— Eu sei que não está dormindo, Bellini — provocou Lívia, sentando-se em cima de Eduardo.
— Lívia, sai — disse ele, abrindo os olhos.
— Por que não me toca? Por quê? — indagou Lívia, ainda no mesmo lugar.
Sem dizer uma palavra, Eduardo jogou Lívia para o lado da cama bruscamente.
— Eu te avisei que se voltasse a me tocar, haveria consequências.
Lívia se endireitou rapidamente, um misto de surpresa e frustração em seu rosto.
Eduardo pegou a camisa e a vestiu. Assim que terminou, ele a puxou pelos braços, levando-a para o quarto de punição novamente.
— Me puna de outra forma, Eduardo, por favor. Você me batendo com aquele maldito chicote, é como se estivesse me machucando, não me punindo como deveria. Você tem raiva de mim, quer vingança. Eu sei disso.
Enquanto Lívia falava, Eduardo sentia uma raiva crescente dentro de si. Ele sabia que não era apenas raiva dela, mas algo mais profundo. Ele não a odiava, odiava o que ela fazia ele sentir, e muito menos queria vingança. Estava apenas tentando reprimir o súbito desejo e obsessão que estava começando a sentir por ela. Eduardo sabia que se a tocasse, seria uma viagem sem volta.
— Essa é a ideia, eu sinto prazer na dor de outra pessoa. Agora, cale a boca — ordenou.
Eles entraram no quarto. Lívia sabia que seria amarrada ou teria outro tipo de punição, então decidiu agir. Aproveitou o momento em que Eduardo se afastou para pegar algo em outro compartimento do quarto e se despiu.
Eduardo retornou com correntes em mãos, observando Lívia de pé, completamente nua, sem mostrar surpresa. Ele parou diante dela, os olhos fixos nos dela, uma mistura de intensidade e hesitação.
— Você acha que pode me desafiar assim? — sua voz era baixa, carregada de um tom que misturava desejo e cautela.
Lívia manteve-se firme, seu olhar desafiador encontrando o dele.
— Não estou desafiando você, Eduardo. Estou tentando entender você — respondeu ela com calma, mesmo diante da tensão que aumentava entre eles.
Ele hesitou por um momento, as correntes pendendo em suas mãos. Seu rosto mostrava conflito interno, lutando contra seus próprios impulsos e a atração crescente que sentia por Lívia.
— Eu não quero pegar pesado com você. — murmurou finalmente, mais para si mesmo do que para ela.
Lívia deu um passo à frente, quase tocando-o.
— Então não pegue. Mostre-me quem você realmente é, não apenas o que acha que precisa ser — disse ela suavemente, sua voz ecoando no quarto. — Porquê sei que você não é assim.
Eduardo encarou-a por um longo momento, antes de abaixar lentamente as correntes. Ele respirou fundo, lutando para conter a tempestade dentro de si.
Lívia aproximou-se ainda mais, seus corpos quase se tocando agora. Ela estendeu a mão, tocando de leve o rosto dele, transmitindo um conforto silencioso.
Os olhos de Eduardo decaíram para o corpo de Lívia. Ele estudou as curvas perfeitas que tanto desejava. O desejo que sente por ela, é tão intenso, que ele sente medo de si mesmo.
Eduardo prendeu as mãos de Lívia às correntes, vendou os olhos com uma venda de seda, e em seguida a colocou de quatro sobre a cama.
— Não se mova, vou te mostrar o que amo fazer. Eu disse que eu não queria te mostrar, mas insisti nisso. — Confessou ele.
Eduardo pegou o gel sabor menta e um vibrador em formato de pau de borracha. Enquanto melava os dedos com o gel, ele observou aquele c*zinh0 fechado, certamente Lívia nunca havia experimentado dá-lo a algum homem. Ele imaginou seu p4u de 23 cm entrando e saindo daquele c* apertado, e bastaram apenas aqueles pensamentos, para sentir seu päu pulsar dentro da calça.
Eduardo passou os dedos melados pelo gel no 4nüs daquela mulher, massageando suavemente em movimentos circulares.
— Ahh… — Lívia arfou de prazer.
No entanto, aquele som não era o que Eduardo queria ouvir.
Eduardo pegou o vibrador e o introduziu dentro dela sem qualquer delicadeza, ouvindo seus protestos de dor. Um sorriso tranquilo brincou em seus lábios, satisfeito com o som que ele queria ouvir. Ele se certificou de que Lívia ainda era virgem naquela parte, sabendo que deveria ser cuidadoso, mas não tinha pena de ninguém.
Lívia apertou os lençóis da cama, enterrando o rosto no colchão enquanto o vibrador fazia seu trabalho. Eduardo livrou-se de suas roupas rapidamente, pegou uma camisinha na gaveta e vestiu seu membro. Ele soltou as correntes das mãos de Lívia, deixando-as livres, e deitou-se por baixo dela, penetrando sua vagina deliciosamente molhada e apertada. Com uma das mãos, prendeu os braços dela atrás das costas, e com a outra, movia o vibrador em seu ânus.
— Mova-se sobre meu pau, Lívia. Quero ver se consegue, sem usar as mãos — ordenou Eduardo.
Ele notou as lágrimas em seu rosto, mas não se importou. Aquela era a maneira que ele fazia sexo, e não mudaria isso por ninguém.
Obedecendo às suas ordens, Lívia move-se sobre ele, cada movimento um misto de dor e prazer. Eduardo segurava seus braços firmemente, controlando o ritmo, empurrando o vibrador de forma mais intensa. Ele observava cada expressão de Lívia, cada lágrima que escorria por seu rosto, alimentando-se de sua vulnerabilidade.
— Isso mesmo, minha cadelinha. Mostre-me o quanto você pode aguentar — disse Eduardo, sua voz baixa e ameaçadora.
Lívia lutava para manter o equilíbrio e a coordenação, os gemidos de dor e prazer se misturando no ar. Eduardo aumentou a intensidade de seus movimentos, cada estocada mais profunda e mais controlada. O vibrador no ânus dela criava uma sensação avassaladora, fazendo com que seu corpo tremesse.
Finalmente, quando sentiu que Lívia estava à beira do colapso, Eduardo a puxou para baixo, abraçando-a fortemente contra seu peito. Ele retirou o vibrador e, com uma última e poderosa estocada, atingiu o clímax, seu corpo inteiro tensionando-se com a liberação.
Lívia, exausta e em lágrimas, estava apoiada sobre o peitoral masculino, sem forças para se mover. Eduardo soltou seus braços, permitindo que ela descansasse. Ele passou a mão pelo cabelo dela, acariciando-a suavemente, uma contradição cruel ao que havia acabado de acontecer.
— Você fez bem — murmurou ele, sua voz agora mais suave. — Agora, descanse. Hoje Leandro levará você para seu apartamento.
Lívia, sem forças para responder, fechou os olhos, deixando-se levar pela exaustão. Eduardo a observou por um momento, seus sentimentos conflitantes girando dentro dele. Ele sabia que a dor e o prazer eram partes inseparáveis de sua vida, e Lívia, de alguma forma, se tornou uma peça em seu mundo sombrio.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 45
Comments
Elizabeth Fernandes
Ele precisa de um psiquiatra
2025-03-12
0
Cleidilene Silva
esse capítulo foi bem tenso.
2025-01-10
0
Leocina Coutinho
Esse homem é louco!
2025-01-22
0