Naquela madrugada chovia, a polícia italiana varria as ruas de Siena em busca do atirador que massacrou a sangue frio membros da elite em Siena, Mirella dormia na cama, estava exausta pelas horas intensas e quentes passadas nos braços de Odin, adormeceu pela exaustão enquanto ele a observou sem pregar os olhos nem por um segundo.
Odin era um homem inteligente, esperto ao ponto de saber que não demoraria para que a polícia chegasse ao casebre, nunca havia deixado rastros mais devido ao fato de Mirella ter desmaiado não teve tempo o suficiente para limpar os vestígios deixados na cena do crime.
Odin tomou um banho, se vestiu com algo quente e municiou as armas que tinha, as colocou em uma mochila e se sentou ao lado de Mariella na cama, o cheiro dela e o aconchego o golpearam.
— Odin.
Ele abriu os olhos confuso, em um segundo de distração havia pego no sono.
— Está ouvindo isso?
Mirella o encarou assustada, as sirenes escoavam alto.
— A polícia está vindo para cá, porr@.
Odin saltou da cama,
— O quê? Está chovendo forte, vamos fugir agora?
Ele a olhou com firmeza.
— Irá me atrasar se vier comigo, devíamos ter partido ontem.
A olhou com luxúria, Mirella estava quase nua, puxou os lençóis para mais perto.
— Não deixei rastros, nada me liga a você.
Se aproximou.
— Vai dizer que eu a arrastei comigo, que descobriu que eu era impostor e que foi obrigada a me acompanhar a igreja, vista algo descente não quero a vejam assim.
Mirella sorriu, por um segundo pensou que se livraria dele.
— Hô que pena ter que partir, sentirei saudades.
— É uma coisinha cínica, se não fosse tão gostosa, lhe matava.
Ela revirou os olhos, Odin se pôs de pé, andou até a janela e de longe viu os carros de polícia que subiam a colina em direção ao chalé, correu até Mirella.
— Tenho que ir.
Segurou firme o rosto dela, beijou a invadindo com a língua.
— Não fique felizinha porr@, isso nem de longe é uma despedida, volto para buscá-la, é minha Mirella, não abro mão de você.
Mirella o olhou sair em silêncio, como Odin ordenou se vestiu de uma das roupas compradas por ele e esperou, a visão da polícia ao invadir o casebre? Uma menina doce vítima de um louco.
— Tirem-na daqui.
Foi a primeira coisa dita pelo policial a frente da operação, vasculharam toda a casa em busca de uma pista que fosse mais não encontram, Mirella foi levada a delegacia, horas de interrogatório onde nada, nem uma única prova revelava a identidade do atirador, semanas se passaram e tudo estava calmo o suficiente para que acreditassem que o assassino havia deixado Siena.
— Como um homem vaga pela cidade, mata dezenas de pessoas e ninguém, ninguém é capaz de dizer como ele é?
O investigador designado pelo FBI para solucionar os crimes passou as mãos pelos cabelos.
— As digitais na igreja estão em nossos registros mas não temos o suficiente para comparar, a testemunha que disse ter visto o carro do atirador ir em direção a floresta? Acharam?
— Não.
Rodrigo arfou, era um homem obcecado pela profissão, incapaz de desistir de um caso antes de soluciona-lo.
— E o padre Edgar? Ele voltou a cidade poucos dias antes de começarem os atentados.
Perguntou ao policial.
— Não acho que esteja envolvido, creio que assim como os outros o pobre está morto, enterrado em alguma vala perto daquele casebre em que morava, o atirador estava escondido lá.
— Edgar Morion, irmão de Odin Morion.
Falou baixo, olhava as fotos deixadas pelo legista.
— Como pode duas pessoas serem completamente iguais? Odin era um assassino a serviço da máfia, tive o desprazer de vê-lo em ação e porr@, sem dúvidas era o melhor deles, foi morto em uma emboscada da polícia a dois meses, acha que o irmão pode ter sido o alvo desse massacre?
— É possível chefe.
— Onde está a garota? A bonita de olhos claros?
— A irmã Rafaela Monteiro a tirou de Siena com a permissão do juiz, Ele entendeu que ela não seria capaz de testemunhar sobre o crime, estava em choque quando tudo aconteceu, mal falava a pobrezinha.
— Me surpreende ela não se lembrar de nada, nem mesmo como chegou ao casebre.
O policial ficou em silêncio, Rodrigo deixou a delegacia enquanto todos trabalhavam em suas mesas, quando uma explosão ecoou do lado de fora correram para janela, a distração perfeita, Odin invadiu a delegacia, uma submetralhadora carregada nas mãos enquanto dois de seus homens o seguiam também armados, uma saraivada de tiros foi dada em direção aos policiais, um banho de sangue que era sua marca registrada.
— Vasculhem tudo, encontre qualquer pista do paradeiro dela.
Alifer e Yuri obedeceram eram Yin-yang, e seguiam cegamente seu líder, Odin andou sobre o sangue como um demônio em seu reino, em silêncio, com uma expressão fria em seu rosto, se abaixou diante do policial que minutos antes conversava com o investigador.
— Mirella Grigio.
Falou alto e em bom som.
— A procurei por toda cidade e não acho, estou ficando impaciente e quando isso acontece...
Acendeu um cigarro.
— Uma vontade demoníaca de matar me devora a alma.
O homem o encarou em pânico,a perfuração profunda na barriga esguichava sangue.
— Acho que está claro que morrerá nesse chão imundo, sob o meu olhar doente e sádico.
Enfiou o dedo no buraco da ferida.
— Eu poderia arrancar seu coração, tortura-lo para conseguir as informações que eu quero mais vou facilitar as coisas e deixar que esse simples tiro termine o trabalho, vou perguntar uma vez.
Tocou a etiqueta com o nome.
— Policial Thompson.
Sussurrou em um tom macabro.
— Onde está Mirella?
O homem cuspiu sangue, tossiu alto.
— Eu... não...sei.
Odin sorriu, o punhal em seu cinto deslizou cirurgicamente pelo abdômen de Thompson, enquanto gritava suas entranhas foram vasculhadas e o coração arrancado, Odin o observou pulsando em sua mão, sem qualquer expressão em seu rosto, Yin-yang se aproximaram, as armas em punho.
— Então?
Odin indagou sem olha-los.
— Nada espectro.
Se pôs de pé, as mãos em seus bolsos cobertas por sangue.
— Não está em Siena, meu passarinho de olhos brilhantes é teimoso e desobediente.
— Então vamos embora, irá desistir de encontrá-la?
Alifer Indagou, Odin o fitou sério, como um fantasma devorador de almas saltava os corpos em direção a porta.
— Eu nunca desisto do que quero, Mirella Grigio é minha, eu disse a ela que fugir não era aceitável, vou acha-la e mostrar ao meu pequeno passarinho que do inferno que governo nada escapa.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Rayza Alcântara
/Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm/ a Mirella passou a perna nos policiais 🤣🤣🤣🤣🤣🤣
2024-11-22
0
Ivanilde T. Serra
Mirela é mais esperta do que eles.
2025-01-27
0
Adriacmacez
Senhor...oq está acontecendo comigo 🫣
Estou achando isso fofo 🫣🫣🫣
2024-12-21
2