No dia seguinte ao massacre feito por Odin Morion em Siena policiais de todo o distrito tomaram a cidade, três membros da alta sociedade Italiana haviam sido achados mortos e tudo sem deixar para trás qualquer pista de quem havia sido o assassino.
Mirella dormia no sofá, acordou ao ver Odin passar por ela completamente trajado em sua batina enquanto segurava um crucifixo nas mãos.
— Quando vai parar com essa blasfémia? Não se envergonha?
Murmurou, ele riu.
— Não, e você Mirella tem feito algo para se envergonhar ultimamente?
Odin a olhou de um jeito sexy e debochado.
—Antes que responda, lembre-se que eu sei seus segredos, conheço seus pecados e se for uma menina má não lhe darei o perdão de nenhum deles.
Mirella jogou em direção a ele o copo com água que pousava sobre a mesa.
— Isso, assim que eu gosto, menos julgamentos e opiniões que não pedi e mais atitude, uma ferinha arredia e brava que eu domo na cama, fodend0 com força enquanto trep@mos que nem dois safados.
— Doente.
— É eu sou, deveria ter visto isso antes de se vender para mim, não se dá ao diabo a chance de provar sua alma, ele pode gostar do gosto dela e aí Mirella...
Gargalhou.
— Jamais deixará que parta do seu inferno particular.
Mirella se pôs de pé, vestida somente com uma camisa dele passou pela porta, Odin a segurou.
— Vista algo decente, vira comigo a igreja.
— Não vou a lugar algum com você.
— Vai, você vai cacete e não me tira do sério, seu padrasto e sua mãe foram encontrados mortos, a única pessoa viva naquela casa é considerada mentalmente estável pela sociedade, o que acham que eles irão pensar se sumisse?
— Acha, acha que eles me prenderiam? Eu não matei ninguém.
Odim sorriu, um sorriso naquele rosto era sempre acompanhando de tormenta.
— É uma menina esperta, parece inocente, qualquer um que ouvisse você falar jamais acreditaria que mandou matar seu padrasto.
Mirella limpou os olhos, escorriam lágrimas involuntariamente.
— Ele, ele merecia.
Vasculhou com os olhos os cantos da casa.
— O que fez com a cabeça dele?
—Enterrei na horta de tomates.
Odim acendeu um cigarro, os olhos de Mirella se arregalaram.
— Na horta?
— Sim, aquela lá fora, uma perca de tempo já que esse lugar é frio e úmido demais para que floresça algo, meu irmão era um sonhador, um imbecil eu acho.
Mirella se aproximou bruscamente.
— Não fale assim dele.
Odin a encarou com frieza.
— Não sabe nada dele, seu irmão era bom, era honrado e diferente de você ele se preocupava com as pessoas.
Odin abriu a maleta tirou dela os papéis do docie encontrado na sala de Edgar jogando sobre ela.
— Ele realmente era o máximo, por isso deu a ele essas fotos?
Mirella se pôs de joelhos, juntou tudo com lágrimas nos olhos, chorando olhou para Odin.
— Onde achou isso?
O olhar do homem se estreitou, disse aquilo em um blefe mais era óbvio que ela realmente tinha conhecimento das fotos, Mirella se encolheu abraçada a pasta, escorada a parede olhava completamente em choque para o nada, odin se enclinou sobre ela, os olhos frios e sem sentimentos conheciam perfeitamente aquela expressão de medo e decepção no rosto de Mirella.
— Deu isso a ele achando que te ajudaria?
— Ele jurou que havia entregado ao clero, que a igreja estava juntando provas para prender os envolvidos nessa nojeira.
— Hô criança, é tão inocente quanto parece? Edgar sempre soube de tudo, foi vítima assim como você e não fez nada, porque isso mudaria quando finalmente era confortável para ele? quando finalmente ele poderia estar do outro lado.
Ele riu, tocou o rosto de Mirella com a mão, o polegar deslizou pelo lábio inferior dela.
— Somos irmãos, dois malditos desgraçados nascidos em uma família de loucos, achou mesmo que fossemos tão diferentes sendo completamente iguais?
Odin se pôs de pé, ajeitou no corpo a roupa que vestia.
— Agora vá, vista-se, comprei algo para usar.
Mirella obedeceu, em seus olhos a certeza que de que havia se livrado de um monstro para cair nos braços de um ainda pior, precisava fugir ou aquele homem a mataria como fez com os outros assim que se cansasse de seu corpo, andava em direção ao quarto quando a voz dele ecoou alto.
— Mirella.
Ela olhou para trás.
— É uma garota esperta, mais parece impulsiva também, pessoas assim costumam agir sem pensar então antes que faça alguma bobagem enquanto estivermos fora eu quero lembrá-la de algo.
Odim soltou no ar a fumaça de seu cigarro.
— Sou um rastreador, trabalho a serviço do crime organizado e nada nem ninguém fica oculto diante de mim, o que eu quero eu tenho e aquilo que é meu jamais, nunca, será de outro homem, se está pensando em fugir repense, eu lhe encontraria e toda gentileza que tenho destinado a você desde que a conheci desapareceria ao ponto de ver a própria face do mal quando me olhasse.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
baixinha
estou amando sua história está maravilhosa
2025-02-11
0
Luana Mddm
ele é muito melhor que o irmão padre dele
2025-01-20
0
Ivanilde T. Serra
Vai estragar os pés de tomates!
2025-01-27
0