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Júlio...
Eu não esperava encontrar Clarice no meio da minha corrida matinal, muito menos que ela quisesse me ver. Quando a vi sentando-se ao meu lado, nervosa, achei engraçado e fofo. Pensei que ela só tivesse tentado me beijar por estar bêbada, mas, mesmo sóbria, ela me olhava com interesse e sabia como me provocar.
Percebi suas intenções quando ela levantou meu moletom procurando ferimentos, mas o simples toque de sua mão foi suficiente para fazer meu corpo esquentar, imaginando onde mais ela poderia colocá-la. Pensei em me dar outra chance e tentar um novo relacionamento. Não era como se eu tivesse muito a perder.
Usei meu charme para descobrir se eu não estava apenas imaginando coisas e se ela realmente queria algo mais comigo. Ela continuava a me provocar, e eu não resisti a beijá-la. Ao trazê-la para mais perto, percebi que poderia cometer uma loucura se não interrompesse o beijo rapidamente.
Clarice mexia comigo de uma maneira que nunca havia experimentado, e isso estava me deixando maluco. Continuamos a correr juntos, e eu descobri algumas coisas sobre ela. Será interessante encontrá-la nos tribunais, se isso acontecer; porém, — trabalho é trabalho, amores à parte — esse é o meu lema.
Só espero que, se isso ocorrer, não seja motivo de discussões. Entretanto, acho que estou me adiantando demais; nem sei como nossa história vai se desenrolar, então vou parar de imaginar.
Deixo-a na frente do prédio e vou para casa tomar um banho e me arrumar para o trabalho. No entanto, me distraio algumas vezes, pensando no sabor dos lábios dela. Respiro fundo, mantenho o foco e concluo o dia com tranquilidade. Vou para casa me preparar para o nosso encontro. Coloco uma roupa casual: camisa branca, calça jeans e tênis claro. Após ajeitar o cabelo, pego minha jaqueta preta, as chaves do carro, a carteira e saio para buscá-la.
Quando chego, ela já está me esperando na portaria. Usa um vestido preto com a parte superior cinza, mangas longas e todo detalhado em renda. A saia do vestido deixava suas pernas à mostra pela renda, tornando-a ainda mais sensual. Respiro fundo, tentando controlar meus pensamentos e desejos, e a cumprimento com um beijo suave.
— Você está linda — elogiei, mostrando meu melhor sorriso.
— Você também está muito bonito, senhor bonitão — respondeu ela com um sorriso tímido.
Não entendo como ela consegue ser tão atrevida com as palavras e, ao mesmo tempo, parecer tão fofa e inocente. Ofereço meu braço, e vamos até o carro. Abro a porta, e ela entra, observando o interior com curiosidade.
— Gostou? — perguntei, depois de entrar e dar partida.
— É lindo, mas não parece muito confortável para uma família — respondeu ela, sorrindo.
— É um carro esportivo, não foi feito para uma família. Além disso, eu não posso ser pai, então não vou precisar disso — respondo, acelerando em direção ao restaurante.
— Desculpa, eu tinha esquecido disso — disse ela, desfazendo o sorriso.
— Não se preocupe... Mas você quer ter filhos? — perguntei, receoso, sabendo que é algo que não posso oferecer.
— Nunca pensei muito nisso, na verdade — respondeu ela, voltando a sorrir.
— Não é algo que eu posso te dar, então, se quiser mudar de ideia, posso te deixar de volta em casa. Não quero que você perca seu tempo com alguém como eu... — disse, sorrindo, tentando soar despreocupado.
— Do que você está falando? — questionou ela, colocando a mão na minha coxa, me causando arrepios. — Eu sei que nos conhecemos há poucos dias e que este é nosso primeiro encontro, mas eu sei exatamente o que sinto e não vou desistir por esse pequeno detalhe.
Paro no semáforo e, sem saber o que responder, apenas a beijo intensamente. Ela retribui, me deixando ainda mais excitado. Ao chegarmos no restaurante, pedimos nossa comida e conversamos sobre nossas vidas, curiosidades, passado, planos... Além de linda, ela é muito inteligente, e fico ainda mais fascinado por ela.
— Então... como é conviver com tantos irmãos? — Questionei, curioso. — Pergunto porque sou filho único, então não faço ideia de como é.
— É divertido, mas às vezes um pouco caótico, principalmente quando você está no meio: nem a mais nova, nem a mais velha — respondeu ela, gesticulando. — Mas e você? Como é ser filho único? Seus pais te mimavam muito?
— Algo assim — minto descaradamente, sorrindo. — Mas eles já morreram — completei, com indiferença.
Não é como se fosse uma completa mentira, nem minha mãe tentou me encontrar novamente e já fazia quase 20 anos desde a última vez que nos vimos.
— Sinto muito, você devia amá-los muito — disse ela, tentando ser solidária.
— Minha mãe eu realmente amava, mas meu pai... na verdade, não quero falar sobre isso hoje — expliquei, sorrindo, enquanto bebo um pouco de vinho, tentando mudar de assunto.
— Claro, eu entendo perfeitamente — disse ela, parecendo que também não tem uma boa relação com o pai.
Continuamos conversando um pouco mais e, depois, a levo para minha casa. Chegando, estaciono o carro na garagem e entramos. Tranco a porta, e vejo ela colocando sua bolsa preta sobre o móvel ao lado da entrada, enquanto observa tudo ao redor. Abraço-a por trás e beijo seu pescoço, sentindo seu cheiro doce e suave. Meu corpo já não aguenta mais ficar perto dela sem querer possuí-la.
Ela se vira, nossos olhares se encontram, e o beijo que segue é uma tempestade de desejo. O calor de seu corpo me envolve, e, em um único movimento, a encosto contra a porta, onde nossos corpos se unem, como se fossem moldados um para o outro, em uma dança silenciosa e urgente. Enquanto nossos lábios se encontram, meus dedos deslizam até o zíper do vestido, lentamente revelando sua pele. Ela me acompanha, despindo-nos de qualquer hesitação, enquanto seguimos para o quarto, deixando nossas roupas caírem pelo caminho.
A deito na cama e, sem demora, percorro seu corpo com beijos e mordidas suaves, enquanto ela se arqueia, seus gemidos compondo uma melodia que me enfeitiça. Ao explorar sua intimidade, saboreio cada reação, seus tremores anunciando a chegada do êxtase. Após o clímax, sigo o contorno de sua pele com meus lábios, alcançando os seios, onde me perco como quem prova o mais doce fruto.
Quando sua voz me chama, e com um último beijo, a penetro, estabelecendo um ritmo crescente que nos leva juntos a outro patamar de prazer. Suas unhas deslizam por minhas costas, inflamando ainda mais o fogo que arde em nós.
— Júlio, me possua, faça de mim sua mulher — pediu ela, me provocando.
— Você é minha e de mais ninguém — disse, com a voz rouca, acelerando ainda mais os movimentos.
Embriagados de prazer, chegamos ao ápice enquanto a beijo ardentemente. Deitamos juntos, e ela encosta a cabeça no meu peito, acariciando meu corpo como se quisesse mais. Ainda ofegante, sinto meu membro pulsando, pronto para continuar...
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Atualizado até capítulo 41
Comments
Edmeia Calmerio
muito bom ele merece alguém que o ame, e cuida dele, e ela também . feliz por esse lindoo casal...bora ver a felicidade deles autora.
2025-02-04
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Erlete Rodrigues
se ela engravidar ele não vai acreditar nela eu estou pensando lá na frente
kkkkkkkkk
2025-02-19
0
Juliana Vicentina da Costa Nerys
Gostando da história e o novo casal também.
2024-12-27
0