Capitulo 18

Odin subiu as escadas em direção ao quarto, estava completamente molhado já que a jovem Samya Matteize parecia empenhada em chamar sua atenção,após uma brincadeira nem um pouco bem quista por ele Samya foi repreendida, a moça linda de gênio forte só viu ali mas um motivo para seu fulminante interesse, acostumada a ter tudo aquilo que queria havia sido recusada por alguém que julgava ser inferior a ela, Odin entrou na suite, tomou um banho quente e tentou dormir um pouco, havia passado a noite quase que por completa na cama com Mirella e mal tinha pregado os olhos.

— Porr@.

Falou alto se sentando na cama, abraçou-se aos joelhos.

— O que será que a pirralha tem?

Indagou vestindo-se depressa, antes mesmo que se desse conta estava na porta do quarto de Mirella,Odin não bateu, não haviam fechaduras ou trancas capaz de dete-lo, nem mesmo o fato dela possivelmente não está só o parou.

— Qual o problema?

Ele perguntou assim que entrou na suite, Mirella estava encolhida abraçada ao travesseiro.

— Não é nada, saía.

De costas estava e assim permaneceu, Odin se aproximou, estava confuso, como alguém sem sentimentos podia estar balançado como ele estava naquele momento?

— Olha se está tentando fugir de mim se trancando nesse quarto eu quero que saiba que será inútil.

A olhou atentamente.

— Mirella.

Chamou pelo nome dela.

— Hãn.

Ela respondeu quase inaudível, Odin tocou seu rosto, a pequena garota estava queimando em febre.

— Porra, mas que droga.

Ele a pegou em seu colo.

— Mirella.

Segurou firme seu rosto com uma das mãos, bateu de leve.

— Olha para mim, ei...

Ela abriu os olhos.

— O que dói?

— Não dói nada, não sei o que há de errado comigo.

Odin correu com ela para o banheiro, ligou a água fria entrando embaixo dela com Mirella nos braços, sentado no chão a envolveu fortemente.

— Está gelada.

Ela gemia, batia o queixo trêmula.

— Eu sei.

Respondeu seco, não era sua intenção, só não sabia ser diferente, Mirella se aninhou a ele, a cabeça descansava em seu peito.

— Odin.

Sussurrava em delírio.

— Estou aqui, não vou a lugar algum pequena, eu juro.

Ele beijou seus lábios, Odin esperou que a febre baixasse, a ergueu sem dificuldades em seu colo, a levou de volta ao quarto e sozinho lhe vestiu roupas secas, penteou seus cabelos, a tarde inteira ele a observou, preocupado, inquieto, somente quando horas depois Rafaella chegou a casa ele voltou aos seus aposentos, não podia ser pego ali ou sua atitude levaria a questionamentos, Odin desceu as escadas próximo a hora do jantar, Yuri e Alifer comiam.

— Boa noite chefe.

Yuri disse com um sorriso no rosto, dos três era o mais alegre, Odin não respondeu, se sentou servindo-se de um copo com água.

— A sua menina está doente?

Alifer falou baixo, odin o encarou atento.

— Rafaella acaba de dispensar o médico, disse que ela está com uma anemia severa, teve pneumonia a dois meses e parece não ter tratado de forma correta, tudo explodiu de uma vez.

Odin passou as mãos pelos cabelos, estava visivelmente transtornado, Alifer e Yuri se entre olharam.

— Não vai jantar?

Perguntaram quando ele se levantou em direção a sala, Odin subia as escadas quando Samya o parou.

— Vi você no quarto de Mirella.

Falou alto, ganhando de volta a atenção que buscava.

— Meu pai não vai gostar nem um pouco dessa história.

Odin se aproximou.

— Escuta aqui fedelha, eu não tenho tempo para suas brincadeiras e nem gosto de mulheres atiradas, está na porr@ do meu pé desde quando eu cheguei, o que você quer eu até tenho grande e grosso guardado dentro das calças, mais não vou te dar por ser insuportavelmente chat@.

Samya sorriu, era implacável quando queria algo.

— Mirella não é atirada? Se é o tipo santinha o que lhe agrada eu posso ser tão puritana quanto aquela beata.

Odin revirou os olhos, a verdade é que não a suportava, subiu as escadas correndo para ver Mirella quando no corredor parou, Caio conversava com Rafaela na porta do quarto de Mirella, Odin se escondeu para não ser visto.

— Não se preocupe eu cuido dela.

— Tem certeza? O médico disse que ela vai dormir a noite inteira por causa dos remédios, ela não vai se importar se for para casa.

— A Mi é minha namorada, eu faria qualquer coisa por ela.

Odin ouviu aquilo em silêncio, as mãos em punho eram a imagem do ciúmes encarnada, deu um passo em direção aos dois quando Samya segurou seu braço.

— Não é uma boa ideia.

Sussurrou baixinho.

— Aquele é Caio Bitencourt, o filho da senadora.

— Acha que eu me importo?

Odin rosnou para ela, nunca, nunca havia ficado daquela maneira.

— Mirella é completamente apaixonada , ficam horas trancados no quarto dela, ela vai ficar bem, acredite.

Odin a pegou pelo pescoço, apertou forte.

— Horas?

— Sim, eles são namorados, o fogo é tão intenso que...

Se abanou.

— Até eu fico encharcada .

Odin a arrastou para o quarto, abriu a porta lhe jogando sobre a cama.

— Gosta de joguinhos cachorr@?

Ela riu.

— Adoro.

Falo enquanto ele desfivelava o cinto, Odin andou até ela, apertou firme seu rosto a olhando nos olhos.

— Então deixe-me ver o quanto você aguent@.

Arrancou seu C@ralh0 de dentro das calças, invadiu a boca de Samya sem qualquer gentileza.

– Engole.

os dentes que roçavam a pele sensível de seu membro nem mesmo lhe incomodavam.

— Chupa vagabund@, não é isso que queria, uma rol@ grande para mamar e deixar de ser mimada.

Samya sorriu, deslizou a língua pela cabeça rosada dando voltas de forma lenta, Odin segurou firme seus cabelos, estava tão cego de ciúmes que sequer conseguia se concentrar, apertou firme a cabeça dela contra ele, a invadindo forte ao ponto de Samya se engasgar, as unhas femininas lhe cravaram a pele, Odin bateu em seu rosto delicado marcando em um tom de vermelho a face.

— Gosta disso?

Perguntou batendo mais forte, ela não parava, quando Odin gozou engoliu sem dizer uma só palavra.

— Também faz isso com Mirella?

A pele tatuada pelos tapas queimava.

— Não é dá sua conta o que eu faço com ela, saia.

— Não vamos transar?

Os olhos dele se reviraram para ela.

— Eu até te foderia por pena mais não estou com cabeça agora, contente-se de dormir com a barriga cheia, minha porr@ é mais que o suficiente.

Samya saiu coberta de ódio, Odin acendeu um cigarro, não conseguia imaginar Mirella nas mãos de outro, enlouqueceria se ela tivesse se entregado a Caio nas " Horas" que passaram no quarto.

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Comments

Luana Mddm

Luana Mddm

por que ciumento

2025-01-20

0

Rita de cassia Batista da silva

Rita de cassia Batista da silva

É eu achando que as únicas cobras vadias que iriam ter nessa história fossem às freiras prostitutas e cafetinas. Inocente euzinha 🤭

2024-12-18

1

Edivania Amorim

Edivania Amorim

Odin esta de quatro por Mirella

2024-10-02

0

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