Odin subiu as escadas em direção ao quarto, estava completamente molhado já que a jovem Samya Matteize parecia empenhada em chamar sua atenção,após uma brincadeira nem um pouco bem quista por ele Samya foi repreendida, a moça linda de gênio forte só viu ali mas um motivo para seu fulminante interesse, acostumada a ter tudo aquilo que queria havia sido recusada por alguém que julgava ser inferior a ela, Odin entrou na suite, tomou um banho quente e tentou dormir um pouco, havia passado a noite quase que por completa na cama com Mirella e mal tinha pregado os olhos.
— Porr@.
Falou alto se sentando na cama, abraçou-se aos joelhos.
— O que será que a pirralha tem?
Indagou vestindo-se depressa, antes mesmo que se desse conta estava na porta do quarto de Mirella,Odin não bateu, não haviam fechaduras ou trancas capaz de dete-lo, nem mesmo o fato dela possivelmente não está só o parou.
— Qual o problema?
Ele perguntou assim que entrou na suite, Mirella estava encolhida abraçada ao travesseiro.
— Não é nada, saía.
De costas estava e assim permaneceu, Odin se aproximou, estava confuso, como alguém sem sentimentos podia estar balançado como ele estava naquele momento?
— Olha se está tentando fugir de mim se trancando nesse quarto eu quero que saiba que será inútil.
A olhou atentamente.
— Mirella.
Chamou pelo nome dela.
— Hãn.
Ela respondeu quase inaudível, Odin tocou seu rosto, a pequena garota estava queimando em febre.
— Porra, mas que droga.
Ele a pegou em seu colo.
— Mirella.
Segurou firme seu rosto com uma das mãos, bateu de leve.
— Olha para mim, ei...
Ela abriu os olhos.
— O que dói?
— Não dói nada, não sei o que há de errado comigo.
Odin correu com ela para o banheiro, ligou a água fria entrando embaixo dela com Mirella nos braços, sentado no chão a envolveu fortemente.
— Está gelada.
Ela gemia, batia o queixo trêmula.
— Eu sei.
Respondeu seco, não era sua intenção, só não sabia ser diferente, Mirella se aninhou a ele, a cabeça descansava em seu peito.
— Odin.
Sussurrava em delírio.
— Estou aqui, não vou a lugar algum pequena, eu juro.
Ele beijou seus lábios, Odin esperou que a febre baixasse, a ergueu sem dificuldades em seu colo, a levou de volta ao quarto e sozinho lhe vestiu roupas secas, penteou seus cabelos, a tarde inteira ele a observou, preocupado, inquieto, somente quando horas depois Rafaella chegou a casa ele voltou aos seus aposentos, não podia ser pego ali ou sua atitude levaria a questionamentos, Odin desceu as escadas próximo a hora do jantar, Yuri e Alifer comiam.
— Boa noite chefe.
Yuri disse com um sorriso no rosto, dos três era o mais alegre, Odin não respondeu, se sentou servindo-se de um copo com água.
— A sua menina está doente?
Alifer falou baixo, odin o encarou atento.
— Rafaella acaba de dispensar o médico, disse que ela está com uma anemia severa, teve pneumonia a dois meses e parece não ter tratado de forma correta, tudo explodiu de uma vez.
Odin passou as mãos pelos cabelos, estava visivelmente transtornado, Alifer e Yuri se entre olharam.
— Não vai jantar?
Perguntaram quando ele se levantou em direção a sala, Odin subia as escadas quando Samya o parou.
— Vi você no quarto de Mirella.
Falou alto, ganhando de volta a atenção que buscava.
— Meu pai não vai gostar nem um pouco dessa história.
Odin se aproximou.
— Escuta aqui fedelha, eu não tenho tempo para suas brincadeiras e nem gosto de mulheres atiradas, está na porr@ do meu pé desde quando eu cheguei, o que você quer eu até tenho grande e grosso guardado dentro das calças, mais não vou te dar por ser insuportavelmente chat@.
Samya sorriu, era implacável quando queria algo.
— Mirella não é atirada? Se é o tipo santinha o que lhe agrada eu posso ser tão puritana quanto aquela beata.
Odin revirou os olhos, a verdade é que não a suportava, subiu as escadas correndo para ver Mirella quando no corredor parou, Caio conversava com Rafaela na porta do quarto de Mirella, Odin se escondeu para não ser visto.
— Não se preocupe eu cuido dela.
— Tem certeza? O médico disse que ela vai dormir a noite inteira por causa dos remédios, ela não vai se importar se for para casa.
— A Mi é minha namorada, eu faria qualquer coisa por ela.
Odin ouviu aquilo em silêncio, as mãos em punho eram a imagem do ciúmes encarnada, deu um passo em direção aos dois quando Samya segurou seu braço.
— Não é uma boa ideia.
Sussurrou baixinho.
— Aquele é Caio Bitencourt, o filho da senadora.
— Acha que eu me importo?
Odin rosnou para ela, nunca, nunca havia ficado daquela maneira.
— Mirella é completamente apaixonada , ficam horas trancados no quarto dela, ela vai ficar bem, acredite.
Odin a pegou pelo pescoço, apertou forte.
— Horas?
— Sim, eles são namorados, o fogo é tão intenso que...
Se abanou.
— Até eu fico encharcada .
Odin a arrastou para o quarto, abriu a porta lhe jogando sobre a cama.
— Gosta de joguinhos cachorr@?
Ela riu.
— Adoro.
Falo enquanto ele desfivelava o cinto, Odin andou até ela, apertou firme seu rosto a olhando nos olhos.
— Então deixe-me ver o quanto você aguent@.
Arrancou seu C@ralh0 de dentro das calças, invadiu a boca de Samya sem qualquer gentileza.
– Engole.
os dentes que roçavam a pele sensível de seu membro nem mesmo lhe incomodavam.
— Chupa vagabund@, não é isso que queria, uma rol@ grande para mamar e deixar de ser mimada.
Samya sorriu, deslizou a língua pela cabeça rosada dando voltas de forma lenta, Odin segurou firme seus cabelos, estava tão cego de ciúmes que sequer conseguia se concentrar, apertou firme a cabeça dela contra ele, a invadindo forte ao ponto de Samya se engasgar, as unhas femininas lhe cravaram a pele, Odin bateu em seu rosto delicado marcando em um tom de vermelho a face.
— Gosta disso?
Perguntou batendo mais forte, ela não parava, quando Odin gozou engoliu sem dizer uma só palavra.
— Também faz isso com Mirella?
A pele tatuada pelos tapas queimava.
— Não é dá sua conta o que eu faço com ela, saia.
— Não vamos transar?
Os olhos dele se reviraram para ela.
— Eu até te foderia por pena mais não estou com cabeça agora, contente-se de dormir com a barriga cheia, minha porr@ é mais que o suficiente.
Samya saiu coberta de ódio, Odin acendeu um cigarro, não conseguia imaginar Mirella nas mãos de outro, enlouqueceria se ela tivesse se entregado a Caio nas " Horas" que passaram no quarto.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Luana Mddm
por que ciumento
2025-01-20
0
Rita de cassia Batista da silva
É eu achando que as únicas cobras vadias que iriam ter nessa história fossem às freiras prostitutas e cafetinas. Inocente euzinha 🤭
2024-12-18
1
Edivania Amorim
Odin esta de quatro por Mirella
2024-10-02
0