capitulo 16

Odin dormia quando Alifer e Yuri entraram no quarto, o comôdo escuro quase que completamente vedado de luz teve as janelas abertas.

— C@cete, perderam a porr@ da cabeça?

Ele se sentou contrariado, os olhos penetrantes e frios encaravam com firmeza os soldados que lhe seguiam.

— Alonso Matteize acaba de ligar, enviou uma proposta por um de seus capangas e eu acho que precisa ver isso.

Odin acendeu um cigarro, olhou em silêncio Alifer caminhar até ele.

— Não fode c@ralh0.

Gargalhou alto ao folhear os arquivos enviados por Matteize.

— Que mundo pequeno.

Soprou a fumaça do cigarro se escorando a cabeceira.

— O jantar que ele havia dito?

— É hoje chefe.

Yuri respondeu depressa.

— Pois vistam suas melhoras roupas, vamos a festa.

ODIN MORION NARRANDO.

Mais de vinte anos a serviço da máfia, um rastreador treinado e que farejava a presa, nunca enganado pelos rivais, passado para trás por uma coisinha pequena de olhos grandes e boca atrevida, me sinto um imbecil, o tipo babaca que baixa a guarda por um belo par de coxas e b0cet@ apertada, demorei pegar no sono , na minha cabeça o maldito nome dela, Mirella Grigio, a demônia adolescente que está me tirando do sério.

Deixo o apartamento em companhia de Alifer e Yuri, meus cães de guarda que me arrancaram da cama com uma informação um tanto quanto engraçada, o pé no saco, irritante e soberbo que tem me enchido semanas a dentro para aceitar um trabalho na verdade está fodendo a irmã mais velha da minha mercadoria,entro no carro em direção a mansão, minutos que mais parecem horas são gastas ouvindo Matteize enchendo a minha bola, meu olhar de desprezo parece não incomodá-lo, se eu pedisse com jeitinho acho que se colocaria de joelhos para me dar uma mamada, olho para os lados a procura de Mirella, a filha da puta não está em lugar nenhum e isso começa a me irritar.

— Vou lá fora fumar um cigarro.

Faço sinal para Yuri que assim como Alifer estão invisíveis em pontos estratégicos da festa, ando pelo gramado em direção a uma fonte iluminada, de certo Mirella e o playboy ao seu lado são devotos de algum santo a quem deveriam agracer a distância em que estou agora, ele a puxa para seus braços, beija mais de uma vez e tudo que eu queria agora era arrancar a língua que ele está enfiando na boca dela e enfiar em seu rabo, caminho até eles sentindo uma pressão tão forte em minha cabeça que meus olhos pulsam no crânio, antes que eu os alcance ele se afasta anda em direção a casa, paro diante dela que de costas mexe na água.

— Desculpa, não deveria ter gritado.

Diz de forma gentil e nesse momento tenho ainda mais vontade de matar aquele rato.

— Voltou rápido.

Finalmente se vira e quando me olha fica completamente pálida.

— Acha mesmo Mirella? Que eu voltei rápido? Para mim foi a porra de uma eternidade.

— Odin?

Ela tenta correr mais eu agarro.

— Se divertiu sem mim criança? Conte ao seu dono o quanto foi levada?

Como essa ninfeta dos infernos tem coragem de curtir com a minha cara?

— Odin, Odin me larga.

— Está com medo?

Minha vontade é colocá-la de bruços em meu colo e enche-la de palmadas.

— Deveria ter tido medo antes de fugir Mirella, de dar a outro o que me vendeu de bom grado, quer que eu arranque agora ou depois a língua daquele moleque com quem estava agarrada?

—Mirella ...

Um voz feminina ecoa pelo jardim e nesse momento eu agradeço pela interrupção, estou completamente transtornado e não quero perder a cabeça.

— É minha irmã, deixe-me ir.

A olho profundamente nos olhos, uma raiva lascerante, infundada e jamais sentida consumiu até porr@ da minha alma, Mirella corre para dentro de casa, minha cabeça não para de pensar nela nos braços daquele filho da puta babaca, vou atrás ainda completamente cego de raiva.

— Espectro.

Alonso Matteize toca meu ombro e se eu pudesse o estraçalhava.

— Essa é minha filha, Samya.

Praticamente joga sobre mim uma pequena put@ de olhos azuis.

— É um prazer.

Ela sorri, minha cara certamente não demonstra meu desdém já que a mesma quase encendeia pelo maldito fogo embaixo das saias, aperto sua mão rapidamente.

— Rafaela a encontrou, com licença.

Matteize sai voltando segundos depois com a noiva e Mirella, sem dúvidas assustei a diaba já que parece apavorada, olha para trás quando Alonso fala.

— Quero que conheça Espectro, o novo segurança da casa.

Mirella me olha, chego a esperar sua síncope mais disfarça, entro no jogo, vou mostrar a ela que na arte de ser filho da puta eu sou um desgraçado que dá aula.

— É um prazer senhorita.

Sorrio e ela gagueja.

— O prazer é todo meu.

Responde visivelmente abalada.

— Rafa, podemos ir para casa? Não... Não me sinto bem.

Choraminga e tenho que me segurar para não cair na risada.

— Suba um pouco, Deite-se, seu quarto já está arrumado, na realidade só falta trazermos as roupas e alguns pertences para essa casa.

A irmã gostosa diz e ela assente provavelmente louca para se livrar das minhas agarras.

— Espectro, pode acompanhá-la por favor? Os quartos ficam lá em cima, o de Mirella é o último do corredor,como a partir de hoje você será a sombra tanto dela quanto de minha filha Samya acho que seria interessante já começar a estar familiarizada.

— Não é necessário, não quero dar trabalho.

Ela responde rápido.

— Não se preocupe senhorita, essa é a minha função e se me permite uma observação, função na qual serei muito bem pago.

A olho com deboche e ela sai caminhando depressa a sigo pelo salão e a pirralha praticamente corre pelas escadas, seguro seu braço a encostando bruscamente contra a porta.

— O que pensou porr@?

Praguejo em sua boca.

— Que fugiria de mim mesmo depois de eu dizer que não abriria mão da sua presença?

— Me deixa em paz .

Ela chora, os grandes olhos verdes parecem ácido quente correndo-me de dentro para fora.

— Eu senti sua falta, senti de verdade c@cete, retribui minha afeição dando para aquele bund@ mole?

Mirella umidesce os lábios virando o rosto de lado.

— Não é dá sua conta o que eu faço.

Rio

— É esse deboche inconsequente o que me deixa maluco car@lh0.

Sussuro em sua boca enquanto minhas mãos apertam seu rosto fazendo com que me olhe.

— Essa b0cet@ é minha Mirella, é minha e só eu vou fode-l@, trep0u com aquele paspalho?

Ela me bate, um tapa forte acompanhado de silêncio é a recusa que eu esperava.

— Como eu imaginava, é boa moça demais para sair dando para outro cara.

Agarro sua mão a arrastando até o quarto, abro a porta.

— O que vai fazer?

— Sabe a quanto tempo não f0do por sua causa?

Me olha assustada.

— Vai me forçar.

A jogo na cama me pondo sobre ela, minha língua invade sua boca e minhas mãos deslizam para baixo do vestido ridículo que está vestindo.

— Se quiser eu paro, só fala na minha cara.

Minha língua escorre por seu pescoço.

— Enquanto eu te chupo inteirinha Mirella, diz que não está doido para trep@r comigo.

Ela ofega, respira fundo abrindo boca quando meus lábios a tocam, me ponho de pé arranco minha camisa enquanto ela me ecara, me ponho novamente sobre ela embolando em sua cintura os montes e montes de tecido de sua roupa, beijo novamente sua boca e me ajoelho no meio de suas pernas, chupo sua b0cet@ mamando em seu clitóris como um louco deprevado, seu mel escorre por minha língua quando alcança o orgasmo.

— Confessa que judiou dessa b0cet@ com os dedos enquanto sonhava com meu c@ralh0.

Ela chiraminga em resposta, a ponho nua montada sobre mim e faço com que cavalgue açoitada com meus tapas, a pele branca está completamente marcada, suada e exausta empalada por minha rol@ que a molda a cada estocada, agarro seus cabelos devorando sua boca, mordo seus seios chupando de leve as auréolas e ela geme alto, alto o bastante para que eu tenha que cala-la com meus lábios, a deito bruscamente metendo com tanta força que seu corpo desliza junto as minhas investidas, agarrada a mim, g0zando como uma put@ safad@, derramo meu gozo dentro dela, minhas bolas pesadas esvaziam sobre sua barriga, suas coxas, até está completamente manchada.

— Gostos@.

Rosno e ela me olha exausta.

— Deus...

Diz quando me afasto de seu corpo completamente marcado, tatuado em vermelho e roxo em tons de pecado.

— Melhor que a siririca que tocava, não acha?

— Porque veio, pôde ter a mulher que quiser Odin, porque eu?

Parece perdida, esse medo me deixa excitado, me visto enquanto embebida em minha porr@ ela me encara, é um tesão, uma feiticeira maldita capaz de provocar agonia em um homem sem emoção.

— Eu disse que pagaria caro se fugisse Mirella, isso...

Aponto de mim para ela.

— Não tem haver com o que eu posso ter, tem haver com o que eu quero, quero você, de quatro, de lado, deitada, em pé, cavalgando na porr@ do meu mastro e vai fazer exatamente o que eu mandar.

Abro a porta.

— Ou vai descobrir de um jeito nem um pouco engraçado o motivo dos meus inimigos me temerem mais que ao diabo.

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Comments

Charlotte Peson

Charlotte Peson

só faltou dizer eu te amo ! estou phodidamente apaixonado! kkkkkk

2024-08-01

48

Silvana Florzinha

Silvana Florzinha

valei me minha nossa senhora das calcinhas molhadas que homem é esse

2024-12-29

0

Alessandra Almeida

Alessandra Almeida

Muito melhor, mas ela não vai admitir😅😅😅

2024-11-26

1

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