capitulo 14

Naquela madrugada chovia, a polícia italiana varria as ruas de Siena em busca do atirador que massacrou a sangue frio membros da elite em Siena, Mirella dormia na cama, estava exausta pelas horas intensas e quentes passadas nos braços de Odin, adormeceu pela exaustão enquanto ele a observou sem pregar os olhos nem por um segundo.

Odin era um homem inteligente, esperto ao ponto de saber que não demoraria para que a polícia chegasse ao casebre, nunca havia deixado rastros mais devido ao fato de Mirella ter desmaiado não teve tempo o suficiente para limpar os vestígios deixados na cena do crime.

Odin tomou um banho, se vestiu com algo quente e municiou as armas que tinha, as colocou em uma mochila e se sentou ao lado de Mariella na cama, o cheiro dela e o aconchego o golpearam.

— Odin.

Ele abriu os olhos confuso, em um segundo de distração havia pego no sono.

— Está ouvindo isso?

Mirella o encarou assustada, as sirenes escoavam alto.

— A polícia está vindo para cá, porr@.

Odin saltou da cama,

— O quê? Está chovendo forte, vamos fugir agora?

Ele a olhou com firmeza.

— Irá me atrasar se vier comigo, devíamos ter partido ontem.

A olhou com luxúria, Mirella estava quase nua, puxou os lençóis para mais perto.

— Não deixei rastros, nada me liga a você.

Se aproximou.

— Vai dizer que eu a arrastei comigo, que descobriu que eu era impostor e que foi obrigada a me acompanhar a igreja, vista algo descente não quero a vejam assim.

Mirella sorriu, por um segundo pensou que se livraria dele.

— Hô que pena ter que partir, sentirei saudades.

— É uma coisinha cínica, se não fosse tão gostosa, lhe matava.

Ela revirou os olhos, Odin se pôs de pé, andou até a janela e de longe viu os carros de polícia que subiam a colina em direção ao chalé, correu até Mirella.

— Tenho que ir.

Segurou firme o rosto dela, beijou a invadindo com a língua.

— Não fique felizinha porr@, isso nem de longe é uma despedida, volto para buscá-la, é minha Mirella, não abro mão de você.

Mirella o olhou sair em silêncio, como Odin ordenou se vestiu de uma das roupas compradas por ele e esperou, a visão da polícia ao invadir o casebre? Uma menina doce vítima de um louco.

— Tirem-na daqui.

Foi a primeira coisa dita pelo policial a frente da operação, vasculharam toda a casa em busca de uma pista que fosse mais não encontram, Mirella foi levada a delegacia, horas de interrogatório onde nada, nem uma única prova revelava a identidade do atirador, semanas se passaram e tudo estava calmo o suficiente para que acreditassem que o assassino havia deixado Siena.

— Como um homem vaga pela cidade, mata dezenas de pessoas e ninguém, ninguém é capaz de dizer como ele é?

O investigador designado pelo FBI para solucionar os crimes passou as mãos pelos cabelos.

— As digitais na igreja estão em nossos registros mas não temos o suficiente para comparar, a testemunha que disse ter visto o carro do atirador ir em direção a floresta? Acharam?

— Não.

Rodrigo arfou, era um homem obcecado pela profissão, incapaz de desistir de um caso antes de soluciona-lo.

— E o padre Edgar? Ele voltou a cidade poucos dias antes de começarem os atentados.

Perguntou ao policial.

— Não acho que esteja envolvido, creio que assim como os outros o pobre está morto, enterrado em alguma vala perto daquele casebre em que morava, o atirador estava escondido lá.

— Edgar Morion, irmão de Odin Morion.

Falou baixo, olhava as fotos deixadas pelo legista.

— Como pode duas pessoas serem completamente iguais? Odin era um assassino a serviço da máfia, tive o desprazer de vê-lo em ação e porr@, sem dúvidas era o melhor deles, foi morto em uma emboscada da polícia a dois meses, acha que o irmão pode ter sido o alvo desse massacre?

— É possível chefe.

— Onde está a garota? A bonita de olhos claros?

— A irmã Rafaela Monteiro a tirou de Siena com a permissão do juiz, Ele entendeu que ela não seria capaz de testemunhar sobre o crime, estava em choque quando tudo aconteceu, mal falava a pobrezinha.

— Me surpreende ela não se lembrar de nada, nem mesmo como chegou ao casebre.

O policial ficou em silêncio, Rodrigo deixou a delegacia enquanto todos trabalhavam em suas mesas, quando uma explosão ecoou do lado de fora correram para janela, a distração perfeita, Odin invadiu a delegacia, uma submetralhadora carregada nas mãos enquanto dois de seus homens o seguiam também armados, uma saraivada de tiros foi dada em direção aos policiais, um banho de sangue que era sua marca registrada.

— Vasculhem tudo, encontre qualquer pista do paradeiro dela.

Alifer e Yuri obedeceram eram Yin-yang, e seguiam cegamente seu líder, Odin andou sobre o sangue como um demônio em seu reino, em silêncio, com uma expressão fria em seu rosto, se abaixou diante do policial que minutos antes conversava com o investigador.

— Mirella Grigio.

Falou alto e em bom som.

— A procurei por toda cidade e não acho, estou ficando impaciente e quando isso acontece...

Acendeu um cigarro.

— Uma vontade demoníaca de matar me devora a alma.

O homem o encarou em pânico,a perfuração profunda na barriga esguichava sangue.

— Acho que está claro que morrerá nesse chão imundo, sob o meu olhar doente e sádico.

Enfiou o dedo no buraco da ferida.

— Eu poderia arrancar seu coração, tortura-lo para conseguir as informações que eu quero mais vou facilitar as coisas e deixar que esse simples tiro termine o trabalho, vou perguntar uma vez.

Tocou a etiqueta com o nome.

— Policial Thompson.

Sussurrou em um tom macabro.

— Onde está Mirella?

O homem cuspiu sangue, tossiu alto.

— Eu... não...sei.

Odin sorriu, o punhal em seu cinto deslizou cirurgicamente pelo abdômen de Thompson, enquanto gritava suas entranhas foram vasculhadas e o coração arrancado, Odin o observou pulsando em sua mão, sem qualquer expressão em seu rosto, Yin-yang se aproximaram, as armas em punho.

— Então?

Odin indagou sem olha-los.

— Nada espectro.

Se pôs de pé, as mãos em seus bolsos cobertas por sangue.

— Não está em Siena, meu passarinho de olhos brilhantes é teimoso e desobediente.

— Então vamos embora, irá desistir de encontrá-la?

Alifer Indagou, Odin o fitou sério, como um fantasma devorador de almas saltava os corpos em direção a porta.

— Eu nunca desisto do que quero, Mirella Grigio é minha, eu disse a ela que fugir não era aceitável, vou acha-la e mostrar ao meu pequeno passarinho que do inferno que governo nada escapa.

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Comments

Rayza Alcântara

Rayza Alcântara

/Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm//Facepalm/ a Mirella passou a perna nos policiais 🤣🤣🤣🤣🤣🤣

2024-11-22

0

Ivanilde T. Serra

Ivanilde T. Serra

Mirela é mais esperta do que eles.

2025-01-27

0

Adriacmacez

Adriacmacez

Senhor...oq está acontecendo comigo 🫣
Estou achando isso fofo 🫣🫣🫣

2024-12-21

2

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