, ou talvez para se afastar de mim. Isso me atinge mais forte do que eu esperava. Eu dou um passo à frente, sem pensar, sem hesitar.

— *Mel, vamos dar uma volta.* — Eu digo, e há um tom de ordem na minha voz. Não é uma pergunta. Eu não vou esperar por uma resposta. Eu *preciso* dela mais perto, mais perto de mim, e não vou aceitar um "não".

Ela me olha, e vejo uma expressão cruzando seu rosto — talvez surpresa, talvez desconfortável, mas ela não diz nada. Ela não protesta, não diz uma palavra.

— *Sua namorada deve estar te esperando, Liam*. Ela diz com um sorriso disfarçado que esta totalmente desconfortável com a situação. E eu fico com a sensação de que, por mais que ela não queira, há algo ali entre nós. Eu ainda a quero. De um jeito possessivo, um jeito que me deixa mais agressivo. Eu preciso que ela saiba disso. Eu não sei o que quero com ela, mas sei que *não posso deixá-la ir*.

Depois de uns minutos esvaziando minha mente, começo ver uma movimentação. Mel estava discutindo com Tom, ao ver aquilo só observei. Ao ver a Mel ligar o motor, algo me impulsionou, quando eu vi eu pulei para o carro dela. Eu só quero proteger, eu farei ela ganhar .

*Agora*, penso, *é hora da corrida.*

O motor da Ferrari grita quando pisamos no acelerador, e a adrenalina começa a bombear. Eu vejo Mel ao meu lado, o olhar fixo na pista. *Essa corrida não é só sobre velocidade*, penso. *É sobre controle.* E, enquanto Tom acelera o Mustang ao meu lado, eu estou mais focado no que realmente importa: *Mel.* Não vou deixar ela sair do meu radar, não importa o que aconteça.

Eu não estou correndo para vencer, estou correndo para dominar, para fazer ela ver quem manda aqui. Eu estou em controle. Eu sempre estou.

Quando vejo o Mustang se aproximando pela curva, algo me diz que Mel tem mais a oferecer do que eu imaginei. E, no final, é ela quem me surpreende. Ela mostra que não é só sobre ser rápida, é sobre ser *firme*. Eu a vejo tomando a liderança e, por um segundo, algo dentro de mim quase relaxa. Ela está boa. E é só dela, por enquanto.

Mas então, Tom começa a gritar atrás de mim. Ele está irritado, cuspindo ódio de cada palavra. Ele quer mais, quer destruir tudo o que eu e Mel estamos fazendo ali. E, quando vejo ele tentando passar por ela na última curva, sei que não vou deixar isso acontecer.

Eu não vou deixar ele ganhar. Não posso. Mel vai cruzar a linha de chegada primeiro, e eu vou garantir que isso aconteça.

Quando a corrida termina, e Mel está lá, sorrindo, eu me viro para ela, já imaginando o que pode acontecer a seguir. Algo em mim, algo que eu ainda não entendi, me puxa em direção a ela, e eu sei que as coisas entre nós estão apenas começando.

Ao ver Tom indo para cima dela, eu só queria cortar a garganta desse desgraçado, mas depois que eu o enfrentei escutamos sirenes.

A Mel jogou a chave para mim, eu abri o carro e ela começou a dirigir.

O clima estava meio pesado entre o caminho, então ela começou a fazer perguntas para melhorar o clima, mas Mel não poderá saber do meu passado, não ainda.

Ainda anoite, um amigo me liga, ele estava com o meu carro. O Sam foi rápido o suficiente para pegar o meu carro. Mel me deixou no local onde Sam estava. Entrei no carro e não estava só ele, Pietra estava junto.

Deixei o Sam em na casa dele e segui Rumo para a minha mansão com a Pietra.

Continua .

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