Odin não conseguia dormir, estava agoniado andando de um lado para o outro dentro do quarto, saiu batendo a porta topando com Alifer no corredor.
— O que vai fazer?
Alifer o encarou preocupado, conhecia suficientemente bem seu chefe, sabia que Odin estava a um passo de fazer uma bobagem.
— Vou entrar naquele maldito quarto e arrancar aquele moleque de lá.
Alifer o agarrou pelo braço, foi içado do chão pelo pescoço.
— Perdeu a cabeça porr@?
Odin rosnou alto.
— Vai...vai..vai se meter em problemas se for até lá.
As palavras saíram embargadas pela falta de ar, Odin o soltou, passou as mãos pelos cabelos.
— Então o deixo lá? Sozinho com ela?
— Não está raciocinando direito Odin, pelo que Rafaella disse eles já estão saindo a um tempo, acha que se tiver de rolar alguma coisa vão fazer isso com ela naquele estado?
Odin socou a parede com força, tentou se acalmar.
— Pare de chama-la de Rafaella, o Alonso não vai gostar nem um pouco e eu estou a um passo de manda-lo ao inferno, ele e aquela filha insuportável.
Alifer assentiu, entrou no quarto no exato momento em que Caio deixava a suíte com o telefone nas mãos.
— Mamãe, Deus fique calma.
Dizia com uma expressão preocupada em seu rosto.
— Tem certeza que foi um infarto? Papai é um homem forte, pode ter sido apenas um mal estar.
Odin o olhou sair em silêncio, estava tão nervoso que precisou se segurar para não segui-lo, tinha vontade de mata-lo por se aproximar de Mirella.
— Chego em dez minutos.
Caio saiu às pressas, Odin respirou fundo se preparava para o que iria encontrar quando entrasse no quarto, esperou as luzes se apagarem e abriu a porta, Mirella ainda estava com as roupas que ele havia lhe vestido, serena e dormindo profundamente, Odin respirou aliviado, se aproximou, sentou-se ao seu lado na cama.
— Que porr@ está acontecendo comigo?
Disse olhando firmemente para ela, os olhos escuros e frios invadidos pela imagem inocente de Mirella, Odin a puxou para si, a cabeça da pequena garota descansou em seu peito.
— Não pode fazer isso comigo menina.
Selou seus lábios com um beijo.
— Vou morrer se me tornar alguém fraco.
MIRELLA NARRANDO.
Acordo sentindo-me super aquecida, abro os olhos com dificuldade me deparando com Odin agarrado ao meu corpo, sou uma completa imbecil por me sentir como me sinto agora, embasbacada e encantada, talvez por ter cuidado de mim, ou por seu belo rosto e corpo que me encendeiam de dentro para fora, me levanto devagar para não acorda-lo, não sei ao certo como as coisas aconteceram ontem mais me sinto bem melhor agora.
— Onde vai?
Ele diz ainda de olhos fechados, toca minha mão como se estivéssemos ligados.
— Passei o dia de ontem deitada, quero tomar um banho, vestir algo apropriado, devo estar horrível.
Odin se senta, me encara.
— Impossível, é linda Mirella seria perfeita até careca.
Rio alto, ele é um louco, debochado ao ponto de ser engraçado.
— Me deixou preocupado.
Suas palavras me surpreendem, nesse momento devo estar olhando para ele como uma trouxa apaixonada, ando até o closet, pego um roupão e uma peça de roupa limpa, Odin se levanta caminhando até mim.
— Não deveria fazer isso sozinha.
Lambe os lábios.
— Me parece um tanto quanto fraca.
Toca meu rosto e minhas pernas tremem.
— Posso te fazer companhia?
— Sim.
Digo tão rápido que me sinto envergonhada, Deus para onde foi minha dignidade? tenho namorado, Odin me segue até o box escorado a pia me olha de um jeito selvagem, desabotoa a camisa, logo depois as calças, Deus que mulher resistiria a tamanho pecado.
— Vai ficar me olhando Mirella? esse corpo não vai se lavar sem água.
Me viro de costas para me despir e como se Odin já não tivessem me visto pelada, ele se posiciona atrás de mim e sussurra baixinho em meu ouvido.
— Deixa que eu faço.
Seus dedos deslizam por minha pele, escorregam para dentro dos meus shorts o descendo para baixo, de joelhos me põe de frente para si, beija o alto das minhas coxas fazendo com que eu arfe.
— Odin.
— xiiiu.
Pragueja de volta, lambe meus quadris fazendo um caminho até os meus seios, de pé ele abre com uma só mão meu sutiã agarrando meus mamilos faminto e insaciável, me senta sobre a base de granito da pia atacando minha boca.
— Não há quero com aquele cara.
Rosna em meus lábios, seu pedido é quase uma ameaça, Odin morde meu pescoço, completamente nua ele me encaixa com força contra seu mastro.
— Haaa.
Gemo alto, enlouquecida pelo tesão me sinto capaz de provoca-lo.
— Não, gosto do Caio.
Minto, Odin morde minha boca, da voltas com a língua no ritmo que me f0de.
estou tão molhada que ele desliza deliciosamente a cada estocada,aperta meus quadris como se estivesse com raiva, lambe minha orelha metend0 com força quando a porta se abre.
— Hora, hora.
Samya bem diante de nós, uma vagabund@ enxerida e odiosa.
— Deus.
Tento descer cobrindo os seios mais Odin me para.
— Não.
Ordena.
— Acha que está no comando porque eu baixei a guarda?
A chama para perto, me beija e depois a ela, Samya parece se divertir, eu só sinto um ciúmes que me cega.
— É uma criança ingênua que não sabe de nada, vai provar do seu próprio veneno, de joelhos Mirella.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Rita de cassia Batista da silva
Odin não se deixe contaminar pelo veneno por estar fragilizado pelos sentimentos desconhecidos por vc !!
2024-12-19
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Elivone🐕❤️
isso é uma humilhação eu se fosse a Mirella não fazia isso nem que apanhasse mais não faria.
2024-12-31
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Cleidilene Silva
se vosse eu deixaria ele com outra e saia de campo não gosto de dividir nada!
2025-01-11
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